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Curso sobre comportamento do consumidor acontece na plataforma digital da ESPM – Portal RBN

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Os consumidores estão procurando por permanência, mas também têm expectativas por futuras utilidades, que chegam como forma de criatividade, inovação, confiança e liderança. Será que a sua empresa, e a sua marca, estão preparados para essa desafiadora realidade.

Quem quiser saber as respostas para essas e outras perguntas relacionadas ao comportamento do consumidor, não pode ficar de fora do curso sobre “Coolhunting, comportamento do consumidor e market trends”, que acontece nos dias 17 e 18 de julho, na plataforma EAD da ESPM.

De acordo com o especialista em marketing, e professor Gabriel Rossi, ter uma visão atual e vanguardista é essencial para que os empresários se tornem cada vez mais forte e competitivos. “Devem-se entender as profundas mudanças nos valores culturais pelas quais o país e o mundo estão passando. E como este cenário afeta o mercado e as marcas. Quais são as oportunidades e os desafios? Há muito para ser aprendido e feito. Não há tempo a perder”, destaca

Não basta ser diferente nos dias atuais. São necessárias ruptura e evolução constantes por parte das marcas, numa postura em que nada mais é garantido. “O novo consumidor quer ser surpreendido e ser levado para novos territórios. Relevância significa identificar tendências e incorporá-las em estado de evolução constante”, aponta o especialista.

Podem participar do curso empreendedores, publicitários, gestores de empresas, profissionais de marketing e interessados em dar uma perspectiva inovadora dos negócios. “É preciso entender o novo comportamento do seu público-alvo, que tem mudado rapidamente e isso exige uma visão totalmente nova, principalmente em tempos de pandemia. É preciso prestar constante atenção aos impactos tanto culturais e comportamentais”, explica.

Os Segredos das Marcas Vendedoras do Século 21

Uma marca é um atalho na mente e no coração do público de interesse.  Trata-se de uma ideia diferenciada, repleta de percepções na psique do seu consumidor. Um nome forte é vencedor e é o ponto fundamental e definitivo de qualquer iniciativa que busque a perenidade. “Agora marcas são verbos e precisam evoluir com as comunidades diariamente, criando conexões emocionais fortes e contínuas, enraizadas e inspiradoras, agindo como facilitadoras de relacionamentos em constante estado de reinvenção, aprendizado e movimento. As empresas que já entenderam esse panorama prosperam, caminhando e progredindo lado a lado com seus stakeholders”, aponta Rossi.

Metodologia

O curso será dividido em duas plataformas:

Teoria: aulas dinâmicas com filmes e fotos, introdução de conceitos e análises estratégicas;

Cases: serão apresentados cases atuais (nacionais e internacionais) e relevantes.

Além do conteúdo proposto, os alunos irão debater sobre temas como o comportamento do novo consumidor, tendências que impactarão as marcas e os mercados, compreender as mudanças recentes de mercado e do comportamento do público-alvo, identificar as principais oportunidades e desafios mercadológicos e entender e praticar os alicerces das marcas fortes do século 21.

Curso: “Coolhunting, comportamento do consumidor e market trends”
Inscrições pelo site: https://www.espm.br/educacao_continuada/coolhunting-comportamento-do-consumidor-e-market-trends/
Data:  de 17 e 18  de julho
Local: plataforma EAD da ESPM
Valores: 10 x 119,90

