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Marysa Alfaia repagina single “Eu Parei” com Gerson King Combo em lançamento do selo Caravela via Warner Music Brasil

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Nome consolidado no mercado nacional e internacional com sua mescla de ritmos brasileiros e eletrônica, Marysa Alfaia inaugura nova fase na carreira com uma série de lançamentos e relançamentos através do selo Caravela, via Warner Music Brasil. Celebrando um dos marcos da sua trajetória de mais de 25 anos de música, a artista relembra a faixa “Eu Parei” em uma nova roupagem, trazendo participação de Gerson King Combo e clipe. O single já está disponível nas principais plataformas de streaming de música.

 

Ouça “Eu Parei”: https://lnk.to/EuParei

Assista a “Eu Parei”: https://youtu.be/hpPS3BIp_U0

 

“Eu Parei” se transformou em um catalisador na carreira de Marysa Alfaia. Ao longo dos anos, a artista passou por diferentes gêneros e países com trabalhos lançados na Europa e Canadá, onde tornou-se uma das embaixadoras da música brasileira nos palcos estrangeiros. Conhecida na Espanha como “a voz do samba-house”, ela começou a carreira nos café-teatros do Quartier Latin parisiense nos anos 90 e soma participações em mais de dez coletâneas de dance music latina na Europa, Canadá e Brasil.

 

Se dividindo sempre entre o velho continente e seu país de origem ao longo dos anos 90 e 2000, ela deu uma guinada em seu trabalho autoral quando compôs “Eu Parei”. A música apareceu pela primeira vez em seu álbum de estreia, “Na Batida da Alfaia” (2005), em versão espanhola (“Me Paré”). Ela retornaria no EP “Guerreira Brasileira”, lançado pelo selo Café Forte Música Digital em parceria com a Sony Music Brasil em 2017.

 

Agora, ganha uma nova interpretação, ao lado do convidado especial Gerson King Combo. “Eu Parei” é, desde sempre, o resultado de encontros inesperados. A composição surgiu de uma conversa com uma pessoa desconhecida que chorava na rua sozinha e sem ser notada. Nesse mesmo dia, fez nascer uma parceria musical entre Marysa, seu marido, o produtor francês David Villefort, e o cantor e compositor Johnny Lammas, com quem ele ensaiava à época. Três anos depois, já vivendo em Barcelona, Marysa foi apresentada após um show ao dono do selo Discmedi, que viria a lançar seu primeiro disco com “Me Paré”.

 

“Foi quando senti na pele o verdadeiro sentido daquilo que sempre me instigou a compor, que é falar de temas que levam à reflexão, como a solidariedade, o auto-descobrimento, a multiculturalidade brasileira, a garra e o poder feminino na sociedade atual, a sobrevivência do homem contemporâneo no meio do caos urbano, entre outros temas filosóficos e sociais, às vezes sérios e pesados, tratados geralmente de forma leve e alto-astral. Temas atemporais que de repente, nesse momento de profunda crise mundial, finalmente se tornaram foco da atenção de todos”, reflete Marysa.

 

Agora, quase 20 anos após sua composição, a música ganhou a participação de Gerson King Combo, que a artista conheceu por intermédio de seu irmão, Getúlio Cortes, com quem se apresentava no Beco das Garrafas. A ideia foi trazer para a composição o groove do funk e o tempero do soul para uma abordagem mais pop-funk da mesma canção. Quando chegou a hora de gravar o clipe, outro encontro do acaso determinou o destino de “Eu Parei”: o ator mineiro Vandré Silveira cruzou o caminho da artista justamente quando começava a roteirizar o vídeo e acabou se tornando um importante personagem na narrativa.

 

“Mais uma boa coincidência na trajetória da música. Além dele, outros amigos de diferentes profissões atenderam ao meu convite e se juntaram para colaborar na gravação, fazendo o papel do público que vem aparecendo pra me dar uma força na iniciativa de ajudar. O que começa com um certo esforço debaixo do sol escaldante de dezembro, e acaba virando uma alegria e um grande happening de comemoração no final”, avalia Alfaia.

 

Com a produção do clipe se estendendo ao longo dos meses, a finalização aconteceu em meio à quarentena, e acabou por trazer à tona o caráter colaborativo do projeto e fortalecendo a mensagem de união que a própria letra da música traz. A ideia do roteiro foi fugir a um storytelling literal, para que o visual complementasse o áudio, e vice-versa.

