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Cadastra lança Programa de Aceleração e Liderança Digital para profissionais da área – Portal RBN

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Cadastra, empresa híbrida entre agência digital de performance, serviços de consultoria e tecnologia, lança o “Programa de Aceleração e Liderança Digital”. O curso é gratuito e é o primeiro oferecido pela recém-estruturada área de Education da organização. As aulas serão ao vivo pela internet entre 3 e 6 de agosto de 2020.

O programa é destinado aos profissionais que desejam aprofundar seus conhecimentos no marketing digital. Por conta disso, as aulas envolvem as sete áreas de conhecimento elaboradas pela Cadastra, permitindo que o aluno tenha uma visão completa do que é essencial e, a partir daí, possa se aprofundar em temas específicos.

Ao fim desse primeiro curso, os alunos que finalizarem as aulas terão acesso gratuito ao programa “Trilhas Digitais de Conhecimento: planeje roadmaps de treinamentos digitais para sua equipe ou empresa”. São mais dois dias de atividades que permitem ao usuário desenvolver estratégias de aprendizado no local em que trabalha.

Há apenas 100 vagas disponíveis para esta turma. Os interessados devem se cadastrar no site oficial e preencher o formulário enviado por e-mail. Depois, a empresa faz um processo seletivo que avalia a adequação do conteúdo ao perfil do profissional. As inscrições podem ser feitas até 24 de julho e a lista final dos alunos será divulgada em 27 de julho.

“Com esse curso, o profissional tem a oportunidade de fazer uma completa imersão, ouvindo sem filtros os principais especialistas que pensam o digital no Brasil. É a chance de conhecer as principais tendências e tópicos da área”, explica Thiago de Carvalho, diretor dos programas de educação da empresa e mestre em Educação pela New York University.

A Cadastra nasceu em 2000 e, com 20 anos de experiência no mercado, se consolidou como referência da área digital no país. Agora, resolveu transformar sua trajetória e o conhecimento adquirido nessas duas décadas em um programa educacional para os profissionais da área.

A empresa estruturou a área de Education no fim de 2019, atendendo a seu novo posicionamento híbrido, com serviços digitais em performance, consultoria e tecnologia. A proposta é oferecer diferentes cursos e programas, desde conteúdos específicos para os diferentes níveis de hierarquia no mercado até projetos customizados para as organizações.

Aprofundar o conhecimento no mercado digital revelou-se uma forte necessidade aos profissionais. A pandemia de covid-19 obrigou as empresas a se adequarem aos processos e canais digitais para continuarem operando. Nesse cenário de intensa digitalização, é fundamental estar atualizado a tendências e conhecimentos.

“Essa é uma área dinâmica, em que os conteúdos mudam rapidamente. Dessa forma, são conhecimentos adquiridos fora da universidade e que apenas uma empresa como a Cadastra, com toda sua bagagem e experiência, pode oferecer de forma tão completa e eficaz”, conclui o executivo.

Informações sobre as áreas de conhecimentos e cursos disponíveis podem ser obtidas no site: https://cadastra.com/pt/corporate-learning/

Sobre a Cadastra

Fundada em 2000 em Porto Alegre (RS), a Cadastra é uma das pioneiras em serviços digitais no Brasil. Atualmente, a empresa é especializada em performance e atua em um modelo híbrido, combinando agência digital, serviços de consultoria e tecnologia para seus clientes e é estruturada em cinco áreas: Business & Strategy, Digital Operations, Technology, Solutions e Education. Além da sede no Rio Grande do Sul, tem escritórios em São Paulo (SP) e em Londres (Reino Unido).



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Bahia

Guedes diz que Simples Nacional será isento da taxação de dividendos

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Todas as micro e pequenas empresas optantes do Simples Nacional continuarão isentas da taxação de dividendos, disse hoje (28) o ministro da Economia, Paulo Guedes. Segundo ele, a proposta de reforma tributária em tramitação no Congresso pretende fazer com que os super-ricos paguem mais impostos.

Guedes confirmou a isenção para as empresas de menor porte em rápida entrevista na portaria do Ministério da Economia nesta quarta-feira. No fim da manhã, ele se reuniu com o deputado Celso Sabino (PSDB-BA), relator da segunda fase da reforma tributária na Câmara dos Deputados.

