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Saúde

Homens e a saúde mental: a importância do autocuidado

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O mito de que homem não chora já foi quebrado há muito tempo e durante o isolamento social, o cuidado com a saúde mental é importante para todos, inclusive para a parcela masculina da população. Apesar dos tabus, pensar suas afetividades se faz cada vez mais necessário.

Alguns aspectos que rondam o ser masculino ainda o afasta de um cuidado mais efetivo consigo. De acordo com a psicóloga do Sistema Hapvida, Elaine Silva, o machismo molda comportamentos de acordo com um ideal de masculinidade infalível, desconsiderando a subjetividade do indivíduo, o que gera muitos impactos e causa sofrimentos. “O homem é ensinado, entre outras coisas, que precisa ser autossuficiente, bem sucedido e resolver suas próprias questões. A concepção machista o faz acreditar que precisa cuidar de tudo sozinho, e que deve renegar socialmente tudo que for associado ao comportamento feminino, como demonstrar suas emoções e buscar ajuda, pois isso pode demonstrar fraqueza, fragilidade e incapacidade”, explica.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgados no último ano mostraram que os homens representam 76% dos suicidas do Brasil. O número assusta e, de acordo com Elaine, os motivos são diversos. “Além dos transtornos mentais, outros elementos contribuem de forma significativa para os casos de suicídio, que também ocorrem em maior índice entre os homens negros. Idade, condição socioeconômica, racismo e exclusão são marcadores importantes deste processo”, aponta.

A especialista destaca ainda que os homens tendem a ter comportamentos mais agressivos e, por isso, os métodos que utilizam para cometer o suicídio são mais violentos e letais, haja visto que não admitem falhar em nenhum momento. Para transformar esta realidade, repensar seu papel na sociedade é a primeira atitude. “Desconstruir a masculinidade tóxica é uma das práticas necessárias nos cuidados com a saúde mental. Também é fundamental buscar informação adequada e criar uma rede de apoio com amigos e familiares. Além disso, aprender a lidar com suas emoções e expressá-las sem culpa ou vergonha fazem parte dessa mudança de postura. E, quando for necessário, buscar ajuda profissional é a medida mais acertada”, finaliza.



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Saúde

Saúde recebe mais 2,7 milhões de doses de AstraZeneca

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O Ministério da Saúde informou na noite de hoje (11) que um lote de 2,7 milhões de doses da vacina AstraZeneca foi recebido. Pela manhã, a pasta informou que 800 mil doses da CoronaVac foram entregues pelo instituto Butantan e que serão, em breve, distribuídas através do Plano Nacional de Imunização (PNI).

Segundo informou a pasta em comunicado, as doses serão distribuídas por todos os estados e o Distrito Federal. Mais doses são esperadas para o mês de junho.

O Vacinômetro informa que cerca de 109,4 milhões de doses de vacina já foram distribuídas. Destas, 76,7 milhões foram aplicadas.

A expectativa, de acordo com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, é que 160 milhões de brasileiros sejam vacinados até dezembro.



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Saúde

Rio teve queda de óbitos por covid-19 em maio, aponta mapa

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O estado do Rio de Janeiro registrou queda no número de óbitos por covid-19 na 20ª semana epidemiológica do ano, compreendida entre os dias 16 e 22 de maio. As mortes caíram 25% em relação à 18ª semana epidemiológica, que vai de 02 a 08 de maio.

Na comparação com os dois períodos, também houve redução de internações por síndrome respiratória aguda grave (SRAG), complicação cuja alta incidência desde o ano passado é decorrente da covid-19. A ocupação de leitos caiu 21%.

Os dados constam no novo mapa de risco divulgado hoje (11) pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ). Diante dos números, a pasta manteve a bandeira laranja, que significa risco moderado.

Também não houve alteração na classificação de nenhuma região. Apenas o Norte Fluminense se situa na bandeira amarela, com baixo risco. As outras oito regiões registram risco moderado ou alto. A região metropolitana I, que abrange a capital e a Baixada Fluminense, está classificada na bandeira vermelha, com risco alto.

O mapa é usado para auxiliar os gestores públicos na tomada de decisão e serve de referência para a adoção de medidas restritivas. Segundo a SES-RJ, em todo o estado, estão ocupados 83% dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 56% dos leitos de enfermaria.



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Saúde

19: | Brasil registra 17,2 milhões de casos e 484,2 mil mortes Agência Brasil

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O total de pessoas que contraíram a covid-19 desde o início da pandemia no Brasil subiu para 17.296.118. Nas últimas 24 horas, houve 85.149 novos ocorrências da doença. Ontem, o painel de informações da pandemia trazia 17.210.969 casos acumulados. O país tem ainda 1.093.290 casos ativos, em acompanhamento. 

O número de pessoas que não resistiram à pandemia do novo coronavírus agora é de 484.235. Entre ontem e hoje, foram confirmados 2.216 novos óbitos. Ontem, o total de mortes decorrentes de complicações relacionadas à covid-19 estava em 482.019.

Ainda há 3.842 falecimentos em investigação. O termo é empregado pelas autoridades de saúde para designar casos em que um paciente morre, mas a causa segue sendo apurada mesmo após a declaração do óbito.

Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada, em Brasília,  na noite desta sexta-feira (11). O balanço sistematiza as informações coletadas por secretarias estaduais de saúde sobre casos e mortes. A atualização de hoje não trouxe dados do estado do Ceará.

O número de pessoas que foram infectadas, mas se recuperaram desde o início da pandemia chegou a 15.718.593. Isso corresponde a 90,9% do total dos infectados pelo vírus.

Estados

O ranking de estados com mais mortes pela covid-19 é liderado por São Paulo (117.344). Em seguida, vêm Rio de Janeiro (52.638), Minas Gerais (42.589), Rio Grande do Sul (29.484) e Paraná (27.921). Já na parte de baixo da lista, com menos vidas perdidas para a pandemia, estão Roraima (1.677), Acre (1.701), Amapá (1.751), Tocantins (2.998) e Alagoas (4.964).

Até o momento, foram enviadas a estados e municípios 109,4 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Deste total, foram aplicadas 72,1 milhões de doses, sendo 50,5 milhões da primeira dose ( 23,7%) e 21,5 milhões da segunda dose (o correspondente a 10,1% da população).

Boletim epidemiológico mostra a evolução da pandemia de covid-19 no Brasil.

Boletim epidemiológico mostra a evolução da pandemia de covid-19 no Brasil. – Ministério da Saúde

Vacinação

Até o momento, foram enviadas a estados e municípios 109,475 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Deste total, foram aplicadas 72,170 milhões de doses, sendo 50,59 milhões da primeira dose e 21,578 milhões da segunda dose.



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