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Ted Marengos lança documentário com imagens exclusivas da gravação do álbum Timeless Beat

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Eles não param! Os Ted Marengos acabam de lançar um documentário que vai ficar para a história da banda. O vídeo mostra imagens exclusivas dos bastidores da gravação do álbum Timeless Beat, produzido por Pedro Montagnana. Os fãs poderão acompanhar um pouco do processo de criação, mostrando o ponto de vista de cada pessoa envolvida no projeto, que foi gravado em 2018 e lançado em 2019.

“Esse material foi produzido como registro. Como o álbum foi tomando proporções maiores do que o esperado, o filme foi criando uma riqueza de detalhes e bastidores que achamos que valeria a pena contar para nossos fãs. A ideia da banda desde o início era poder contar como foi o método de gravação e o dia a dia no estúdio”, conta Júlio Starace, vocalista e guitarrista da banda.

Com direção de Francisco Cobra, o filme se passa em dois estúdios (Santo André e São Paulo), e  traz um tipo de gravação que não é mais tão convencional nos dias de hoje, o de bandas tocando ao vivo. “É uma oportunidade de conhecer melhor os membros da banda, as pessoas que estão próximas do trabalho deles e muitas curiosidades sobre o processo de gravação e composição de um álbum do início ao fim”, afirma o diretor.

Ficou curioso? Assista AQUI

Ficha Técnica

Direção: Francisco Cobra

Produção Musical: Pedro Montagnana

Maestro: Beto Iannicelli

Músicos Participantes:

Julio Starace: Voz, violao, violao 12 cordas, ukulele.

Luiz Pimentel: Baixo, Backing Vocals

Thomaz Ayres: Bateria, Percussão, Backing Vocals

Kiko Maximo: Guitarra, Backing Vocals

Pedro Montagnana: piano, orgão, backing vocals

Beto Iannicelli: Violao em A Message

Eduardo Cordeiro – Viola

Paulo Galvão – Violino 1

Rodrigo Silva – Violino 2

Renato de Sá – Violoncelo

Graça Cunha – Vozes em All In The Same Beat e I’m Not Going Back

Tchello Palma – Vozes em All In The Same Beat e I’m Not Going Back

Paulinho Viveiro – Trompete

Adair Torres –  Pedal Steel

Engenheiro de gravação: Maurício Cersosimo

Engenheiro de Mix: Rodrigo Basso

Assistente de gravação: Pedro Piraja

Assistente de câmera: Victor Novais

Mais sobre Ted Marengos

Formado em 2011, os Ted Marengos surgiram da união das ideias e influências dos irmãos Júlio Starace (voz e guitarra), Luiz S. Pimentel (baixo) e Thomaz Ayres (bateria). O primeiro álbum “FirstPrints” foi lançado em 2014 e por conta do sucesso da mistura do rock clássico com blues e country, em pouco tempo rodou o Brasil e o mundo. O disco de estreia marcou a época em que a banda deixou de ser influenciada apenas por hard rock, metal, e modelou as texturas de sua música buscando inspiração nos anos 50 e 60, sob a vibe de Elvis Presley, Johnny Cash, Neil Young e Bob Dylan.

Com um som mais orgânico, o segundo álbum, “Lifts”, foi lançado em 2017 e gravado em fita analógica no Brooklin, em Nova York. A energia e a espontaneidade fizeram a diferença com canções que harmonizam teclado e órgão em duas semanas de gravação ao vivo, ao contrário do primeiro álbum que foi gravado track por track. A repercussão foi tamanha que eles entraram na lista da Revista Rolling Stone como a banda retrô mais interessante dos últimos tempos.

O terceiro álbum chegou em 2019, um momento de mudanças no Brasil e na banda. O repertório traz um certo tom de desespero ao falar sobre crises amorosas e expansão da consciência humana. A música “I’m Not Going Back” mostra uma nostalgia que se transforma em amadurecimento.

Agora em 2020, após turnê de quase dois meses nos Estados Unidos, o trio dá sequência a Timeless Beat Tour em solo brasileiro (confira os singles nas plataformas de streaming  https://www.tedmarengos.com/play ).



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Bahia

Pesquisadores confirmam presença de onça parda na zona oeste do Rio

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Vestígios reunidos desde 2007 por pesquisadores confirmaram a presença de onças pardas em áreas de preservação ambiental na zona oeste do Rio de Janeiro. A descoberta ganhou forma quando, no ano passado, câmeras de segurança do Sítio Burle Marx, em Barra de Guaratiba, flagraram o felino durante a madrugada.

Assista ao vídeo

https://www.youtube.com/watch?v=/_aRCQVgg2T4

Com base nesses achados, o grupo publicou um artigo científico neste mês na revista Check List, em que destaca que esse é o primeiro registro comprovado do animal na capital fluminense em cerca de 80 anos. A espécie chegou a ser considerada extinta na lista municipal de fauna e flora ameaçada.

Também conhecida como suçuarana, a Puma concolor circula no Parque Estadual da Pedra Branca, no Parque Municipal do Mendanha e na Reserva Biológica de Guaratiba, segundo o biólogo e professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Jorge Pontes, um dos responsáveis pelo artigo. Já havia registro desses animais em outras partes do Grande Rio, como em Magé, Tinguá e Itaboraí, e uma das possibilidades é que eles podem ter partido das bordas da região metropolitana para retornar aos resquícios de Mata Atlântica na capital.

