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Estilo de Vida

Confirme Semanas é o mais novo produto para mulheres que querem confirmar a gravidez com indicador de semanas.

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Com experiência absoluta em autodiagnóstico e uma das maiores investidoras em tecnologia do segmento, a Confirme lança no mercado brasileiro o Confirme Semanas, que detecta com 99% de precisão a suspeita de gravidez com um dia de antecedência a menstruação e com indicador de semanas.
O teste de gravidez para autodiagnóstico é o método cômodo mais simples para se confirmar uma possível gestação com rapidez, sem ter que marcar e esperar por uma análise laboratorial.
Com uma linha que atende a cada necessidade da mulher atual, a Confirme Testes apresenta o Confirme Semanas para mulheres que não desejam esperar para confirmar uma possível gravidez e ainda saber as semanas. A prova revela com muita certeza a presença da hormona que são produzidas durante a gravidez, facilmente detectável na urina desde a concepção.
Entendendo que os testes caseiros não são todos iguais, cada um é adaptado às necessidades de cada mulher como a conveniência, facilidade de manuseio e custo benefício, a marca Confirme é pioneira em autotestes e investe, cada vez, mais para ampliar sua linha de produtos como os de gravidez, fertilidade masculina e feminina, menopausa, os que monitoram os corpos Cetônicos e glicose, além do mini bafômetro, um chaveiro portátil que detecta álcool – hoje extremamente necessário a qualquer motorista consciente.
Para conhecer detalhadamente toda a linha da Confirme – www.confirme.com.br
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Estilo de Vida

O QUE AS CRIANÇAS NOS ENSINAM: BRINCAR MELHORA A SAÚDE

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Pega-pega, esconde-esconde, amarelinha, telefone-sem-fio, rouba-bandeira… De quantas brincadeiras você consegue lembrar ao pensar na sua própria infância? As brincadeiras podem até ter mudado ao longo dos anos, mas algo permanece inalterado: o gosto pelo ato de brincar que todo menino e menina tem. O que muitos pais desconhecem ou parecem não perceber é que brincar é muito mais que mera distração ou diversão. Brincando, os pequeninos descobrem o mundo, formam e fixam valores importantes na formação da personalidade.

A constatação é do movimento internacional “Aliança pela Infância”, que realiza este mês a Semana Mundial do Brincar. A iniciativa surgiu como forma de favorecer uma infância plena ao redor do planeta, a fim de melhorar as sociedades a partir das crianças. A organização se baseia em princípios psicopedagógicos, sociais e neurológicos para criar as ações.

A psicóloga Celiane Chagas, do Hapvida Saúde, diz que a brincadeira e a infância são diretamente associadas porque é no início da vida, com tantas descobertas, que a mente humana mais exercita a imaginação como forma de entender e compreender o mundo. “Brincando, as crianças reproduzem aquilo que veem e tentam compreender o mundo que as rodeia”, revela a especialista.

Liberdade

A psicóloga explica que o ato de brincar pode moldar completamente a personalidade e direcionar alguns valores que as crianças irão carregar para o resto da vida, a partir da infância. “Por isso, criança que não brinca tende a se tornar um adulto com dificuldade de relacionamento por causa da dificuldade de expressar o que sente e o que pensa”, esclarece.

A especialista recomenda que os pais favoreçam a brincadeira dentro e fora de casa, mas alerta que as famílias não confundam esses momentos de brincar com o consumismo, o que é muito prejudicial. “Se os pais apenas encherem as crianças de brinquedos, vão dar a elas a impressão de que tudo é descartável, levando os filhos à reprodução desse comportamento nas outras fases da vida, como na adolescência e na idade adulta”, aponta Celiane.

Sem idade

Muitos terapeutas ao redor do mundo lançam mão da brincadeira como forma de incentivar os pacientes, nos consultórios, a criarem soluções para os problemas que enfrentam. “Isso se dá porque, ao brincar, o ser humano monta uma espécie de maquete da própria vida e, assim, consegue enxergar de cima. Aí fica fácil ver onde está o incômodo e dar um jeito”, revela a psicóloga.

