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El Efecto anuncia nova fase na banda com disco ao vivo

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El Efecto – Ao Vivo no Méier.jpg

No momento de caos, a música pode ter efeito tranquilizante ou contestador. O som do El Efecto, mais do que nunca, vem para os ouvidos daqueles que não estão satisfeitos com o crescimento que não é para todos. Conhecida por suas letras com forte teor político, a banda carioca lança “El Efecto ao vivo no Méier”, que conta com participação especial da Ventre, atração do Lollapalooza Brasil. O disco ao vivo está disponível nas principais plataformas de streaming via Sagitta Records, enquanto o vídeo completo do show já está disponível no canal da banda no YouTube.

Ouça “Ao Vivo no Méier”: http://bit.ly/elefectoaovivo
Assista o show na íntegra: https://youtu.be/clwKKSswpm8

Realizada em dezembro de 2015, durante o Rio Novo Rock, a apresentação marcou a banda como um encerramento simbólico de um ciclo. Foi a partir daquele encontro, no palco do Imperator (Méier, RJ), que a turnê do disco “Pedras e Sonhos” foi finalizada. O registro também conta com a formação antiga da El Efecto, que trazia a guitarra de Pablo Barroso. Atualmente, fazem parte da banda os músicos Cristine Ariel (guitarra, cavaquinho e voz), Tomás Tróia (guitarra e voz), Gustavo Loureiro (bateria), Bruno Danton (voz, violão e viola), Tomás Rosati (voz, cavaquinho e percussão) e Eduardo Baker (baixo).

“De lá pra cá, ficamos praticamente dois anos em função da preparação do novo disco e da nova formação/instrumentação da banda. Mas as novas músicas seguem sendo um aprofundamento da mesma proposta que começamos há 16 anos, a vontade de combinar instigação estética e inquietação política. Nesse sentido, podemos dizer que o que vem por aí são novas formas para velhas angústias. Segue a luta!”, adianta Tomás Rosati.

O registro ao vivo conta também com a participação especial do power trio Ventre, que se uniram no palco com a El Efecto, executando as canções “Ciranda” e “De Perto”. Companheiras de longa data na cena independente carioca, as duas bandas se mobilizaram para fazer o evento juntos. “Quando a possibilidade se concretizou, logo veio a ideia de dividirmos o palco. Cada banda sugeriu algumas músicas da outra e daí pensamos juntos o que poderia render melhor com o bandão unificado”, relembra Bruno Danton.

A mesma arte que uniu as duas bandas e todo o público que assistiu à apresentação, agora convoca aos ouvintes a se sensibilizar. A ideia do El Efecto com as suas músicas é potencializar efeitos, ocupar espaços e direcionar a energia para uma luta pela vida, pela dignidade humana. “Acreditamos na música como forma de militância, um meio de organizar os sentimentos de indignação diante da injustiça social e das diversas formas de opressão, uma forma de estimular e abraçar as iniciativas de luta e, ao mesmo tempo, de nos sacudir, questionar o encaminhamento das nossas vidas, nossos gestos. Enfim, é uma trincheira pra respirar, sentir, refletir e seguir ganhando terreno no confronto contra o massacre”, observa Gustavo Loureiro.

Para combater as injustiças e iluminar um futuro melhor, o El Efecto transforma música em combustível no novo disco “Memórias do Fogo”. Inspirado na trilogia de nome semelhante de Eduardo Galeano, que fala sobre a trajetória da América Latina, o álbum evoca a importância do indivíduo cultivar uma chama interior, seja para jamais esquecer que o mundo está a ponto de incendiar-se, ou até mesmo, para juntos, incendiá-lo em algum sentido.