 

“Decidimos nos basear apenas na persona central dessa música. Nas primeiras estrofes, o sujeito nega ajuda ao próximo por olhar demais para o seu próprio umbigo, mas, logo depois, consegue se redimir ao perceber que o outro é o reflexo de si mesma. É aquela história de gentileza gera gentileza. Essa reviravolta é importante e faz parte do nosso cotidiano, ainda mais no momento atual, em que se exige o dobro de solidariedade e ajuda ao próximo. A partir desse videoclipe, desejamos que as pessoas sejam mais solícitas, que elas olhem mais para o lado, que elas parem para ver o pôr do sol e que curtam mais a vida ao lado de outras pessoas”, completa Rhay Salina, que assina a direção ao lado de  Joy Canle.

 

A nova versão de “Eu Parei” integra o projeto “Parei Pra te Escutar”, um conjunto de produtos que serão lançados mensalmente no mercado digital por meio do selo Caravela em parceria com Warner Music e da agência Lua Produções e Eventos, que passa a gerenciar os shows de Marysa Alfaia. Entre os relançamentos estão previstos, já para o segundo semestre, singles do EP “Guerreira Brasileira” (como o recente “Feito um vendaval”), sua regravação de “F… Comme Femme”, com produção de Lincoln Olivetti, ainda inédito em streaming, e os álbuns “Na Batida da Alfaia” e “Love Controls”, ambos estreando no meio digital.

 

Ouça “Eu Parei”: https://lnk.to/EuParei

Assista a “Eu Parei”: https://youtu.be/hpPS3BIp_U0

 

 

Ficha técnica

 

Produção Executiva: Marysa Alfaia e Rhay Salina

Direção Artística e Roteiro: Joy Canle e Rhay Salina

Direção de Fotografia e Operador de Gimbal: Hélio Loro

Gaffer: David Chafi

Direção de Arte: Joy Canle

Montagem e Edição:  Hélio Loro e Rhay Salina

Animação, VFX, Motion e Pós Produção: Cayo Carig

Stylist: Joy Canle

Beleza: Fernanda Bahyer

Hair Stylist: Lenne Poncy

Estrelando: Marysa Alfaia e Gerson King Combo

Ator Principal: Vandré Silveira

Figurantes: Alex Nynna, Daniela Sepúlveda, José

Antônio Monteiro, Kelly Duque Estradas,

Lucy Regnold, Marcelo Santos, Márcio

Fischer e Roberta Costa.

Selo: Caravela

Distribuição: Warner Music Brasil

 

Cantora: Marysa Alfaia

Participação especial: Gerson King Combo

Guitarras: Fernando Vidal

Teclado e programação: Mïguel Scchönamann

Percussão: Jovi Joviniano

Direção artística: Marysa Alfaia

Produção executiva: Alfaia Produções

Gravado no estúdio Pardal

Mixado por Antoine Midani

Masterizado por Ricardo Garcia

Selo: Caravela

Distribuição: Warner Music Brasil

 

Letra

(Marysa Alfaia/David Villefort/Johnny Lammas)

 

Tava andando na rua à toa

Tava indo tudo muito numa boa

Tava um dia ensolarado

Tava junto com a galera

Batendo papo furado

Quando de repente apareceu

Na minha frente alguém pedindo ajuda

Eu pensei: isso é problema seu

A minha força, nada disso muda!

 

Mas a estória não é bem assim

Nessa vida meio absurda

Se eu negar ajuda pra alguém

Como é que eu posso fazer, se eu precisar também?

 

Eu parei pra ver o pôr-do-sol

Eu parei para te dar um alô

Eu parei pra te compreender

Eu parei

 

Eu parei pra ver o pôr-do-sol

Eu parei para te dar um alô

Eu parei pra te estender a mão

Eu parei para escutar o teu coração

Tchu,tchu, tchu, tchururê, tchururê…

 

Tava indo caminhar na praia

Tava vindo de uma noite de gandaia

Tava a fim de mergulhar no mar

Espantar tudo de mal, a minha alma lavar

Foi então que alguém apareceu

Soluçando num apelo mudo

Eu pensei : assuma o que é seu

E vai buscar a solução de tudo!

 

Mas a estória não é bem assim

Nessa vida meio absurda

Se eu negar ajuda pra alguém

Como é que eu posso fazer, se eu precisar também?

