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Confira lista das universidades baianas que participam do Sisu 2018

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sisu-2016

O Ministério da Educação (MEC) liberou também nesta quinta-feira (18) as vagas que vão ser ofertadas no Sistema de Seleção Unificado (Sisu) no primeiro semestre de 2018. As inscrições da seleção foram antecipadas para a próxima terça-feira (23).

Os candidatos que forem participar da seleção podem fazer a consulta de vagas no site do Sisu. É possível pesquisar pela universidade, curso ou estado. O candidato pode se inscrever pelo sistema em até duas opções de curso.

Na Bahia, a maior oferta de vagas é na Universidade Federal da Bahia (Ufba), que tem 4.514 vagas em 87 cursos disponíveis. O resultado está previsto para ser divulgado no dia 2 de fevereiro. A matrícula dos selecionados acontece entre 5 e 7 do mesmo mês. Quem quiser participar da lista de espera deve manifestar interesse entre os dias 2 e 7.

Para concorrer a uma vaga pelo Sisu, é necessário ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2017, que teve resultado divulgado hoje, e ter obtido nota diferente de zero na redação. É necessário informar o número de inscrição desta edição do exame  e a senha mais atual cadastrada no Enem. A seleção é feita de acordo com a nota obtida pelo candidato.

Confira abaixo as universidades baianas que participam da seleção:

– Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano (Ifbaiano) – 14 cursos

– Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (Ifba) – 33 cursos

– Universidade do Estado da Bahia (Uneb) – 54 cursos

– Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) – 41 cursos

– Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) – 38 cursos

– Universidade Federal da Bahia (Ufba) – 87 cursos

– Universidade Federal do Oeste da Bahia (Ufob) – 30 cursos

– Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) – 18 cursos

– Universidade Federal do Sul da Bahia (Ufesba) – 15 cursos

– Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab) – 2 cursos

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Boulevard Shopping Camaçari recebe o Feirão da Casa Própria

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SHOPPING-BOULEVARD-CAMAÇARI-03

São 2.700 unidades com preços entre R$ 100 mil a R$ 150 mil.

Nos dias 26, 27 e 28 de abril, o Feirão da Casa Própria do Servidor estará no piso L1 do Boulevard Shopping Camaçari. Os funcionários públicos terão a opção de escolher entre 2.700 unidades disponíveis na sede e na orla da cidade, com preços entre R$100 mil a R$150 mil. Aqueles que optarem pela compra, terão benefícios como descontos de até R$10 mil, entrada a partir de R$9,90, isenção do IPTU, ITIV até 5 anos, a depender do imóvel, taxas cartoriais e brindes.

O Feirão é uma realização da Prefeitura de Camaçari, através da Secretaria da Habilitação (Sehab) e da Caixa Econômica Federal que buscam facilitar a compra da casa própria para o servidor público do município.

Serviço: Feirão da Casa Própria do Servidor

Onde? Piso L1 Boulevard Shopping Camaçari

Quando? 26, 27 e 28 de abril

Gratuito

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Empresas regulam doações eleitorais de funcionários

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Na primeira eleição geral que contará só com financiamento de pessoas físicas e recursos públicos, as principais empresas do País têm orientado seus executivos e funcionários a não vincularem eventuais doações a candidatos às companhias onde trabalham. Há casos de empresas que chegaram a proibir esse tipo de repasse até mesmo por parentes de seus empregados.

O veto à participação no processo de financiamento de campanha partiu principalmente de companhias que se envolveram na Operação Lava Jato, e que tiveram seus ex-presidentes presos, como as empreiteiras OAS e UTC e o banco BTG Pactual.

A OAS é a que adota o posicionamento mais rígido entre as empresas pesquisadas pelo Estado ao recomendar que seus colaboradores “não realizem doações político-partidárias em nome próprio, nem por meio de seus respectivos cônjuges e parentes de 1.º grau”. Em nota, a construtora afirmou que a medida pretende evitar que uma possível doação seja atribuída à empresa. Em 2014, a OAS foi uma das dez maiores doadoras de campanhas eleitorais – quase R$ 83 milhões.

A UTC registra em seu código de conduta que fornecedores e colaboradores “não devem aceitar pedidos financeiros, pleitos, provocar ou sugerir qualquer tipo de ajuda financeira, pagamento de ‘taxa de urgência’, gratificação, prêmio, comissão, doação, presente ou vantagem pessoal” a empresas públicas ou candidatos. O BTG Pactual, por sua vez, estabeleceu que seus diretores e sócios “não estão autorizados a fazer qualquer tipo de doação eleitoral”.

Outra empresa que adotou essa determinação foi o Itaú Unibanco, apesar de não estar citada na Lava Jato. A instituição vetou a “contribuição por administradores e respectivos cônjuges para partidos e campanhas políticas em anos eleitorais”.

Ao todo, o jornal O Estado de S. Paulo procurou 35 empresas e recebeu respostas de 15 delas – responsáveis por R$ 1,042 bilhão em doações eleitorais em 2014, um terço do total. De maneira geral, as empresas consultadas afirmaram que não irão proibir seus funcionários de fazerem doações a políticos, mas recomendam que fique explícito que essas contribuições são independentes.

Esse será o caso da empresa JBS, campeã de doações em 2014 e epicentro do escândalo que resultou em duas denúncias contra o presidente Michel Temer. “A JBS respeita a legislação e o direito de seus colaboradores participarem do processo político”, diz a empresa. “Mas eventuais doações devem ser em caráter estritamente pessoal, sem a intenção de obter vantagens ou benefícios.”

Mesmo protagonistas da Lava Jato, como a Odebrecht e a Andrade Gutierrez, também liberaram seus funcionários a fazerem doações, com a ressalva de que “não devem relacionar de forma alguma as contribuições ou opiniões políticas à empresa”. Ambev e Bradesco, Banco do Brasil, Petrobrás e Eletrobrás também vão adotar a mesma política.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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'O que puder fazer por decreto, vamos fazer', diz ministro sobre reforma trabalhista

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Ajustes na lei da reforma trabalhista serão realizados preferencialmente por decreto, é o que afirmou o ministro do Trabalho, Helton Yomura, à GloboNews. Em alguns pontos, o governo também afirmou que pode usar outros instrumentos, como projeto de lei ou portaria do próprio ministério.

A medida provisória que regulamenta alguns pontos da reforma trabalhista, como trabalho intermitente e autônomo, jornada de 12 por 36h e trabalho de grávidas e lactantes em ambiente insalubre, perde a validade nesta segunda-feira, 23. Com isto, esses e outros pontos do projeto ficarão sem regulamentação, criando insegurança jurídica na aplicação da lei.

De acordo com a Casa Civil, técnicos do governo começaram a levantar quais pontos da reforma trabalhista poderão ser regulamentados por um decreto.

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