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Cortejo cultural festeja 410 anos de devoção a Santo Amaro, padroeiro de Lauro de Freitas

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Cores, aromas e ornamentação tudo preparado com capricho para render homenagens a Santo Amaro de Ipitanga. Cada detalhe do cortejo cultural e cívico dedicado ao padroeiro de Lauro de Freitas, neste sábado (13), era a demonstração da fé no santo. São 410 anos de devoção e historia com a cidade. Pelas ruas do Centro milhares de pessoas mantiveram viva a chama da tradição de lavar as escadarias da Matriz, ato que há mais de três décadas é passado de pais para filhos no município.

Embalados pelos tambores do Bankoma e do grupo Meninos do Batuque ou pela metaleira das fanfarras Renovação da Bahia e Farresol, a população contemplava a cultura local passar, representada pelo movimento das danças folclóricas que exaltavam a pesca e os caranguejos, primeira forma de sustento dos nativos da vila de pescadores que levou o nome do santo como identidade e reconhecimento. “É muito importante revisitarmos a nossa história. Este é o maior patrimônio cultural de nossa cidade”, disse a prefeita Moema Gramacho.

Acompanhada de personalidades políticas, secretários, vereadores e da presidente da Câmara, vereadora Naide Brito, a gestora destacou que os festejos ao santo abrem o ano em Lauro de Freitas com as notícias de transformação e avanço para a cidade. A prefeita destacou a parceria com o governo do estado como importante aliado nesta construção e frisou a implantação do Hospital Metropolitano e do Metrô como os dois maiores símbolos neste processo. “O metrô já é realidade não e mais ficção. Hoje o modal passou a ser de caráter metropolitano trazendo mais desenvolvimento para Lauro de Freitas. A cidade cresce com inclusão social e com tradição cultural”, afirmou.

Atento a cada detalhe, Manoel Carlos dos Santos, secretário de Cultura e Turismo, pasta que organiza o festejo, disse que a participação do povo e a alegria por onde o cortejo passa compensa todo esforço da equipe. De acordo com o professor e historiador Gildásio Freitas, a festa cívica teve início nos anos 80 quando dois amigos resolveram se juntar para comemorar o dia do santo de maneira não religiosa, mas também como forma de agradecer as bênçãos e proteção divina. “Passaram-se 35 anos e o cortejo tomou a proporção que conhecemos hoje. Nos anos 90 houve a incorporação dos grupos e partidos políticos”, contou.

Da sacada de sua casa dona Maria Rita assistia os grupos passarem, com o sorriso de quem já viu muitas vezes as comemorações ao padroeiro acontecerem. “Todos os anos eu espero para ver a moçada festejar, e também rezo e agradeço viu? Faço minhas preces”, falou ela rindo do alto de sua sabedoria representada pelos fios de cabelo brancos quase centenários. “Hoje tenho 86 anos e agradeço ao Santo pelas bênçãos que vivi”, finalizou. Já para a sobrinha de dona Maria, Rosana Lisboa, 37 anos, a festa tem gosto de estreia. “Vim passar as férias aqui este ano, estou amando tudo que vi. Essas serão boas lembranças para mim e para meus filhos”, pontuou.

Junto com a população local e personalidades da terra, a secretária estadual do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte Olivia Santana, o secretário de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social, Carlos Martins, prestigiaram a lavagem das escadarias da Igreja Matriz. Além deles, os deputados federais Jorge Solla e Nelson Pelegrino, os deputados estaduais Joseildo Ramos e Rosemberg Pinto, o ex-prefeito de Serrinha Osnir Cardoso, a ex-ministra do governo Dilma Rousseff, Miriam Belchior, o ex-deputado federal Luís Alberto e o presidente da Fundação Luís Eduardo Magalhães (Flen), Jones Carvalho, se fizeram presentes durante todo percurso.

Nesta segunda-feira (15), data oficial da festa de Santo Amaro, as celebrações iniciam logo cedo com alvorada às 6hs e depois missa na Igreja da Matriz às 9h celebrada pelo bispo auxiliar dom Estevam dos Santos. Em seguida os fiéis saem em carreata até a comunidade do Bom Pastor, em Vida Nova. No final da tarde, às 16h, a imagem retorna em procissão saindo da Igreja de São Pedro, no Joquei Clube, até a Matriz onde será rezada a última missa do dia. A noite, 20h, o Padre Fábio de Melo sobe ao palco na Praça João Thiago dos Santos, para o esperado show “Estrada Sou Eu”. O espetáculo gratuito encerra as homenagens ao santo.

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Boulevard Shopping Camaçari recebe o Feirão da Casa Própria

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São 2.700 unidades com preços entre R$ 100 mil a R$ 150 mil.