Mas calma, não é que os pacientes estejam brincando de esconde-esconde embaixo do divã, nada disso. As brincadeiras em questão procuram explorar o lado lúdico dos jogos de imaginação, por exemplo, o que estimula a criatividade. Pessoas que tiveram uma infância sem traumas e aproveitaram a primeira fase da vida com muitas brincadeiras tendem a ser mais proativas e visionárias justamente por causa desse incentivo que mexe com todo o cérebro”, afirma.

Sozinha

Dica da especialista: brincar sozinha não necessariamente é estar sozinha. A criança tem necessidade de estar sozinha para se sentir livre no exercício do criar. Os adultos não precisam fazer uma narração constante da brincadeira nem se preocupar em ajudar em momentos que as crianças não querem ajuda. “Se os pais precisam de ambiente organizado, limpo e silencioso para trabalhar, pensar ou criar, por que com as crianças seria diferente?”, pondera Celiane.

Foi exatamente essa questão que a contadora Danielli Morais Lobo levantou quando organizou o quarto da filha Júlia, de 4 anos. “Eu organizei quase tudo ao alcance dela para que essa autonomia a ajude em diversos momentos. Acho que, quando a gente parar de reproduzir comportamentos sociais comuns e olhar nosso filho como um indivíduo único, a gente deixa de se sentir líderes imprescindíveis para tudo relacionado à criança e passa a ser uma companhia desejada no momento e na medida certa”, orgulha-se Danielli.

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Estilo de Vida

Salve o esqueleto: como prevenir a osteoporose e as fraturas

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A Fundação Internacional de Osteoporose (IOF) recorreu à expressão “tsunami de fraturas” para alertar a população do perigo da osteoporose, que, após os 50, atinge uma em cada três mulheres e um em cada cinco homens. Exagero? Longe disso. “O quadro é extremamente preocupante”, concorda a médica Marise Lazaretti Castro, presidente da Associação Brasileira de Avaliação Óssea e Osteometabolismo (Abrasso). “Só no Brasil o número de fraturas deve aumentar seis vezes mais em 2050. Talvez não tenhamos profissionais suficientes para dar conta de tanta fratura”, prevê.

Em 2015, o Brasil registrou 80,6 mil fraturas de quadril, considerada a mais grave – 57,2 mil em mulheres e 23,4 mil em homens. Para 2040, são esperados 197,7 mil novos episódios, sempre com a ala feminina na dianteira. É um aumento estimado de 245%. Mais: 10 milhões de brasileiros têm osteoporose. No mundo, esse número chega a 200 milhões.

Na esperança de conter essa avalanche de ossos quebrados, John A. Kanis, professor da Universidade de Sheffield, na Inglaterra, aperfeiçoou uma espécie de “alerta de tsunami”: a Ferramenta de Avaliação do Risco de Fratura (Frax, em inglês). Criado em 2008, o teste on line, normalmente feito em consultório, ganhou uma nova versão, voltada para países da América Latina, como Brasil, Argentina e Chile.

“A partir de dados clínicos do indivíduo, como peso, idade e altura, ou do resultado de sua densitometria óssea, a ferramenta calcula a probabilidade de ele sofrer uma fratura em dez anos”, explica o endocrinologista Sérgio Maeda, diretor do Departamento de Metabolismo Ósseo e Mineral da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem). “Isso ajuda o médico a identificar os pacientes com maior risco de evoluir para a osteoporose.”

Para evitar uma quebradeira geral nas vértebras, no fêmur e no quadril, três regiões muito afetadas pela osteoporose, o presidente da IOF, Cyrus Cooper, organizou um relatório com os pontos que demandam atenção, tanto dos profissionais de saúde como do governo e da sociedade. O reumatologista britânico sugere cautela com o uso de remédios que fragilizam os ossos, lista doenças associadas ao quadro e salienta a importância de as pessoas não abandonarem o tratamento.

