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Governador destaca ações na Educação durante abertura dos trabalhos da Alba

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As ações que estão sendo empreendidas pela Secretaria da Educação do Estado foram destacadas pelo governador Rui Costa, durante discurso proferido na abertura dos trabalhos da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), na tarde desta quinta-feira (1º). “Estou cada dia mais convicto que, juntos, nós podemos avançar na construção de uma Educação transformadora em que a nossa juventude se sinta envolvida e motivada pelas oportunidades que estamos oferecendo a ela. Mais uma vez, convoquei a minha equipe, chamei os prefeitos e os vários segmentos da sociedade, expliquei a proposta e a maioria quase que absoluta abraçou imediatamente o Programa Educar para Transformar. Desde então, o trabalho não para”, destacou Rui.

O governador elencou diversas ações que estão fortalecendo o eixo pedagógico das escolas e incentivando os estudantes a desenvolverem seus projetos de vida a partir da Educação. “Vamos realizar, ainda esse mês, o concurso para professores e coordenadores pedagógicos. São, ao todo, 3.760 vagas cobrindo o estado inteiro e, pela primeira vez, munindo os colégios de uma coordenação pedagógica específica, algo essencial para o planejamento educacional. Isso faz parte de um conjunto de medidas voltadas para os educadores e que é vital para o desenvolvimento da educação na Bahia”, disse.

Rui Costa citou as intervenções que a Secretaria da Educação vem fazendo na estrutura física das escolas, destacando a revitalização do ICEIA, que vai receber em junho o encontro internacional Virtual Educa 2018. “Estamos investindo R$ 210 milhões nas escolas, com obras de melhoria em mais de 550 unidades, construindo quadras cobertas, refeitórios, auditórios, laboratórios e bibliotecas, de modo que a gente construa as bases para sermos uma referência em Educação, mas também na arte, no esporte, na ciência e na cultura. Além da construção de várias escolas já entregues e as que estão em andamento, estamos revitalizando o ICEIA que, em junho de 2018 sediará o XIX Encontro Internacional Virtual Educa, um evento de grande porte, focado em tecnologias aplicadas à educação”, destacou.

Os programas voltados para ofertar oportunidades para os jovens também foram lembrados pelo governador em sua mensagem aos deputados estaduais: Mais Futuro, Primeiro Emprego e o Partiu Estágio. Ao citar o Primeiro Emprego, voltado para estudantes e egressos da Educação Profissional, Rui revelou que mais de 4.300 jovens já estão tendo a sua primeira experiência profissional, atuando no serviço público estadual, por meio de um contrato temporário de dois anos. “Em 2018, vamos convocar mais 4.500 estudantes para ingressar neste Programa, cujos critérios fundamentais são: ter cursado o ensino médio na escola pública estadual e ter assegurado uma boa classificação definida pela média das notas dos últimos três anos”, ressaltou.

Com relação ao Programa Mais Futuro, voltado aos jovens em situação de vulnerabilidade social, que estão nas Universidades Estaduais da Bahia, Rui explicou que o objetivo é evitar a evasão desses alunos causada pela dificuldade de assegurar a sua manutenção material enquanto estudam. “Entre estágio remunerado e bolsas de estudo, este semestre teremos 7.885 estudantes beneficiados. Em uma das minhas idas a Itabuna, conheci uma estudante de Medicina da Universidade de Santa Cruz. Filha de um gari, ela é uma das beneficiárias do Mais Futuro e me disse que, se não fosse a bolsa, muito provavelmente, teria que trancar o curso por dificuldade para se manter na Universidade. O estado não pode fechar os olhos para isso. É preciso possibilitar a esses jovens a conclusão de seus cursos, para que se graduem e retornem à sociedade todo o conhecimento que adquiriram”, revelou.

Ao citar o terceiro programa com foco na geração de oportunidades para os jovens baianos e baianas, o Partiu Estágio, o governador frisou que além de cumprirem a função educacional a qual se propõem, também já se consolidaram como uma fonte de renda “para muitas famílias atingidas pela crise econômica nacional que corrói a renda e o trabalho das pessoas. O Partiu Estágio foi lançado em junho do ano passado e voltado prioritariamente para jovens universitários das instituições públicas e bolsistas em faculdades privadas. Hoje, mais de 5.000 estagiários já estão trabalhando nos órgãos públicos estaduais por um período de um ano, sendo acompanhados por uma coordenação que os monitora e orienta. Deste total, cerca de 95% são oriundos da escola pública”, revelou.

O projeto Escolas Culturais, que está aliando ainda mais a Educação com a Cultura e incentivando os estudantes no mundo das artes visuais, teatro, dança, música e cinema, também ganhou destaque na mensagem do governador. “Estou transformando escolas estaduais de 85 municípios em verdadeiros polos de fazer educação com cultura. Eu realmente acredito que Educação, esporte, arte e cultura juntos, é o que verdadeiramente faz diferença na vida das pessoas. Foi isso o que transformou a minha vida”, afirmou.

