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Facebook começa a oferecer VPN gratuita para seus usuários, mas tenha cuidado

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Há quem diga que o objetivo do Facebook é dominar o mundo funcionando como uma espécie de janela para a internet. No que depender de uma nova funcionalidade liberada nesta segunda-feira (12), essa desconfiança tem lá fundamento: o Facebook começou a oferecer uma VPN gratuita aos seus usuários no iOS.

Em uma atualização liberada para seu app em iPhones e iPads, a rede social incluiu a opção “Protect” em seu menu. Ao tocar ali, o usuário é levado à App Store para para baixar o Onavo Protect, serviço de VPN adquirido pela companhia em 2013. O problema é que os motivos por trás dessa adição passam longe da segurança e privacidade.

Embora prometa avisar os usuários sobre sites mal-intencionados e manter informações como conta bancária e número de cartão de crédito longe das mãos de cibercriminosos, a política de privacidade do Onavo entrega que há muito mais acontecendo que o usuário pode imaginar.

“Para mantê-lo protegido, o Onavo utiliza VPN para fazer uma conexão segura e direcionar toda a sua comunicação aos servidores da Onavo”, explica a política antes de se entregar. “Como parte desse processo, o Onavo coleta dados do seu tráfego mobile para nos ajudar a melhorar como o serviço funcionando, analisando como você acessa sites, aplicativos e dados”. A coisa só piora daí em diante: “Nós também usamos essas informações para melhora ros produtos e serviços do Facebook fornecendo análises de mercado e outros serviços para afiliados e terceiros”.

Oferta de VPN na faixa começou a aparecer para usuários de iOS nesta segunda-feira, dia 12. Apesar de tentador, serviço é uma baita cilada
Oferta de VPN na faixa começou a aparecer para usuários de iOS nesta segunda-feira, dia 12. Apesar de tentador, serviço é uma baita cilada (Imagem: TechCrunch)

Privacidade que nada

Em outras palavras, ao invés de manter sua privacidade, a VPN oferecida gratuitamente pelo Facebook está monitorando tudo o que você faz e fornecendo análises do seu comportamento online para a rede social.

E, como você deve imaginar, ninguém sabe como exatamente essas informações são utilizadas pelo Facebook. O TechCrunch, entretanto, teoriza e especula que a companhia pode estar monitorando a concorrência ao coletar dados como quanto tempo você passa usando o Snapchat, o Twitter e outros apps, além de quais funcionalidades deles são mais populares e quais não são lá essas coisas todas.

Além de manter um olho em quais apps você mais usa e como se comporta online, o Facebook também se movimenta para copiar funcionalidades bacanudas que estão bombando por aí, como fez com o Stories do Instagram e tantas outras, além de planejar aquisições estratégicas.

Problema antigo

Apesar de tudo isso ser muito assustador, há de se notar que VPNs gratuitas têm esse perfil de funcionamento e estão pouco se lixando para a privacidade do usuário.

No caso mais emblemático do tipo, o Hola vendeu conexões de usuários para realizar ataques DDoS e manter o serviço operando gratuitamente.

Muito bem-visto pelos usuários, o navegador Opera também oferece um serviço do tipo gratuitamente. Porém, seus termos de serviço revelam que os dados de navegação do usuário podem ser coletados e divulgados para terceiros para pagar os servidores e o tráfego e manter o serviço operando.

Para se livrar desse tipo de pegadinha, o ideal é buscar por VPNs pagas e contratar seus serviços. Aqui no Canaltech nós já fizemos uma lista com 10 provedores VPN que levam sua segurança e privacidade a sério, então você pode começar sua pesquisa por lá.

Caso ainda não possa contratar uma VPN paga, há alternativas gratuitas seguras como o TunnelBear, Hotspot Shield Free e ProtonVPN.

Fonte: TechCrunch, TechRadar

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Japonês inventa tela de LED comparável a uma segunda pele

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Uma tela ultrafina e flexível como uma bandagem que se pode colar na mão para receber, ou enviar mensagens. É a invenção de um acadêmico japonês, que sonha com que sua criação seja utilizada no campo da saúde.

O dispositivo, de um milímetro de espessura, permite ao paciente comunicar dados clínicos a seu médico a distância, explica o inventor, Takao Someya, professor da Universidade de Tóquio.

