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Projeto “Famílias do Instituto em Ação Cultura” pode voltar em agosto – Portal RBN

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O Instituto Ingo Hoffmann vem se preparando para retomar as atividades em agosto. A retomada seguirá o planejamento a ser adotado pelo Governo do Estado de São Paulo e dos órgãos de saúde competentes, em relação à pandemia do Covid-19. Uma das grandes expectativas da entidade é a volta das oficinas de artes e espetáculos culturais promovidos pelo projeto “Famílias do Instituto em Ação – Cultura”.

Iniciado em fevereiro de 2019, o projeto levou à entidade beneficente sem fins lucrativos localizada em Campinas, até o início deste ano, ações educacionais e culturais. O objetivo é oferecer mais conforto e qualidade de vida às crianças e suas respectivas famílias em tratamento do câncer, atendidos pelo Centro Infantil Boldrini, hospital referência mundial em tratamento de crianças, no interior paulista.

“A decisão final partirá da direção do Instituto Ingo Hoffmann, levando em conta a recomendação dos órgãos competentes. Mas estamos na expectativa de voltar mesmo em agosto. É um trabalho importante que fazemos com as crianças e seus familiares”, destaca Rafael Cabello, organizador do projeto em Campinas. “Temos pelo menos mais cinco espetáculos prontos para serem realizados até o final do ano.”

No começo de 2020, a entidade recebeu a peça “Ao Divagar Se Vai Longe e de Bicicleta mais Ainda”, da Cia 1péde2. O espetáculo provocou uma verdadeira catarse na criançada, que interagiu o tempo todo com a dupla da Cia 1péde2, com muitos gritos, risadas e palmas.

“Nós nos apresentamos mais na rua, e não em ambientes como hospitais. Estávamos um pouco apreensivos sobre como a plateia iria reagir, se iria gostar e entrar com a gente no espetáculo. Mas superou nossas expectativas. Nos sentimos muito à vontade, acolhidos. Foi muito gratificante ver o olhar das crianças e dos pais, e poder compartilhar nossa arte com essas pessoas, que merecem receber bons sentimentos.”, disse Mauro Bruzza, da Cia 1péde2.

Além da peça, o Instituto Ingo Hoffmann também realizou oficinas de música para jovens e adultos, literatura e contação de histórias e artes plásticas.

Suspensão das atividades

Em março, o Instituto Ingo Hoffmann determinou a suspensão de todas as atividades físicas, oficinas culturais e espetáculos normalmente realizados dentro da entidade. A decisão leva em conta as medidas de prevenção contra o novo coronavírus (Covid-19).

As medidas de segurança e higiene dentro da entidade também ficaram mais rigorosas. A entidade restringiu a circulação de visitantes e funcionários, e distribuiu aos familiares e acompanhantes recomendações como as de lavar as mãos regularmente e evitar aglomerações em áreas comuns. A qualquer sinal de falta de ar, febre, tosse e espirros, devem procurar o médico de seu filho.

Quase 13 mil pessoas já passaram pelo Instituto Ingo Hoffmann nos 15 anos de entidade. O local ofereceu 39.700 refeições ao longo da história.

A viabilidade deste projeto, denominado Calendário de Atividades Socioculturais – Plano Anual | Ano 2, se dá através da Lei de Incentivo a Cultura, programa de incentivo do Ministério da Cidadania e tem como patrocinadores sênior: DHL, ABL Antibióticos do Brasil, Sodexo e Banco Safra, patrocinadores júnior: Besins Healthcare, Alibra e 2º Tabelião de Protesto de Campinas, com elaboração, capitação e execução da Behind Esporte e Cultura.

O Instituto

Instituto Ingo Hoffmann é uma entidade beneficente e sem fins lucrativos fundado em 31/08/2005 tendo como missão inicial proporcionar maior oportunidade de cura para crianças em tratamento de câncer, através de uma parceria com o Centro Infantil Boldrini no projeto denominado Casa de Apoio à Criança e à Família. Trata-se de um modelo de moradia temporária.

