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Frank & Alex lançam novo CD

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Frank & Alex

A dupla Frank & Alex acaba de lançar seu mais novo CD, intitulado “Hit da Balada”, com 12 faixas, sendo 08 faixas autorais, 02 regravações (Perdoa – Calcinha Preta e Pra Sempre – Limão com Mel), além de duas versões exclusivas das músicas I Don’t Want to Talk About It, de Rod Stewart e Spanish Eyes, da cantora Madonna. Com um repertório marcante, o trabalho dos cantores sempre visita a origem e raízes simples da dupla.

Quem já acompanha o trabalho, conhece e canta cada canção com muita empolgação e romantismo. Por isso, esse novo trabalho não poderia ser diferente. Frank & Alex seguem transmitindo através de suas composições e arranjos, o melhor da música sertaneja, cheia de amor, histórias e muita emoção, dando ênfase àquele sertanejo de raiz que muita gente deixou pra trás. “Em todos os shows, a receptividade das canções é enorme.Frank & Alex lançam novo CD

Falar de amor tem dessas coisas, a cada música, uma trilha sonora da história de algum casal, seja de amor ou de reconciliação. Tenho certeza que todo mundo irá gostar desse novo trabalho!”, comenta Frank. “Esse CD vai colocar todo mundo para dançar agarradinho!”, acrescenta Alex.

 

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Rituais de índios Fulni-ô encantam crianças da rede municipal de Lauro de Freitas

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As crianças da rede municipal de ensino de Lauro de Freitas participaram de atividades especiais e inéditas para comemorar o dia do Índio. Os pequenos estudantes que cursam o fundamental 1 e 2 visitaram na tarde desta quinta-feira (19), a Reserva Thá-Fene, localizada em Quingoma – zona rural da cidade – e conheceram de perto os costumes e ritos das tribos Fulni-ô e Kiriri-Xocó, que esbanjaram cordialidade e simpatia aos visitantes e encantaram adultos e crianças com seu artesanato, danças e cantos.

Sentados em esteiras de palha, os alunos aprenderam que cada tribo pinta seus corpos de maneira peculiar e que cada traço desenhado tem um significado. O jovem líder dos índios Fulni-ô de Pernambuco, Doiá, falou ainda sobre as canções entoadas há gerações na aldeia. “Nós enaltecemos a natureza, a Deus, aos astros. Pedimos forças aos nossos ancestrais para permanecer em nossa missão”, disse ele ao lado dos seus irmãos. Todos estão passando uma temporada na cidade para estudar com o objetivo de retornar à tribo com novos ensinamentos.

De acordo com a professora doutora em educação, Débora Fontes, a Reserva é um abrigo para os jovens índios, “uma casa para que eles possam descansar quando retornam dos seus cursos de graduação ou pós graduação”, disse. Entusiasta da educação, a catedrática contou que o espaço foi doado por sua família aos indígenas com esta finalidade em 1992. “Nos presenciamos a luta deles. Vinham de longe para estudar. As aldeias eram formadas por professores brancos, hoje os próprios índios estão lecionando para os seus”, contou.

Os olhos concentrados dos pequenos revelavam o encanto por estar frente a frente com os povos originais do Brasil. Para Lara Inês, 7 anos, a vivência tornou real algo que ela, até então, só conhecia dos livros. “Eu estou muito feliz por conhecer os índios de perto. Eu achei que eles fossem diferentes de nós, mas na verdade somos muito parecidos”, contou ela se referindo aos costumes passados aos não índios, como furar orelhas, dormir em redes e se alimentar de raízes. Para Clara Souza, 6 anos, saber que índios estudam em faculdades foi uma surpresa. “Eu achei que eles só vivessem em florestas, mas descobri que não é bem assim”, falou.

Em Lauro de Freitas, as comemorações pelo dia do Índio seguem até o próximo final de semana. Neste sábado (21), na Reserva, terá lugar uma das mais esperadas festividade das tribos denominada Dança da Onça, às 19h. A entrada é um quilo de alimento não perecível que servirá de mantimento para os estudantes indígenas durante sua estadia na cidade.