Entre as ações de emergência, destaca o Serviço de Atendimento a Fraturas, que segue o modelo britânico das Fracture Liaison Services (FLS) e, no Brasil, já foi implementado em 16 unidades – do Hospital Federal de Ipanema, na capital fluminense, à Policlínica Osvaldo Cruz, em Porto Velho (RO). “Oito em cada dez pacientes que sofrem fratura voltam para casa sem avaliação ou diagnóstico”, lamenta Cooper. “É importante que, em vez disso, eles recebam o tratamento adequado para não correr o risco de novas lesões“, adverte.

O que é osteoporose

Os cientistas explicam que as ondas gigantes nascem nas profundezas do mar. Na maioria das vezes, são desencadeadas por erupções vulcânicas ou abalos sísmicos. Mas e o “tsunami de fraturas”? O que leva o esqueleto humano, à medida que envelhece, a ficar mais vulnerável ao arrastão de quedas e quebras? Os fatores se dividem em genéticos e ambientais.

No primeiro grupo, que está por trás de 60% dos casos, estão pessoas de pele branca, baixas e magras, com histórico de osteoporose na família e déficit na produção de alguns hormônios. No segundo entram sujeitos sedentários, fumantes, com alimentação pobre em cálcio, baixa exposição à luz solar e/ou abuso de bebida alcoólica.

“A boa notícia é que podemos modificar aquilo que é relacionado ao estilo de vida”, tranquiliza Luiz Jordan Macedo do Amaral, presidente do Comitê de Osteoporose e de Doenças Osteometabólicas da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia. “Não há limite de idade para mudar de vida e adotar hábitos mais saudáveis. Mas, quanto mais cedo, melhor.”

Como saber se eu tenho mesmo osteoporose

Em sua fase inicial, a doença não tem sintomas – ela é indolor e silenciosa. Por esse motivo, não é pequeno o número de gente que não sente nada até sofrer a primeira fratura. Suspeitas de ossos frágeis e porosos são confirmadas no exame de densitometria óssea, indicado às mulheres acima dos 65 anos e aos homens a partir dos 70. “O exame mede a densidade mineral dos ossos, aferida com base na concentração de cálcio, e a compara com valores de referência, considerando a idade e o sexo do paciente”, explica o médico Marco Rocha Loures, coordenador da Comissão de Osteoporose da Sociedade Brasileira de Reumatologia.

O resultado pode ser dividido em três categorias: normal, osteopenia e osteoporose. Quando a perda compromete 25% da massa óssea, o diagnóstico é osteoporose. Entre 10 e 25%, osteopenia.

“Uma das finalidades da densitometria óssea é detectar a redução de massa óssea. Outra é diagnosticar a sarcopenia, nome dado à perda de massa muscular”, esclarece Loures. A propósito, com a idade tanto os ossos quanto os músculos tendem a minguar.

Aliás, já deu para notar que a osteoporose não é uma doença que atinge só mulheres durante e após a menopausa. Sim, elas estão mais suscetíveis por causa da queda no estrogênio, hormônio que atua como protetor natural dos ossos. Mas os homens não estão livres do problema.

“A doença é mais comum em mulheres, mas, quando ocorre em homens, é mais grave e a mortalidade, maior”, compara Maeda. Outro mito: osteoporose é doença típica da terceira idade. Que nada! O problema pode atacar, inclusive, adolescentes.

Há até uma máxima na reumatologia que diz: “A osteoporose é uma doença pediátrica, com consequências geriátricas”. Faz sentido. A prevenção deve começar o mais cedo possível… “De preferência, na infância e na adolescência, quando os ossos ainda estão em formação”, aconselha Maeda.

Marco Loures vai além. Para o reumatologista, os cuidados com a saúde dos ossos devem ter início ainda na barriga da mãe. “Quando a gestante se alimenta bem, fortalece, desde a vida intraútero, a estrutura óssea do filho”, justifica.

