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Estilo de Vida

Brasileira que provou elo entre zika e microcefalia vence prêmio

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Coordenadora do primeiro estudo a demonstrar a associação entre o zika vírus e os casos de microcefalia em bebês, a epidemiologista Celina Turchi, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), é a vencedora do Prêmio Péter Murányi 2018.

O trabalho da Fiocruz era um dos três finalistas da premiação e levou o troféu após análise de um júri científico, que contou também com a contribuição de representantes de vários setores da sociedade.

A epidemia de zika, vírus transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo vetor da dengue, assustou o país nos últimos anos, especialmente pela ligação com casos de microcefalia em bebês.

Celina foi protagonista na elucidação desse mistério. Ela capitaneou o estudo de caso, inédito no planeta, que confirmou o papel do zika, e não de outros fatores, como indutor de alterações no sistema nervoso de bebês em desenvolvimento. Graças à sua pesquisa, feita em ritmo recorde considerando a urgência e o alarmismo todo da situação, foi batido o martelo: ao infectar gestantes, o vírus estava por trás dos casos de microcefalia.

A cientista da Fiocruz receberá a premiação de R$ 200 mil da Fundação Péter Murányi, instituição paulista que reconhece projetos relevantes e inovadores nos campos da ciência, saúde e educação.

Os outros dois trabalhos finalistas foram conduzidos pela virologista Luisa Lina Villa, de São Paulo, responsável pelo estudo que testou a segurança e a eficácia da vacina contra HPV, e pelo epidemiologista Cesar Victora, da Universidade Federal de Pelotas (RS), líder do maior estudo global sobre o impacto da amamentação na saúde dos bebês e das mães.

Fonte: R.Saúde

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Estilo de Vida

Mocotó

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Ingredientes

1 kg de mocotó, cortado em rodelas e bem lavado

água o suficiente para cozinhar o mocotó

1 cebola grande picada

2 dentes de alho amassados

1/2 xícara (chá) de coentro

3 colheres (sopa) de salsinha

2 colheres (sopa) de hortelã picada

1 colher (sopa) de extrato de tomate

pimenta malagueta ou pimenta vermelha a gosto

1 limão (suco)

sal a gosto

5 colheres (sopa) de azeite

Modo de preparo

Ferva o mocotó na água, sal e suco e 1 limão, até a carne começar a soltar do osso.

Quando estiver começando a soltar, escorra a água e coloque o mocotó na panela de pressão.

Acrescente a cebola, alho, coentro, salsinha, hortelã, pimenta e o extrato de tomate.

Tempere com sal a gosto.

Acrescente água o suficiente para cozinhar o mocotó.

Leve à pressão por aproximadamente 1 hora.

Abra a panela e deixe apurar o caldo até que os ossos se soltem completamente da carne.

Retire as rodelas de ossos, retirando bem o restante da carne.

Com o caldo já apurado (mais grosso), acrescente o azeite.

Sirva com arroz branco, farofa de dendê e molho de pimenta.

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Estilo de Vida

Depois de oito dias coçando o olho, mulher descobre infecção com 14 vermes

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Esta é uma descoberta médica que você odiaria fazer parte: uma mulher moradora de Oregon de 26 anos pode ser o primeiro ser humano a ser infectado com uma espécie de verme ocular.

O caso da mulher, noticiado pela American Journal of Tropical Medicine and Hygiene nessa segunda (12), teve início durante a metade de 2015, logo após ela retornar de um rancho em Gold Beach, Oregon, onde ela passeou a cavalo. A princípio, ela sentiu algumas irritações no olho esquerdo e uma estranha sensação de algo estar grudado nele. Oito dias depois, ela descobriu algo que se esperaria de um spin-off chato de Cloverfield – um pequeno e transparente verme em seu olho.

“Olhei para baixo e em meu dedo estava um verme, ele se debateu por cerca de cinco segundos e morreu”, a mulher, Abby Beckley, disse ao KVAL nessa terça. “Todo mundo pergunta qual foi a minha reação, e eu estava apenas assustada”.

