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Cinco internos da Case se destacam em nota do Enem

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Antes de atravessar o portão verde da Comunidade de Atendimento Socioeducativo (Case), em Tancredo Neves, é preciso permitir que o silêncio e a solidão que avizinham o local enterrem os preconceitos do lado de fora.

Lá dentro, entre os 464 adolescentes que cumprem medida socioeducativa, cinco se destacam pelas notas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para Pessoas Privadas de Liberdade (PPL).

De um total de 20 jovens inscritos pela Fundação da Criança e Adolescente (Fundac), Roberto Costa**, 19, Mário Conceição**, 16, Felipe Silva**, 17, Carlos Santos**, 20, e Cláudio Lima**, 19, foram os únicos que não zeraram nenhum dos quatro cadernos nem a redação.

“Nesse último ano, executamos várias medidas para melhorar a educação dentro das Cases e oferecer oportunidades, incluindo trabalhos lúdicos, como por exemplo, o contato com grupos do Olodum e Neojibá”, diz o titular da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS), Carlos Martins.

Dois deles estão internados há um ano e 9 meses, outro há 10 meses e, o último, há 2 anos e 9 meses. As médias totais alcançadas variam entre 400 e 490. As notas suficientes para os cursos de psicologia, agropecuária, história e educação física, que almejavam. “Eu gosto de livros de história sobre a 2ª Guerra Mundial. Leio romances. Também livros de Augusto Cury. A leitura ajudou na redação”, diz Roberto.

Os adolescentes recebem o suporte de 16 professores estaduais e 11 municipais, além de equipe de psicólogos e assistentes sociais. As unidades de ensino que dão suporte ao local são o Colégio Estadual Governador Roberto Santos (anexo) e a Escola Municipal Carlos Formigli.

Para Carlos Santos, cursar agropecuária seria a possibilidade de falar com mais propriedade sobre o movimento sem terra, do qual a mãe faz parte. “Leio livros técnicos sobre o assunto, mas também foco em redação e matemática”.

A diretora da Fundac, Regina Affonso, destaca que os resultados fazem parte de um processo educativo visando, também, a profissionalização, por meio de parcerias com o Instituto federal da Bahia (Ifba) e o Senai.

“Visamos a reconstrução do adolescente a partir do momento em que ele é internado. O nosso olhar não é sobre o que eles fizeram lá fora, mas proporcionar ferramentas para que possam construir uma nova vida a partir de ações desenvolvidas na Case”, explica.

O apoio dos pais, também, é fundamental para que os adolescentes consigam passar pelo processo socioeducativo e de reinserção social “Percebemos um fortalecimento do vínculo familiar. Além disso, englobamos a diversidade de religiões”, frisa o coordenador técnico de internação provisória, Girlonel Donatividade.

Sobre as mudanças que ocorreram após contato maior com os livros, os cinco são unânimes em afirmar que as páginas, as aulas e as ações de esporte e música contribuíram para o desejo de mudança de vida.

“Aqui dentro mudamos nossa forma de pensar. Não quero mais fazer coisa errada, quando sair daqui vou mudar de vida e mudar a imagem de pobre, preto, favelado e ladrão”, diz Felipe

**Nomes fictícios

Fonte:atarde

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Boulevard Shopping Camaçari recebe o Feirão da Casa Própria

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São 2.700 unidades com preços entre R$ 100 mil a R$ 150 mil.

Nos dias 26, 27 e 28 de abril, o Feirão da Casa Própria do Servidor estará no piso L1 do Boulevard Shopping Camaçari. Os funcionários públicos terão a opção de escolher entre 2.700 unidades disponíveis na sede e na orla da cidade, com preços entre R$100 mil a R$150 mil. Aqueles que optarem pela compra, terão benefícios como descontos de até R$10 mil, entrada a partir de R$9,90, isenção do IPTU, ITIV até 5 anos, a depender do imóvel, taxas cartoriais e brindes.

O Feirão é uma realização da Prefeitura de Camaçari, através da Secretaria da Habilitação (Sehab) e da Caixa Econômica Federal que buscam facilitar a compra da casa própria para o servidor público do município.

