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Saúde

Brasil ao Cubo e JBS inauguram novo hospital em Ceilândia

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A região administrativa de Ceilândia, no Distrito Federal, passa a contar a partir desta segunda-feira (13) com 73 novos leitos para auxiliarem no combate ao novo coronavírus. Em apenas 35 dias de obras, o novo complexo de 1073m² fica acoplado ao já existente Hospital Regional de Ceilândia (HRC) e foi entregue pela construtech catarinense Brasil ao Cubo. Inicialmente, o local será destinado aos pacientes infectados pelo novo Coronavírus e atendidos pelo SUS, mas ficará de legado para o munícipio após a pandemia.  A obra foi financiada pela JBS e custou mais de R$ 10mi.

A agilidade na entrega do complexo ocorreu graças ao sistema exclusivo desenvolvido e utilizado pela empresa, o chamado off-site BR3, que se baseia na aplicação de métodos que utilizam as ferramentas da engenharia de produção e civil. Essa tecnologia possibilita que um imóvel de qualquer tamanho seja 100% construído no parque fabril da empresa e levado pronto para o local onde será instalado. O sistema ‘Plug and Play BR3’ permite o encaixe perfeito dos módulos, o que resulta nas mesmas características das construções tradicionais. Nesse sistema, todo o projeto já sai da construtech com cerâmica, elétrica, água e todo o restante pronto.

Apesar do desafio causado pela distância entre a obra e a sede da empresa – localizada em Tubarão, Santa Catarina -, o Hospital ficou pronto dentro do cronograma previsto. “Já fizemos obras mais distantes, porém não tão grande quanto esta. A principal dificuldade ficou por conta da necessidade de entregar este projeto o mais rápido possível e o tempo de transporte dos módulos”, afirma Ricardo Mateus, fundador da Brasil ao Cubo.

 

A gestão do novo hospital ficará a cargo da Secretaria Estadual de Saúde que já cuida do HRC. “Com a essa estrutura e os leitos disponíveis, o Hospital Regional de Ceilândia terá mais capacidade para receber novos pacientes com Covid-19. Dessa forma, fortalecendo o combate à doença nessa conjuntura tão delicada que Ceilândia está enfrentando”, comenta o subsecretário de Atenção Integral à Saúde, Luciano Agrizzi.

Essa é a quarta obra entregue pela Brasil ao Cubo destinada ao combate da pandemia do novo Coronavírus, Ricardo Mateus destaca que em tempos difíceis é preciso fazer mais e buscar soluções em prol da sociedade. “Participar de projetos como este está sendo de extrema importância para a Brasil ao Cubo, pois com a velocidade e excelência de nossas construções off-site, estamos trazendo uma solução assertiva para minimizar o impacto do Coronavírus em nosso país”, completa. Além deste em Ceilândia, foram entregues os anexos nos Hospitais do M’Boi Mirim, em São Paulo, e no Hospital Independência, em Porto Alegre, e o novo Hospital Retaguarda, em São José dos Campos, a Brasil ao Cubo ainda irá entregar neste mês mais um hospital, desta vez em Porto Velho, Rondônia, também financiado pela JBS.

 

Sobre a Brasil ao Cubo (BR3)

www.brasilaocubo.com

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Com pouco mais de três anos no mercado, a Brasil ao Cubo, sediada em Tubarão, no sul de Santa Catarina, é uma empresa de construção modular off-site, que reduz em até seis vezes o tempo de uma obra convencional. Com o objetivo de desenvolver o setor da construção civil de maneira sustentável para padronizar até mesmo o personalizável, a empresa fabrica de escritórios e lojas a centros de treinamentos e hospitais entre outros empreendimentos de forma inovadora cuidando da fabricação até a montagem com o uso do exclusivo sistema Plug and Play BR3, servindo como uma plataforma física para inovações do mundo digital. A tecnologia empregada nesse sistema permite a aceleração da construção e a entrega de grandes empreendimentos em curto prazo, que possibilita um retorno até quatro vezes mais rápido do investimento do que em sistemas de construções convencionais, que possibilita novos modelos de negócios. Já são mais de 380 módulos cobrindo obras realizadas em nove estados brasileiros.



