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Diretor de Resident Evil 2 dá detalhes sobre desenvolvimento conturbado do game

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Completando 20 anos de seu lançamento neste ano, Resident Evil 2 permanece como um dos título mais populares de survival horror até hoje – tendo vendido mais de 4,9 milhões de cópias desde que chegou ao mercado, segundo a Capcom.

Mas a história de sucesso do game não esconde o fato do título ter tido um processo de desenvolvimento bastante conturbado, recheado de erros que complicaram sua criação.

Através do Twitter, o diretor do jogo, Hideki Kamiya, resolveu dar detalhes sobre alguns destes erros, talvez como forma de celebrar o fato de que, apesar dos problemas, tudo deu certo no final.

Kamiya lembrou que Resident Evil 2 foi o primeiro título dirigido por ele, quando tinha apenas 25 anos, o que fez com que ele se preocupasse mais em “ser diretor” do que em “curtir o trabalho”. Como resultado disso, Kamiya conta que começou a beber conhaque todas as noites em casa para desestressar, e que frequentemente chegava de ressaca no dia seguinte no trabalho. Por causa de noites mal dormidas, Kamiya conta também que costumava tirar cochilos durante o almoço para se recuperar.

 

O diretor do game lembrou ainda do fato de que RE 2 teve que ser recomeçado do zero e ter seu script reescrito completamente, o que acabou gerando o conhecido “Resident Evil 1.5” – protótipo do jogo que foi cancelado pouco tempo antes do lançamento oficial.

Em uma nota positiva, Kamiya falou sobre a importância do falecido roteirista Noboru Sugimura no “remake” do roteiro, que, segundo o diretor do jogo, “nunca teve medo” de enfrentá-lo.

Os dois entraram em conflito algumas vezes – como no episódio em que o diretor do game mudou uma fala do roteiro sem avisar Sugimura -, mas, de forma geral, o roteirista é considerado uma “grande ajuda” pelo diretor.

“Aprendi muitas coisas com ele e usei seus ensinamentos ao escrever os scripts para Devil May Cry, Viewtiful Joe e Okami”, escreveu Kamiya sobre Sugimura.

 

 

Sobre como foi escolhido para dirigir Resident Evil 2, Kamiya conta que não sabe exatamente até hoje.

O diretor conta que foi convidado por Shinji Mikami para tomar alguns drinks pouco tempo depois de ter entrado da Capcom, quando o criador de Resident Evil disse a ele que Kamiya era a “zebra” dos novos recrutas – e que daria muito certo ou falharia “espetacularmente”.

Após trabalhar algum tempo com Mikami, no entanto, Kamiya conta que acredita que tenha cumprido com as expectativas do chefe, apesar de sua atitude combativa.

“Todas essas memórias são tesouros insubstituíveis para mim. Não há maior honra para mim do que ver o quanto vocês ainda amam Resident Evil 2 até hoje. Eu continuarei trabalhando duro para que eu possa lhe trazer muitos outros jogos do mesmo calibre”, indicou o diretor.

 

Fonte: theenemy

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Análise: Detective Pikachu (3DS) é uma divertida e hilária poké-aventura

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Mesmo com a franquia dos monstrinhos de bolso se despedindo do Nintendo 3DS depois do lançamento de seu último título, Pokémon Ultra Sun & Moon, as aventuras Pokémon ainda não terminaram no portátil da Nintendo. Criando um estilo e jogabilidade diferenciados para a série, Detective Pikachu traz toda a irreverência de um Pikachu falante combinada com uma história interessante e recheada de diversão.

Bem-vindo à Ryme City

Detective Pikachu é a primeira abordagem diferente desde que a franquia estreou mais de 25 anos atrás. O game foca em um enredo bem construído, uma apresentação visual excelente e referências que deixarão qualquer fã de Pokémon com um sorriso no rosto. A experiência que o game proporciona é muito semelhante a estar jogando uma versão eletrônica do anime: a relação humano-Pokémon é explorada em todos os seus detalhes e esse mundo de ficção se aproxima muito de uma possível realidade.

E é dentro desse universo mágico que cabe em nosso bolso que iremos conhecer um Pikachu diferente de qualquer um que já tenhamos visto. Além das suas habilidades naturais de detetive, o que diferencia esse Pokémon de outros é sua habilidade de falar. Apesar de muitos fãs da franquia terem torcido o nariz para essa decisão no desenvolvimento do game, a voz em inglês de Pikachu não parece tão estranha quanto poderia ser.

