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Vídeo chamada do Tinbot pode ajudar internados com Covid-19 a se comunicar com familiares

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O Tinbot, primeiro robô brasileiro interativo que reúne Inteligência Artificial, Cognição e IoT (Internet of Things) – desenvolvido pela Tinbot Robótica, startup parte do Grupo DB1 -, e reconhecido pela versatilidade e habilidade para desenvolver diversos trabalhos, ganhou, neste ano, a função de vídeo chamada e agora está capacitado a desempenhar mais um grande papel na pandemia: permitir a interação entre pacientes internados que se recuperam da Covid-19 e seus familiares.

O Tinbot possui fala natural em português, reconhecimento facial e de voz, gestos e expressões, além de ser integrável a outros sistemas por meio de APIs, possibilitando interatividade e personalidade humanizada. Fora isso, é habilitado para fazer captação de fotos, movimentar mãos, braços e torso – controlados por meio da linguagem Tico-Tico, criada pelo idealizador do projeto, usando emoticons para representar as reações do robô – e ainda permite que cada empresa personalize e programe a plataforma de acordo com suas necessidades. Toda essa tecnologia, o talento próprio e mais a experiência que vem adquirindo, capacitam o Tinbot a trabalhar como um elo entre infectados pela Covid-19 e seus familiares, amenizando o drama do distanciamento necessário durante o período de internação por meio da função de vídeo-chamada.

Com a nova funcionalidade, uma pessoa consegue, por meio do próprio computador ou celular, mesmo estando do outro lado do mundo, assumir o controle do Tinbot. A imagem da câmera da pessoa irá aparecer na tela do robô e a imagem da câmera do robô irá aparecer na tela da pessoa. A função é similar a uma vídeo-chamada do Skype ou Whatsapp, com o adicional de ser possível movimentar o robô remotamente.

Para dar acesso à uma pessoa qualquer, o administrador do robô pode gerar, através do portal do Tinbot, um link secreto. Esse link permite fazer a conexão do robô de forma simples, sem precisar de login ou senha. Em período de isolamento social, tal funcionalidade permite o contato de maneira lúdica, mais divertida que simplesmente pelo celular, sem que seja necessário o contato físico.

Médicos e enfermeiros sabem da importância da interação de quem está internado em recuperação da doença com seus familiares, mesmo que à distância, tanto que eles mesmos usam seus telefones celulares para promover este contato.

“Neste momento em que muita gente pensa em como pode ajudar para amenizar os efeitos dessa pandemia, é um orgulho para a gente ver o Tinbot na linha de frente ajudando da maneira que ele mais sabe: por meio da tecnologia. Porém, mais gratificante ainda é saber que a ligação entre pacientes e familiares é considerada muito importante pelos profissionais de saúde, mesmo que à distância, e ver que o Tinbot pode servir de elo e tornar essa ligação mais próxima, simpática e interativa dá sentido ao nosso trabalho”, diz Marco Diniz Garcia Gomes, Líder de Produto da Tinbot Robótica.

Há pouco tempo, o robô foi para a linha de frente no combate ao coronavírus, atuando na recepção da Santa Casa de Maringá e na pediatria do Hospital Universitário de Maringá dando dicas de prevenção contra a Covid-19.

O Tinbot também pode funcionar como um regulador de tarefas em escritórios e até já trabalhou com o público em recepções de hotéis. Atualmente o robô recebe clientes e visitantes na cooperativa agroindustrial Cocamar, em Maringá-PR, e costuma ser a grande atração de estandes em feiras e vários outros eventos antes da pandemia. Ele é famoso por sua simpatia e bom humor.

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Na mídia, o Tinbot foi um dos protagonistas da série “O Melhor do Brasil é o Brasileiro”, da Globonews, participou da última temporada de um dos mais importantes programas sobre games na televisão brasileira, no Jornal Nacional e no segundo semestre de 2019 foi “engolido pelos tubarões” do reality Shark Tank e recebeu investimento de João Appolinário, da Polishop.

 

Sobre a Tinbot Robótica:

A Tinbot Robótica é a startup criada em 2017 e desenvolvedora do Tinbot, o primeiro robô brasileiro interativo que reúne Inteligência Artificial, Cognição e IoT (Internet of Things), investida pelo Grupo DB1 e acelerada pelo Inovativa, maior programa de aceleração de startups do Brasil e pela Evoa Aceleradora. A missão do Tinbot é ajudar oferecer uma experiência diferenciada para as pessoas e ajudar empresas a construir uma imagem inovadora. De fácil programação, tem suas ações personalizáveis, de acordo com as necessidades de cada empresa, entre muitas outras opções. Na DB1, por exemplo, atuou como líder de equipe. O robô já foi adquirido por empresas como UniCesumar e Evoa Aceleradora, onde atua na recepção de visitantes, Sicoob, para gerenciamento de indicadores, no Hotel Villa Rossa como concierge, na Becomex como auxiliar na gestão de projetos, no Colégio Objetivo de Maringá e para a empresa angolana Ucall, onde ajuda no monitoramento de processos e indicadores internos.