Sobre Gabriel Rossi

Professor da ESPM, palestrante profissional em marketing, estrategista especializado na construção e no gerenciamento de marcas e reputação e diretor-fundador da Gabriel Rossi Consultoria, com passagens por instituições como Syracuse/Aberje, Madia Marketing School, University of London e Bell School. Especialista convidado para lecionar no curso de extensão da Fundação Escola de Sociologia e Política (FESP) e na pós-graduação de Marketing da USP. Referência de mercado, Gabriel é, atualmente, o profissional no País mais requisitado pela grande mídia (mainstream) para falar sobre marketing. É citado extensivamente, sendo colunista de portais de destaque, como Mundo de Marketing. Possui diversos artigos e estudos publicados no Estadão, em o Globo, Brasil Econômico, Correio Braziliense, JT, UOL, HSM e colabora com veículos como Band News TV, Folha de S. Paulo, Revista Nova, Veja, Portal G1, entre inúmeros outros. Rossi e sua equipe atuam tanto no campo político como no empresarial, trabalham com empresas internacionais, como Petrobras, The Marketing Store e Tetra Pak, além de serem candidatos ao Senado Federal. Rossi participou de momentos históricos importantes, como o comentarista especial da TV Estadão no primeiro e no segundo turno das eleições 2010 e comentarista oficial para a rádio Eldorado.

 



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Bahia

Dólar cai com alívio externo e fecha no menor valor em duas semanas

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Em um dia de alívio no mercado financeiro global, o dólar teve forte queda e fechou no menor valor em duas semanas. A bolsa de valores subiu e recuperou as perdas de ontem (27).

O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (28) vendido a R$ 5,11, com recuo de R$ 0,068 (-1,31%). A cotação operou perto da estabilidade durante quase toda a sessão, mas passou a despencar após a divulgação da reunião do Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano).

A moeda está no menor nível desde 14 de julho, quando tinha fechado a R$ 5,08. Com a queda de hoje, a divisa acumula alta de 2,75% em julho. Nos últimos dias, a valorização acumulada no mês estava em torno de 4%. Em 2021, a cotação acumula queda de 1,52%.

O mercado de ações teve movimento semelhante. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 126.286 pontos, com alta de 1,34%. O indicador subiu o dia inteiro, embalado pela divulgação de lucros de empresas, mas acelerou após declarações do presidente do Fed, Jerome Powell.

Na reunião de hoje, o Fed decidiu manter entre 0% e 0,25% ao ano os juros básicos nos Estados Unidos, assim como o programa de compras de US$ 120 bilhões em títulos públicos por mês. O que mais animou o mercado internacional, no entanto, foi a indicação de que a autoridade monetária norte-americana não pretende retirar, antes do previsto, os estímulos concedidos por causa da pandemia de covid-19.

Apesar de afirmar que a maior economia do planeta está se recuperando, o Fed indicou que ainda é cedo para reverter qualquer medida tomada durante a pandemia. Em seguida, Powell declarou, em entrevista coletiva, que não vê risco de a economia norte-americana entrar em uma espiral inflacionária. O fechamento de um acordo bipartidário para um pacote de medidas de infraestrutura nos Estados Unidos também foi bem recebido pelos investidores.

*Com informações da Reuters



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Bahia

Guedes diz que Simples Nacional será isento da taxação de dividendos

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Todas as micro e pequenas empresas optantes do Simples Nacional continuarão isentas da taxação de dividendos, disse hoje (28) o ministro da Economia, Paulo Guedes. Segundo ele, a proposta de reforma tributária em tramitação no Congresso pretende fazer com que os super-ricos paguem mais impostos.

Guedes confirmou a isenção para as empresas de menor porte em rápida entrevista na portaria do Ministério da Economia nesta quarta-feira. No fim da manhã, ele se reuniu com o deputado Celso Sabino (PSDB-BA), relator da segunda fase da reforma tributária na Câmara dos Deputados.

O ministro também negou que haja mudanças em relação ao fim da dedução dos Juros sobre Capital Próprio (JCP) do Imposto de Renda Pessoa Jurídica. Ao enviar a proposta ao Congresso, a equipe econômica havia informado que o benefício fiscal se mostrou ineficaz para capitalizar empresas e estimular investimentos.

“Há 25 anos, os cidadãos mais ricos do Brasil não pagam o Imposto de Renda sobre lucros e dividendos, então nós justamente colocamos esse imposto. Então, nós estamos dizendo: os super-ricos vão pagar esses impostos e nós vamos justamente aliviar 32 milhões de assalariados contribuintes que pagavam e estão pagando menos. Os super-ricos pagam mais”, afirmou o ministro.