Por essas e outras, há quem diga que, quando a gente nasce, abre um tipo de caderneta de poupança para o esqueleto. Até os 20 anos, só faz economizar cálcio. Dos 20 aos 25, atinge o patamar máximo. Até os 45, ainda consegue repor o que esbanjou. Mas, dali em diante, o organismo passa a gastar mais do que economiza, gerando em torno de 0,5% de perda óssea ao ano. Em outras palavras: quanto mais o indivíduo poupar na juventude – ingerindo fontes de cálcio, tomando sol, fazendo atividade física… -, menor será o risco de fraturas lá adiante.

Detectada a osteoporose, o primeiro passo é apurar a quantas anda a alimentação, principalmente em relação à ingestão de cálcio, o elemento mais importante para a formação dos ossos. Dos muitos achados do estudo O Impacto da Osteoporose no Brasil: Dados Regionais das Fraturas em Homens e Mulheres Adultos – The Brazilian Osteoporosis Study (Brazos), realizado com 2 420 cidadãos e publicado em 2010, o que mais surpreendeu Marcelo Pinheiro, professor da Universidade Federal de São Paulo, foi a baixa ingestão de cálcio e vitamina D pela maior parte da população avaliada. “Para um adulto, o consumo ideal de cálcio varia de 1 000 a 1 200 miligramas ao dia. Na época, consumíamos algo em torno de 400 miligramas”, conta. É um número que não parece ter mudado desde então.

Leite e derivados, como queijo e iogurte, são a principal fonte do nutriente. A título de curiosidade: um copo de 300 ml de leite, integral ou desnatado, oferece 250 mg do mineral. Se o indivíduo tem intolerância à lactose, não tem problema: o médico pode receitar suplementos de cálcio.

De nada, porém, adianta consumir a quantidade necessária se o corpo não tiver vitamina D suficiente para fixar o nutriente nos ossos. “E a maior fonte de vitamina D é a exposição ao sol, 15 minutos ao dia, das 10 às 16h, sem protetor solar”, detalha Amaral.

Mas não é só de leite e de sol que o osso precisa. Praticar exercícios físicos, de uma simples caminhada a uma pelada de futebol, é extremamente bem-vindo para driblar a degradação óssea. A explicação é simples: músculos fortes tendem a proteger o esqueleto contra quedas e fraturas.

O tratamento da osteoporose

Nem o cálcio nem a vitamina D, por mais importantes que sejam, revertem o processo de desmineralização dos ossos. Diante do diagnóstico de osteoporose, é provável que o médico parta para os remédios – eles costumam ser divididos entre os antirreabsortivos e os anabólicos. “Depois dos 30, o processo de desgaste ósseo é natural. Quem perde osso com uma velocidade maior que o habitual, no entanto, desenvolve osteoporose. Para esses pacientes, existem medicamentos que bloqueiam a perda óssea”, contextualiza Marise Castro, referindo-se, entre outras, à classe dos bisfosfonatos. No caso das mulheres, o tratamento pode englobar, ainda, reposição hormonal.

Se a osteoporose foi detectada em estágio avançado ou se o indivíduo apresenta múltiplas fraturas, inibir a perda óssea não basta. Para esse perfil, são indicados fármacos como a teriparatida ou o denosumabe, um anticorpo monoclonal que, em estudos recentes, mostrou remineralizar o esqueleto no longo prazo. E duas novas moléculas, ambas da classe dos anabólicos e de nomes cabeludos, estão a caminho. São a abaloparatida, já autorizada pela FDA, a agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos, e o romosozumabe, ainda em fase de aprovação.

Bem, se existem drogas que inibem o desgaste do esqueleto e outras que estimulam a formação de novos ossos, atenção: há remédios que, como efeito colateral, levam à degeneração da estrutura óssea. São os famosos “ladrões de ossos”. Um dos principais, segundo Loures, é o corticoide, usado para tratar uma porção de condições devido à sua atividade anti-inflamatória. Mas a lista é extensa e inclui, entre outros, anticoagulantes, imunossupressores, anticonvulsivos, opiáceos e diuréticos. Na dúvida, consulte o médico.

