conecte-se conosco

Notícias

Juno lança Transferência via Link, funcionalidade que permite enviar dinheiro para terceiros, sem precisar saber os dados bancários da pessoa

Publicado

on


O consumidor brasileiro tem buscado cada vez mais soluções para pagamentos digitais práticos e muito menos burocráticos, que facilitem a rotina. Essas novas maneiras de realizar operações bancárias e manter o controle sobre as finanças beneficia a todos que buscam uma vida financeira mais tranquila. Segundo uma pesquisa realizada pelo IDC (International Data Corporation), em 2019, seis em cada dez brasileiros das classes A, B e C, já utilizavam algum tipo de serviço de pagamento digital.

Esse mesmo estudo analisou os hábitos de consumo de serviços financeiros em vários outros países, e apontou que a população brasileira é a que mais utiliza smartphones para realizar transações financeiras na América Latina, com um percentual de 24,3%. O número chega a 14% no México e a 11,4% na Colômbia. Em paralelo, o World Payment Report, estudo realizado pela Capgemini, também no ano de 2019, previu um crescimento médio de 12,7% ao ano de movimentações non-cash (sem a utilização de cédulas ou moedas) até 2021.

Nesse contexto, a fintech Juno, especializada em soluções para facilitar pagamentos, reduzir a burocracia e democratizar serviços financeiros, acaba de lançar um serviço de transferência via link. Com ele é possível enviar qualquer quantia de dinheiro de maneira rápida, simples e segura, sem precisar ter os dados bancários da conta do beneficiário. “O favorecido pode realizar uma transferência de onde quiser, na hora que quiser e para qualquer instituição bancária, apenas com o número de celular, sem precisar preencher todos os dados e informações bancárias, além disso o compartilhamento pode ser feito via WhatsApp e redes sociais”, enfatiza Ana Laura Fontes, Product Manager da Juno.

Para utilizar a Transferência via Link da Juno é preciso ser usuário de seus serviços e ter o aplicativo da fintech instalado no smartphone. Ele é extremamente prático e traz muita agilidade para cobranças, pagamentos e transferências. De acordo com Juliana Nieri, também Product Manager da Juno, a Transferência via Link é mais uma maneira do usuário Juno usar seu saldo na plataforma. “Além da transferência entre Contas Juno, transferência bancária convencional, pagamento de contas e recarga do Cartão Juno, agora nosso usuário pode realizar uma transferência sem ter que solicitar os dados bancários do destinatário, economizando tempo, mitigando chances de erro ao preencher os campos, e preservando os dados sensíveis do destinatário”, explica Juliana.

O destinatário recebe um SMS ou uma mensagem de WhatsApp com um link, e ele mesmo completa os dados com o banco de sua preferência para receber a quantia transferida pelo cliente Juno. Após isso, a transferência está concluída e o dinheiro vai cair na conta do destinatário e em até um dia útil. “A transação é segura e só é agendada por meio da validação do código de segurança que é enviado via SMS para o número de celular do destinatário, quando ele solicita o resgate da transferência. O cliente deve se atentar ao número de celular do destinatário, visto que inicialmente, ainda não é possível alterar ou cancelar a transferência. Caso o resgate não seja solicitado no prazo de 5 dias, a Transferência via Link expira automaticamente”, finaliza a Product Manager da Juno.



Continue lendo
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Internacional

Blue Origin anuncia primeiro voo tripulado para julho e ainda há lugar

Publicado

on


A empresa espacial privada Blue Origin, uma das concorrentes diretas da Virgin Galactic e da SpaceX no campo das viagens planetárias, informou que está programada para 20 de julho a primeira viagem tripulada em sua cápsula suborbital New Shepard. No voo teste, um dos seis lugares está disponível e será entregue a quem pagar mais por essa experiência.

O anúncio foi feito nessa quarta-feira (6), quando foram comemorados 60 anos do primeiro voo do astronauta Alan Shepard, na Mercury 3 da Nasa, a agência espacial norte-americana, e que dá parte do nome ao projeto [New Shepard].

Testes não tripulados vêm sendo feitos há vários anos, e a empresa de Jeff Bezos (fundador da Amazon) diz que está em condições de dar mais um passo em direção ao espaço, agora com passageiros.

Em entrevista, a Blue Origin explicou que após o último teste realizado em 14 de abril, onde foi utilizado um dispositivo antropomórfico por meio do “Manequim Skywalker”, simulando o corpo humano, estavam concluídas todas as normas e procedimentos necessários para um voo tripulado.

“Voamos com esse veículo 15 vezes e após o último voo, dissemos: está na hora. Vamos colocar as pessoas a bordo”, disse Ariane Cornell, diretora de vendas da Blue Origin.

A empresa usou também funcionários no papel de clientes, entrando na cápsula durante os preparativos de pré-lançamento e testando a forma de saída do veículo, após o regresso ao solo.

A data programada para o voo tripulado inaugural – 20 de julho – coincide com o 52º aniversário do pouso da Apollo 11 na Lua.

A empresa ainda não divulgou quem são os cinco tripulantes do primeiro voo, mas adiantou que um dos lugares está reservado e irá a leilão, sendo esse concedido a quem pagar mais.