Jornalista Giovanna Reyner

Fotos: Rafael Magno

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Banda apadrinhada por The Libertines, Playmoboys lança videoclipe de “Sadly True”

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Playmoboys – Sadly True – Cover

Grupo com influências do rock independente inglês, o Playmoboys retorna à cena com o vídeo para o single “Sadly True”. Densa e leve, mas com o ar roqueiro de costume, a canção lembra bandas que fizeram história na música britânica, do melancólico The Smiths ao garage do The Libertines. “Sadly True” faz parte do terceiro álbum “Wake Up, Wake Up”,  que tem previsão de lançamento para junho. A canção já está disponível nas plataformas de streaming, pelo selo Caravela.

Assista “Sadly True”: https://youtu.be/WXPC0hR8BQs

Ouça “Sadly True”: http://bit.ly/PlaymoboysSadlyTrue

Faixa que inaugura a nova fase do Playmoboys, a balada “Sadly True” traz uma letra marcante, sobre declínios e enfrentamentos. Depois do lançamento dos dois discos, um homônimo (2008) e “There’s No End” (2016), além de alguns EPs, os rapazes mostram que estão mais vivos do que nunca, e cada vez mais inspirados no rock avassalador do Reino Unido. A Terra da Rainha produziu nos últimos anos grandes nomes para o cenário mundial, entre eles o The Libertines, que inclusive já dividiu palco com a banda do norte fluminense.

Em meados de 2013, Carl Barat e Gary Powell fizeram uma pequena tour na América do Sul e ficaram loucos pela música “Baby, There’s no End”. A faixa, que tem participação especial de Ivy Hoodrave, fez a cabeça dos ingleses até rolar uma apresentação conjunta para pouco mais de 100 pessoas, em Campos dos Goytacazes. A sintonia entre os músicos rendeu destaque na mídia nacional e internacional; e o estouro do videoclipe oficial da canção no YouTube, com mais de meio milhão de visualizações.

Assista “Baby, There’s No End”: https://youtu.be/W4dkYLUXgvI

Anos após tamanha façanha, e algumas turnês mais, o Playmoboys regressa com a pegada britânica de sempre, mas com composições fortes e pessoais, que falam de más decisões, planos ora bem sucedidos, ora fracassados. “Sadly True” é uma dessas letras que surgiu em poucos dias, após uma troca de ideias entre o vocalista Conrado Muylaert e Bernardo Arenari. A música caiu no gosto dos integrantes e foi a escolhida para apresentar o novo trabalho da banda.

Playmoboys por Erika Santana

“Acreditamos no potencial da canção em passar o conceito do que virá no álbum – uma tentativa de quebrar fórmulas usadas anteriormente, em relação a estruturas e timbres, bem representadas nessa faixa”, afirma Conrado.

Playmoboys é uma banda de indie rock formada em Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro, por Conrado Muylaert (voz), Barreto (bateria), Leo Nominato (baixo), Thiago Correa e Israel Isquef (Guitarras) e Bernardo Arenari (voz/synths).

Ouça “Sadly True”: http://bit.ly/PlaymoboysSadlyTrue

Ficha Técnica

Filmagem e edição: Conrado Muylaert

Composição: Conrado Muylaert

Letra: Conrado/Bernardo Arenari

Produção musical: Conrado Muylaert

Mixagem e masterização: Fredie Parra e Anderson Tenorio

Conrado Muylaert: voz, guitarra, baixo, sintetizador

Bernardo Arenari: Bateria e voz

Vídeo: Filmagem e edição: Conrado Muylaert

 

Acompanhe Playmoboys

 

Spotify: https://goo.gl/zHxVNP

Site: https://goo.gl/PYBP6G

Facebook: https://goo.gl/J8x8Vf

Youtube: https://goo.gl/MNPGj6

 

Letra

Sadly True

 

find another way
try another time
forget this old sorrow
even when it’s hard
it’ll never tear us apart”

we’re lot alike, us two
especially in this light
a bit misunderstandable
when we speak our minds
yeah, that we can’t deny

but we can’t run from this, gotta see this through
gotta take the wheel

all about you is sad, but we could leave, just breath away
all about me is sad too (sadly true)

remember when you saw me
high under the sun
i needed your support
all i could do is run
you just brought me back to bed

why do hard decisions
come at the worst times?
i’m worrying i might weaken
i can’t fall behind

these memories are ours to keep
we’ve been in this town, i’d say for far too long
remember we believed that we could catch the stars?
whad did happened to that?

all about you is sad but we could leave, just breath away
all about me is sad too (keep this with you)
all about you is sad but who really knows what to do?

i say hey girl, damn go, time to, go girl

lost another day
wasted other try
welcoming the sorrow
this old friend of mine
was that what you said back then?