O ministro também negou que haja mudanças em relação ao fim da dedução dos Juros sobre Capital Próprio (JCP) do Imposto de Renda Pessoa Jurídica. Ao enviar a proposta ao Congresso, a equipe econômica havia informado que o benefício fiscal se mostrou ineficaz para capitalizar empresas e estimular investimentos.

“Há 25 anos, os cidadãos mais ricos do Brasil não pagam o Imposto de Renda sobre lucros e dividendos, então nós justamente colocamos esse imposto. Então, nós estamos dizendo: os super-ricos vão pagar esses impostos e nós vamos justamente aliviar 32 milhões de assalariados contribuintes que pagavam e estão pagando menos. Os super-ricos pagam mais”, afirmou o ministro.

Os dividendos são a parcela dos lucros que as empresas distribuem aos acionistas. Desde 1995, essa fonte de renda é isenta de impostos. Enviada ao Congresso no fim de junho, a segunda fase da reforma tributária prevê a cobrança de 20% de Imposto de Renda sobre os dividendos.

Até hoje, tanto o texto original como o parecer preliminar de Sabino previam que apenas dividendos inferiores a R$ 20 mil por mês continuariam isentos. Com a decisão de hoje, pequenas empresas que fazem parte do Simples e eventualmente distribuam mais de R$ 20 mil em dividendos por mês continuarão isentas. A medida também beneficiará profissionais autônomos, como médicos e advogados, que recebem como pessoa jurídica.

Compensações

O ministro refutou o argumento de que a taxação dos dividendos e o fim da dedução do JCP aumentem a carga tributária das empresas. Apresentado há duas semanas, o parecer de Sabino reduzirá o peso dos impostos sobre as empresas, ao reduzir a alíquota do Imposto de Renda Pessoa Jurídica, de 15% para 5% no primeiro ano e de 5% para 2,5% no segundo ano.

Na avaliação de Guedes, a queda no Imposto de Renda das empresas significará a redução da carga tributária de 34% para 24%, chegando a níveis semelhantes aos da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Em relação à queda de R$ 20 bilhões a R$ 30 bilhões na arrecadação prevista com a reforma, o ministro diz que o crescimento das receitas do governo decorrente da recuperação da economia poderá reduzir a zero o impacto sobre as contas públicas.

“Na relatoria dele [de Sabino] está prevista até uma queda de R$ 30 bilhões [na arrecadação]. O que está acontecendo é que o Brasil está crescendo mais rápido, a arrecadação está vindo mais forte e nós estamos transformando isso justamente nessa folga de R$ 30 bilhões que haveria”, concluiu.



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Bahia

Faturamento da indústria de máquinas e equipamentos aumenta 45%

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O faturamento da indústria brasileira de máquinas e equipamentos cresceu 45,4% em junho na comparação com o mesmo mês do ano passado, totalizando R$ 17,5 bilhões em 2021. Em relação ao mês anterior, no entanto, houve estabilidade, com variação de -0,1%. Os dados foram divulgados hoje (28) pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

Nos últimos 12 meses, as vendas do setor totalizaram R$ 198,7 bilhões, alta de 27,9%. No primeiro semestre do ano, a receita do setor cresceu 40,3% na comparação com igual período de 2020. O faturamento de janeiro a junho passou de R$ 100,2 bilhões. Para este ano, a  Abimaq estima crescimento de 18% a 20% no setor.

Segundo a entidade, os resultados são explicados pela manutenção do crescimento nos setores ligados ao agronegócio e pela recuperação das áreas ligadas ao consumo de bens duráveis e semiduráveis. O alto crescimento, acima de 45%, também é justificado porque a base de comparação em 2020 é baixa, tendo em vista as medidas sanitárias exigidas para controle da pandemia de covid-19.

“O crescimento agora está muito grande, de 27,9% [semestral], mas estamos já prevendo um crescimento até o final deste ano que deve ficar entre 18% e 20%. Não é que vai desacelerar, o setor vai continuar acelerado, mas a base baixa vai sendo diluída com outras bases maiores do ano anterior”, explicou o presidente da Abimaq, José Velloso.