Depois de Beckley encontrar e remover mais quatro outros vermes, ela finalmente visitou um médico no Alasca, estado onde ela estava hospedada. Ela então voltou para casa e visitou diversos médicos, cada um com seus próprios apetrechos. Em vez de medicá-la com vermífugos (o que é normalmente usado para tratar infecções dessa família de verme parasita em humanos), os médicos optaram por extrai-los manualmente com pinças e irrigação do olho. Por volta do vigésimo dia, os sintomas finalmente acabaram, mas apenas depois de um total de 14 – 14! – vermes serem removidos.

“Depois que amostras foram enviadas aos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), os cientistas descobriram que o verme em questão era um membro da família Thelaziidae, mas nenhuma das duas espécies desta família (Thelazia callipaeda e Thelazia californiensis) é conhecida por infectar humanos. Em vez disso, a estudante foi infectada por um verme conhecido por infectar os olhos de gado, chamado de Thelazia gulosa. O caso de Beckley também é apenas o 11º caso registro de infecção pelo verme, ou thelaziasis, a ocorrer em solo americano, e o primeiro a ocorrer fora da Califórnia e Utah.

“Imediatamente acreditamos se tratar da Thelazia californiensis porque essa é a única espécie conhecida por infectar humanos nos EUA”, disse em um comunicado Richard Bradbury, primeiro autor do estudo e membro da Divisão de Doenças Parasitas e Malária do CDC. “Foi apenas depois de avaliarmos com mais cuidado que nos demos conta de algumas diferenças na anatomia que significavam que não poderia se tratar do T. californiensis. Foi necessário buscar por artigos publicados em alemão em 1928 para identificar este verme como Thelazia gulosa”.

Vermes Thelazia são difundidos por espécies de moscas muito parecidas com as que aparecem na sua casa. A grande diferença dessas moscas, no entanto, é que elas amam se embebedar nos fluidos corporais de outros animais como forma de nutrição, especialmente nas lágrimas, onde elas acidentalmente recolhem larvas presentes nos olhos. Estes pequenos vermes se aninham nos olhos dos animais, amadurecem, botam larvas e são recolhidas novamente pelas moscas. As larvas amadurecem um pouco no estômago da mosca, e então migram para sua boca, onde são cuspidas para o globo ocular de outro animal desavisado, iniciando um novo ciclo de vida.

Infecção de olhos humanos por Thelazia é algo muito raro, mas o gado é uma vítima bastante regular destes vermes. Algumas pesquisas mostram que um terço do gado do norte dos EUA fica repleto de larvas nos olhos durante os meses do verão. O verão, coincidentemente, também é o mesmo período em que toda infecção humana aconteceu.

“O passatempo ao ar livre dessa paciente, como passear a cavalo e pescar durante os meses do verão provavelmente permitiram uma exposição a este tipo de mosca, e ela pode ter demorado a afastá-las de seu rosto”, escrevem os autores.

A maioria das infecções é encerrada sem grandes consequências assim que são removidas, mas pode haver casos de vermes que entram por trás da córnea, causando cicatrizes e até cegueira. Por sorte, Beckley não corre mais este risco.

“Hoje sigo uma vida universitária normal e meus olhos estão bem e eu estou totalmente bem”, disse.

 

Fonte: Gizmodo

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Estilo de Vida

Alerta de tendência: boina é o acessório da vez

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Confeccionada com lã, couro ou feltro, a boina é a escolha perfeita para completar qualquer produção fashion e deixá-la mais descolada, com ar retrô.

A peça traz um aspecto moderno com a sua forma com ou sem abas. Além disso, tem a versatilidade de ser usada tanto em temporadas um pouco mais quentes quanto em produções de inverno.

Confira algumas inspirações de como usar o acessório:

Com aplicações

Uma forma de ousar com a sua boina é escolher uma com aplicações de pérolas ou de desenhos modernos. Explore o acessório ousado em looks mais simples para dar destaque à peça.

Jogando-se no couro

O tecido carrega uma pegada mais sensual e contemporânea ao look. A boina confeccionada neste material é ideal para completar um visual de noite.

Felpudos

Tudo a ver com o inverno, a boina com pelinhos é um jeito fofo de usar a peça e também um meio de se livrar do frio.

 

Fonte: claudia

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