O experiente ator Kaji Tang empresta sua voz ao mascote do mundo Pokémon e consegue tornar toda a marra e vício por café de Pikachu divertidas o tempo inteiro. Uma vez que você ouça a voz de Kaji (mesmo dublador em inglês de Vegeta para Dragonball Super) você nunca mais vai querer ouvir o som original do grito de Pikachu. E esse mérito não fica apenas com o nosso querido Pikachu, mas com todos os outros dubladores do game que fizeram um papel fantástico de atuação, tornando a história muito mais cativante e próxima do jogador.

Além dos personagens e a história, outro elemento que consegue “colar” todos esses itens à mecânica de puzzles do título para proporcionar uma experiência divertida é a bela e viva Ryme City. Essa cidade que não fica em nenhum continente já apresentado na franquia é um personagem à parte na história. Tudo está em movimento, seja ele o metrô, pessoas indo à cafés ou mesmo algum grupo de Pokémon que passam ao seu lado. Infelizmente a linearidade da história impede que o jogador explore a cidade com mais liberdade, porém a possibilidade de interagir com seus elementos e habitantes de forma profunda durante as investigações torna esse ambiente muito mais vivo e acolhedor.

A cidade é o centro da aventura que o jovem Tim Goodman irá viver com seu amigo Pikachu. O garoto chegou à Ryme City em busca de seu pai, que desapareceu misteriosamente. Harry Goodman era um detetive profissional e sumiu no ar após um acidente de carro em que apenas seu Pikachu de estimação saiu ileso. Por alguma razão, Pikachu consegue falar mas somente o jovem Tim consegue compreendê-lo. Isso cria situação inusitadas e muito engraçadas, uma vez que Tim precisa conversar com Pikachu para entender os diálogos Pokémon mas também precisa disfarçar na frente de outras pessoas para não parecer completamente maluco.

O encontro dos dois protagonistas da história é o ponto de partida do game, colocando o jogador por detrás de diversas investigações para descobrir o motivo de vários incidentes estranhos envolvendo Pokémon estarem ocorrendo em Ryme City. Com seu simpático boné de detetive, Pikachu age como se fosse o guia de Tim e do jogador, sempre lhe dando dicas preciosas quando a resposta para um problema não parece ser tão clara quanto poderia ser.

Elementar, meu caro Pikachu

Além do nosso simpático Pikachu amante de café, o principal elemento do jogo são os puzzles e investigações que o jogador precisa fazer para desvendar os mistérios de Ryme City. A mecânica funciona no mesmo estilo de games como Professor Layton em que você precisa conversar com testemunhas, colher depoimentos e identificar itens do cenário para montar seu “caso”. Depois disso, tudo passa a se tornar um exercício lógico para descobrir a solução para a investigação.

Na tela inferior do 3DS todos os elementos do caso ficam organizados em um livro que pode ser consultado a qualquer momento da investigação, se o jogador se sentir perdido. Além disso, é possível consultar Pikachu caso você precise de alguma dica extra. O ícone de conversa do Pokémon irá piscar automaticamente quando ele tiver algo de muito importante a dizer a Tim, portanto é sempre bom ficar atento para não perder nenhuma sugestão de seu parceiro.

O único problema com os puzzles é que eles podem parecer simples demais, alguns até mesmo beirando o óbvio. É estranho quando uma investigação que possui uma solução simples que o jogador pode encontrar logo nos primeiros minutos se estende por um capítulo inteiro do jogo. Felizmente tal monotonia é quebrada por cutscenes e as interações com Pikachu e outros Pokémon que desviam um pouco o foco das soluções simples dos problemas que o jogador está resolvendo.

A boa notícia é que mesmo com a simplicidade dos puzzles parecendo desmotivar o jogador a continuar no game, o mistério principal certamente irá prender a atenção do usuário até o final da aventura. Sem revelar spoilers, mas a surpresa final que o game guarda é muito interessante e é altamente recomendável prestar atenção em todos os diálogos para não perder nenhuma referência aos outros jogos da série ou mesmo ao anime em forma de pequenos e agradáveis easter-eggs.

