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Coronavírus: Brasil cria higienizante para tecidos e superfícies que protege por até 60 dias

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Em tempos de Covid-19 e isolamento social, o uso de máscaras faciais de pano tem sido, ao lado da limpeza e higienização de mãos, uma das mais importantes medidas de precaução contra o novo coronavírus. Seja nas ruas, no trabalho, transporte público ou ambientes hospitalares e ambulatoriais, as máscaras funcionam como anteparo e barreira de proteção na propagação da doença. Mas é preciso higienizá-las e lavá-las com frequência, o que acaba desgastando o tecido e diminuindo a vida útil das máscaras.

Desenvolvido com tecnologia antimicrobiana avançada pela empresa brasileira de alta tecnologia Aya-Tech, o Microbac® é um potente desodorizante antibacteriano de longa duração que ajuda a higienizar e manter o tecido das máscaras ao mesmo tempo que potencializa seu efeito protetor contra infecções cruzadas, bactérias, fungos e mofo, eliminando 99,9% dos microrganismos presentes em tecidos e superfícies.

O produto promove higienização imediata de tecidos e superfícies que são tocadas com frequência e podem servir como fontes de contaminação e disseminação de doenças em hospitais, laboratórios, empresas, pousadas, hotéis, supermercados, shoppings, lojas, escritórios e até mesmo em casa. Prático e fácil de usar, o Microbac pode ser aplicado diretamente em uma infinidade de roupas e superfícies, a exemplo de uniformes, jalecos, bandagens, roupas para adultos, crianças, bebês e pets, roupas de cama, mesa e banho, roupas de couro, pelúcias, sapatos e tênis, cortinas, tapetes, travesseiros, mantas e cobertores, estofados e superfícies automotivos, navais e domésticos, incluindo armários, barracas de camping, livros, papéis e até mesmo paredes e capacetes de moto e bicicleta.

“Temos de intensificar as medidas protetivas para combater o coronavírus e outras doenças durante a Covid-19”, diz a cientista Fernanda Checchinato, CEO da Aya-Tech. “A lavagem de mãos e o uso de máscaras é fundamental. Muitas vezes, porém, mesmo com todos os cuidados nós encostamos em objetos, seja no supermercado, na farmácia ou na padaria, por exemplo, e nossas roupas podem ser infectadas, levando a doença para dentro de casa. O Microbac acaba com essa possibilidade, blindando as roupas contra microrganismos nocivos à saúde, com proteção comprovada por até 20 lavagens ou 60 dias”.

Tecnologia molecular que destrói microrganismos

Graças ao uso de nanotecnologia, o Microbac forma uma camada protetora de milhões de nanopartículas desinfetantes após a pulverização nos tecidos e superfícies, promovendo um poderoso efeito higienizador que destrói os microrganismos em nível celular. A proteção permanece após a secagem e é de amplo espectro, com eficiência comprovada contra a Salmonella choleraesuis (bactéria causadora de infecções sistêmicas, febre tifoide e gastroenterite), o Trichophyton mentagrophytes (causador de pé de atleta, micoses, rinites e dermatites) e o Staphylococcus aureus – responsável por infecção hospitalar e alimentar, nasofaringite, gastroenterite, endocardite, bacteremia, meningite, miocardite e pneumonia.

O desodorizante pode também ser usado contra ácaros, fungos e algas que promovem bolor e mau cheiro em objetos, tecidos e ambientes fechados, sendo igualmente eficaz contra a bactéria causadora do chulé e dos maus odores provocados pelo suor.

Com solvente à base de água, o Microbac é antialérgico, seguro e deixa uma suave fragrância de limpeza nos locais onde é aplicado. Dermatologicamente testado, ele não é absorvido pela pele de humanos ou animais, não causa danos ao meio ambiente e foi rigorosamente testado e aprovado pela Anvisa.

Para saber mais sobre o Microbac® e outras linhas de produtos da Aya-Tech para a área da saúde e biocosmética, acesse http://www.aya-tech.com.br/



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Murilo Abrita une MPB, indie e música mineira no single “Calma”

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Murilo Abrita lança seu novo single “Calma”, composto com a intenção de transportar o ouvinte temporariamente para um período tranquilo, como um escapismo que motive sonhar com o amanhã. Com realização da Gramane Records, a música é uma MPB indie pop com tons da música mineira e está disponível em todas as plataformas de música digital.

Ouça “Calma”: https://smarturl.it/MuriloAbritaCalma

“‘Calma’ nasceu da ambição por dias melhores e da serenidade dos momentos mais íntimos e que passam despercebidos”, resume o artista.

Mineiro de Cataguases, Murilo Abrita mescla a MPB do passado e do presente com um olhar pop alternativo. Em 2015, aos 18 anos, após conquistar alguns festivais em sua cidade e região, começou a se apresentar em bares. Em 2019, após se destacar com versões em seu canal do YouTube e no Facebook, lançou seu primeiro álbum, “Outros Olhares”.