Serviço: Feirão da Casa Própria do Servidor

Onde? Piso L1 Boulevard Shopping Camaçari

Quando? 26, 27 e 28 de abril

Gratuito

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Empresas regulam doações eleitorais de funcionários

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Na primeira eleição geral que contará só com financiamento de pessoas físicas e recursos públicos, as principais empresas do País têm orientado seus executivos e funcionários a não vincularem eventuais doações a candidatos às companhias onde trabalham. Há casos de empresas que chegaram a proibir esse tipo de repasse até mesmo por parentes de seus empregados.

O veto à participação no processo de financiamento de campanha partiu principalmente de companhias que se envolveram na Operação Lava Jato, e que tiveram seus ex-presidentes presos, como as empreiteiras OAS e UTC e o banco BTG Pactual.

A OAS é a que adota o posicionamento mais rígido entre as empresas pesquisadas pelo Estado ao recomendar que seus colaboradores “não realizem doações político-partidárias em nome próprio, nem por meio de seus respectivos cônjuges e parentes de 1.º grau”. Em nota, a construtora afirmou que a medida pretende evitar que uma possível doação seja atribuída à empresa. Em 2014, a OAS foi uma das dez maiores doadoras de campanhas eleitorais – quase R$ 83 milhões.

A UTC registra em seu código de conduta que fornecedores e colaboradores “não devem aceitar pedidos financeiros, pleitos, provocar ou sugerir qualquer tipo de ajuda financeira, pagamento de ‘taxa de urgência’, gratificação, prêmio, comissão, doação, presente ou vantagem pessoal” a empresas públicas ou candidatos. O BTG Pactual, por sua vez, estabeleceu que seus diretores e sócios “não estão autorizados a fazer qualquer tipo de doação eleitoral”.

Outra empresa que adotou essa determinação foi o Itaú Unibanco, apesar de não estar citada na Lava Jato. A instituição vetou a “contribuição por administradores e respectivos cônjuges para partidos e campanhas políticas em anos eleitorais”.

Ao todo, o jornal O Estado de S. Paulo procurou 35 empresas e recebeu respostas de 15 delas – responsáveis por R$ 1,042 bilhão em doações eleitorais em 2014, um terço do total. De maneira geral, as empresas consultadas afirmaram que não irão proibir seus funcionários de fazerem doações a políticos, mas recomendam que fique explícito que essas contribuições são independentes.

Esse será o caso da empresa JBS, campeã de doações em 2014 e epicentro do escândalo que resultou em duas denúncias contra o presidente Michel Temer. “A JBS respeita a legislação e o direito de seus colaboradores participarem do processo político”, diz a empresa. “Mas eventuais doações devem ser em caráter estritamente pessoal, sem a intenção de obter vantagens ou benefícios.”

Mesmo protagonistas da Lava Jato, como a Odebrecht e a Andrade Gutierrez, também liberaram seus funcionários a fazerem doações, com a ressalva de que “não devem relacionar de forma alguma as contribuições ou opiniões políticas à empresa”. Ambev e Bradesco, Banco do Brasil, Petrobrás e Eletrobrás também vão adotar a mesma política.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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'O que puder fazer por decreto, vamos fazer', diz ministro sobre reforma trabalhista

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Ajustes na lei da reforma trabalhista serão realizados preferencialmente por decreto, é o que afirmou o ministro do Trabalho, Helton Yomura, à GloboNews. Em alguns pontos, o governo também afirmou que pode usar outros instrumentos, como projeto de lei ou portaria do próprio ministério.

A medida provisória que regulamenta alguns pontos da reforma trabalhista, como trabalho intermitente e autônomo, jornada de 12 por 36h e trabalho de grávidas e lactantes em ambiente insalubre, perde a validade nesta segunda-feira, 23. Com isto, esses e outros pontos do projeto ficarão sem regulamentação, criando insegurança jurídica na aplicação da lei.

De acordo com a Casa Civil, técnicos do governo começaram a levantar quais pontos da reforma trabalhista poderão ser regulamentados por um decreto.

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