No total são 30 chalés, divididos em 10 vilas, construídos em um terreno com mais de 6.000 metros quadrados, localizado ao lado do edifício da Radioterapia do hospital. Além das acomodações, o local possui brinquedoteca, biblioteca, academia interna e externa, refeitório e lavanderia.

O objetivo da Casa da Criança e da Família é abrigar crianças em tratamento intensivo de câncer e seus acompanhantes, vindos de diversas regiões do Brasil e da América Latina para fazer tratamento no Centro Infantil Boldrini e não têm condições de serem mantidas por suas famílias fora de suas casas.

Mais informações em: http://www.ingohoffmann.org.br



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Internacional

Corte determina julgamento de Airbus e Air France por acidente aéreo

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A Air France e a Airbus irão a julgamento por causa do acidente em um voo entre o Rio de Janeiro e Paris, em 2009, que matou 228 pessoas. A decisão foi tomada por um tribunal de apelações em Paris nesta quarta-feira (12).

A medida reverte uma decisão de 2019, de não apresentar acusações contra nenhuma das empresas em reação à tragédia, na qual os pilotos perderam o controle do Airbus A330 depois que o gelo bloqueou sensores da aeronave.

A Airbus e a Air France disseram hoje que planejam apelar da sentença em uma instância superior.

“A decisão do tribunal, que acaba de ser anunciada, não reflete de maneira nenhuma as conclusões da investigação”, disse a Airbus em comunicado divulgado por e-mail.

A Air France “insiste que não cometeu nenhum erro criminoso no cerne deste acidente trágico”, disse um porta-voz da companhia aérea, parte do grupo Air France-KLM.

O voo Air France AF447, do Rio de Janeiro a Paris, caiu no dia 1º de junho de 2009, matando todos a bordo.

Investigadores franceses descobriram que a tripulação não lidou corretamente com as leituras de perda de velocidade de sensores, bloqueados por gelo, e causou estol (perda de sustentação) ao manter o nariz da aeronave alto demais.



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Internacional

Comissão da OMS faz recomendações para evitar próxima pandemia

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Um novo sistema global transparente deveria ser criado para apurar surtos de doenças, habilitando a Organização Mundial da Saúde (OMS) a enviar pesquisadores com pouca antecedência e revelar suas descobertas, disse uma comissão de estudo da pandemia de covid-19 nesta quarta-feira (12).

A OMS deveria ter declarado o novo surto de covid-19 na China uma emergência internacional antes de 30 de janeiro de 2020, mas o mês seguinte foi “perdido” porque os países não adotaram medidas fortes para deter a disseminação do vírus, disse a comissão.

Em um grande relatório sobre a reação à pandemia, ospecialistas independentes pediram reformas ousadas na OMS e uma revitalização dos planos de prontidão nacional para evitar outro “coquetel tóxico”.

“É essencial ter uma OMS empoderada”, disse Helen Clark, copresidente da comissão e ex-primeira-ministra da Nova Zelândia, à imprensa no lançamento do relatório “Covid-19: façam dela a última pandemia”.

Ellen Johnson Sirleaf, também copresidente do grupo e ex-presidente da Libéria, disse: “Estamos pedindo um novo sistema de vigilância e alerta que se baseie na transparência e permita à OMS publicar informações imediatamente”.

Ministros da Saúde debaterão as conclusões na abertura da assembleia anual da OMS, em 24 de maio. Diplomatas dizem que a União Europeia está estimulando os esforços de reforma da agência da Organização das Nações Unidas (ONU), o que exigirá tempo.

Segundo o relatório, permitiu-se que o vírus SARS-CoV-2, que surgiu na cidade chinesa de Wuhan no fim de 2019, se transformasse em uma “pandemia catastrófica” que já matou mais de 3,4 milhões de pessoas e devastou a economia mundial.

“A situação na qual nos encontramos hoje poderia ter sido evitada”, disse Johnson Sirleaf. “Ela se deve a uma série de erros, lacunas e atrasos na prontidão e na reação.”