“Percebemos que, de uma maneira ou de outra, as músicas tinham em comum a referência ao elemento do fogo e que juntas, também compunham um painel poético de situações, personagens e alegorias que evocam lutas coletivas contra diferentes formas de opressão, espalhadas em cenários, épocas e realidades distintas. Teria uma referência mais direta também. Uma evocação à necessidade mais objetiva de torrar os ônibus, por exemplo, ou à imagem da barricada. A ideia é que cada uma das músicas pretende ser uma chama, pra esquentar, pra botar lenha na fogueira, pra incendiar nossos corações”, finaliza Bruno Danton.

O vídeo e o disco ao vivo trazem as canções dos quatro álbuns lançados pela banda e uma versão única de “De Perto”, da Ventre, só incluída no vídeo. A captação, mixagem e masterização são de Bruno Schulz. “Ao Vivo no Méier” é um lançamento da Sagitta Records.

Ouça “Ao Vivo no Méier”: http://bit.ly/elefectoaovivo
Assista: https://youtu.be/clwKKSswpm8

Ficha técnica

Gravado em 17 de dezembro de 2015 no Rio Novo Rock (Imperator – Méier) – Rio de Janeiro/RJ

Setlist
1 Dormez-Vous
2 N’aghadê
3 3 Pratos de Trigo para 30 Tigres Tristes
4 Pedras e Sonhos
5 Adeus Adeus
6 O Encontro de Lampião com Eike Batista
7 Os Assaltimbancos
8 A Caça que se apaixonou pelo Caçador
9 Ciranda (com Ventre)
10 De Perto (com Ventre)

www.elefecto.com.br
www.facebook.com/bandaelefecto
www.instagram.com/el_efecto

-Banda-
Tomás Rosati – voz, percussão, clarinete e teclado
Bruno Danton – voz, guitarra e trompete
Eduardo Baker – baixo
Gustavo Loureiro – bateria
Pablo Barroso – voz e guitarra

-Show-
Produção: Rio Novo Rock
Produção artística: Larissa Conforto e Iuri Gouvêa
Som ao vivo (P.A): Ricardo Nogueira

-Vídeo-
Edição e Cor: Iuri Gouvêa
Produção executiva: Larissa Conforto e Iuri Gouvêa
Realização: Rio Novo Rock, Ventre e El Efecto
Câmeras: Artur Medina, Fabrício Abramov (Redpill Filmes), Felipe Areias, Alexandre Rozemberg, Heitor Riguette (Subtrópico/ES), Eduardo da Paz, Pedro Arantes, Felipe Monteiro (Studio Prime), Leonardo Brandão (Studio Prime) e Raphael Nogueira (Studio Prime)

-Áudio-
Captação, mixagem e masterização: Bruno Schulz

-Equipe Rio Novo Rock-
Paulo Lopez
Diogo Gallindo
Gustavo Genton
Igor Lanceiro
Isabella Ribeiro

-Equipe Imperator-
Palco: Wanderley Nascimento, Carlos Elias e Jozir Lopes
Iluminação: Celso Rocha, Ricardo Viana
Som: Leandro Cortez, Bruno Carvalho
Produção: Juliana Henriques, Felipe Domingues, Thaís Monteiro e Matheus Brito

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Rituais de índios Fulni-ô encantam crianças da rede municipal de Lauro de Freitas

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As crianças da rede municipal de ensino de Lauro de Freitas participaram de atividades especiais e inéditas para comemorar o dia do Índio. Os pequenos estudantes que cursam o fundamental 1 e 2 visitaram na tarde desta quinta-feira (19), a Reserva Thá-Fene, localizada em Quingoma – zona rural da cidade – e conheceram de perto os costumes e ritos das tribos Fulni-ô e Kiriri-Xocó, que esbanjaram cordialidade e simpatia aos visitantes e encantaram adultos e crianças com seu artesanato, danças e cantos.