Agora o artista busca novos caminhos e projetos. Primeiro lançamento desta fase, “Calma” está disponível em todos os serviços de streaming de música.

Ouça “Calma”: https://smarturl.it/MuriloAbritaCalma

Crédito: Rafael Aguiar

 

Ficha Técnica:

Compositor: Murilo Abrita

Voz: Murilo Abrita

Captação remota: Antônio Gabriel Besteti Lima (Kid)

Produção, engenharia de áudio, mixagem, masterização e instrumentação: Gramane Records

 

Siga Murilo Abrita:

Instagram: https://www.instagram.com/muriloabrita

Facebook: https://www.facebook.com/MuriloAbrita

Youtube: https://www.youtube.com/muriloabrita

Twitter: https://twitter.com/MuriloAbrita20

Spotify: https://open.spotify.com/artist/6VbcxP7mewX0vQwoYOsJvp





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Dança, rock e tecnologia: Bailarina conta sobre experiência de coreografar espetáculo online

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Com mais de 10 anos de experiência, a bailarina Gabriela Moriondo teve um desafio incomum durante a pandemia: coreografar do zero um espetáculo em formato de live 3D de uma banda de rock. O resultado desta aventura você encontra na live “Da Ordem ao Fluxo  – Uma Live Híbrida e Experimental”, criada pelo Coletivo Metassoma (ES), que traz como protagonista o projeto My Magical Glowing Lens, criado pela multi-instrumentista e produtora musical, Gabriela Terra. O trabalho audiovisual está disponível online, no canal da MMGL. A bailarina concederá gratuitamente Workshop de Dança Contemporânea na próxima quarta-feira (04/08), via inscrição. Detalhes no serviço ao fim do texto.

Assista “Da Ordem ao Fluxo”:  https://youtu.be/G-Hp4BEXSYc

O primeiro contato entre coreógrafa e rockeira se deu ainda em 2020, quando a artista da música buscou aulas de dança com a bailarina. E desde esse momento começaram os encontros online durante a pandemia, que aconteciam enquanto elas pensavam no processo de criação.

“Percebemos várias reflexões e processos análogos entre dança e música nos encontros, numa espécie de identificação. Daí surgiu o convite de continuar trabalhando com ela e integrando a equipe de Da Ordem ao Fluxo. O que foi uma alegria, pois sou fã do trabalho da Gabi. Gabi Terra se entregou aos exercícios de improvisação em dança de uma forma impressionante e dançou como se houvesse dançado a vida inteira. Sempre comentei com ela sobre sua inteligência corporal e  criatividade. Tudo fluiu de forma tão natural…”, avalia Gabriela Moriondo, responsável pela coreografia.

A naturalidade dos movimentos de Gabriela Terra não aconteceu sem um trabalho racional de Moriondo. A coreógrafa conta que buscou inspiração na expressão corporal da multi-instrumentista, como se os movimentos já existissem no próprio corpo de Gabi Terra.

“Apresento teorias do movimento e juntas experimentamos mover o corpo de diferentes formas. Em seguida entra a camada da intenção e o diálogo da dança com o som, que é tão potente e intrínseco à Gabi. O diálogo com o Glauber Vianna, diretor artístico, sobre os espaços virtuais onde Gabi dançaria cada coreografia também alimentou muito a forma dela de dançar, de olhar, de ocupar o espaço. Por fim, a tecnologia de captação de movimento fez suas próprias intervenções e exigências da dança e o resultado enfim apareceu. O processo foi extremamente gratificante.”, elogia Gabriela Moriondo.

Com ensaios síncronos e virtuais, o processo se deu graças a uma metodologia elaborada em conjunto entre as duas. Por meio de reuniões online, o aprendizado corporal de Gabriela Terra foi acompanhado pelo diretor artístico, Glauber Vianna, que ajudava a imaginar os cenários que estão presentes no projeto “Da Ordem ao Fluxo”. Após alguns meses de ensaio, o projeto “Da Ordem ao Fluxo  – Uma Live Híbrida e Experimental”, teve resultado positivo para Gabriela Moriondo, que vê com bons olhos o encontro entre dança e tecnologia.

“As danças digitais com o uso da tecnologia de motion capture tem possibilitado criações incríveis e inéditas em dança. Sempre comento apaixonadamente com a equipe quando compartilhamos resultados, que quero muito continuar investigando essas possibilidades. Assim surge também o Coletivo Metassoma, que nasce do nosso encontro e do desejo de continuar criando. Busco, na dança contemporânea, explorar inesgotávelmente as possibilidades do corpo. E agora vejo um ambiente digital onde o corpo pode se transformar em infinitas informações visuais e habitar qualquer ambiente… Meu coração palpita com a urgência de experimentar tudo.”, afirma Moriondo.

