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Brasil ao Cubo constrói novo hospital em São José dos Campos em 36 dias – Portal RBN

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Com 11 dias de antecedência, local será utilizado inicialmente para o tratamento de pacientes da Covid-19

Construído em 36 dias, o Hospital de Retaguarda de São José dos Campos foi entregue nesta quarta-feira (08) para a população 11 dias antes do prazo estipulado. O Hospital foi feito do zero e se tornou a obra hospitalar definitiva mais rápida do Brasil, sem ser anexo ou ampliação. Realizado pela construtech catarinense Brasil ao Cubo, o local será destinado inicialmente a pacientes infectados pelo novo Coronavírus e atendidos pelo SUS, mas que ficará de legado para o munícipio após a pandemia como o novo Pronto Socorro do Hospital Municipal.

Com 67 módulos, distribuídos em dois pavimentos, a construção ocupa um terreno de 3.100 m², com 1.554 m² de área construída. Apesar do desafio, a obra foi concluída antes do prazo devido ao sistema exclusivo desenvolvido e utilizado pela empresa, o chamado off-site BR3, que se baseia na aplicação de métodos que utilizam as ferramentas da engenharia de produção e civil, ou seja, um imóvel de qualquer tamanho é 100% construído no parque fabril da empresa e levado pronto para ser instalado no local. “Graças ao exclusivo sistema “Plug and Play BR3”’, cada parte se encaixa perfeitamente e elas resultam nas mesmas características das construções tradicionais. O projeto já sai da Brasil ao Cubo com cerâmica, elétrica, água e todo o restante pronto”, explica Ricardo Mateus, fundador da Brasil ao Cubo.

Como o novo hospital se tornará um pronto-socorro, com divisões para atendimento adulto e infantil, o projeto já contemplou a infraestrutura necessária para gases hospitalares, rede sanitária e rede elétrica, sendo uma construção com características totalmente diferentes e inéditas para a Brasil ao Cubo. O secretário de saúde da cidade, Danilo Stanzani Júnior, destaca que a nova estrutura é essencial para atender de forma tranquila os munícipes e fundamental para o planejamento de isolar para tratar de forma correta os pacientes com Coronavírus. Responsável pela gestão do local, a Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM), tem a expectativa que os primeiros pacientes sejam recebidos já na segunda semana de julho.

Em mais uma obra destinada ao combate da pandemia do novo Coronavírus, Ricardo Mateus destaca que em tempos difíceis é preciso fazer mais e buscar soluções em prol da sociedade. “Participar de projetos como este é de extrema importância para a Brasil ao Cubo, pois com a velocidade e excelência de nossas construções off-site, trazemos uma solução assertiva para minimizar o impacto do vírus em nosso país”, completa.

A obra contou com a participação de diversos colaboradores e foi realizada a partir da parceria da Brasil ao Cubo com os a Prefeitura de São José dos Campos e grupos como a Farma Conde, grupo Spani Atacadista e Villarreal Supermercados, a DM Card e a Método Engenharia, que doaram ao todo R$ 13 milhões para o projeto.

 

Sobre a Brasil ao Cubo (BR3)                                                                                                                                 

www.brasilaocubo.com

Com pouco mais de três anos no mercado, a Brasil ao Cubo, sediada em Tubarão, no sul de Santa Catarina, é uma empresa de construção modular off-site, que reduz em até seis vezes o tempo de uma obra convencional. Com o objetivo de desenvolver o setor da construção civil de maneira sustentável para padronizar até mesmo o personalizável, a empresa fabrica de escritórios e lojas a centros de treinamentos e hospitais entre outros empreendimentos de forma inovadora cuidando da fabricação até a montagem com o uso do exclusivo sistema Plug and Play BR3, servindo como uma plataforma física para inovações do mundo digital. A tecnologia empregada nesse sistema permite a aceleração da construção e a entrega de grandes empreendimentos em curto prazo, que possibilita um retorno até quatro vezes mais rápido do investimento do que em sistemas de construções convencionais, que possibilita novos modelos de negócios. Já são mais de 380 módulos cobrindo obras realizadas em nove estados brasileiros.



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Bahia

Programa Petrobras Conexões para Inovação lança edital

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A Petrobras lançou hoje (15) o terceiro edital do Programa Petrobras Conexões para Inovação – Módulo Startups, em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Com valor total de R$ 22 milhões, é o maior edital de inovação já aberto no setor de óleo, gás e energia voltado para startups e pequenas empresas, segundo a estatal.

As empresas selecionadas poderão desenvolver soluções e modelos de negócios já acessando uma fatia relevante do mercado: a demanda da Petrobras. A companhia investirá em projetos de até R$ 500 mil e de até R$ 1,5 milhão, a depender da categoria do desafio (soft ou deep tech).

Este ano, serão 32 desafios nas áreas de eficiência energética, tecnologia de segurança, robótica, redução de carbono, modelagem geológica, tecnologia de inspeção e tecnologia digital.

As inscrições começam amanhã (16) e vão até o dia 1º de agosto. Veja o edital.