 

Fonte: secom

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Boulevard Shopping Camaçari recebe o Feirão da Casa Própria

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São 2.700 unidades com preços entre R$ 100 mil a R$ 150 mil.

Nos dias 26, 27 e 28 de abril, o Feirão da Casa Própria do Servidor estará no piso L1 do Boulevard Shopping Camaçari. Os funcionários públicos terão a opção de escolher entre 2.700 unidades disponíveis na sede e na orla da cidade, com preços entre R$100 mil a R$150 mil. Aqueles que optarem pela compra, terão benefícios como descontos de até R$10 mil, entrada a partir de R$9,90, isenção do IPTU, ITIV até 5 anos, a depender do imóvel, taxas cartoriais e brindes.

O Feirão é uma realização da Prefeitura de Camaçari, através da Secretaria da Habilitação (Sehab) e da Caixa Econômica Federal que buscam facilitar a compra da casa própria para o servidor público do município.

Serviço: Feirão da Casa Própria do Servidor

Onde? Piso L1 Boulevard Shopping Camaçari

Quando? 26, 27 e 28 de abril

Gratuito

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Empresas regulam doações eleitorais de funcionários

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Na primeira eleição geral que contará só com financiamento de pessoas físicas e recursos públicos, as principais empresas do País têm orientado seus executivos e funcionários a não vincularem eventuais doações a candidatos às companhias onde trabalham. Há casos de empresas que chegaram a proibir esse tipo de repasse até mesmo por parentes de seus empregados.

O veto à participação no processo de financiamento de campanha partiu principalmente de companhias que se envolveram na Operação Lava Jato, e que tiveram seus ex-presidentes presos, como as empreiteiras OAS e UTC e o banco BTG Pactual.

A OAS é a que adota o posicionamento mais rígido entre as empresas pesquisadas pelo Estado ao recomendar que seus colaboradores “não realizem doações político-partidárias em nome próprio, nem por meio de seus respectivos cônjuges e parentes de 1.º grau”. Em nota, a construtora afirmou que a medida pretende evitar que uma possível doação seja atribuída à empresa. Em 2014, a OAS foi uma das dez maiores doadoras de campanhas eleitorais – quase R$ 83 milhões.

A UTC registra em seu código de conduta que fornecedores e colaboradores “não devem aceitar pedidos financeiros, pleitos, provocar ou sugerir qualquer tipo de ajuda financeira, pagamento de ‘taxa de urgência’, gratificação, prêmio, comissão, doação, presente ou vantagem pessoal” a empresas públicas ou candidatos. O BTG Pactual, por sua vez, estabeleceu que seus diretores e sócios “não estão autorizados a fazer qualquer tipo de doação eleitoral”.

Outra empresa que adotou essa determinação foi o Itaú Unibanco, apesar de não estar citada na Lava Jato. A instituição vetou a “contribuição por administradores e respectivos cônjuges para partidos e campanhas políticas em anos eleitorais”.

Ao todo, o jornal O Estado de S. Paulo procurou 35 empresas e recebeu respostas de 15 delas – responsáveis por R$ 1,042 bilhão em doações eleitorais em 2014, um terço do total. De maneira geral, as empresas consultadas afirmaram que não irão proibir seus funcionários de fazerem doações a políticos, mas recomendam que fique explícito que essas contribuições são independentes.

Esse será o caso da empresa JBS, campeã de doações em 2014 e epicentro do escândalo que resultou em duas denúncias contra o presidente Michel Temer. “A JBS respeita a legislação e o direito de seus colaboradores participarem do processo político”, diz a empresa. “Mas eventuais doações devem ser em caráter estritamente pessoal, sem a intenção de obter vantagens ou benefícios.”

Mesmo protagonistas da Lava Jato, como a Odebrecht e a Andrade Gutierrez, também liberaram seus funcionários a fazerem doações, com a ressalva de que “não devem relacionar de forma alguma as contribuições ou opiniões políticas à empresa”. Ambev e Bradesco, Banco do Brasil, Petrobrás e Eletrobrás também vão adotar a mesma política.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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'O que puder fazer por decreto, vamos fazer', diz ministro sobre reforma trabalhista

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Ajustes na lei da reforma trabalhista serão realizados preferencialmente por decreto, é o que afirmou o ministro do Trabalho, Helton Yomura, à GloboNews. Em alguns pontos, o governo também afirmou que pode usar outros instrumentos, como projeto de lei ou portaria do próprio ministério.

A medida provisória que regulamenta alguns pontos da reforma trabalhista, como trabalho intermitente e autônomo, jornada de 12 por 36h e trabalho de grávidas e lactantes em ambiente insalubre, perde a validade nesta segunda-feira, 23. Com isto, esses e outros pontos do projeto ficarão sem regulamentação, criando insegurança jurídica na aplicação da lei.

De acordo com a Casa Civil, técnicos do governo começaram a levantar quais pontos da reforma trabalhista poderão ser regulamentados por um decreto.

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