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Como ajudar as crianças a usar a tecnologia com equilíbrio e segurança?

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O isolamento social têm revelado e/ou acentuado uma realidade delicada na dinâmica de muitas famílias: o uso excessivo das tecnologias digitais por parte das crianças e adolescentes — videogames, televisão, aplicativos etc. Isso acontece porque, dentre diversas razões, tais ferramentas aparentemente são as únicas opções de entretenimento em meio ao caos. Embora seja algo compreensível, torna-se fundamental ponderar até que ponto recorrer unicamente às telas é realmente saudável. Aliás, quais são os impactos negativos que o excesso de exposição ao digital pode causar no desenvolvimento das crianças e adolescentes?

É justamente para falar sobre o assunto que a Editora Mundo Cristão traz ao Brasil “A criança digital: Ensinando seu filho a encontrar equilíbrio no mundo virtual”, livro escrito por Gary Chapman e Arlene Pellicane. Na obra, as duas autoridades em relacionamento familiar oferecem orientações práticas para que pais e mães contornem exageros de maneira positiva. Longe de propor uma postura antitecnologia, Gary e Arlene descortinam formas para que a família possa aliar os benefícios das tecnologias com uma rotina que seja produtiva para toda a família, especialmente para os pequenos, estimulando a sociabilidade.

“As telas não são o problema; o problema é a frequência com que as usamos. Que atividade preenche o tempo livre de seu filho? Para a média das famílias, tempo livre é igual a tempo diante da tela. Uma coisa é reunir a família diante da televisão para assistir a uma série. Trata-se de um tempo intencional diante da tela que pode aproximar ainda mais a família. Outra coisa é clicar de canal em canal, aleatoriamente, dia após dia. Esse tempo não programado tende a ser desperdiçado e tornar-se influência negativa.” (Gary Chapman e Arlene Pellicane em “A criança digital”)

Por meio de pesquisas e uma série de relatos ilustrativos, os escritores promovem uma análise acerca da dinâmica dos lares “conectados” e mostram as complicações que o tempo em excesso diante das telas pode trazer para o relacionamento interpessoal e o desenvolvimento intelectual e físico das crianças.

Altamente prático, A criança digital não aponta somente problemas sem mostrar soluções. Pelo contrário, o livro foi concebido para ser um manual aos pais e mães, com ideias lúdicas e iniciativas eficazes para a melhor interação entre a família, tendo como objetivo o estímulo a outras opções de lazer que colaboram com o fortalecimento dos laços afetivos.

A obra vem ainda com um capítulo especial dedicado ao tema “Desenvolvimento da sociabilidade por idades e estágios” e um teste para que os pais e mães possam diagnosticar se os filhos passam tempo exagerado diante das telas.

O lançamento já está à venda nas livrarias e lojas virtuais.
Ficha técnica
Código: 11110
ISBN: 978-65-86027-01-3
Páginas:  256
Formato: 14 X 21
Categoria: Família
Preço: R$ 54,90
Lançamento: maio/2020
Link de venda: Amazon e E-commerce Mundo Cristão

Sobre o livro: A criança de hoje nasce digital. Se é verdade que a tecnologia apresenta muitas vantagens, é igualmente verdadeiro que o mau uso ou o uso excessivamente precoce traz inúmeras preocupações para os pais. A boa notícia é que existem maneiras de equilibrar tecnologia, família e sociabilidade. Descubra através das sugestões de dois renomados especialistas em relacionamentos familiares.

Sobre os autores: Gary Chapman é doutor em antropologia e autor de mais de 30 livros, incluindo o celebrado As 5 linguagens do amor. É casado com Karolyn, com quem tem dois filhos e três netos.
Site: http://www.5lovelanguages.com/
Facebook: https://www.facebook.com/5LoveLanguages
Twitter: https://twitter.com/drgarychapman

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Arlene Pellicane é palestrante, escritora e apresentadora do Happy Home Podcast. É casada com James, com quem tem três filhos. Instagram: https://www.instagram.com/arlenepellicane/
Podcast: “The Happy Home Podcast with Arlene Pellicane” (várias plataformas)





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Skepta retorna com o EP “All In” e clipe “Nirvana”

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Novo trabalho do mestre do grime conta com participação de J Balvin, Teezee e Kid Cudi

Um dos grandes nomes do grime e um dos principais do hip hop mundial, Skepta retorna com “All In”, seu novo EP. O trabalho – já disponível em todas as plataformas de música digital – conta com participações especiais de J Balvin, Teezee e Kid Cudi e chega com um clipe para “Nirvana”.

Ouça “All In”: https://skepta.orcd.co/all-in

Assista a “Nirvana” com  J Balvin: https://youtu.be/cg14EVOxiuQ

O título do EP é inspirado no amor recém-descoberto de Skepta pelo pôquer, um jogo que ele vê como uma metáfora da própria vida. “Você pode receber cartas boas ou ruins, mas se não receber cartas boas, você ainda pode blefar, jogar e ganhar … você aprende quando jogar agressivo ou quando segurar e relaxar”, conta ele, que fez seu “All In” se entregando em cinco faixas como se fosse um álbum completo.