Ele acrescenta que “[os números] poderiam ser melhores, se não fossem as exportações que ainda estão ruins em relação à média que tiveram no ano passado”. De uma forma geral, os resultados são considerados animadores para a indústria de máquinas e equipamentos, mas ainda estão 23,8% abaixo da média entre os anos de 2010 e 2013.

Em relação aos empregos, foram criados 61 mil postos de trabalho em junho, na comparação com o ano passado. O setor emprega 357 mil pessoas diretamente.



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Bahia

Com produção de junho, campo de Atapu vira 6º maior produtor do país

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O campo de Atapu, localizado na região do pré-sal da Bacia de Santos, produziu no mês de junho deste ano 111,763 mil barris de óleo equivalente por dia (Mboe/d), sendo 91,881 mil barris por dia (Mbbl/d) de petróleo e 3,161 milhões de metros cúbicos por dia (MMm3/d) de gás natural. O resultado coloca o campo de Atapu, um ano após iniciar a produção, como o quarto maior campo produtor do pré-sal e o sexto maior do país.

A informação foi divulgada hoje (28) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). De acordo com a agência, os volumes excedentes de Atapu serão ofertados na 2ª Rodada dos Volumes Excedentes da Cessão Onerosa, que deverá ocorrer em dezembro.

A produção nacional totalizou 3,757 MMboe/d, sendo 2,903 MMbbl/d de petróleo e 136 MMm3/d de gás natural. A produção de petróleo teve queda de 1% em comparação com o mês anterior e de 3,6% em relação ao mesmo mês de 2020. Já no gás natural, houve incremento de 0,9% em comparação com maio de 2021 e de 5,7% em relação a junho do ano passado.

A produção do pré-sal foi de 2,142 MMbbl/d de petróleo e 90,9 MMm³/d de gás natural, totalizando 2,714 MMboe/d. O resultado revela aumento de 0,9 % em relação ao mês anterior e de 1,6% na comparação com igual mês de 2020. A ANP informou que a produção do pré-sal teve origem em 129 poços e correspondeu a 72,2% do total produzido no Brasil.

O aproveitamento de gás natural em junho alcançou 97,7%. Foram disponibilizados ao mercado 58,9 MMm³/dia. A queima de gás no mês atingiu 3,1 MMm³/d, mostrando aumento de 6,1% se comparada ao mês anterior, mas com redução de 0,1% em relação ao mesmo mês em 2020.

Destaques

No mês de junho deste ano, os campos marítimos produziram 97% do petróleo e 82,5% do gás natural. Os campos operados pela Petrobras responderam por 92,5% do petróleo e do gás natural produzidos no Brasil.

O campo de Tupi, no pré-sal da Bacia de Santos, foi o maior produtor de petróleo e gás natural em junho, registrando 914 Mbbl/d de petróleo e 42,6 MMm3/d de gás natural. A plataforma Petrobras 75, produzindo no campo de Búzios por meio de quatro poços a ela interligados, foi a instalação com maior produção de petróleo, no total de 156.416 bbl/d.

Ainda de acordo com a ANP, a instalação Polo Arara, produzindo nos campos de Arara Azul, Carapaúna, Cupiúba, Rio Urucu e Sudoeste Urucu, por meio de 29 poços a ela interligados, foi a instalação com maior produção de gás natural, da ordem de 6,863 MMm³/d.

Enquanto Estreito, na Bacia Potiguar, teve o maior número de poços produtores terrestres (1.005), o campo de Tupi, na Bacia de Santos, foi o campo marítimo com maior número de poços produtores (61).

Já os campos de acumulações marginais produziram, em junho, 365,4 boe/d, sendo 75,1 bbl/d de petróleo e 46,2 Mm³/d de gás natural. O campo de Iraí, operado pela Petroborn, foi o maior produtor, com 284 boe/d.

A ANP informou também que, no mês de junho deste ano, foram responsáveis pela produção nacional 263 áreas concedidas, três áreas de cessão onerosa e cinco de partilha, operadas por 37 empresas. Do total, 58 áreas são marítimas e 213 terrestres, sendo 11 relativas a contratos de áreas contendo acumulações marginais. A produção ocorreu em 6.437 poços, dos quais 495 são marítimos e 5.942 terrestres.



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