As startups vencedoras receberão suporte financeiro para o desenvolvimento dos projetos de inovação, terão interação com o corpo técnico da Petrobras, receberão capacitação empresarial para posicionamento de mercado e estruturação de planos de negócios, além da participação em Demo Days (Sebrae) com as tecnologias desenvolvidas.

O projeto poderá ser selecionado para uma etapa de implantação e teste do lote piloto na Petrobras ou em qualquer outra empresa.

O Módulo Startups faz parte do objetivo da companhia de estimular a geração de inovações com alto potencial de impacto e ganhos de eficiência em áreas de interesse do setor.

“Criamos um importante ecossistema de inovação, capaz de desenvolver soluções às atividades da Petrobras, apoiando a execução do plano estratégico e com foco na agregação de valor para a companhia. Já fizemos muito nos últimos anos, mas queremos desenvolver ainda mais nosso ecossistema, conferindo mais agilidade para a companhia, segurança às operações e competitividade para os negócios”, disse, em nota, o diretor de Transformação Digital e Inovação, Nicolás Simone.



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Internacional

Brasil adere a acordo dos EUA para exploração pacífica do espaço

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O Brasil assinou hoje (15), em uma cerimônia no Palácio do Planalto, o acordo de adesão ao programa Artemis, liderado pelos Estados Unidos (EUA) e que planeja enviar a primeira mulher e a primeira pessoa negra à Lua em 2024.

Além da cooperação técnico-científica, o acordo traz um conjunto de princípios, diretrizes e boas práticas para a cooperação internacional na exploração do espaço, incluindo do território lunar.

Até o momento, o Brasil é o único país da América Latina a assinar o documento e o 12º do mundo. São signatários: Austrália, Canadá, Coreia do Sul, EUA, Itália, Japão, Luxemburgo, Emirados Árabes Unidos, Nova Zelândia, Reino Unido e Ucrânia.

Na cerimônia, o presidente Jair Bolsonaro disse que, além do objetivo de levar a primeira mulher à Lua, o acordo servirá para impulsionar o desenvolvimento tecnológico. Bolsonaro acrescentou que o acordo é mais um feito da diplomacia brasileira. Outro feito foi a eleição do Brasil, na última sexta-feira (11), para um dos assentos não permanentes no Conselho de Segurança da ONU, afirmou o presidente. “Isso é uma prova irrefutável do bom relacionamento que o Brasil tem com o mundo todo”, disse.

Em sua fala, o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marcos Pontes, destacou ações recentes na área espacial, entre as quais o acordo firmado em 2019 entre Brasil e EUA para o uso militar e comercial da base de lançamentos de Alcântara, no Maranhão.

Pontes disse que, com isso, o programa espacial brasileiro deve se fortalecer e formar uma nova geração de especialistas. “Temos caminhos abertos para futuros cientistas, futuros engenheiros, futuros técnicos e futuros astronautas, por que não?”, disse o ministro.

Aviação

Ao discursar na cerimônia, o embaixador dos EUA no Brasil, Todd Chapman, reconheceu o pioneirismo de Santos Dumont no desenvolvimento da aviação mundial. O diplomata lembrou que o inventor, no início do século XX, deu à norte-americana Aída de Acosta a oportunidade de pilotar um de seus dirigíveis, o que garantiu a ela o título de primeira mulher a comandar uma aeronave motorizada.

O ministro das Relações Exteriores, Carlos Alberto França, agradeceu o embaixador por “evocar a memória de Santos Dumont”, fazendo alusão à controvérsia entre os dois países em torno da invenção do avião. Até hoje, enquanto a maior parte dos brasileiros considera Dumont o inventor do primeiro avião, os norte-americanos afirmam que o título cabe aos irmãos Wright.



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Bahia

Aneel prorroga proibição de corte de luz por inadimplência

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu hoje (15) que vai prorrogar por mais três meses a proibição de corte de energia por inadimplência para os consumidores de baixa renda. A informação foi repassada pelo diretor-geral da Aneel, André Pepitone, durante audiência na Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados para tratar da crise hídrica no país.

Em março, a Aneel havia decidido suspender o corte de energia por inadimplência para esta faixa de consumidores até 30 de junho. Com a prorrogação aprovada nesta terça-feira, a proibição vai valer até o fim de setembro.

A medida não isenta os consumidores do pagamento pelo serviço de energia elétrica, mas tem como objetivo garantir a continuidade do fornecimento para os que, em razão da pandemia do novo coronavírus (covid-19), não têm condições de pagar a sua conta.

Decisão beneficiará 12 milhões de famílias

A iniciativa, segundo a Aneel, deve beneficiar aproximadamente 12 milhões de famílias, que estão inscritas no Cadastro Único, com renda mensal menor ou igual a meio salário mínimo por pessoa. Também terão direito ao benefício famílias com portador de doença que precise de aparelho elétrico para o tratamento, com renda de até três salários mínimos, assim como famílias com integrante que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

“Essas ações vêm permitindo resguardar o consumidor de energia elétrica mais carente, sem que haja o comprometimento econômico e financeiro das concessionárias dos serviços de distribuição”, disse Pepitone.



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