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Saúde

Ministério da Saúde autoriza 212 leitos de suporte ventilatório

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O Ministério da Saúde autorizou mais 212 leitos de suporte ventilatório pulmonar para 13 Unidades da Federação. Serão investidos R$ 3 milhões no custeio parcial dessas estruturas, que ocorrem por meio de pagamentos mensais.

Os leitos foram autorizados para o Distrito Federal e para os estados do Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina e São Paulo.

Leitos de suporte ventilatório são aqueles utilizados em pacientes que ainda não evoluíram para um quadro grave, que demande a transferência para leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Os leitos foram autorizados para diferentes modalidades de unidades de saúde como hospitais de grande e pequeno portes, pronto-socorro e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).

Até o momento, foram autorizados 3,3 mil leitos de suporte ventilatório pulmonar. Com a nova modalidade de apoio financeiro dada pelo Ministério da Saúde, o governo federal arca com parte das despesas, com pagamentos mensais.



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Saúde

Aumenta número dos que buscam informação sobre covid nas redes sociais

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O número de pessoas que se informam sobre a pandemia do novo coronavírus pelas redes sociais cresceu desde o ano passado.

Segundo pesquisa divulgada hoje (18) pelo Facebook IQ, o percentual dos que dizem receber informações sobre a covid-19 pelos aplicativos do Facebook (que incluem Messenger, Instagram e Whatsapp) é de 66%, o que representa aumento de 14 pontos percentuais em relação ao registrado em maio de 2020.

De acordo com a pesquisa, as redes sociais são a segunda maior fonte de informações sobre a pandemia, perdendo apenas para a TV aberta, mencionada por 67% do público. O percentual representa uma queda de 3 pontos percentuais em comparação com o verificado em maio do ano passado. Perderam ainda mais espaço na preferência dos consumidores de informação os portais de notícias, apontados por 52% dos entrevistados, uma queda de 19 pontos percentuais na comparação com o ano passado.

Para o líder de Insights do Facebook IQ, Fabrício Fudissaku, os dados mostram uma mudança de comportamento da população, que está procurando menos ativamente informações e adotando uma postura mais passiva. O percentual de pessoas que dizem acompanhar “muito de perto” as informações sobre a covid-19 caiu 21 pontos percentuais, ficando, agora, em 73%.

“Quando você busca no site ou no portal, é uma busca ativa. Ou seja, eu estou interessado em um tema e vou atrás dessa informação, ao contrário dos outros meios. Isso explica um pouco essa queda. Há uma saturação, e as pessoas estão deixando de fazer uma busca proativa”, explica Fudissaku.

Renda preocupa

A pesquisa mostra também uma grande preocupação com a situação econômica na pandemia. Mais da metade dos entrevistados (55%) estão economizando por temer que a situação financeira deve ser pior ao fim da pandemia, enquanto 49% têm medo de perder o emprego. Dois terços (68%) relataram ter tido prejuízo econômico devido às repercussões da doença – no estudo do ano passado, o percentual era de 51%.

Sobre as prioridades no momento, 22% vão aumentar os gastos com produtos de higiene pessoal, 21%, vão gastar mais com alimentos frescos e 19% preveem empenhar mais dinheiro com serviços financeiros. Entre os consultados, 33% disseram que pretendem gastar menos com roupas, 32% que vão diminuir o consumo de sapatos, mesmo percentual dos que pensa, em reduzir despesas com móveis e itens para caso, e 31% que pretendem gastar menos com aparelhos eletrônicos.

O economista-chefe da Nova Futura Investimentos, Pedro Paulo Silveira, ponderou que a redução da intenção de compra de aparelhos eletroeletrônicos está relacionada não só a redução da renda, mas também a investimentos feitos ao longo do último ano. “A demanda por de aparelhos eletrônicos subiu bastante no ano passado, porque as famílias estavam se adequando [ao período de isolamento]. Você não vai ficar comprando o tempo todo esses equipamentos que são dispendiosos”, analisou.