Com produção do próprio Skepta ao lado de JAE5, Ragz Originale e Josh Faulkner, o “All In” foi fruto fo lockdown mas as músicas foram guardadas para quando a possibilidade de apresentações ao vivo pudessem voltar, como está acontecendo no Reino Unido. Nas palavras do próprio Skepta, “estas músicas não são para as pessoas baixarem e discutirem sobre. É música para sentir quando eu a toco ao vivo, música para as pessoas celebrarem com seus amigos”.

Vencedor do prestigiado Mercury Prize, o britânico Skepta traz um novo capítulo para uma discografia com 5 álbuns, incluindo os aclamados “Ignorance Is Bliss” (2019) e “Konnichiwa” (2016). No ano passado, lançou o álbum colaborativo “Insomnia”, com Chip e Young Adz.

Além disso, o artista marcou presença recentemente com uma faixa na trilha de “Velozes e Furiosos 9” (“Lane Switcha”) e uma parceria com o Gorillaz e a saudosa lenda do afrobeat Tony Allen (“How Far?”). “All In” está disponível em todas as plataformas de música digital.

Ouça “All In”: https://skepta.orcd.co/all-in

Assista a “Nirvana” com  J Balvin: https://youtu.be/cg14EVOxiuQ

Siga Skepta: http://www.helloskepta.com



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Unabomber transforma a ocupação humana do espaço no rock sujo “Spaceshit”

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Com o turismo espacial ocupando os noticiários, a banda Unabomber segue com a sua veia ácida provocando reflexões sobre temáticas atuais. O novo single, “Spaceshit”, honra essa vocação do grupo fluminense e recebe um lyric video repleto de referências onde os versos cáusticos ganham destaque para abordar a exploração de mais uma fronteira para a humanidade. A faixa chega aos principais serviços de streaming e o vídeo está disponível no canal oficial de Unabomber no YouTube.

Ouça “Spaceshit”: https://smarturl.it/SpaceshitUnabomber

Assista “Spaceshit”: https://youtu.be/Pq06uITQp0U

Muito antes de bilionários naturalizarem a ida ao espaço como programa recreativo, o homem já mandava naves, satélites e muito lixo para além da atmosfera da Terra. Em “Spaceshit”, Unabomber usa a imagem tragicômica do lixo espacial caindo de volta em nossas cabeças como um lembrete inevitável de que nossas ações têm consequências.

“A capacidade da raça humana de poluir os espaços que ocupa foi a inspiração para ‘Spaceshit’.  A nova fronteira agora é o espaço sideral. Os restos de satélites e pedaços de naves espaciais abandonadas na órbita do planeta já começam a preocupar e a cair nas nossas cabeças! Também foi inspiração a estética musical e retrô dos anos da guerra-fria e da corrida espacial”, revela o guitarrista Sandro Luz.

Originária da Baixada Fluminense e formada ainda por André Luz (voz), Alan Vieira (baixo) e Paulo Stocco (bateria), Unabomber estreou em 1996 com uma demotape homônima e produção a cargo da própria banda. Já a segunda fita, intitulada “R” e lançada no ano seguinte, contou com a produção do então iniciante Rafael Ramos (DeckDisc, Dead Fish, Pitty, Titãs). Após mais três anos de muitos shows pelo sudeste e participação em festivais, abrindo para nomes como Titãs, Raimundos, Charlie Brown Jr., Paralamas do Sucesso, Lemonheads e outras, o grupo encerrou as atividades.

Quase 18 anos depois, eles retornaram à cena com o EP “Massas & Manobras S/A” (2017), onde fazem uma releitura de faixas das duas demos dos anos 90. O EP contou com a produção musical de Celo Oliveira (Fleesh, Hydrya), além de projeto visual do fotógrafo Marcos Hermes. Na sequência, em meio ao xadrez sociopolítico contemporâneo, compõem e lançam o single inédito “Silêncio”, sempre com a produção de Celo Oliveira. Já em 2018, apresentam a primeira versão gravada pela banda. Trata-se de “Pesadelo”, de Paulo César Pinheiro e Maurício Tapajós, gravada originalmente pelo MPB4, em 1972. No ano seguinte, incorporaram à sua discografia o EP “O Mal da Máquina Morre”, que traz o hit “Guanabara”.

Unindo o peso do rock aos versos cortantes do rap, na parceria inédita com a rapper paulistana Flor MC, entregam em abril de 2020 o single “João 8:32”. A letra reflete sobre o fenômeno das fake news e sua influência no atual cenário sociopolítico do Brasil. Musicalmente, a faixa remete à trilha sonora de “Judgment Night” (USA, 1993), que conta com parcerias de artistas rock com nomes do rap, como Helmet & House of Pain. Recentemente, a banda abordou a questão indígena com uma versão da clássica “Canoa Canoa”, do Clube da Esquina. E, no final do último ano, Unabomber trouxe um olhar sobre as contradições humanas em clima de rock alternativo e pós-punk no single “Maciota”.