these damn hard decisions
come at the worst times
even if I fall, I’ll get back in

these memories are ours to keep
we’ve been in this town, i’d say for far too long
remember we believed that we could catch the stars?
well screw that

all about you is sad but we could leave, just breath away
all about me is sad too (keep this with you)
all about you is sad but who really knows what to do?

i say hey girl, damn go, time to, go girl

 

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Manoel Magalhães lança primeiro disco solo, “Consertos em Geral”

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manoel

O artista fluminense Manoel Magalhães lançou o primeiro disco solo, “Consertos em Geral”, no dia 26 de março, e já recebeu elogios de críticos prestigiados do Correio Braziliense, Scream & Yell e Miojo Indie. Com 9 faixas autorais, transitando entre ritmos regionais e canções pop, o álbum independente é uma homenagem ao ofício do compositor popular, e poderá ser ouvido em show de lançamento gratuito, com banda, no dia 5 de maio (sábado), às 16h, no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica, Centro do Rio. Para Manoel, Renato Teixeira, Paulinho Moska, Belchior, Chico César e Lenine são algumas dessas inspirações que trabalham na construção de músicas,

“Eu fico muito feliz de lançar o disco oficialmente em um espaço da Prefeitura, um Centro Cultural bem localizado e que movimenta a cidade. A expectativa é grande porque, além de uma espécie de comemoração da boa repercussão que o disco vem recebendo nessas primeiras semanas, acho que é também um evento de afirmação da minha carreira de compositor. Vou inserir no repertório algumas músicas emblemáticas da Polar, da Harmada e da Columbia, e começar a colocar o ‘Consertos em Geral’ na rua, com o formato de show que devo carregar pelos próximos meses para outras cidades”,  explica o cantor, que fundou as bandas Polar, em 2005, e Harmada, em 2010, além de ter sido guitarrista e um dos compositores do grupo Columbia (2005-06).

Depois de tanto tempo tocando em bandas (desde 2002), o artista fluminense quis reduzir o processo de produção de seu primeiro projeto solo. Produzido pelo próprio Manoel e Clower Curtis, o CD foi gravado nos estúdios Porta-Música e 8-bics, no Rio de Janeiro, e já está disponível nas plataformas de streaming Spotify, Deezer, Apple Music, Tidal e Google Play Music. “Consertos em Geral” conta com participação especial da cantora Vivian Benford. Além de Vivian, o trabalho também traz grandes músicos como o pianista e sanfonista Antonio Guerra, o saxofonista Marcelo Cebukin, o violoncelista Mateus Ceccato, o trompetista Aquiles Moraes e o percussionista Gustavo Krebs.

“Fiz o disco apenas com o produtor Clower Curtis. Gravei algumas partes em casa, as estruturas iniciais das músicas e fizemos o resto no estúdio dele. Além de nós, a maior contribuição foi a da Vivian Benford, e como conheço os dois desde 2003, foi uma criação praticamente familiar. As participações externas foram pontuais e serviram para deixar o álbum respirar. Todos vieram assim de leve, como visita e ajudaram dando uma cor diferente”, comenta o músico, nascido em Itaperuna e radicado no Rio de Janeiro desde 2002.

A sonoridade do álbum também reflete esse processo de produção mais intimista, com canções em arranjos solares que tratam do amor, da solidão e dos recomeços. O trio bateria, baixo e violão estão na lista dos instrumentos que têm mais presença no trabalho, mas os metais não passam despercebidos. Nos estilos musicais, há passeios por baladas pop (“Fica” e “Espelho”), pelo som regional e romântico do timbre da sanfona (“Hoje Eu Não Sei” e “Domicílio”), rock com pitadas jazzy do saxofone (“Pra Gravar Na Sua Secretária Eletrônica” e “Azar”), entre outros.
“Eu trabalho nessas canções desde 2014. Depois de um descanso do disco da Harmada, eu quis ser mais íntimo e tocar em assuntos que são questões que vivem no próprio imaginário: os sonhos, o acaso, a sugestão. E a canção popular é como uma espécie de cola desses três temas. Os assuntos se misturam e acho que é para isso que uma música serve. Organizar em poucos minutos tudo que não conseguimos alcançar só com a razão, mesmo que ela parta de coisas aparentemente simples”, opina.