Música, dança e tecnologia. Estas três manifestações serão unidas na experiência audiovisual “Da Ordem ao Fluxo – Uma Live Híbrida e Experimental”, que contará com a presença da My Magical Glowing Lens, projeto da produtora musical e multi-instrumentista capixaba Gabriela Terra. Em formato de live, a apresentação virtual traz uma retrospectiva do Cosmos (2017) e abre caminho para o lançamento de Gamana, o próximo disco da MMGL. O projeto estreia no dia 28 de julho, às 20h, e pretende ressignificar o olhar sobre a experimentação artística capixaba e conta com a visão e criatividade do coletivo artístico Metassoma.

Conheça Gabriela Moriondo

Gabriela Moriondo é capixaba, formada em Dança Contemporânea pela Escola do Teatro Bolshoi no Brasil (2014), especializada em Estudos de Dança pelo Trinity Laban Conservatoire of Music and Dance (2016), Qualificada em Performance de Dança Contemporânea (ATCL) pelo Trinity College London (2016), graduanda em Artes Plásticas na Universidade Federal do Espírito Santo, e atua como bailarina, instrutora, coreógrafa e produtora cultural independente no Espírito Santo. Pesquisando dança contemporânea e improvisação, Gabriela realizou intensivos em Israel e na Alemanha, e executou no estado do Espírito Santo o projeto Improviso Coletivo (2017), que contou com nove edições. Além disso, desenvolveu o espetáculo CYBER (2019), estreado na Matias Brotas Arte Contemporânea, e, como coreógrafa residente na Cia Reverence (ES), desenvolveu os espetáculos ZOON (2017) e (des)EQUALIZAR (2019), além de trabalhar em colaboração com outros artistas capixabas, como Maicom Souza, André Prando e Gabriela Terra (My Magical Glowing Lens).

Serviço Workshop

Dança Contemporânea com Gabriela Moriondo

Data: 04/08/2021 (quarta-feira)

Horário: 19h

Inscrição:  https://forms.gle/XpjKFeQ196F4GHk28

Duração: 2h

Vagas: 20

Acompanhe o Coletivo Metassoma: https://www.instagram.com/coletivometassoma/

Acompanhe Gabriela Moriondo

Instagram: https://www.instagram.com/gabrielamoriondo/

Facebook: https://www.facebook.com/gabriela.moriondo

YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCa5QCWAHe7MK6o2vAO7UC2w





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Os cariocas da Alexandre Z chegam com o single “Boi Furou”, acompanhado de videoclipe; assista!

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A banda carioca Alexandre Z lança hoje, dia 30, o single “Boi Furou”, acompanhado de videoclipe, produzido pela produtora Amêndoa e dirigido pelo produtor artístico Yuri Falcão. A música é o 7° lançamento do projeto “Sempre Mandando Bem”, iniciado em 2020 e produzido pelo produtor musical Lance.

A Alexandre Z, fundada em 2018,  é uma banda carioca formada por Felps e Z. Levando o “indie tropical” nas suas músicas e uma estética visual marcante, a banda traz muita alegria nas suas letras e estilo único em seus videoclipes, sempre trazendo cores e uma estética brasileira de ser.  Os músicos apostam na sonoridade do seu “indie tropical”, como se intitulam, e ganham outros contornos, mostrando uma identidade que une influências da música brasileira sem perder o apelo do indie pop.

A ideia para composição da música veio de Z, o cantor acordou com a melodia na cabeça,  compartilhou com o parceiro de banda, Felps, e o músico mandou alguns acordes para compor com a melodia. Z escreveu a música baseada na frase inicial do refrão, com uma mensagem sobre encontros e, para o videoclipe utilizaram a temática de busca, onde Z procura por algo com um mapa durante todo o percurso do vídeo até achar uma figura mística, representada por Felps.

Assista ao videoclipehttps://www.youtube.com/watch?v=aI9aZtWpf94

O nome da música foi escolhido pelos integrantes da Dibob, banda de pop punk carioca, devido a uma gravação que a Alexandre Z faria com o Cordão do Boitatá, do Rio de Janeiro, e que não ocorreu em razão da atual situação que vivemos: “Por conta da pandemia eles não conseguiram se reunir e nós não conseguimos nos encontrar para gravar. Certo dia, no estúdio, a galera da Dibob estava presente e eles ouviram a música, gostaram dela e deram a ideia de colocar “Boi Furou” porque a gente não conseguiu se encontrar com o bloco”, comenta Z.

Para este ano, a banda se prepara para o lançamento de singles e espera que, em breve, possa voltar aos palcos. Os integrantes prometem muita composição, muito indie tropical e muita Alexandre Z para os próximos meses.

Ouça “Boi Furou” nas plataformas digitais: https://ingroov.es/boi-furou

Acompanhe a banda:
https://www.instagram.com/alexandrez.mp3/
https://www.youtube.com/channel/UCjKS6kmhcBGKS09jRFm1GoA





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