Nos dias 26, 27 e 28 de abril, o Feirão da Casa Própria do Servidor estará no piso L1 do Boulevard Shopping Camaçari. Os funcionários públicos terão a opção de escolher entre 2.700 unidades disponíveis na sede e na orla da cidade, com preços entre R$100 mil a R$150 mil. Aqueles que optarem pela compra, terão benefícios como descontos de até R$10 mil, entrada a partir de R$9,90, isenção do IPTU, ITIV até 5 anos, a depender do imóvel, taxas cartoriais e brindes.

O Feirão é uma realização da Prefeitura de Camaçari, através da Secretaria da Habilitação (Sehab) e da Caixa Econômica Federal que buscam facilitar a compra da casa própria para o servidor público do município.

Serviço: Feirão da Casa Própria do Servidor

Onde? Piso L1 Boulevard Shopping Camaçari

Quando? 26, 27 e 28 de abril

Gratuito

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Empresas regulam doações eleitorais de funcionários

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Na primeira eleição geral que contará só com financiamento de pessoas físicas e recursos públicos, as principais empresas do País têm orientado seus executivos e funcionários a não vincularem eventuais doações a candidatos às companhias onde trabalham. Há casos de empresas que chegaram a proibir esse tipo de repasse até mesmo por parentes de seus empregados.

O veto à participação no processo de financiamento de campanha partiu principalmente de companhias que se envolveram na Operação Lava Jato, e que tiveram seus ex-presidentes presos, como as empreiteiras OAS e UTC e o banco BTG Pactual.

A OAS é a que adota o posicionamento mais rígido entre as empresas pesquisadas pelo Estado ao recomendar que seus colaboradores “não realizem doações político-partidárias em nome próprio, nem por meio de seus respectivos cônjuges e parentes de 1.º grau”. Em nota, a construtora afirmou que a medida pretende evitar que uma possível doação seja atribuída à empresa. Em 2014, a OAS foi uma das dez maiores doadoras de campanhas eleitorais – quase R$ 83 milhões.

A UTC registra em seu código de conduta que fornecedores e colaboradores “não devem aceitar pedidos financeiros, pleitos, provocar ou sugerir qualquer tipo de ajuda financeira, pagamento de ‘taxa de urgência’, gratificação, prêmio, comissão, doação, presente ou vantagem pessoal” a empresas públicas ou candidatos. O BTG Pactual, por sua vez, estabeleceu que seus diretores e sócios “não estão autorizados a fazer qualquer tipo de doação eleitoral”.

Outra empresa que adotou essa determinação foi o Itaú Unibanco, apesar de não estar citada na Lava Jato. A instituição vetou a “contribuição por administradores e respectivos cônjuges para partidos e campanhas políticas em anos eleitorais”.

Ao todo, o jornal O Estado de S. Paulo procurou 35 empresas e recebeu respostas de 15 delas – responsáveis por R$ 1,042 bilhão em doações eleitorais em 2014, um terço do total. De maneira geral, as empresas consultadas afirmaram que não irão proibir seus funcionários de fazerem doações a políticos, mas recomendam que fique explícito que essas contribuições são independentes.

Esse será o caso da empresa JBS, campeã de doações em 2014 e epicentro do escândalo que resultou em duas denúncias contra o presidente Michel Temer. “A JBS respeita a legislação e o direito de seus colaboradores participarem do processo político”, diz a empresa. “Mas eventuais doações devem ser em caráter estritamente pessoal, sem a intenção de obter vantagens ou benefícios.”

Mesmo protagonistas da Lava Jato, como a Odebrecht e a Andrade Gutierrez, também liberaram seus funcionários a fazerem doações, com a ressalva de que “não devem relacionar de forma alguma as contribuições ou opiniões políticas à empresa”. Ambev e Bradesco, Banco do Brasil, Petrobrás e Eletrobrás também vão adotar a mesma política.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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'O que puder fazer por decreto, vamos fazer', diz ministro sobre reforma trabalhista

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Ajustes na lei da reforma trabalhista serão realizados preferencialmente por decreto, é o que afirmou o ministro do Trabalho, Helton Yomura, à GloboNews. Em alguns pontos, o governo também afirmou que pode usar outros instrumentos, como projeto de lei ou portaria do próprio ministério.

A medida provisória que regulamenta alguns pontos da reforma trabalhista, como trabalho intermitente e autônomo, jornada de 12 por 36h e trabalho de grávidas e lactantes em ambiente insalubre, perde a validade nesta segunda-feira, 23. Com isto, esses e outros pontos do projeto ficarão sem regulamentação, criando insegurança jurídica na aplicação da lei.

De acordo com a Casa Civil, técnicos do governo começaram a levantar quais pontos da reforma trabalhista poderão ser regulamentados por um decreto.

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