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Hospital de campanha da Arena Fonte Nova completou um mês de funcionamento – Portal RBN

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Mais de 150 pacientes já foram atendidos na unidade que iniciou as operações no início de junho

Os últimos 30 dias tem sido bem diferentes na Arena Fonte Nova. O estádio de futebol, bem conhecido dos baianos, tornou-se o maior hospital de campanha da Bahia dedicado a pacientes diagnosticados com a Covid-19. Os times de futebol e as torcidas deram lugar aos quase 400 funcionários que integram as equipes de saúde multidisciplinar, administrativo, segurança, portaria e aos mais de 150 pacientes que foram e estão sendo atendidos pela unidade.

Ao longo dessa curta trajetória, muitas conquistas foram alcançadas como a cura de 64 pacientes, e também momentos de tristeza como a derrota de 16 pessoas para a doença. Conforme a superintendente de enfermagem da unidade Marcela Marques os profissionais da linha de frente vivem quase que diariamente com esse misto de emoções. “Há uma aproximação e um carinho muito grande com os pacientes. Eles nos contam suas histórias de vida, sobre suas família, suas angústias e sonhos. Então cada evolução, cada alta é bastante celebrada por todos, bem como a dor quando alguém é vencido pela doença”, relatou.

A unidade, montada na área originalmente destinada aos camarotes do estádio, foi implantada e equipada pelo Governo da Bahia, por meio da Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab). Com capacidade total para 240 leitos, disponibilizados de forma progressiva conforme da demanda, sendo 100 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 140 de enfermaria.O hospital de campanha da Arena Fonte Nova conta com profissionais qualificados e equipamentos modernos que são essenciais no tratamento dos pacientes, como o tomógrafo computadorizado, importante para a avaliação do comprometimento do sistema respiratório, onde foram realizados 155 exames indispensáveis para a assistência e monitoramento do estado de saúde dos infectados.

Para a diretora médica da unidade a Dra Ledivia Espinheira os últimos 30 dias foram de muitos desafios. “Todos os dias é uma nova batalha que se inicia contra esse vírus e aqui na unidade da Arena Fonte Nova não é diferente. Mas, trabalhamos com a certeza que estamos nos esforçando ao máximo para oferecer aos nossos colaboradores e pacientes um ambiente harmônico e seguro além de uma assistência humanizada, de qualidade e eficaz. Quem vem nos monitorar sai com a ótima impressão de que estamos fazendo o melhor, com as dificuldades que já são do conhecimento de todos”, pontua.



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Bahia

Operação da PF combate fraudes contra benefícios previdenciários

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A Polícia Federal (PF), juntamente com a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, deflagrou hoje (23) a Operação Senha Forte, para combater um grupo criminoso que fraudava benefícios previdenciários em vários estados, com prejuízos aos cofres públicos.

De acordo com a PF, os investigados promoviam a inclusão fraudulenta de dependentes/curadores fictícios nos sistemas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), com vistas a levantamento de valores indevidos.

A investigação teve início com a prisão em flagrante de falsos dependentes/curadores, na cidade de Feira de Santana, na Bahia, em maio do ano passado, quando, fraudulentamente, tentavam sacar cerca de R$ 80 mil, referente a um benefício manipulado.

 Nesta nova ação policial foram cumpridas seis medidas judiciais: três mandados de busca e apreensão e três de prisão temporária, nas cidades de Guarulhos, Ferraz de Vasconcelos e São Paulo, no estado de São Paulo, tendo como alvo pessoas que tinham por função arregimentar os falsos dependentes/curadores.

A PF estima que o prejuízo já supera R$ 31 milhões, em relação a mais de 100 benefícios previdenciários suspeitos. Valor que pode aumentar com o decorrer das investigações.



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Bahia

Novo Hospital da Criança em Guarulhos é incluído no PPI

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O presidente Jair Bolsonaro publicou, no Diário Oficial da União de hoje (23), um decreto que permite a realização de estudos para a inclusão do novo Hospital da Criança, localizado em Guarulhos (SP), no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), de forma a viabilizar alternativas de parcerias com a iniciativa privada.

De acordo com o Ministério da Economia, o objetivo da medida é “permitir que sejam realizados ou contratados estudos multidisciplinares – econômico-financeiros, gerenciais, políticos, jurídicos e sociais – a fim de estruturar um modelo integrado de atendimento público inovador na área da saúde”.

Ainda segundo o ministério, a iniciativa pela parceria do hospital, que é considerado “referência no atendimento à população infanto-juvenil”, com o setor privado partiu da administração municipal de Guarulhos, “visando a modernização do hospital e adaptações para melhoria do atendimento ao público”.

Caso implementada a parceria, a expectativa é que sejam abertos 150 novos leitos no total.

De acordo com o decreto, os estudos deverão ter como premissa o acesso universal, integral, gratuito e igualitário aos usuários do Sistema Único de Saúde. O suporte técnico para a parceria será prestado pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).



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Bahia

MP e polícia fazem operação contra tráfico de drogas no sul do Rio

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Uma operação conjunta do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) e da Polícia Civil fluminense cumpre hoje (23) mais de 80 mandados de prisão preventiva contra acusados do comércio de drogas ilícitas no sul fluminense. Até as 8h, 29 pessoas já tinham sido presas, de acordo com a Polícia Civil.

Além dos mandados de prisão, estão sendo cumpridos mais de 100 mandados de busca e apreensão. Segundo denúncia do MPRJ, foi identificada uma organização criminosa que se divide em seis núcleos, cada um atuando em um município diferente: Barra Mansa, Volta Redonda, Barra do Piraí, Angra dos Reis, Resende e Rio de Janeiro.

Ainda de acordo com o MPRJ, o grupo tem como base a comunidade da Vila Kennedy, na zona oeste do Rio. A partir daí, a droga é distribuída para os municípios do sul do estado, onde é revendida.

O grupo atua do modo tradicional, usando armas de fogo para controlar territórios e comercializar seus produtos ilegais.

O gerenciamento do negócio ilícito era feito com a ajuda de grupos de WhatsApp, a partir dos quais eles negociavam aquisição e distribuição de drogas e armas. Um deles era integrado por lideranças do grupo e usado para trocar informações de nível gerencial e contábil.



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