Mais informações: https://www.tinbot.com.br

Sobre o Grupo DB1:

O Grupo DB1 é formado por empresas de tecnologia brasileiras, com sede em Maringá – PR – Brasil e bases operacionais no Brasil (3), Argentina (1) e Estados Unidos (1). Tem 20 anos de experiência no mercado de tecnologia da informação e oferece software e serviços de desenvolvimento para empresas (B2B). Sempre com posicionamento de produtos e serviços “premium” e de alta qualidade as empresas do grupo são líderes de mercado como ANYMARKET, Consignet, DB1 Global Software, Koncili, EIVE, Predize e o robô Tinbot. O grupo tem conquistado inúmeros prêmios de gestão e inovação e figura há 10 anos consecutivos entre as melhores empresas para se trabalhar pela GPTW (Great Place to Work). Com o lema “Sua luz move o universo DB1”, e como parte da cultura do grupo, todos na organização trabalham com o propósito de transformar o futuro e impactar a vida das pessoas e organizações por meio das soluções criadas pelo grupo.

 

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Locaweb anuncia a aquisição da Octadesk, plataforma de Conversational Commerce que engaja clientes no processo de marketing, vendas e atendimento

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  • Locaweb avança na estratégia de ter o mais completo portfólio tecnológico para PME’s
  • Com o Octadesk, as empresas podem interagir com os seus clientes e prospects em todos os canais digitais. São mais de 3 milhões de mensagens todos os dias
  • Mais de 65% dos compradores online conversam com as empresas em seus múltiplos canais durante o processo de compra
  • 99% dos smartphones no Brasil possuem aplicativos de mensageria instalados e podem interagir com empresas por esses meios
  • Octadesk terá forte e imediata conexão com o portfólio de soluções de Social Commerce e demais serviços da Locaweb

A Locaweb anuncia mais uma importante aquisição! Desta vez, a aposta da companhia é na Octadesk, plataforma de gestão de conversas que ajuda as empresas no processo de geração de leads, vendas e atendimento, conectando empresas a consumidores em todos os canais digitais, em tempo real.

Fundada em 2015 na cidade de São Paulo, o Octadesk é uma plataforma SaaS (Software como Serviço) voltada para pequenas e médias empresas se relacionarem melhor com seus clientes em todas as etapas de sua jornada (marketing, vendas e atendimento), em tempo real e em múltiplos canais como WhatsApp, Instagram, chat, e-mail, entre outros, organizando suas interações em um único lugar. Propiciando automação e escala por meio de chatbots próprios, assistentes virtuais pré-programados e tecnologia embarcada em Inteligência Artificial, a plataforma possui capacidade de tornar as conversas humanizadas, melhorando a experiência nas relações com os clientes. Graças a essa proximidade gerada e ao atendimento que é prestado no momento oportuno e no melhor canal, os resultados não poderiam ser diferentes de: melhor experiência entre as partes, aumento de vendas, maior engajamento com o público, qualidade e satisfação.

A mudança do comportamento do consumidor impõe uma série de mudanças nas dinâmicas de mercado. Como consumidores, todos nós esperamos resoluções muito mais rápidas e simples, preferencialmente nos canais digitais, que são nativos para todos. Atritos que podem ser gerados entre empresas e consumidores, como por exemplo, dúvidas sobre produtos, requisição de segunda via de boleto, contato com o time de vendas que em muitos casos dependem de interação humana e pode demorar dias, com a Octadesk vira uma solicitação automática que é resolvida em segundos. Soluções desse tipo que até pouco tempo eram a realidade somente para grandes empresas, hoje com a Octadesk são acessíveis também para pequenas e médias.

“O Social Commerce e Conversational Commerce já estão presentes no processo de decisão de compras online de aproximadamente 65% das pessoas ao redor do mundo. Somada às iniciativas já existentes de Social Commerce da companhia, o Octadesk trará uma amplitude de soluções para o nosso ecossistema de e-commerce sem precedentes no Brasil.” Afirma Fernando Cirne, CEO da Locaweb.

Conversational Commerce é extremamente importante no processo de vendas, atendimento e suporte. Muitas companhias estão adotando essa estratégia para criarem oportunidades e servirem os clientes em múltiplos canais, possibilitando escalar o negócio com o uso de inteligência artificial, mensagens automáticas, entre outras, 24 horas por dia, durante o ano todo.

“Estamos muito animados com as oportunidades que se abrem com a chegada da Octadesk. Poderemos oferecer a plataforma para toda a base de clientes da Locaweb, pois ela se encaixa bem tanto para os clientes de Commerce, quanto com os demais segmentos de serviços, indústria, varejo e outros.” afirma Higor Franco, Diretor Geral de BeOnline e SaaS da Locaweb.

