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COMER SEM CONTROLE NA QUARENTENA? ESPECIALISTAS COMENTAM GATILHOS E SOLUÇÕES – Portal RBN

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Comer mesmo quando não se tem fome? Nunca se sentir satisfeito? Comer rápido demais ou escondido?  Sentir culpa e arrependimento por causa daquelas garfadas? Cuidado! Quem se reconhece em algum desses sinais em meio à quarentena provocada pela pandemia de Covid-19 pode estar com a alimentação descontrolada.

Quem faz o alerta é a nutricionista e doutoranda pela UFBA Vivian Leal. “Uma mudança no padrão alimentar da maioria das pessoas durante o isolamento foi evidente e, além da piora qualitativa, houve também um aumento importante de volume e número de calorias”, afirma a especialista. Segundo ela, essa falta de controle é percebida através de atitudes como as listadas anteriormente.

Mas o que está por trás desse comer de forma descontrolada na quarentena? Vivian explica que a resposta está na ansiedade própria do momento em que estamos vivendo em relação a situações de medo, dúvidas e expectativas quanto aos desdobramentos da pandemia.

Esses gatilhos que levam ao descontrole na hora de comer podem também desembocar numa compulsão alimentar, quando grande parte daqueles sinais aparecem em conjunto. “No entanto, esse diagnóstico de compulsão só pode ser dado por profissionais capacitados”, ressalta a nutricionista.

Para ajudar no controle da ansiedade e aplacar esses sintomas de descontrole alimentar, existem hoje diversas soluções disponíveis, desde as naturais como os próprios alimentos até fitoterápicos. A farmacêutica e sócia-fundadora da Singular Pharma, Edza Brazil, conta que esses últimos são produtos de origem vegetal formulados em farmácias de manipulação.

Edza explica que os fitoterápicos possuem diversos mecanismos de ação voltados para combater os gatilhos causadores da comilança desmedida. Entre eles estão atuar no controle das emoções, promover sensação de relaxamento, controlar os níveis de cortisol – associado ao estresse – e estimular a produção de serotonina – neurotransmissor ligado à sensação de bem-estar e prazer.

A farmacêutica lembra ainda da importância de beber água para manter a saúde física e emocional em dia e a contribuição de ativos como zembrim, relora e florais no combate  às manifestações de ansiedade que podem provocar esse descontrole alimentar na quarentena.

Conheça algumas substâncias que podem atuar como fitoterápicos e auxiliar a comer sem descontrole

  • Melissa officinalis
  • Camomila (Matricaria recutita)
  • Passiflora
  • Valeriana
  • Cava-cava
  • Griffonia simplicifolia
  • Erva de São João
  • Mulungu
  • Aswhaganda
  • Rhodiola Rósea

 

Ativos que podem diminuir a ansiedade



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Bahia

Nenhuma aposta acertou as seis dezenas do concurso 2.395 da Mega-Sena

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Nenhum apostador acertou o prêmio principal do concurso 2.395 da Mega-Sena. As seis dezenas foram sorteadas na noite desse sábado (31), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo.

São as seguintes as dezenas sorteadas: 04 – 11 – 12 – 44 – 45 – 57.

O prêmio para o próximo concurso 2.396, cujo sorteio será realizado na próxima quarta-feira (3), é estimado em R$ 46 milhões.

A quina registrou 72 apostas vencedoras cada uma pagará R$ 51.378,77. A quadra apresentou 6.026 apostas ganhadoras e vai pagar individualmente um prêmio de R$ 876,97.

As apostas para o próximo podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas peça Caixa, em todo o país ou pela internet.



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Bahia

Ossos encontrados podem ser de meninos desaparecidos em Belford Roxo

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Após receber uma denúncia do irmão de um acusado, a Polícia Civil encontrou nesta sexta-feira (30) ossos em um saco plástico preso a uma ponte em um rio de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, que podem ser dos três meninos desaparecidos em dezembro na cidade.

A polícia informou que a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) aguarda o laudo da perícia realizada nos fragmentos de ossos encontrados e que as investigações e buscas seguem em andamento.

Os meninos Lucas Matheus, de 8 anos, Alexandre Silva, de 10, e Fernando Henrique, 11 anos, desapareceram no dia 27 de dezembro, depois que saíram para brincar no campo de futebol ao lado do condomínio em que moravam, no bairro do Castelar, e não voltaram para casa.