 

Eu parei pra ver o pôr-do-sol

Eu parei para te dar um alô

Eu parei pra te compreender

Eu parei

 

Eu parei pra ver o pôr-do-sol

Eu parei para te dar um alô

Eu parei pra te estender a mão

Eu parei para escutar o teu coração

Tchu,tchu, tchu, tchururê, tchururê…

 

Foto por Rhay Salina

 

Acompanhe Marysa Alfaia:

 

http://www.marysaalfaia.com/

https://www.facebook.com/MarysaAlfaiaOficial/

https://www.instagram.com/marysaalfaiaoficial/

https://www.youtube.com/user/marysaalfaia

https://twitter.com/Marysa_Alfaia

https://open.spotify.com/artist/6hczHIQz31qf5OY4WnGwZ7

https://www.deezer.com/us/artist/512433

https://music.apple.com/us/artist/marysa-alfaia/204652020iv>





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Estrela do hit da Netflix “Ragnarok”, Resa Saffa Park antecipa EP com indie pop retrô “Dandelions”

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Norueguesa criada em Dubai que estudou artes na Inglaterra, Resa Saffa Park é um nome para se prestar atenção. Estrela do hit da Netflix “Ragnarok”, ela antecipa o novo EP de seu projeto musical com o indie pop de tons retrôs “Dandelions”.

Assista ao clipe “Dandelions”: https://youtu.be/PQCgzAxZLt8

Ouça “Dandelions”: https://fanlink.to/Dandelions

“’Resa’ sempre foi meu apelido, e Safa Park é um lindo parque no qual eu passei muito tempo, quando cresci em Dubai. Lembro-me de adorar a forma como ‘Safa Park’ soava – costumava repeti-lo indefinidamente, porque adorava a forma como as letras rolavam na minha língua”, relembra a artista.

Theresa Frostad Eggesbø – como se apresenta em seu trabalho como atriz – surpreendeu espectadores de todo mundo com a série norueguesa SKAM e com “Ragnarok”, que ficou no Top 3 da Netflix no Brasil durante meses. Agora, como Resa Saffa Park, se prepara para lançar o EP “Spaces” em fevereiro do ano que vem. A primeira amostra é uma canção que, apesar de parecer doce e delicada, mergulha sedutoramente nos desejos eróticos.

“‘Dandelions’ é uma música que escrevi sobre os ajustes necessários para redirecionar a mente da saudade de alguém quando parece impossível fugir desse sentimento”, Resa conta.

Com um clipe inspirado em gravações caseiras em VHS, “Dandelions” está disponível em todas as plataformas.

Assista ao clipe “Dandelions”: https://youtu.be/PQCgzAxZLt8

Ouça “Dandelions”: https://fanlink.to/Dandelions



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Natura Musical apresenta CIRCUITO ARTI: Formação e Festival com representatividade negra e LGBTQIA+ dos coletivos MARSHA! e AFROBAPHO

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Afrobapho e MARSHA! são potências de inovação, inclusão e diversidade na cena de produção cultural e artística brasileira, com grande impacto social e político. Promovendo conexão entre Bahia e São Paulo, os coletivos lançam o CIRCUITO ARTI (Autonomia, Restituição, Transformação e Interação), com cursos de formação e qualificação profissional nas áreas de gestão e empreendedorismo cultural, produção musical e direção artística, além de podcasts, festival híbrido e demais atividades em uma programação online que irá até o fim do ano, com patrocínio da Natura Musical.

A série de formação acontecerá entre 8 e 25 de novembro, com 11 aulas online e gratuitas para todo o país, ministradas por personalidades da música e cultura brasileira como Jup do Bairro, Badsista, Ciça Pereira, Dandara Pagu, Gabriela Chaves, da NoFront, Felipa Damasco e outras mais. Os alunos ainda poderão concorrer a vagas de estágio no Festival ARTI que acontecerá em dezembro. O público alvo são pessoas negras e LGBTQIA+, sendo 40% das vagas destinadas para transexuais e travestis.

“O Circuito ARTI deriva da intersecção entre os movimentos negro e LGBTQIA+, que são as frentes da Afrobapho e MARSHA!, em prol dos nossos interesses políticos em comum: enfrentar de forma propositiva os problemas históricos de acesso à educação e inserção no mercado de trabalho, efeito da ausência de políticas públicas para essas comunidades no Brasil. É pertinente pontuar que para equipe de ministrantes curamos 8 mulheres cisgêneras e 3 pessoas trans.  Para além da nossa política em descentralizar a presença hétero-cis-masculina em lugares de poder e, nesse caso, na produção de saberes, esse resultado também é um reflexo da escassez de pessoas trans atuantes nas áreas trabalhadas. Por este motivo, a formação tem enfoque no público T. Assim, visamos promover capacitação a fim de gerar autonomia e reintegração social, bem como fomentar a ampliação da diversidade no ecossistema de profissionais da cultura, formando pontes para uma sociedade mais justa e plural.”, afirma A Transälien, multiartista, fundadora da coletividade MARSHA! e uma das curadoras do Natura Musical 2021.

