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Saúde

Webinar ABMRA TALKS discute como o Marketing na Era dos Dados pode contribuir com o agronegócio

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Marketing digital, análise de dados, BIG DATA, estratégias de comunicação e uso dos canais digitais no agronegócio foram os principais temas abordados por especialistas no webinar “O Marketing na Era dos Dados – O Fim do Achismo”, promovido pela Associação Brasileira de Marketing Rural e Agronegócio (ABMRA) em parceria com o Canal Rural.

Rodrigo Nascimento, do Buscar ID e Rock Content, autor do livro “O Marketing na Era dos Dados – O Fim do Achismo” destacou que as empresas buscam cada vez mais estratégias e soluções inteligentes para entender melhor o comportamento dos seus clientes e consumidores. Nesse contexto, a análise dos dados torna-se uma ferramenta essencial. “Dados são um conjunto de valores ou ocorrências em estado bruto. A partir deles, são extraídas informações com o objetivo de adquirir benefícios em termos de imagem, negócios, reputação. A ciência dos dados deixa o marketing digital muito mais eficaz porque ela está integrada a uma estratégia pré-definida.”, explica.

Ricardo Nicodemos, vice-presidente executivo da ABMRA, integrou a Pesquisa ABMRA Hábitos do Produtor Rural nessa discussão. Ela envolve o mais completo levantamento do perfil e dos hábitos de compra e de mídia dos produtores rurais brasileiros, incluindo seu envolvimento com as novas tecnologias e os meios de comunicação preferidos para informação pessoal e profissional. “Esse raio-x é essencial para entendermos o comportamento dos produtores rurais e, assim, desenvolver ações e estratégias muito mais assertivas”.

Oswaldo Ramos, diretor Comercial da Peugeot Brasil, disse que em tempos de pandemia é necessário se reinventar, independente do ramo da empresa. “O marketing de dados me proporciona a sabedoria de poder me aproximar dos meus clientes, porque consigo analisar com muito mais acurácia o eles estão de fato procurando. Dessa forma, posso adequar minha comunicação para atingi-los diretamente”.

Jorge Espanha, presidente da ABMRA e presidente da Vetoquinol Saúde Animal, reforça o valor do conteúdo e a importância de aderir ao marketing de dados no agronegócio. “Ele nos direciona para atingir os potenciais interessados, além de valorizar nossa marca, gerar novos negócios e, no fim, proporcionar melhor custo benefício das estratégias, já que as ações passam a ser executadas de forma mais eficaz e precisa”.

O moderador do webinar Alberto Meneghetti, diretor da ABMRA, ressalta a importância de eventos como o ABMRA Talks, que une profissionais do agronegócio e convidados para debater assuntos de extrema importância para o momento atual. “O marketing de dados guia o público e nos mostra os passos básicos para as boas vendas, metas e objetivos. A análise de dados nos permite definir novas estratégias mais certeiras para conquista de clientes e fortalecimento de imagem”, assinala Meneghetti.

A íntegra do webinar “O Marketing na Era dos Dados – O Fim do Achismo” está disponível no link: https://www.youtube.com/watch?v=_wnSfzrLvZY



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Saúde

Estudo mostra que máscaras de algodão têm eficiência de 20% a 60%

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Um estudo conduzido por pesquisadores do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP) e do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) constatou que as máscaras de algodão, as mais comumente usadas pela população na prevenção da covid-19, têm eficiência de 20% a 60%. A pesquisa, divulgada no último dia 4, foi publicada na revista Aerosol Science & Technology.

O estudo mediu a eficiência de filtração de aproximadamente 300 máscaras faciais, de diferentes  tecidos, máscaras cirúrgicas e as PFF2 – sigla para peça facial filtrante com eficiência de, pelo menos, 94% segundo classificação da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Para realizar o teste, os pesquisadores produziram partículas de aerossol de tamanhos variados e observaram a concentração delas no ar antes e depois da filtragem pela máscara. 

Segundo os resultados, as máscaras PFF2 apresentaram a maior eficiência para todos os tamanhos de partículas, em torno de 98%, e foram consideradas como referência para avaliação de desempenho. As máscaras cirúrgicas também tiveram ótima eficiência, de 89%.