“A importância é que é um animal do topo de cadeia alimentar, e que é mais exigente. Se ele sobrevive no Rio, pode ser indício não só da adaptação dele a áreas periurbanas e urbanas, mas também de que tem lugar para ele se refugiar. Isso vai ter que fazer com que os órgãos públicos pensem em políticas para a fauna”, afirma o pesquisador, que destaca a importância de preservar corredores entre essas grandes áreas de preservação, como a Floresta do Camboatá, que fica entre os maciços do Mendanha e Pedra Branca.

Pontes alerta que a divulgação da presença das onças pardas também deve servir para que os órgãos públicos se preparem para combater a caça a esses animais. Ele destaca que o próximo passo necessário para entender melhor o retorno das onças ao Rio é um estudo para localizá-las e monitorá-las, porque os dados reunidos até agora não permitem concluir qual é o tamanho da população dos felinos na cidade.

Vizinhos de áreas populosas, os parques onde a onça deixou vestígios são frequentados por cariocas e turistas em busca de trilhas e cachoeiras. O biólogo explica que essas onças não costumam atacar seres humanos e são curiosas.

“Quando ela encontra alguém, geralmente é por acidente. O melhor é você ficar onde você está e deixar que ela siga o caminho dela. Esses encontros são muito rápidos. Ela dá de cara e foge”, diz Pontes, que acrescenta que, caso sejam avistados filhotes do animal, eles devem ser deixados na mata. “Ele pode parecer perdido, mas a mãe só saiu para buscar comida”.

As onças pardas são animais solitários, que só andam em pares na época do acasalamento, descreve o biólogo. Quando têm filhotes, as mães criam os mais novos até que eles possam ganhar autonomia e seguir seu caminho na mata. A espécie é considerada ameaçada por diferentes países e sua presença se estende por biomas de praticamente todo o continente americano, do Canadá à Patagônia da Argentina.     

Quando adultos, esses felinos podem ter até dois metros do focinho até a ponta da calda, mas têm um porte mais esguio do que a onça pintada. Entre suas presas estão animais como a cotia, o gambá e o porco do mato, que teve sua presença recentemente constatada no Parque Municipal do Mendanha. Pontes alerta que a preservação ambiental também é importante para que as onças encontrem comida na mata e não se sintam atraídas por animais de rua ou de estimação, o que pode fazer com que entrem no perímetro urbano.



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Bahia

MME reitera que horário de verão não resulta em economia de energia

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Um novo estudo encomendado pelo Ministério de Minas e Energia reitera avaliação anterior de que a adoção de horário de verão não resulta em “economia significativa de energia”, e que as medidas adotadas pelas autoridades do setor são suficientes para garantir o fornecimento de energia.

Em nota, o ministério informa que “considerando análises técnicas devidamente fundamentadas, o MME entende não haver benefício na aplicação do horário de verão e que as medidas tomadas pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) e pela Câmara de Regras Excepcionais para Gestão Hidroenergética (CREG) têm se mostrado suficientes para garantir o fornecimento de energia elétrica ao Sistema Interligado Nacional de energia elétrica (SIN) na transição do período seco para o período úmido”.

De acordo com a pasta, a aplicação do horário de verão “não produz resultados na redução do consumo nem na demanda máxima de energia elétrica ou na mitigação de riscos de déficit de potência. Além disso, na avaliação mais recente das condições de atendimento eletroenergético do SIN, realizada pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) para este mês de outubro, verifica-se que o sistema se encontra com recursos energéticos suficientes para o adequado atendimento à potência”.

O MME acrescenta que, segundo os novos estudos, a redução observada no horário de maior consumo (entre as 18 e 21h) acaba sendo compensada pelo aumento da demanda em outros períodos do dia, em especial no início da manhã. “Pelas prospecções realizadas pelo ONS, não haveria impacto sobre o atendimento da potência, pois o horário de verão não afeta o consumo no período da tarde, quando se observa a maior demanda do dia”, complementa a nota.



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Internacional

EUA: Suprema Corte revisará lei do Texas que proíbe aborto

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A Suprema Corte dos Estados Unidos concordou, nesta sexta-feira (21), em ouvir no dia 1º de novembro uma contestação a uma lei do Texas que impõe uma proibição quase total ao aborto, em um caso que pode reduzir drasticamente o acesso ao aborto nos EUA se os juízes endossarem a medida.

Os juízes aceitaram as solicitações do governo do presidente Joe Biden e de clínicas de aborto para analisar imediatamente suas contestações à lei. O tribunal recusou-se a atender ao pedido do Departamento de Justiça de bloquear imediatamente a execução da legislação do Texas.

O tribunal irá avaliar se o desenho incomum da lei é legalmente permissível e se o governo federal tem permissão para processar o Estado que tentar bloqueá-lo.

A medida do Texas proíbe o aborto após cerca de seis semanas de gravidez – um ponto em que muitas mulheres ainda não percebem que estão grávidas. A lei abre uma exceção para uma emergência médica documentada, mas não para casos de estupro ou incesto.

A juíza liberal Sonia Sotomayor discordou do adiamento da decisão do tribunal sobre o veto à aplicação da lei enquanto o litígio continua. Sotomayor disse que a nova lei suspendeu quase todos os abortos no Texas, o segundo Estado mais populoso dos EUA, com cerca de 29 milhões de pessoas.

“A estratégia do Estado funcionou. O impacto é catastrófico”, escreveu Sotomayor.

A disputa no Texas é o segundo grande caso sobre aborto que o tribunal, que tem uma maioria conservadora de 6 a 3, agendou para os próximos meses. Além dela, será julgada em 1º de dezembro a legalidade de uma lei de aborto restritiva do Mississippi.



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