Sentados em esteiras de palha, os alunos aprenderam que cada tribo pinta seus corpos de maneira peculiar e que cada traço desenhado tem um significado. O jovem líder dos índios Fulni-ô de Pernambuco, Doiá, falou ainda sobre as canções entoadas há gerações na aldeia. “Nós enaltecemos a natureza, a Deus, aos astros. Pedimos forças aos nossos ancestrais para permanecer em nossa missão”, disse ele ao lado dos seus irmãos. Todos estão passando uma temporada na cidade para estudar com o objetivo de retornar à tribo com novos ensinamentos.

De acordo com a professora doutora em educação, Débora Fontes, a Reserva é um abrigo para os jovens índios, “uma casa para que eles possam descansar quando retornam dos seus cursos de graduação ou pós graduação”, disse. Entusiasta da educação, a catedrática contou que o espaço foi doado por sua família aos indígenas com esta finalidade em 1992. “Nos presenciamos a luta deles. Vinham de longe para estudar. As aldeias eram formadas por professores brancos, hoje os próprios índios estão lecionando para os seus”, contou.

Os olhos concentrados dos pequenos revelavam o encanto por estar frente a frente com os povos originais do Brasil. Para Lara Inês, 7 anos, a vivência tornou real algo que ela, até então, só conhecia dos livros. “Eu estou muito feliz por conhecer os índios de perto. Eu achei que eles fossem diferentes de nós, mas na verdade somos muito parecidos”, contou ela se referindo aos costumes passados aos não índios, como furar orelhas, dormir em redes e se alimentar de raízes. Para Clara Souza, 6 anos, saber que índios estudam em faculdades foi uma surpresa. “Eu achei que eles só vivessem em florestas, mas descobri que não é bem assim”, falou.

Em Lauro de Freitas, as comemorações pelo dia do Índio seguem até o próximo final de semana. Neste sábado (21), na Reserva, terá lugar uma das mais esperadas festividade das tribos denominada Dança da Onça, às 19h. A entrada é um quilo de alimento não perecível que servirá de mantimento para os estudantes indígenas durante sua estadia na cidade.

Jornalista Giovanna Reyner

Fotos: Rafael Magno

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Banda apadrinhada por The Libertines, Playmoboys lança videoclipe de “Sadly True”

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Playmoboys – Sadly True – Cover

Grupo com influências do rock independente inglês, o Playmoboys retorna à cena com o vídeo para o single “Sadly True”. Densa e leve, mas com o ar roqueiro de costume, a canção lembra bandas que fizeram história na música britânica, do melancólico The Smiths ao garage do The Libertines. “Sadly True” faz parte do terceiro álbum “Wake Up, Wake Up”,  que tem previsão de lançamento para junho. A canção já está disponível nas plataformas de streaming, pelo selo Caravela.

Assista “Sadly True”: https://youtu.be/WXPC0hR8BQs

Ouça “Sadly True”: http://bit.ly/PlaymoboysSadlyTrue

Faixa que inaugura a nova fase do Playmoboys, a balada “Sadly True” traz uma letra marcante, sobre declínios e enfrentamentos. Depois do lançamento dos dois discos, um homônimo (2008) e “There’s No End” (2016), além de alguns EPs, os rapazes mostram que estão mais vivos do que nunca, e cada vez mais inspirados no rock avassalador do Reino Unido. A Terra da Rainha produziu nos últimos anos grandes nomes para o cenário mundial, entre eles o The Libertines, que inclusive já dividiu palco com a banda do norte fluminense.

Em meados de 2013, Carl Barat e Gary Powell fizeram uma pequena tour na América do Sul e ficaram loucos pela música “Baby, There’s no End”. A faixa, que tem participação especial de Ivy Hoodrave, fez a cabeça dos ingleses até rolar uma apresentação conjunta para pouco mais de 100 pessoas, em Campos dos Goytacazes. A sintonia entre os músicos rendeu destaque na mídia nacional e internacional; e o estouro do videoclipe oficial da canção no YouTube, com mais de meio milhão de visualizações.