Criada nas paletas de cores cinza e amarela, a capa do debut foi assinada por Tatiana Vidal e fotografada por Leo Moreira Lima. A sapataria de consertos à moda antiga, na rua Senador Vergueiro, do bairro Flamengo, foi o cenário escolhido. “Minha referência quase subliminar/inconsciente foi o disco “Nighthawks At The Diner” (1975), de Tom Waits. A capa inspirada na pintura de Edward Hopper’s, ‘Nighthawks’, foi idealizada em uma lanchonete; com essa memória, ao passar pela sapataria, tudo se encaixou, e enxerguei ali o cenário perfeito para o projeto”, afirma.

Manoel 02 Crédito – Fabio Seixo

Sobre Manoel Magalhães:

Compositor e músico do Rio de Janeiro, Manoel Magalhães fundou bandas como Polar, em 2005, e Harmada, em 2010, além de ter sido guitarrista e um dos compositores do grupo Columbia (2005-06). Já tocou em grandes festivais do país, abriu shows de artistas internacionais como a banda britânica Placebo e atua também compondo trilhas sonoras para cinema e televisão. Participou do tributo ao cantor Belchior (“Ainda Somos os Mesmos”) com uma versão para “Velha Roupa Colorida”. O disco de estreia da Harmada, “Música Vulgar para Corações Surdos” (2011), repercutiu nos principais portais e blogs especializados em música do país, entrando em diversas listas de melhores do ano, como a do jornal O Globo. O álbum foi indicado ao Prêmio Dynamite de Música Independente, na categoria Melhor Disco de Indie, e figurou entre os 30 finalistas do festival Música Para Todo Mundo, do selo Oi Música. O videoclipe da canção Corações Surdos foi selecionado para a mostra Vivo Movida, que exibiu os principais clipes independentes do país em cinco capitais. O disco também foi trilha sonora da terceira edição do reality show Temporada de Moda Capricho, do canal Boomerang. O clipe da canção “Luz Fria” na programação dos canais MTV Brasil, Multishow, Bis, Canal Brasil, Play TV e BRZ.

Serviço:
Manoel Magalhães e banda (
Juliana Goulart, bateria/percussão, e
Fábio Penna, piano/violão/baixo)
lançam “Consertos em Geral”
Data: 5 de maio (sábado)
Local: Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica (R. Luís de Camões, 68, Centro, Rio de Janeiro)
Hora: 16h
Entrada: gratuita

Confira o repertório completo de “Consertos em Geral” (2018), de Manoel Magalhães:

1) Fica 

(letra e música: Manoel Magalhães)
Manoel Magalhães: violão, piano, bateria e voz
Clower Curtis: guitarra, contrabaixo e hammond

2) Espelho

(letra e música: Manoel Magalhães)
Manoel Magalhães: violão, rhodes, bateria e voz
Clower Curtis: guitarra, contrabaixo e arranjo de metais
Marcelo Cebukin e Aquiles Moraes: metais

3) Pra Gravar na Sua Secretária Eletrônica

(letra e música: Manoel Magalhães)
Manoel Magalhães: bateria e voz
Clower Curtis: rhodes, guitarra, baixo e hammond
Marcelo Cebukin: saxofone

4) Hoje Eu Não Sei

(letra e música: Manoel Magalhães)
Manoel Magalhães: rhodes, violão e voz
Antonio Guerra: sanfona
Mateus Ceccato: violoncelo

5) Quando Ela Quiser, participação especial de Vivian Benford

(letra e música: Manoel Magalhães)
Manoel Magalhães: violão, rhodes, piano, bateria e voz
Clower Curtis: guitarra, baixo e hammond

6) Azar

(letra e música: Manoel Magalhães)
Manoel Magalhães: voz
Clower Curtis: guitarra, rhodes, baixo, bateria e arranjo de metais
Marcelo Cebukin e Aquiles Moraes: metais
Vivian Benford: vocais

7) Campos

(letra e música: Manoel Magalhães)
Manoel Magalhães: violão, rhodes, guitarra e voz
Clower Curtis: contrabaixo, guitarra e percussão
Gustavo Krebs: caixa
Vivian Benford: vocais

 
8) Domicílio

(letra e música: Manoel Magalhães)
Manoel Magalhães: violão e voz
Clower Curtis: percussão, bateria, viola e hammond
Antonio Guerra: sanfona.

9) Tudo Que Não For Agora

(letra e música: Manoel Magalhães)
Manoel Magalhães: violão e voz
Clower Curtis: guitarra, baixo e percussão
Vivian Benford: vocais

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