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A enorme fenda que pode separar o Chifre da África do resto do continente

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Em Mai Mahiu, um pequeno vilarejo rural no sudoeste do Quênia, a 50 km da capital, Nairobi, ocorrem há algumas semanas chuvas intensas, inundações e tremores. Mas, em 18 de março, algo estranho aconteceu: a terra começou a se abrir.

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Paraguai elege hoje novo presidente

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Os 4,2 milhões de eleitores do Paraguai vão às urnas hoje (22) para eleger o presidente do país que, nos últimos cinco anos, cresceu em média 6%. O desempenho econômico é expressivo, comparado ao dos demais países da região. Dos dez candidatos, o governista Mario Abdo Benitez é o favorito, com 56% das intenções de voto, segundo as últimas pesquisas de opinião.

O jovem senador, de 46 anos, fez campanha com o slogan “Marito de la Gente (Mariozinho do Povo)”. Ele representa a ala conservadora do Partido Colorado, que domina o Paraguai há sete décadas. Seu pai foi secretário privado do ex-ditador Alfredo Stroessner – o homem que governou o país durante 35 anos, até ser derrubado em um golpe de Estado e morrer no exílio em Brasília, em 2006.

O segundo colocado nas pesquisas, Efraim Alegre, do tradicional Partido Liberal Radical Autêntico, se aliou à Frente Guasú de esquerda – a mesma que elegeu Fernando Lugo presidente em 2008. Lugo, que acabou sendo destituído em 2012, foi o único presidente não Colorado desde 1947.

Tanto Mario Abdo Benitez quando Efraim Alegre tem propostas de governo parecidas e conservadoras. Os dois são contra a legalização do aborto, prometem combater a corrupção e reduzir a desigualdade, responsável pela pobreza que afeta 29% dos paraguaios. Benitez conta com o apoio da maioria dos 350 mil brasiguaios – como são chamados os brasileiros que emigraram para o Paraguai.

A primeira leva de brasiguaios foi atraída pelas facilidades oferecidas, durante a ditadura de Stroessner, para quem quisesse investir na nova fronteira agrícola –  muito antes do preço da soja subir no mercado internacional. O atual governo, do presidente Horácio Cartes (que também é do Partido Colorado) atraiu investimentos brasileiros com uma política de incentivo fiscal. Pequenas e médias empresas mudaram uma parte de sua produção para o Paraguai, onde pagam menos impostos, salários menores e energia mais barata.

Neste domingo, além de escolherem um novo presidente, que terá mandato de cinco anos, os paraguaios vão eleger 17 governadores, 47 senadores e 80 deputados federais. 

Edição: Graça Adjuto

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Brasil e mais cinco países suspendem participação na Unasul

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O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Aloysio Nunes Ferreira, e os chanceleres da Argentina, do Paraguai, da Colômbia, do Chile e do Peru enviaram carta à Presidência Pró-Tempore da União das Nações Sul-americanas (Unasul). No documento encaminhado ao chanceler da Bolívia, Fernando Huanacumi, que está no comando da organização, eles informam sobre a decisão de suspender, por tempo indeterminado, a participação nas reuniões do bloco.

A iniciativa, segundo o documento, foi motivada pelo impasse com o governo da Venezuela em relação à escolha do secretário-geral da organização. Na carta, os chanceleres alegam que a Unasul está paralisada desde janeiro de 2017 porque a Venezuela, com o apoio da Bolívia, do Suriname e do Equador, vetou o candidato argentino ao posto de secretário-geral.

Na ocasião, o candidato era o embaixador argentino José Octávio Bordón. Apesar do veto, a Venezuela e os demais países não apresentaram alternativa ao nome. Assim, a secretaria-geral ficou vaga e a organização, de acordo com os chanceleres liderados pelo Brasil e Argentina, acéfala.

Os chanceles do Brasil e dos outros cinco países argumentam que o cargo de secretário-geral é fundamental na Unasul e a ausência da liderança prejudicou as discussões políticas do bloco, incluindo reuniões de chanceleres, que desde então não estão funcionando de forma adequada.

Polêmica

Na Unasul, há uma divisão entre as alas lideradas pela Bolívia e pela Argentina, sendo que esta segunda é denominada de conservadores. Atualmente a ala conservadora domina a organização.

O documento elaborado pelos chanceleres do Brasil e dos cinco países foi encaminhada no último dia 18. Para os ministros, há uma série de dificuldades que ameaçam o funcionamento do bloco.

 

Criada em 2008, a Unasul foi uma iniciativa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e dos ex-presidentes da Venezuela Hugo Chávez (já morto) e da Argentina Néstor Kirchner. O objetivo era incentivar a integração regional.

 

Porém, com os novos presidentes da República de vários países, houve mudanças dos governos, redirecionando prioridades e tendências políticas. A Unasul é formada pela Argentina, o Brasil, Chile, Equador, a Guiana, o Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e a Venezuela.

 

*Colaborou Renata Giraldi

Edição: Graça Adjuto

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EUA diz que norte-americanos devem evitar viagens à Nicarágua

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O governo norte-americano emitiu um alerta para que cidadãos dos Estados Unidos reconsiderem viagens para a Nicarágua, considerando a onda de violência em meio aos protestos e confrontos entre manifestantes e o governo de Daniel Ortega.

O Centro Nicaraguense de Direitos Humanos (Cenidh) afirmou hoje (22) que pelo menos 20 pessoas morreram em quatro dias de protestos. A polícia e o exército atuam nas ruas do país, com protestos em 15 cidades, entre elas a capital, Manágua.

No comunicado, publicado na página da embaixada dos Estados Unidos na Nicarágua, o governo norte-americano diz que há muitos atos de violência e que a resposta, diante da emergência, tanto da embaixada como das autoridades nicaraguenses “é extremamente limitada”, afirmando que não pode garantir a segurança de cidadãos norte-americanos.
 
Os Estados Unidos também recomendaram aos seus cidadãos que vivem na Nicarágua que evitem sair durante a noite, bem como viajar em ônibus e táxis. O comunicado também aconselha evitar viagens ao Caribe nicaraguense.

Os protestos e a onda de violência começaram na quarta-feira (18) contra a proposta de reforma da previdência social, anunciada na segunda-feira (16).  O exército do país permanece nas ruas da capital junto com os chamados “agentes contra distúrbios” que, segundo relatos nas redes sociais, atuam de maneira repressora contra os manifestantes.

Aumento de contribuição causa protestos

O plano de reformas da previdência social no país foi anunciado na segunda-feira. A proposta do governo do presidente Daniel Ortega é aumentar a contribuição e reduzir as pensões em 5%.

Após os protestos, Ortega afirmou que aceita começar um diálogo para analisar as reformas. O governo acusa os manifestantes de atos de vandalismo e destruição do patrimônio público.

Mas o movimento estudantil universitário, que lidera os protestos, afirma que o governo atua de forma violenta e repressora contra o direito de manifestação, enquanto diz que irá negociar.

Jornalista morto

O jornalista nicaraguense Angel Ganoa morreu ao ser atingido por um tiro no litoral do Caribe da Nicarágua, enquanto transmitia noticiário ao vivo. Ele estava em uma transmissão na página do Jornal El Meridiano, quando foi atingido pelo tiro. O jornal confirmou a morte do repórter.

Edição: Kleber Sampaio

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