Assista “Baby, There’s No End”: https://youtu.be/W4dkYLUXgvI

Anos após tamanha façanha, e algumas turnês mais, o Playmoboys regressa com a pegada britânica de sempre, mas com composições fortes e pessoais, que falam de más decisões, planos ora bem sucedidos, ora fracassados. “Sadly True” é uma dessas letras que surgiu em poucos dias, após uma troca de ideias entre o vocalista Conrado Muylaert e Bernardo Arenari. A música caiu no gosto dos integrantes e foi a escolhida para apresentar o novo trabalho da banda.

Playmoboys por Erika Santana

“Acreditamos no potencial da canção em passar o conceito do que virá no álbum – uma tentativa de quebrar fórmulas usadas anteriormente, em relação a estruturas e timbres, bem representadas nessa faixa”, afirma Conrado.

Playmoboys é uma banda de indie rock formada em Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro, por Conrado Muylaert (voz), Barreto (bateria), Leo Nominato (baixo), Thiago Correa e Israel Isquef (Guitarras) e Bernardo Arenari (voz/synths).

Ouça “Sadly True”: http://bit.ly/PlaymoboysSadlyTrue

Ficha Técnica

Filmagem e edição: Conrado Muylaert

Composição: Conrado Muylaert

Letra: Conrado/Bernardo Arenari

Produção musical: Conrado Muylaert

Mixagem e masterização: Fredie Parra e Anderson Tenorio

Conrado Muylaert: voz, guitarra, baixo, sintetizador

Bernardo Arenari: Bateria e voz

Vídeo: Filmagem e edição: Conrado Muylaert

 

Acompanhe Playmoboys

 

Spotify: https://goo.gl/zHxVNP

Site: https://goo.gl/PYBP6G

Facebook: https://goo.gl/J8x8Vf

Youtube: https://goo.gl/MNPGj6

 

Letra

Sadly True

 

find another way
try another time
forget this old sorrow
even when it’s hard
it’ll never tear us apart”

we’re lot alike, us two
especially in this light
a bit misunderstandable
when we speak our minds
yeah, that we can’t deny

but we can’t run from this, gotta see this through
gotta take the wheel

all about you is sad, but we could leave, just breath away
all about me is sad too (sadly true)

remember when you saw me
high under the sun
i needed your support
all i could do is run
you just brought me back to bed

why do hard decisions
come at the worst times?
i’m worrying i might weaken
i can’t fall behind

these memories are ours to keep
we’ve been in this town, i’d say for far too long
remember we believed that we could catch the stars?
whad did happened to that?

all about you is sad but we could leave, just breath away
all about me is sad too (keep this with you)
all about you is sad but who really knows what to do?

i say hey girl, damn go, time to, go girl

lost another day
wasted other try
welcoming the sorrow
this old friend of mine
was that what you said back then?

these damn hard decisions
come at the worst times
even if I fall, I’ll get back in

these memories are ours to keep
we’ve been in this town, i’d say for far too long
remember we believed that we could catch the stars?
well screw that

all about you is sad but we could leave, just breath away
all about me is sad too (keep this with you)
all about you is sad but who really knows what to do?

i say hey girl, damn go, time to, go girl

 

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Manoel Magalhães lança primeiro disco solo, “Consertos em Geral”

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manoel

O artista fluminense Manoel Magalhães lançou o primeiro disco solo, “Consertos em Geral”, no dia 26 de março, e já recebeu elogios de críticos prestigiados do Correio Braziliense, Scream & Yell e Miojo Indie. Com 9 faixas autorais, transitando entre ritmos regionais e canções pop, o álbum independente é uma homenagem ao ofício do compositor popular, e poderá ser ouvido em show de lançamento gratuito, com banda, no dia 5 de maio (sábado), às 16h, no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica, Centro do Rio. Para Manoel, Renato Teixeira, Paulinho Moska, Belchior, Chico César e Lenine são algumas dessas inspirações que trabalham na construção de músicas,

