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Google está bloqueando seus apps oficiais em aparelhos Android sem certificação

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A Google está apertando o cerco contra fabricantes “de fundo de quintal”, de acordo com uma reportagem publicada recentemente pelo site XDA Developers. Citando uma fonte anônima da indústria, o portal afirma que, ao longo dos últimos dias, pequenas manufaturadoras (geralmente chinesas, que fabricam celulares “pirateados”) não estão mais sendo capazes de pré-instalar a famosa suite GApps, composta por apps essenciais da Gigante das Buscas para Android (como Gmail, Chrome, Maps etc.).

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Novo golpe promete saque de FGTS e atinge mais de 70 mil brasileiros

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Cerca de 70 mil internautas brasileiros já foram atingidos por um golpe cibernético que utiliza o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) como isca para enganar os alvos, afirma a dfndr labs, empresa do grupo PSafe especializada em cibercrimes. De acordo com informações divulgadas pela companhia, o scam é compartilhado via WhatsApp e inclui um link para um site no qual, na teoria, permite o saque de tal direito trabalhista para qualquer pessoa que tenha trabalhado entre 1998 e 2018.

Para atrair ainda mais as vítimas, os estelionatários afirmam que o FGTS pode lhes render até R$ 1,9 mil. Depois de responder a um falso questionário, o usuário é convencido a repassar o link da página para seus contatos no mensageiro; em seguida, acaba concordando sem querer em assinar um serviço pago de mensagens SMS. É impossível saber se os criadores do esquema ganham comissão pela “indicação” de assinaturas ou se eles são efetivamente os criadores do serviço promovido.

O golpe usa o mesmo método identificado em maio do ano passado — época em que a Caixa Econômica Federal (CEF) realmente estava fazendo a liberação do FGTS para alguns trabalhadores. Naquele período, estima-se que mais de 360 mil pessoas tenham sido enganadas pelos golpistas. Em nota, a CEF ressalta que não envia mensagens sobre saque de tal benefício por SMS; aliás, nem é possível sacar o dinheiro através da internet, sendo necessário se dirigir a uma agência bancária com a documentação exigida.

 

Fonte: canaltech

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Tecnologia

Confirmada investigação sobre “vazamento” de dados do Facebook

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A Federal Trade Comission (FTC) confirmou ter aberto uma investigação sobre o caso de vazamento de dados de mais de 50 milhões de contas da rede social após movimentação da empresa Cambridge Analytica, nos EUA.

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Criador do WhatsApp sugere que usuários excluam suas contas do Facebook

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O polêmico caso de uso de dados de usuários do Facebook não deverá chegar a um fim tão cedo. Nesta quinta-feira (21), Brian Acton, cofundador do WhatsApp, aplicativo comprado em 2014 pela empresa de Mark Zuckerberg, usou o Twitter para expressar sua opinião sobre o caso e defendeu que os usuários excluam suas contas da rede social se desejam manter a privacidade.

“Está na hora”, publicou Acton, que também usou a hashtag #deletefacebook. “Exclua. Esqueça. Agora é o momento de se preocupar com a privacidade”. Em sua publicação contra o Facebook , o cofundador do WhatsApp também aproveitou para apresentar para divulgar seu novo serviço de mensagens, o Signal.

O aplicativo tem como foco um padrão de criptografia avançado que promete ser capaz de proteger os usuários dos mais diversos tipos de vigilância. Em fevereiro deste ano, a Wired informou que Acton havia se juntado ao projeto do Signal e investido US$ 50 milhões (cerca de R$ 164 bilhões) para que o app pudesse emplacar. Este foi o primeiro projeto do empresário após sair do WhatsApp em setembro de 2017.

O aplicativo foi lançado por ele e Jan Koum em janeiro de 2009. Cerca de cinco anos depois, o serviço de mensagens foi comprado pelo Facebook por US$ 19 bilhões, um dos valores mais altos por uma aquisição do tipo.

 

 

Entenda o caso

A discussão em torno da privacidade dos usuários se deu após um professor russo, Aleksandr Kogan, da Universidade de Cambridge, afirmar ter acessado perfis de milhões de usuários na rede social. As informações eram captadas por meio de um teste de personalidade criado pelo próprio acadêmico.

Leia também: Instagram anuncia lançamento de recurso para compras na rede social

Cerca de 270 mil pessoas teriam feito o teste, que dava acesso a dados de identidade, localização e até mesmo dos contatos desses usuários. Com isso, o alcance foi de aproximadamente 50 milhões de pessoas. A prática ilegal teria ocorrido quando os dados obtidos no Facebook foram repassados para a Cambridge Analytica, conhecida pelo vínculo com a campanha presidencial de Donald Trump.

 

Fonte: Tecnologia – iG

 

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