A empresa aceitará ofertas lacradas até 19 de maio, estando prevista a seguir uma segunda etapa de licitação não lacrada. O leilão será concluído numa cerimónia ao vivo no dia 12 de junho.

A Blue Origin explicou que a verba alcançada será revertida para uma organização afiliada sem fins lucrativos – Club for the Future – que apoia atividades educativas ligadas às áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemáticas.

* Com informações da RTP – Rádio e Televisão de Portugal



Continue lendo

Internacional

Trabalhadores nascidos em maio podem sacar auxílio emergencial

Publicado

on


Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em maio podem sacar, a partir de hoje (6) a primeira parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro havia sido depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 15 de abril.

Os recursos também poderão ser transferidos para uma conta corrente, sem custos para o usuário. Até agora, o dinheiro podia ser movimentado apenas por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), de boletos, compras em lojas virtuais ou compras com o código QR (versão avançada do código de barras) em maquininhas de estabelecimentos parceiros.

Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site auxilio.caixa.gov.br.

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante quatro meses, prevê parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.

Regras

Pelas regras estabelecidas, o auxílio será pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo. É necessário que o beneficiário já tenha sido considerado elegível até o mês de dezembro de 2020, pois não há nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, continua valendo a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, seja a do auxílio emergencial.

A Agência Brasil elaborou um guia de perguntas e respostas sobre o auxílio emergencial. Entre as dúvidas que o beneficiário pode tirar estão os critérios para receber o benefício, a regularização do CPF e os critérios de desempate dentro da mesma família para ter acesso ao auxílio.

* Colaborou Andreia Verdélio



Continue lendo

Internacional

Ever Given ainda está ancorado no Canal de Suez com tripulação presa

Publicado

on


Depois de ter ficado encalhado em março, durante uma semana, e de ter sido posteriormente liberado, o navio Ever Given, de bandeira panamenha, continua proibido de deixar o Canal de Suez até que os proprietários paguem às autoridades a multa pelos danos causados. Mas não é apenas o navio que continua parado em uma das principais rotas marítimas comerciais do mundo: a tripulação ainda está presa a bordo do cargueiro e sem previsão para ser liberada.

O navio encalhou no Canal de Suez em 23 de março e foi retirado em 29 de março, tendo bloqueado durante a semana uma das principais rotas marítimas comerciais do mundo. Entretanto, a Autoridade do Canal de Suez calculou perdas entre US$ 12 milhões e US$ 15 milhões por cada dia que o Ever Given bloqueou a passagem, gerando grande engarrafamento.

O tráfego marítimo no Canal de Suez foi retomado com normalidade, continuando, no entanto, o Ever Given retido com a sua tripulação de 25 pessoas e uma carga de cerca de 20 mil contêineres.

Agora, depois de um mês do incidente, a tripulação ainda está ancorada no Egito, sem saber quando poderá voltar para casa. Há um conflito entre a Autoridade do Canal e as empresas responsáveis pelo navio sobre quem deve pagar a indenização pelos danos do acidente e, assim, retirar o Ever Given do local.

O Ever Given encontra-se, no momento, no Grande Lago Amargo, um dos lagos do norte do canal. A Federação Internacional dos Trabalhadores em Transportes (ITF) já visitou a tripulação e garantiu que ela está bem. 

Em comunicado, a ITF disse que a equipe, no entanto está numa posição delicada e todos estão ansiosos para saber se poderão voltar para casa quando terminarem os contratos.

“É natural que fiquem ansiosos com a incerteza da situação”, disse à BBC Abdulgani Serang, do sindicato Indian Boaters’ Union, que representa a tripulação do Ever Given.

“Há profissionais que não têm qualquer responsabilidade pelo incidente e não deveriam ser responsabilizados por ele. Deixem as negociações serem resolvidas onde devem ser resolvidas. A situação não devia ser solucionada deixando os marinheiros no Egito. Eles não deveriam sentir pressão por esse incidente”, defende.

A situação incerta deve-se a uma multa no valor de US$ 916 milhões exigidos pela Autoridade do Canal. E até que a multa seja paga, tanto a embarcação quanto a tripulação e carga serão mantidas como “reféns” pelas autoridades.

“A Autoridade do Canal de Suez não deu uma justificação detalhada para essa quantia extraordinariamente grande, que inclui US$ 300 milhões de ‘bônus pelo salvamento’ e US$ 300 milhões por ‘perda de reputação’, faltando justificar o restantes, explicou a UK P&I Club, seguradora marítima que representa os proprietários do navio. 

O problema é que o navio é propriedade de uma empresa japonesa, mas é operado por uma companhia de Taiwan e tem bandeira do Panamá. A Autoridade do Canal não explicou ainda quem terá de assumir o pagamento da indenização.

“A embarcação permanecerá aqui até que as investigações estejam concluídas e a indenização seja paga”, disse o tenente-general Osama Rabie, que chefia a Autoridade do Canal de Suez. 

“Esperamos um acordo rápido. No momento em que concordarem com a compensação, o navio poderá ser retirado”, acrescentou.

*Com informações da RTP – Rádio e Televisão de Portugal



Continue lendo

Mais Vistos