“Eu fico muito feliz de lançar o disco oficialmente em um espaço da Prefeitura, um Centro Cultural bem localizado e que movimenta a cidade. A expectativa é grande porque, além de uma espécie de comemoração da boa repercussão que o disco vem recebendo nessas primeiras semanas, acho que é também um evento de afirmação da minha carreira de compositor. Vou inserir no repertório algumas músicas emblemáticas da Polar, da Harmada e da Columbia, e começar a colocar o ‘Consertos em Geral’ na rua, com o formato de show que devo carregar pelos próximos meses para outras cidades”,  explica o cantor, que fundou as bandas Polar, em 2005, e Harmada, em 2010, além de ter sido guitarrista e um dos compositores do grupo Columbia (2005-06).

Depois de tanto tempo tocando em bandas (desde 2002), o artista fluminense quis reduzir o processo de produção de seu primeiro projeto solo. Produzido pelo próprio Manoel e Clower Curtis, o CD foi gravado nos estúdios Porta-Música e 8-bics, no Rio de Janeiro, e já está disponível nas plataformas de streaming Spotify, Deezer, Apple Music, Tidal e Google Play Music. “Consertos em Geral” conta com participação especial da cantora Vivian Benford. Além de Vivian, o trabalho também traz grandes músicos como o pianista e sanfonista Antonio Guerra, o saxofonista Marcelo Cebukin, o violoncelista Mateus Ceccato, o trompetista Aquiles Moraes e o percussionista Gustavo Krebs.

“Fiz o disco apenas com o produtor Clower Curtis. Gravei algumas partes em casa, as estruturas iniciais das músicas e fizemos o resto no estúdio dele. Além de nós, a maior contribuição foi a da Vivian Benford, e como conheço os dois desde 2003, foi uma criação praticamente familiar. As participações externas foram pontuais e serviram para deixar o álbum respirar. Todos vieram assim de leve, como visita e ajudaram dando uma cor diferente”, comenta o músico, nascido em Itaperuna e radicado no Rio de Janeiro desde 2002.

A sonoridade do álbum também reflete esse processo de produção mais intimista, com canções em arranjos solares que tratam do amor, da solidão e dos recomeços. O trio bateria, baixo e violão estão na lista dos instrumentos que têm mais presença no trabalho, mas os metais não passam despercebidos. Nos estilos musicais, há passeios por baladas pop (“Fica” e “Espelho”), pelo som regional e romântico do timbre da sanfona (“Hoje Eu Não Sei” e “Domicílio”), rock com pitadas jazzy do saxofone (“Pra Gravar Na Sua Secretária Eletrônica” e “Azar”), entre outros.
“Eu trabalho nessas canções desde 2014. Depois de um descanso do disco da Harmada, eu quis ser mais íntimo e tocar em assuntos que são questões que vivem no próprio imaginário: os sonhos, o acaso, a sugestão. E a canção popular é como uma espécie de cola desses três temas. Os assuntos se misturam e acho que é para isso que uma música serve. Organizar em poucos minutos tudo que não conseguimos alcançar só com a razão, mesmo que ela parta de coisas aparentemente simples”, opina.

Criada nas paletas de cores cinza e amarela, a capa do debut foi assinada por Tatiana Vidal e fotografada por Leo Moreira Lima. A sapataria de consertos à moda antiga, na rua Senador Vergueiro, do bairro Flamengo, foi o cenário escolhido. “Minha referência quase subliminar/inconsciente foi o disco “Nighthawks At The Diner” (1975), de Tom Waits. A capa inspirada na pintura de Edward Hopper’s, ‘Nighthawks’, foi idealizada em uma lanchonete; com essa memória, ao passar pela sapataria, tudo se encaixou, e enxerguei ali o cenário perfeito para o projeto”, afirma.