Além disso, o final do game deixa a entender que a Nintendo planeja uma continuação, algo que seria completamente aceitável desde que os desenvolvedores focassem em criar puzzles mais instigantes e complexos, capazes de testar a perspicácia e o poder investigativo do jogador. Por enquanto o que sabemos é que uma versão live-action do game está sendo produzida para os cinemas e estrelando o queridinho Ryan Reynolds (de Deadpool) como a voz de Pikachu (apesar de fãs terem feito até mesmo uma petição com várias assinaturas para que Denny DeVitto fosse a voz do Pokémon).

Infelizmente não foi possível testar as funcionalidades do novo amiibo do Detetive Pikachu com o game pois ele não estava disponível para nossa equipe de redação no tempo da escrita dessa análise. Um dos maiores amiibos já lançados até o momento, além de muito divertido, o acessório possui uma interação interessante com o título. Ao aproximar ele do portátil durante o game, o jogador irá visualizar uma lista com todas as cutscenes com Pikachu vistas até o momento. Dessa forma, o usuário pode revisitar alguma dica importante que ele tenha perdido de um capítulo passado.

Detective Pikachu é o game perfeito para os fãs dos monstrinhos de bolso que desejam fugir um pouco da forma clássica da franquia que, mesmo com os últimos títulos Pokémon Sun & Moon continua com sua essência e principais mecânicas dos games originais. Mesmo que o jovem Tim não possua todo o carisma de um verdadeiro investigador ao estilo Sherlock Holmes Pikachu consegue roubar as cenas nos momentos certos para arrancar um sorriso do jogador e nos mostrar o quão mágico e interessante o mundo Pokémon pode ser.

Prós

  • Pikachu em sua melhor forma.
  • Ótimas referências ao universo Pokémon.

Contras

  • Pouco uso da tela inferior do 3DS;
  • Puzzles podem se muito simples às vezes.

Detective Pikachu – Nintendo 3DS/2DS – Nota: 8.0

Game jogado no New Nintendo 3DS XL

Análise produzida com cópia digital cedida pela Nintendo.

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Mega Drive Mini é o novo console anunciado pela SEGA em evento no Japão

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E você aí achando que a madrugada não reservava surpresas, não é mesmo? Além de a SEGA ter anunciado a coletânea Shenmue 1 & 2 para o Xbox One, PlayStation 4 e PC, também revelou durante o evento SEGA FES que voltará ao mercado de hardware com o Mega Drive Mini.

O console será lançado como comemoração dos 30 anos do hardware original, também chamado de Sega Genesis em alguns lugares do mundo. Por ora, a SEGA confirmou o lançamento apenas no Japão, que deve acontecer em algum momento de 2018 (ainda sem data certa, mas o console original foi lançado em 29 de outubro de 1988. Será que a data vai se repetir?).

Com essa ação, a SEGA segue os passos da Nintendo, que também está relançando seus consoles em uma linha Mini. Não é a primeira vez que a companhia japonesa tenta reviver seus antigos consoles, mas as edições passadas, desenvolvidas em parcerias com empresas terceiras, não deu certo.

Portanto, o Mega Drive Mini não tem nada relacionado com as versões retrô lançadas pela AtGames no passado. Por enquanto, não há detalhes sobre o console, como quantia de jogos, emulação, saídas de vídeo, chegada ao Ocidente e muito mais.

O Mega Drive Mini chegará ao Japão em 2018.

 

Fonte: techmundo

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Agora é oficial! Próximo game da franquia Call of Duty será o Black Ops 4

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Depois de uma grande onda de rumores sobre uma possível nova iteração da franquia, incluindo a aparição do suposto logo do game no boné de um jogador da NBA, a Activision finalmente acabou com a dúvida dos fãs: Call of Duty: Black Ops 4 está mais do que confirmado para chegar ainda em 2018!

Para os mais ansiosos, a notícia é boa. O lançamento global do game ocorrerá no dia 12 de outubro, um mês antes do tradicional período de lançamento, para os consoles Playstation 4 e Xbox One e para PCs.

Da mesma forma que os seus antecessores, quem assume o desenvolvimento do novo game da franquia agora é a Treyarch Studios. Apesar de a empresa ainda não ter revelado nenhum detalhe a respeito do jogo, foi informado que um evento de anúncio voltado para a comunidade será realizado no dia 17 de maio.

Diversos boatos disseminados anteriormente apontam para a hipótese de que todos os avanços tecnológicos e científicos dos outros games serão deixados de lado para oferecer uma ambientação que se aproxime mais da realidade atual.

Um evento global marcado para o dia 17 de maio será palco para o anúncio oficial do lançamento.

Fonte: GameSpot

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