“Quando houver a necessidade de prescrever um desses medicamentos, sugiro receitá-los na menor dose possível e por um curto espaço de tempo”, diz o reumatologista. “Caso contrário, é preciso compensar rigorosamente com dieta adequada, atividade física e suplementação”, completa. Para a história não acabar em fratura, todo cuidado é pouco – e o estilo de vida conta muito. O uso consciente dos remédios, somado a boas doses de cálcio, vitamina D e exercícios, compõe a receita para transformar o tsunami previsto em uma marola inofensiva.

As medidas para evitar a osteoporose

Banho solar: tome sol por pelo menos 15 minutos ao dia, sem protetor, entre 10 e 16h. Fora dos horários de pico do calor, aumente o tempo de exposição para 20 minutos. Esse hábito é decisivo para obter a vitamina D.

Dá-lhe lácteos: o ser humano precisa, em média, de 1 000 miligramas de cálcio diariamente. E não há melhor fonte do que o leite e seus derivados – prefira as versões com menos gordura para não prejudicar o peso e o coração.

Suor na camisa: o sedentarismo favorece a perda óssea. Entre os exercícios mais recomendados estão caminhada, corrida, pilates, bike e ginástica. Se não houver contraindicação, dá para jogar vôlei, futebol, basquete…

Xô, cigarro: nicotina prejudica os ossos. Tanto é que uma em cada oito fraturas de quadril em mulheres está relacionada ao tabagismo. Álcool demais também está ligado a uma ossatura frágil.

O checkup: mulheres a partir dos 65 e homens depois dos 70 devem fazer densitometria óssea uma vez ao ano. Esse é o principal exame para detectar se os ossos estão porosos – e de quebra acusar se há perda expressiva de massa muscular.

Casa segura: esse recado vale sobretudo na presença da osteoporose: para evitar quedas, retire os tapetes; à noite, deixe sempre uma luz acesa por perto; e, no banheiro, bote piso antiderrapante e barras no box.

 

Fonte: Saúde

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Beleza

Essa massagem ajuda a aliviar olheiras e inchaços dos olhos

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Cuidar da região dos olhos e preparar a maquiagem para essa área não é tarefa fácil. Ela é uma parte delicada do rosto e tem uma pele muito fina, o que pede cuidados redobrados. Por isso, perguntamos para a makeup artist Paula Kadija como melhorar sua textura e o inchaço natural do corpo para receber a maquiagem da melhor forma.

“Sempre ressalto que independentemente do que aconteça, a pele tem que estar limpa e hidratada“, conta Paula. Ou seja, o primeiro passo da sua rotina de maquiagem deve ser esse, viu? Depois disso, a makeup artist conta que é legal fazer uma massagem, passo cada vez mais rotineiro na nova perspectiva do mundo da beleza, que preza o cuidado em primeiro lugar: “Ela ajuda a drenar o rosto, a estimular a circulação de sangue, ajudando assim com aquele inchaço, a diminuir as olheiras e melhorar a textura da pele.”

O passo a passo é simples: “use um produto de limpeza desejado, que não seja agressivo, em movimentos circulares. Depois você pode tonificar a pele com algum tônico com a ajuda de um algodão ou em spray. Aí vem a hidratação, com creme ou óleo, e a massagem: pressionando levemente, fazer movimentos circulares sempre de fora pra dentro, e também pressionando um pouco mais precisamente bem no cantinho interno, onde fica a glândula lacrimal. Depois dar leves batidinhas na parte de baixo, e finalizar com todos os movimentos de dentro pra fora e pra cima.”

Para o restante do rosto, Paula indica os mesmos movimentos circulares, com mais precisão e força no dedos, trazendo a pele para cima. Anote um ponto chave para essa leve pressão: logo abaixo da maçã do rosto.

“Depois que a pele absorver os hidratantes, já pode aplicar o filtro solar ou ir direto pra maquiagem. Nesse caso, uso um pouco de corretivo na ponta dos dedos e empurro contra a pele com leves batidinhas, concentrando mais no cantinho interno dos olhos, ou um pouco abaixo dele, onde geralmente é mais colorido por veias.”

 

Fonte: Elle

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