Agora, com “Spaceshit”, o grupo se volta para as alturas, mas sem perder o pé no chão e no que nos torna humanos. O single está disponível para streaming e o lyric video, no canal oficial de Unabomber no YouTube.

Ouça “Spaceshit”: https://smarturl.it/SpaceshitUnabomber

Assista “Spaceshit”: https://youtu.be/Pq06uITQp0U

Crédito: Marcos Hermes

Ficha técnica

Música – Unabomber

Letra – Sandro Luz

Produção musical – Celo Oliveira (Kolera Home Studio)

 

Capa:

Foto: PC Stocco

Pós-produção: Gabby Vessoni

 

Lyric Vídeo:

Fotos: PC Stocco e Sandro Luz

Direção, Edição e pós-produção – Gabby Vessoni

 

Letra

Eu quero ver

quem vai pegar o lixo do espaço

Só quero ver quem vai catar

Nem quero ver

Quando essa lixo começar a cair

Na tua cabeça

 

Sujou a Terra

Agora quer cagar em Marte

Vê se te enxerga

Se não parar

A Lua vai virar lixão

limpa essa merda

 

Spaceship

Spaceshit

Spaceship

Spaceshit



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Agenor, Agostinho e Leo fazem baile que vai do rock ao pop, do carimbó ao dancehall em disco de estreia

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Formado por veteranos do indie amazonense, o projeto manauara Agenor, Agostinho e Leo consolida a carreira com um caldeirão musical em seu homônimo disco de estreia. Unindo influências e sonoridades que abordaram em todos os momentos de sua jornada artística, o trabalho une do rock ao pop, do carimbó ao dancehall para valorizar as suas raízes de forma festiva. O projeto foi desenvolvido com recurso do Prêmio Manaus de Conexões Culturais 2019 da Prefeitura de Manaus. O álbum está disponível em todas as plataformas de música digital.

Ouça “Agenor, Agostinho e Leo”: https://ffm.to/ejv4rnk

Após 10 anos de criação e produção da Alaídenegão, Agenor Vasconcelos formou um novo grupo ao lado de Agostinho Guerreiro e Leonardo Moraes, guitarrista e baterista de também renomados projetos dentro da cena musical do Amazonas, como a banda Selva Madre. O trio, que também tem o projeto carnavalesco Bloco da Cobra Grande, antecipou o álbum com o single e clipe para o indie brega pop “Juruparylson”.

Assista ao clipe “Juruparylson”: https://youtu.be/NvKobfe4KkM

“Além da visão musical, queremos trazer para o disco a experiência de vida que acumulamos nesse caminho. Então ele fala sobre estudos, trabalho e eventos das noites do Norte do país, especialmente a manauara. Conta a história de nossos feitiços, pussangas e pensamentos positivos para seguirmos firmes na música, levando alegria e satisfação para o nosso público. Traz em seu conceito elementos da cultura indígena e da cultura popular, projetando o futuro dessas cosmologias para nossos instrumentos musicais, clipes e faixas. Trabalhamos a relação entre Bahsakawii (Casa da Música em língua indígena Tukano) e o salão de dança (o Dancehall). Também trabalhamos elementos e traços característicos do xamanismo amazônico. Tudo isso com pitadas de humor e leveza de movimento”, resume Agenor.

Com 15 faixas, “Agenor, Agostinho e Leo” foi produzido e mixado por Agenor Vasconcelos e masterizado por Igor Ferreira.  O disco pode ser conferido em todos os serviços de streaming de música.

Ouça “Agenor, Agostinho e Leo”: https://ffm.to/ejv4rnk

Crédito: Hannah Gonçalves

Ficha Técnica:

Produzido por Agenor Vasconcelos

Pré-produzido no Estúdio Tupira

Arranjos por Agenor, Agostinho e Léo

Guitarras por Agostinho Guerreiro

Baixo por Agenor Vasconcelos |

Bateria por Léo Moraes

Back Vocals por Agenor, Agostinho e Léo

Voz por Agenor Vasconcelos

Gravado no Estúdio Supersônico por Beto Montrezol e voz principal na casa do Agenor

Vasconcelos, Manaus – Agosto de 2020

 

Mixado por Agenor Vasconcelos

Masterizado por Igor Ferreira (RJ)

Assessoria por Patrícia Borges

Design por Eduardo Nogueira

 

Agenor, Agostinho e Léo é:

Agenor Vasconcelos

Agostinho Guerreiro

Leonardo Moraes

 

Siga Agenor, Agostinho e Léo:

https://www.instagram.com/agenoragostinhoeleo

https://www.facebook.com/agenoragostinhoeleo

https://www.agenoragostinhoeleo.com/





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