A programação completa já pode ser conferida nas redes dos coletivos e as inscrições, limitadas, estão abertas até o dia 28 de outubro. Toda a frente de produção e equipe de apoio será formada por pessoas negras, LGBTQIA+.

Vale destacar que esse é um dos projetos contemplados pelo Edital Natura Musical 2020, ao lado de nomes como Linn da Quebrada, Bia Ferreira, Juçara Marçal, Kunumi MC, Rico Dalasam. Ao longo dos 16 anos, Natura Musical já ofereceu recursos para mais de 140 projetos no âmbito nacional, como Lia de Itamaracá, Mariana Aydar, Emicida, Jards Macalé e Elza Soares.

“Nós acreditamos no impacto transformador que a música pode ter no mundo. E os artistas, bandas e projetos de fomento à cena selecionados pelo edital Natura Musical têm essa potência de mobilizar o público na construção de um mundo mais bonito, cada vez mais plural, inclusivo e sustentável”, afirma Fernanda Paiva, Head of Global Cultural Branding.

Para saber mais, acesse: https://linktr.ee/CIRCUITOARTI

 

SERVIÇO

CIRCUITO ARTI – SÉRIE DE FORMAÇÃO

Datas: 08 a 25 de novembro

Formato: Online via plataforma zoom

Inscrições: https://linktr.ee/CIRCUITOARTI

Redes: @AFROBAPHOOFICIAL @MARSHAOFICIAL



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APNEA entra em estúdio para gravar álbum de estreia

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Com proposta de apresentar um som influenciado pela música dos anos 70 e 90, mesclando grunge, heavy metal e stoner rock, a banda APNEA segue divulgando o recém lançado EP ‘Salt Water’. O disco está disponível em todas as plataformas digitais através da Monstro Discos e em formato físico pela Peculio Discos – selo do baterista Mauricio Boka.

A banda reúne músicos já conhecidos dentro do cenário underground regional e nacional, como Mauricio Boka (Ratos de Porão, ex- Psyschic Possessor, ex- I Shot Cyrus, ex- Safari Hamburguers), Marcus Vinicius (ex – Safari Hamburguers, ex- Bayside Kings), Nando Zambelli (ex- Garage Fuzz) e Gabriel Imakawa (Jerseys).

Após a ótima recepção do público e mídias especializadas, APNEA está em estúdio novamente para trabalhar no álbum de estreia, com previsão de estreia para o próximo ano. O álbum seguirá a temática já utilizada pela banda, com riffs afiados, vocais melódicos mas cheios de energia e batidas que remetem aos estilos stoner metal e Sludge dos anos 90.

Apesar de contar com músicos já conhecidos da cena underground brasileira, a APNEA surge explorando sonoridades jamais experimentadas por nenhum dos membros do grupo, fazendo dessa ‘novidade’ o combustível para encarar com alegria e honestidade um novo universo da música.

Formado em 2019 na cidade de Santos/SP – berço de grandes nomes do underground nacional -, o APNEA surge quando Mauricio Boka convida Marcus Vinicius para mostrar as ideias que tinha na cabeça a muito tempo e testar a construção de um estilo e uma identidade sonora. Após algumas jams, recrutam o guitarrista Nando Zambelli, e a linguagem musical começa a se definir com mais clareza. O baixista Gabriel Imakawa chega para completar o quarteto que passou a ensaiar com frequência, compondo e aprimorando o estilo da banda.

Em agosto de 2020, a banda entra em estúdio para gravar suas primeiras músicas, que foram lançadas este ano no EP ‘Salt Water’. O material foi gravado em Santos no Electro Sound Studio, estúdio comandado por Marcão Britto (ex- Charlie Brown Jr). A produção, mixagem e masterização é assinada por André Freitas.

Devido a pandemia do coronavirus, a banda aguarda momento oportuno para fazer sua estreia nos palcos e apresentar toda sua energia neste novo projeto.

 

Gênero: post grunge e stoner metal

Faixas:

  1. Star King

  2. Cruel

Gravação: Electro Sound Studio

Produção: André Freitas

Master e mixagem: Andre Freitas

Arte da Capa: Gabriel Imakawa

Fotografia: Ana Cláudia Lattari

Selo: Peculio Discos

Formação:
Mauricio Boka (baterista)
Marcus Vinicius (vocal)
Gabriel Imakawa (baixo)
Nando Zambelli (guitarra)



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