Colado na palma, ou no dorso da mão, o aparelho também pode servir para enviar mensagens aos pacientes para que não se esqueçam de tomar sua medicação, ou para permitir que as crianças se comuniquem com seus avós quando estiverem longe.

“Se você o coloca diretamente sobre a pele, tem a impressão de que faz parte do seu corpo. Quando alguém lhe envia mensagens à mão, isso o aproxima emocionalmente do remetente”, entusiasma-se Someya.

O acadêmico ressalta que sua invenção é particularmente útil em um Japão que envelhece, porque permite estabelecer uma vigilância contínua e não invasiva das pessoas idosas dependentes.

A imagem, ou as mensagens, aparecem em um painel de micro LED de 16 x 24 luzes conectadas entre si por cabos elásticos e encapsulados em uma folha de borracha. Conta também com um sensor ultraleve e um sistema de comunicação sem fio.

“Como o dispositivo é elástico, permite colar uma tela a coisas com superfícies complexas, como a pele”, ressalta o inventor.

Poderia ser utilizado também por esportistas para monitorar seu ritmo cardíaco, ou comprovar sua rota de corrida, ou por funcionários que poderiam receber instruções de trabalho em sua mão sem interromper sua atividade.

O aparelho poderia ser comercializado em uma janela de três anos.

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WhatsApp: 140 mil pessoas clicaram em nova fraude

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Uma mensagem informando sobre uma promoção da marca O Boticário está circulando pelo WhatsApp. Apesar de a imagem utilizada ser de uma promoção real, o link vinculado à mensagem se trata de uma fraude. Mais de 140 mil pessoas caíram no golpe, informa o DNFDR Lab, laboratório da PSafe que identificou a ameaça.

A campanha é verdadeira e promete o envio de uma amostra grátis de um dos produtos da linha Nativa Spa. Porém, ao se clicar no link e confirmar o interesse em receber a amostra, o usuário libera acesso ao hacker para enviar notificações futuras a partir de seu celular.

A mensagem pede que os participantes compartilhem a promoção. De acordo com a PSafe, o dia de maior intensidade de acessos no link fraudulento foi na sexta-feira (16). No entanto, a boa notícia é que o aplicativo  DFNDR Security identificou a fraude e bloqueou a ação.

 (WhatsApp/Reprodução)

 (WhatsApp/Reprodução)

 

Fonte: claudia

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Overclockers do TecLab conseguem 1ª lugar global no benchmark Superposition

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A brincadeira ficou séria nesta semana no laboratório do TecLab. Os especialistas em hardware que já fizeram inúmeras conquistas em overclocking conseguiram mais uma façanha nesta sexta-feira: a primeira colocação no ranking global do benchmark Superposition.

Após realizar diversos testes inusitados com a nova placa de vídeo NVIDIA TITAN V, a equipe comandada por Ronaldo Buassali, acompanhados da equipe da Pichau, registrou nas redes sociais o feito que, após algum tempo, foi confirmado no site da Liga Mundial.

Hoje, o recorde de pontuação no Unigine Superposition 1080p Xtreme é de 11.803 pontos com uma única GPU. Para alcançar tal marca, o pessoal do TecLab levou a placa de vídeo ao extremo, configurando o chip gráfico para rodar a 2.122 MHz, enquanto a memória de vídeo foi configurada para o clock de 1.040 MHz.

Recorde do TecLab com TITAN V

Vale mencionar que o setup para tal pontuação não foi nada de outro mundo. Equipado com um Intel Core i7-8700K operando na frequência de 5,2 GHz (esta CPU chega normalmente aos 4,7 GHz, então estamos falando de 500 MHz de acréscimo) e 16 GB memória RAM DDR4 de 4.000 MHz, a equipe conseguiu finalizar o teste com sucesso e fazer o registro.

Uma curiosidade interessante é que esta marca foi alcançada com o driver 388.71 da NVIDIA, então não se trata da última versão do software. Conforme podemos ver na captura de tela no HWBOT, a temperatura da GPU ficou entre 1 e 19 graus Celsius, o que comprova a utilização de nitrogênio liquido para a refrigeração do chip gráfico.

 

Fonte: tecmundo

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