As máscaras de TNT (tecido não tecido) mostraram uma eficiência média de 78%, sendo considerado o melhor material para a fabricação de máscaras caseiras. Mas o material mais comumente usado nas máscaras caseiras é o algodão, que apresentou uma eficiência de filtração muito variável, entre 20% e 60%, e média de 40%, não se mostrando uma boa opção para a confecção de máscaras. 

De acordo com os pesquisadores, a pesquisa mostra que grande parte da população pode estar utilizando máscaras que não oferecem proteção significativa contra a covid-19. Segundo o estudo, o mais indicado é sempre utilizar máscara, mas preferencialmente que sejam as produzidas industrialmente com padrão PFF2, ou mesmo máscaras caseiras de TNT, desde que muito bem ajustadas ao rosto. 

Os pesquisadores ressalvam, no entanto, que qualquer tipo de máscara reduz a dispersão de gotículas e aerossóis emitidos por pessoas com covid-19, sintomáticas ou assintomáticas, e diminuem a disseminação do vírus.



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Saúde

Rio suspende vacinação de profissionais de educação e segurança

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A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) foi notificada hoje (6) pelo Ministério Público do Rio de Janeiro sobre decisão do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF) e vai suspender, a partir desta sexta-feira (7), a vacinação contra a covid-19 de profissionais de educação e segurança pública, além de motoristas e cobradores de ônibus, de transporte escolar e funcionários de serviços de limpeza urbana.

Lewandowski atendeu ao pedido de liminar feito pela Defensoria Pública do Rio, que alegou que o decreto não teve motivações técnicas para antecipar em sete posições a vacinação das categorias em relação ao plano de imunização.

Na decisão, o ministro entendeu que as autoridades locais só podem fazer alterações no plano de vacinação se estiverem amparadas em critérios técnicos.

Calendário

O organograma de vacinação do município continuará seguindo os grupos prioritários previstos na 6ª edição do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19. A partir dos 18 anos: gestantes e puérperas com comorbidades, pessoas com síndrome de Down e doentes renais crônicos dependentes de diálise.

Seguindo o escalonamento etário (nesta sexta, pessoas com 51 anos, na parte da manhã, e com 50 anos à tarde): pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência permanente, trabalhadores da saúde, guardas municipais envolvidos diretamente nas ações de combate à pandemia e de vigilância das medidas de distanciamento social.



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Saúde

Covid-19: Brasil supera marca dos 15 milhões de casos acumulados

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O Brasil superou a marca de 15 milhões de pessoas infectadas com o coronavírus desde o primeiro caso, em fevereiro de 2020. Nas últimas 24 horas, foram confirmados 73.380 novos diagnósticos positivos. Com isso, o total de casos acumulados chegou a 15.003.563. Ontem, o sistema de dados da pandemia estava em 14.930.183.

Ainda há no país 995.279 casos em acompanhamento. O termo é empregado para as pessoas infectadas e com casos ativos de contaminação pelo novo coronavírus.

Já o total de vidas perdidas para a pandemia subiu para 416.949. Ontem e hoje, foram registradas mais 2.550 mortes. O sistema de dados do Ministério da Saúde registrava ontem 414.399 mortes pela doença.

Ainda há 3.693 óbitos em investigação. Isso ocorre porque há casos em que um paciente morre, mas a causa continua sendo apurada mesmo após a declaração do óbito.

Conforme a atualização desta quinta-feira, o Brasil tem 13.591.335 pessoas que se recuperaram da covid-19 desde o início da pandemia. Isso equivale a 90,6% do total de pessoas que foram infectadas com o vírus.

Os números são em geral mais baixos aos domingos e segundas-feiras em razão da menor quantidade de funcionários das equipes de saúde para realizar a alimentação dos dados nos fins de semana. Já às terças-feiras os resultados tendem a ser maiores pelo envio dos dados acumulados.

Estados

O estado que registra mais mortes pela covid-19 é São Paulo (99.406). Em seguida, vêm Rio de Janeiro (45.914), Minas Gerais (35.165), Rio Grande do Sul (25.668) e Paraná (23.493).

Já na parte de baixo da lista, com menos vidas perdidas para a pandemia, estão Roraima (1.533), Acre (1.568), Amapá (1.573), Tocantins (2.630) e Alagoas (4.329).



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