Os dividendos são a parcela dos lucros que as empresas distribuem aos acionistas. Desde 1995, essa fonte de renda é isenta de impostos. Enviada ao Congresso no fim de junho, a segunda fase da reforma tributária prevê a cobrança de 20% de Imposto de Renda sobre os dividendos.

Até hoje, tanto o texto original como o parecer preliminar de Sabino previam que apenas dividendos inferiores a R$ 20 mil por mês continuariam isentos. Com a decisão de hoje, pequenas empresas que fazem parte do Simples e eventualmente distribuam mais de R$ 20 mil em dividendos por mês continuarão isentas. A medida também beneficiará profissionais autônomos, como médicos e advogados, que recebem como pessoa jurídica.

Compensações

O ministro refutou o argumento de que a taxação dos dividendos e o fim da dedução do JCP aumentem a carga tributária das empresas. Apresentado há duas semanas, o parecer de Sabino reduzirá o peso dos impostos sobre as empresas, ao reduzir a alíquota do Imposto de Renda Pessoa Jurídica, de 15% para 5% no primeiro ano e de 5% para 2,5% no segundo ano.

Na avaliação de Guedes, a queda no Imposto de Renda das empresas significará a redução da carga tributária de 34% para 24%, chegando a níveis semelhantes aos da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Em relação à queda de R$ 20 bilhões a R$ 30 bilhões na arrecadação prevista com a reforma, o ministro diz que o crescimento das receitas do governo decorrente da recuperação da economia poderá reduzir a zero o impacto sobre as contas públicas.

“Na relatoria dele [de Sabino] está prevista até uma queda de R$ 30 bilhões [na arrecadação]. O que está acontecendo é que o Brasil está crescendo mais rápido, a arrecadação está vindo mais forte e nós estamos transformando isso justamente nessa folga de R$ 30 bilhões que haveria”, concluiu.



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Bahia

Faturamento da indústria de máquinas e equipamentos aumenta 45%

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O faturamento da indústria brasileira de máquinas e equipamentos cresceu 45,4% em junho na comparação com o mesmo mês do ano passado, totalizando R$ 17,5 bilhões em 2021. Em relação ao mês anterior, no entanto, houve estabilidade, com variação de -0,1%. Os dados foram divulgados hoje (28) pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

Nos últimos 12 meses, as vendas do setor totalizaram R$ 198,7 bilhões, alta de 27,9%. No primeiro semestre do ano, a receita do setor cresceu 40,3% na comparação com igual período de 2020. O faturamento de janeiro a junho passou de R$ 100,2 bilhões. Para este ano, a  Abimaq estima crescimento de 18% a 20% no setor.

Segundo a entidade, os resultados são explicados pela manutenção do crescimento nos setores ligados ao agronegócio e pela recuperação das áreas ligadas ao consumo de bens duráveis e semiduráveis. O alto crescimento, acima de 45%, também é justificado porque a base de comparação em 2020 é baixa, tendo em vista as medidas sanitárias exigidas para controle da pandemia de covid-19.

“O crescimento agora está muito grande, de 27,9% [semestral], mas estamos já prevendo um crescimento até o final deste ano que deve ficar entre 18% e 20%. Não é que vai desacelerar, o setor vai continuar acelerado, mas a base baixa vai sendo diluída com outras bases maiores do ano anterior”, explicou o presidente da Abimaq, José Velloso.

Ele acrescenta que “[os números] poderiam ser melhores, se não fossem as exportações que ainda estão ruins em relação à média que tiveram no ano passado”. De uma forma geral, os resultados são considerados animadores para a indústria de máquinas e equipamentos, mas ainda estão 23,8% abaixo da média entre os anos de 2010 e 2013.

Em relação aos empregos, foram criados 61 mil postos de trabalho em junho, na comparação com o ano passado. O setor emprega 357 mil pessoas diretamente.



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