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Leitos contratados no Hospital Santa Helena passam por vistoria – Portal RBN

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Os 10 leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI), disponíveis exclusivamente para casos do novo coronavírus no município, contratados, via convênio, junto ao Hospital Santa Helena, localizado no bairro Camaçari de Dentro, passou por uma vistoria na tarde desta terça-feira (7/7), visando observar se o padrão exigido, em contrato, pela Prefeitura de Camaçari, por meio da Secretaria da Saúde (Sesau), está sendo cumprido.

Na oportunidade, o prefeito Elinaldo Araújo esteve acompanhado do secretário da Saúde, Luiz Duplat, e da diretora da Média e Alta Complexidade e Atenção Hospitalar da Sesau, Elaine de Oliveira. “Em breve, Camaçari contará com mais esses 10 leitos disponíveis. Dessa forma, vamos oferecer, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), um total de 26 unidades de UTI na cidade. A prefeitura tem intensificado as ações de enfrentamento ao coronavírus, a fim de garantir atendimento a todos que precisarem ocupar leitos de UTI. Todo nosso esforço é para melhor cuidar da nossa população”, destacou o gestor municipal ao informar aos representantes do hospital que tem interesse de formalizar um novo contrato com a disponibilidade de mais leitos.

As 10 unidades contratadas encontram-se em processo final de implantação dentro do prazo contratual. De acordo com a declaração do secretário da Saúde, Luiz Duplat, é uma grata satisfação saber que tudo que foi acordado, o Hospital Santa Helena está obedecendo rigorosamente conforme previsto em contrato. “Nesse momento em que acontece uma alta taxa de ocupação das UTIs, que disponibilizamos para o tratamento da Covid-19, a chegada desses novos leitos vai desafogar o nosso sistema de saúde”, ressaltou o titular da pasta.

De acordo com a diretora da Média e Alta Complexidade e Atenção Hospitalar da Sesau, Elaine de Oliveira, é importante dizer que a unidade não funcionará como porta de entrada para admissão de pacientes, ou seja, as pessoas só poderão ser encaminhadas por meio da Central Municipal de Regulação de Leitos Covid-19, da mesma forma que acontece no Centro Intensivo de Combate ao Coronavírus (CICC), localizado na antiga Clirca, situado na Avenida Deputado Luís Eduardo Magalhães, no Centro.

As 10 novas UTIs são resultantes de um contrato com o hospital, em que parte do custeio acontecerá através da compensação tributária. Por meio do convênio, o hospital se compromete a oferecer assistência médica 24 horas, inclusive sábados, domingos e feriados; equipe multidisciplinar; serviços de higienização; bem como recursos humanos e tecnológicos, entre outros aportes.

Foto: Thiago Canuto



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Bahia

Ossos encontrados podem ser de meninos desaparecidos em Belford Roxo

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Após receber uma denúncia do irmão de um acusado, a Polícia Civil encontrou nesta sexta-feira (30) ossos em um saco plástico preso a uma ponte em um rio de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, que podem ser dos três meninos desaparecidos em dezembro na cidade.

A polícia informou que a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) aguarda o laudo da perícia realizada nos fragmentos de ossos encontrados e que as investigações e buscas seguem em andamento.

Os meninos Lucas Matheus, de 8 anos, Alexandre Silva, de 10, e Fernando Henrique, 11 anos, desapareceram no dia 27 de dezembro, depois que saíram para brincar no campo de futebol ao lado do condomínio em que moravam, no bairro do Castelar, e não voltaram para casa.

Em março, o Ministério Público identificou as últimas imagens das crianças, feitas por câmeras de segurança na Rua Malopia, na Vila Medeiros, bairro vizinho ao que elas moravam. Nas imagens, os três aparecem andando juntos, tranquilamente, enquanto conversam de forma descontraída. A Polícia Civil criou uma força tarefa para investigar o desaparecimento apenas em abril.

Uma operação em maio prendeu 16 pessoas no bairro do Castelar, acusados de envolvimento com o tráfico de drogas e o roubo de cargas na região, que podem estar envolvidos no desaparecimento dos três meninos. Os presos são suspeitos também de torturar e expulsar uma família da cidade, com marido esposa e quatro filhos menores, que teriam acusado os traficantes do crime.

De acordo com o coordenador executivo do Fórum Grita Baixada, Adriano de Araújo, as investigações só estão ocorrendo por causa da pressão dos movimentos sociais em torno do caso.