Manoel 02 Crédito – Fabio Seixo

Sobre Manoel Magalhães:

Compositor e músico do Rio de Janeiro, Manoel Magalhães fundou bandas como Polar, em 2005, e Harmada, em 2010, além de ter sido guitarrista e um dos compositores do grupo Columbia (2005-06). Já tocou em grandes festivais do país, abriu shows de artistas internacionais como a banda britânica Placebo e atua também compondo trilhas sonoras para cinema e televisão. Participou do tributo ao cantor Belchior (“Ainda Somos os Mesmos”) com uma versão para “Velha Roupa Colorida”. O disco de estreia da Harmada, “Música Vulgar para Corações Surdos” (2011), repercutiu nos principais portais e blogs especializados em música do país, entrando em diversas listas de melhores do ano, como a do jornal O Globo. O álbum foi indicado ao Prêmio Dynamite de Música Independente, na categoria Melhor Disco de Indie, e figurou entre os 30 finalistas do festival Música Para Todo Mundo, do selo Oi Música. O videoclipe da canção Corações Surdos foi selecionado para a mostra Vivo Movida, que exibiu os principais clipes independentes do país em cinco capitais. O disco também foi trilha sonora da terceira edição do reality show Temporada de Moda Capricho, do canal Boomerang. O clipe da canção “Luz Fria” na programação dos canais MTV Brasil, Multishow, Bis, Canal Brasil, Play TV e BRZ.

Serviço:
Manoel Magalhães e banda (
Juliana Goulart, bateria/percussão, e
Fábio Penna, piano/violão/baixo)
lançam “Consertos em Geral”
Data: 5 de maio (sábado)
Local: Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica (R. Luís de Camões, 68, Centro, Rio de Janeiro)
Hora: 16h
Entrada: gratuita

Confira o repertório completo de “Consertos em Geral” (2018), de Manoel Magalhães:

1) Fica 

(letra e música: Manoel Magalhães)
Manoel Magalhães: violão, piano, bateria e voz
Clower Curtis: guitarra, contrabaixo e hammond

2) Espelho

(letra e música: Manoel Magalhães)
Manoel Magalhães: violão, rhodes, bateria e voz
Clower Curtis: guitarra, contrabaixo e arranjo de metais
Marcelo Cebukin e Aquiles Moraes: metais

3) Pra Gravar na Sua Secretária Eletrônica

(letra e música: Manoel Magalhães)
Manoel Magalhães: bateria e voz
Clower Curtis: rhodes, guitarra, baixo e hammond
Marcelo Cebukin: saxofone

4) Hoje Eu Não Sei

(letra e música: Manoel Magalhães)
Manoel Magalhães: rhodes, violão e voz
Antonio Guerra: sanfona
Mateus Ceccato: violoncelo

5) Quando Ela Quiser, participação especial de Vivian Benford

(letra e música: Manoel Magalhães)
Manoel Magalhães: violão, rhodes, piano, bateria e voz
Clower Curtis: guitarra, baixo e hammond

6) Azar

(letra e música: Manoel Magalhães)
Manoel Magalhães: voz
Clower Curtis: guitarra, rhodes, baixo, bateria e arranjo de metais
Marcelo Cebukin e Aquiles Moraes: metais
Vivian Benford: vocais

7) Campos

(letra e música: Manoel Magalhães)
Manoel Magalhães: violão, rhodes, guitarra e voz
Clower Curtis: contrabaixo, guitarra e percussão
Gustavo Krebs: caixa
Vivian Benford: vocais

 
8) Domicílio

(letra e música: Manoel Magalhães)
Manoel Magalhães: violão e voz
Clower Curtis: percussão, bateria, viola e hammond
Antonio Guerra: sanfona.

9) Tudo Que Não For Agora

(letra e música: Manoel Magalhães)
Manoel Magalhães: violão e voz
Clower Curtis: guitarra, baixo e percussão
Vivian Benford: vocais

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