Em março, o Ministério Público identificou as últimas imagens das crianças, feitas por câmeras de segurança na Rua Malopia, na Vila Medeiros, bairro vizinho ao que elas moravam. Nas imagens, os três aparecem andando juntos, tranquilamente, enquanto conversam de forma descontraída. A Polícia Civil criou uma força tarefa para investigar o desaparecimento apenas em abril.

Uma operação em maio prendeu 16 pessoas no bairro do Castelar, acusados de envolvimento com o tráfico de drogas e o roubo de cargas na região, que podem estar envolvidos no desaparecimento dos três meninos. Os presos são suspeitos também de torturar e expulsar uma família da cidade, com marido esposa e quatro filhos menores, que teriam acusado os traficantes do crime.

De acordo com o coordenador executivo do Fórum Grita Baixada, Adriano de Araújo, as investigações só estão ocorrendo por causa da pressão dos movimentos sociais em torno do caso.

“Se não fosse a pressão social de movimentos organizados e a insistência das famílias, acredito que sequer teríamos informações a respeito. Essa demora reflete a baixa importância dada na resolução de crimes contra a vida no Brasil, especialmente em territórios periféricos, pobres e negros, como a Baixada Fluminense”.

O Fórum é uma rede de organizações e pessoas da sociedade civil que defendem os direitos humanos, a justiça e uma política de segurança pública cidadã para a Baixada Fluminense. Araújo destaca que os desaparecimentos forçados são uma realidade presente na vida de dezenas de famílias da região e, ao mesmo tempo, pouco visibilizada.

“Nós estamos iniciando uma pesquisa a respeito, em parceria com a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro [UFRRJ]. O desaparecimento de corpos têm sido usado por grupos criminosos, seja da milícia, seja de outros grupos associados ao comércio varejista de drogas, como uma estratégia de dominação de território e controle pelo terror”.

De acordo com ele, o Fórum está organizando o primeiro centro de atendimento psicossocial para mães e familiares de vítima de violência de Estado e de desaparecimentos forçados, em parceria com setores públicos, para fortalecer a rede de apoio local às famílias.



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Bahia

CPTM retoma o Expresso Turístico a partir de 8 de agosto

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A partir do dia 8 de agosto as viagens do Expresso Turístico da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) para Paranapiacaba, no meio da Serra do Mar, em Santo André, voltam a ser realizadas, depois de um ano e meio paralisadas devido à pandemia de covid-19. As primeiras viagens serão dias 8 e 22 de agosto e 5 e 19 de setembro, exclusivas para quem comprou o bilhete antes da pandemia e não pediu reembolso.

Todos os passageiros com viagens pendentes serão procurados pela CPTM para remarcar o passeio. Esse contato respeitará a ordem da viagem inicialmente comprada. O mesmo bilhete já adquirido deverá ser apresentado na data da nova viagem. Caso não seja possível aceitar a viagem nas datas propostas pela companhia, a passagem não perderá a validade e o passageiro, se quiser, ainda poderá pedir o reembolso. 

“Os passageiros que compraram as passagens, não viajaram e optaram por esperar serão recompensados agora. Todas as viagens respeitarão todos os protocolos de segurança para que a ida a Paranapiacaba seja uma experiência inesquecível e segura”, disse o presidente da CPTM, Pedro Moro.

A previsão da CPTM é a de que sejam necessárias 13 viagens para atender as 1.350 pessoas que têm bilhetes válidos. A capacidade total de passageiros em cada uma das viagens será determinada pelo Plano São Paulo – atualmente é permitido 60% da capacidade total dos assentos, o que corresponde a 103 pessoas. 

Passageiros que tiverem dúvidas podem acessar a página da CPTM  ou entrar em contato com a empresa pelo e-mail passageiro@cptm.sp.gov.br , whatsapp (11) 9 9767 7030 ou pela central de relacionamento 0800 055 0121. Ao entrar em contato será preciso informar o nome da pessoa que comprou a passagem, data original da viagem e número do bilhete. O prazo de resposta será de cinco dias úteis. 

Ainda em 2021, a CPTM pretende realizar duas viagens para Jundiaí com o objetivo de atender as cerca de 150 pessoas com viagens pendentes, por conta da pandemia. Já para Mogi das Cruzes, não havia passagens pendentes.



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