“Se não fosse a pressão social de movimentos organizados e a insistência das famílias, acredito que sequer teríamos informações a respeito. Essa demora reflete a baixa importância dada na resolução de crimes contra a vida no Brasil, especialmente em territórios periféricos, pobres e negros, como a Baixada Fluminense”.

O Fórum é uma rede de organizações e pessoas da sociedade civil que defendem os direitos humanos, a justiça e uma política de segurança pública cidadã para a Baixada Fluminense. Araújo destaca que os desaparecimentos forçados são uma realidade presente na vida de dezenas de famílias da região e, ao mesmo tempo, pouco visibilizada.

“Nós estamos iniciando uma pesquisa a respeito, em parceria com a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro [UFRRJ]. O desaparecimento de corpos têm sido usado por grupos criminosos, seja da milícia, seja de outros grupos associados ao comércio varejista de drogas, como uma estratégia de dominação de território e controle pelo terror”.

De acordo com ele, o Fórum está organizando o primeiro centro de atendimento psicossocial para mães e familiares de vítima de violência de Estado e de desaparecimentos forçados, em parceria com setores públicos, para fortalecer a rede de apoio local às famílias.



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Bahia

CPTM retoma o Expresso Turístico a partir de 8 de agosto

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A partir do dia 8 de agosto as viagens do Expresso Turístico da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) para Paranapiacaba, no meio da Serra do Mar, em Santo André, voltam a ser realizadas, depois de um ano e meio paralisadas devido à pandemia de covid-19. As primeiras viagens serão dias 8 e 22 de agosto e 5 e 19 de setembro, exclusivas para quem comprou o bilhete antes da pandemia e não pediu reembolso.

Todos os passageiros com viagens pendentes serão procurados pela CPTM para remarcar o passeio. Esse contato respeitará a ordem da viagem inicialmente comprada. O mesmo bilhete já adquirido deverá ser apresentado na data da nova viagem. Caso não seja possível aceitar a viagem nas datas propostas pela companhia, a passagem não perderá a validade e o passageiro, se quiser, ainda poderá pedir o reembolso. 

“Os passageiros que compraram as passagens, não viajaram e optaram por esperar serão recompensados agora. Todas as viagens respeitarão todos os protocolos de segurança para que a ida a Paranapiacaba seja uma experiência inesquecível e segura”, disse o presidente da CPTM, Pedro Moro.

A previsão da CPTM é a de que sejam necessárias 13 viagens para atender as 1.350 pessoas que têm bilhetes válidos. A capacidade total de passageiros em cada uma das viagens será determinada pelo Plano São Paulo – atualmente é permitido 60% da capacidade total dos assentos, o que corresponde a 103 pessoas. 

Passageiros que tiverem dúvidas podem acessar a página da CPTM  ou entrar em contato com a empresa pelo e-mail passageiro@cptm.sp.gov.br , whatsapp (11) 9 9767 7030 ou pela central de relacionamento 0800 055 0121. Ao entrar em contato será preciso informar o nome da pessoa que comprou a passagem, data original da viagem e número do bilhete. O prazo de resposta será de cinco dias úteis. 

Ainda em 2021, a CPTM pretende realizar duas viagens para Jundiaí com o objetivo de atender as cerca de 150 pessoas com viagens pendentes, por conta da pandemia. Já para Mogi das Cruzes, não havia passagens pendentes.



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Bahia

PF prende falsificador de cédulas foragido há 5 anos

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A Polícia Federal (PF) prendeu ontem (30) um falsificador de cédulas em Araranguá (SC). Ele é considerado um dos principais produtores de cédulas falsas do país e era procurado pelas autoridades há cinco anos. Seu nome não foi divulgado. Ele foi preso quando viajava de carro para o Rio Grande do Sul. A polícia apreendeu R$ 23 mil reais que estavam no veículo.

A PF também cumpriu dois mandados de busca e apreensão em Viamão, onde foi encontrado produto possivelmente utilizado na fabricação de notas. Ele foi conduzido à Superintendência da Polícia Federal e será encaminhado ao sistema prisional para cumprimento da pena.

O homem de 54 anos e natural de Cachoeira do Sul (RS) era procurado pela PF desde 2016. Ele havia sido preso em 2014 e condenado. Dois anos depois, foi posto em liberdade pela justiça com a utilização de tornozeleira eletrônica, mas conseguiu escapar do monitoramento.



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