Médicos chineses relataram casos de pneumonia atípicas em dezembro de 2019 e informaram as autoridades. A OMS recebeu relatos do Centro de Controle e Prevenção de Doenças de Taiwan e outros, disse a comissão.

De acordo com o relatório, o Comitê da OMS deveria ter declarado emergência de saúde internacional em sua primeira reunião de 22 de janeiro, em vez de esperar até 30 de janeiro.

O comitê não recomendou restrições de viagens devido aos regulamentos internacionais de Saúde da OMS, que precisam ser reformulado, segundo o documento.



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Internacional

Latinos viajam aos Estados Unidos em busca de imunização

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Cidade do México e Lima – Um anúncio de uma agência de viagens oferece promoções para que mexicanos viajem aos Estados Unidos (EUA) a fim de receber a vacina contra a covid-19. “Quer a vacina contra a covid-19? Tem um visto para entrar nos Estados Unidos? Entre em contato com a gente”, diz o anúncio. 

Do México até a Argentina, milhares de latino-americanos estão reservando voos para os Estados Unidos a fim de se beneficiar de uma das mais bem-sucedidas campanhas de vacinação do mundo, enquanto o andamento da vacinação em seus países caminha lentamente. 

A América Latina é uma das regiões mais afetadas pela pandemia de covid-19, com o número de mortos próximo de superar 1 milhão neste mês, e muitos não querem esperar tanto por sua vez na fila da vacina.

Algumas pessoas estão fazendo os trâmites sozinhas, enquanto outras utilizam agências de viagem, que responderam oferecendo pacotes que disponibilizam um compromisso para a vacinação, voos, estadia em hotel e até alguns extras como passeios pela cidade e tours de compras.

Glória Sánchez, de 66 anos, e seu marido, Angel Menendez, de 69, viajaram no final de abril para Las Vegas, com o objetivo de tomar a dose única da vacina da Johnson & Johnson’s.

“Nós não confiamos nos serviços de saúde pública neste país”, disse Sánchez, agora de volta ao México. “Se não tivéssemos viajado para os Estados Unidos, onde eu me senti um pouco mais confortável, eu não teria me vacinado aqui”.

Um agente de viagens na Cidade do México organizou a viagem e um associado em Las Vegas conduziu o processo no lado norte-americano, disse Sánchez. 

O associado nos Estados Unidos arranjou um horário para que eles fossem vacinados, e então os conduziu a um centro de convenções em Las Vegas, onde apresentaram seus passaportes mexicanos e receberam as doses.

“Decidimos transformar a viagem em um passeio de férias e ficamos por uma semana, andamos como loucos, comemos uma comida muito cara, porém boa, e também fizemos compras”, disse. 

Enquanto a demanda dispara, os preços de voos do México para os Estados Unidos cresceram em média de 30% a 40% desde meados de março, disse Rey Sanchez, que dirige a agência de viagens RSC Travel World. 

“Há milhares de mexicanos e milhares de latino-americanos que foram para os Estados Unidos se vacinar”, disse o agente de viagens, acrescentando que os principais destinos têm sido Houston, Dallas, Miami e Las Vegas.

A Reuters não conseguiu encontrar dados oficiais sobre o número de latino-americanos que estão viajando aos EUA em busca de vacina. Os viajantes normalmente não declaram “vacinação” como motivo para a viagem.

A Embaixada dos Estados Unidos no Peru informou recentemente no Twitter que as pessoas podem visitar os EUA para tratamento médico, incluindo vacinas.

Na Argentina, um anúncio em Buenos Aires detalha o custo estimado para se vacinar em Miami: passagem aérea US$ 2 mil, hotel por uma semana US$ 550, comida US$ 350, aluguel de carro US$ 500, vacina US$ 0, totalizando cerca US$ 3.400.

Os latino-americanos que viajaram com visto de turista aos EUA, com quem a Reuters falou, disseram que conseguiram ser vacinados com documentos de identidade de seus países de origem.

* Com informações de Anthony Esposito, Cassandra Garrison e Marco Aquino – Repórteres da Reuters



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