O lazer e o entretenimento devem perder espaço, segundo a pesquisa, com a situação causada pela pandemia, especialmente entre as famílias mais pobres. Disseram que deixarão de gastar com games 43% dos entrevistados, percentual que sobe para 55% entre as famílias das classes D e E.

Viagens são também despesas que devem ser riscadas do orçamento de 41% dos brasileiros (52% entre as classes D e E).

Consumo pela internet

Segundo a pesquisa, a pandemia trouxe ainda mudança de hábitos de consumo. Entre os entrevistados, 58% disseram que usam aplicativos de entrega de comida ao menos uma vez por semana e 44% que aderiram a aplicativos de transporte ao menos uma vez por semana.

Há uma tendência de crescimento das compras pela internet. Quase dois terços (65%) disseram que vão comprar mais por aplicativos após o fim da pandemia.

O valor do frete foi o fator mais mencionado entre os elementos levados em consideração para a compra online, com 77% de citações. Em seguida, vêm o preço do produto, lembrado por 69%, a segurança (66%), a qualidade do produto (65%) e a rapidez na entrega (55%).

A pesquisa ouviu, em abril deste ano, 600 usuários de internet com mais de 16 anos em todas as regiões do país.



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Saúde

São Paulo inicia estudos para monitorar chegada de variante indiana

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A cidade de São Paulo iniciou, há três semanas, estudos para monitorar quais variantes do novo coronavírus estão circulando na capital. A preocupação da Secretaria Municipal da Saúde é, principalmente, com a variante indiana, que vem provocando aumento no número de casos na Índia. 

Em coletiva na manhã de hoje (18), o secretário municipal da Saúde, Edson Aparecido, disse que a ação tem o objetivo de preparar a capital com antecedência para a chegada da variante indiana. O monitoramento está sendo feito em conjunto com o Instituto Butantan. 

“Há três semanas, a secretaria municipal de Saúde e o Instituto Butantan iniciaram estudos de novas variantes na capital para que possamos nos preparar e detectar as variantes que estão circulando na cidade. Já fizemos coletas de testes sorológicos que estão sendo agora estudados pelo Instituto Butantan”, disse o secretário. “A cidade está se antecipando para, caso isso aconteça, medidas sanitárias sejam tomadas.”

A expectativa é que em até 20 dias os resultados do monitoramento sejam apresentados. 

“O trabalho da Vigilância Genômica está sendo feito pela prefeitura de São Paulo para se antecipar. É uma ação conjunta com o Instituto Butantan, que analisa os testes para ver se existe ou não a presença de novas variantes do vírus na cidade. Até o presente momento, a variante indiana não foi encontrada na cidade”, afirmou o prefeito Ricardo Nunes.

Um estudo feito em março deste ano, durante o pico da segunda onda da pandemia, mostrou que 65% dos casos de covid-19 detectados na capital tinham predominância da variante brasileira P1, que surgiu em Manaus.

Variante Indiana

Casos da variante indiana já foram identificados na Argentina. Recentemente, um navio foi isolado no Maranhão, após um passageiro indiano apresentar resultado positivo para a covid-19. A preocupação é que este pode ser o primeiro caso da variante B.1.617 [ a variante indiana] no Brasil.

Segundo a secretaria estadual de Saúde no Maranhão, uma equipe técnica inspecionou o navio no domingo e coletou amostras para diagnóstico de covid-19 e investigação epidemiológica. A secretaria informou que as amostras foram enviadas ao Laboratório Central de Saúde Pública do Maranhão e para o Instituto Evandro Chagas, em Belém, que fará o sequenciamento genômico. 

A secretaria informou que toda a tripulação foi colocada em quarentena e isolada em cabines individuais na embarcação. Os resultados desses testes ainda não foram informados. 



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