Temas atuais como Conversational Commerce e Social Commerce, por muitas vezes se confundem, porém, são extremamente complementares. Enquanto o Social Commerce é utilizado para que as empresas consigam utilizar a força das redes sociais para exporem os seus produtos e serviços e gerarem negócios, o Conversational Commerce pode melhorar e automatizar esse processo, ampliando as possibilidades para outros canais e gerando uma proximidade maior entre empresas e clientes.

““Fazer parte do grupo Locaweb está totalmente alinhado ao nosso propósito como protagonistas no Conversational Commerce. Entramos para um ecossistema completo que permeia toda a jornada digital, trazendo muita sinergia com nossa plataforma e nosso time. Acreditamos que a oportunidade de trabalhar em parceria com essas mentes vai ajudar a construir o futuro da Octadesk e potencializar os resultados do grupo “. afirma Rodrigo Ricco, fundador e CEO do Octadesk.

Assim como a Locaweb, a Octadesk vem apresentando forte crescimento em 2021. Por dia, a plataforma gerencia mais de 3 milhões de conversas entre empresas e consumidores e possui receita anual recorrente (ARR) de R$ 25 milhões, o que representa um crescimento de aproximadamente 100% YoY.

Seguindo o modelo de atuação da Companhia em outros processos de M&A, a Locaweb adquire 100% do Octadesk por aproximadamente  R$ 102 milhões. Os sócios Rodrigo Ricco e Leandro Ueda permanecerão na operação e manterão o time de colaboradores. Também juntarão forças os times das demais unidades de negócios da Locaweb.

Uma das pioneiras em soluções Business to Business (B2B) para transformação digital de negócios no Brasil, a Locaweb nasceu para ajudar empreendedores e negócios a desenvolverem sua presença online e prosperarem na web. Ao longo dos últimos anos, a empresa realizou importantes aquisições, fortalecendo a atuação em diversos mercados como o de e-commerce, redes sociais, recorrência, marketing cloud, hospedagem, cloud computing, pagamentos e aplicativos mobile. A Locaweb possui cerca de 2 mil funcionários, quase 400 mil clientes e 20 mil desenvolvedores e agências parceiras. Com 23 anos de atuação, a empresa segue crescendo e inovando por meio de desenvolvimento e aprimoramento interno de produtos, bem como de aquisições.



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Quatro passos para descomplicar a computação em nuvem nas empresas

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Os benefícios da computação em nuvem já são conhecidos por grande parte das empresas e dos profissionais. Antes mesmo da pandemia de covid-19, as organizações já iniciavam o movimento de transformação digital, que passa necessariamente pela adoção de soluções em cloud. Entretanto, diferentemente do que muitos imaginam, não basta  implementar essas ferramentas no dia a dia e esperar que elas, sozinhas, alcancem os objetivos esperados. Para que sejam eficientes, é preciso passar por um preparo adequado. Confira quatro passos que descomplicam a adoção da nuvem no ambiente corporativo:

1 – Capacitação dos profissionais

Antes de cuidar da tecnologia em si, é preciso repensar a estrutura da empresa para potencializar essas soluções. Isso implica, necessariamente, capacitar e qualificar os profissionais. Eles precisam operar essas ferramentas com excelência, identificando como extrair o máximo de eficiência delas em suas rotinas produtivas (processos) – e sem colocar em risco a segurança digital pessoal e/ou da organização com um possível uso inadequado. Em outras palavras: é altamente recomendável investir em treinamentos e certificações dos colaboradores, mantendo-os em consonância com as principais tendências e melhores práticas da área.

2 – Planejamento dos processos

Uma vez feita a capacitação dos profissionais, a etapa seguinte consiste na preparação da empresa em si. Antes de migrar para a nuvem com colaboradores qualificados, é fundamental definir uma estratégia e planejar bem todos os processos. Trata-se de uma mudança e tanto para o ambiente corporativo, que passa a digitalizar e automatizar cada vez mais as diferentes tarefas do seu dia a dia. A organização precisa ter em mente aonde quer chegar e quais metas serão traçadas para isso. Somente assim é possível aliar a maior eficiência com mais qualidade e segurança.

3 – Foco no que realmente importa

As empresas não podem mais ignorar a importância do cloud, mas isso não significa que devem adotar qualquer solução que aparecer pela frente. Hoje, há inúmeros softwares e sistemas baseados em nuvem à disposição dos empresários. Entretanto, para que a produtividade se mantenha em alta, é preciso manter o foco naquilo que realmente é mais importante, isto é, nas soluções que vão fazer a diferença para os profissionais bem como estejam alinhados aos objetivos e indicadores do negócio. Para isso, é preciso pesquisar bastante os melhores fornecedores e identificar quais recursos impactarão positivamente o dia a dia.

4 – Monitoramento contínuo

Por fim, uma dica importante para quem tem aplicações em nuvem é o acompanhamento contínuo das soluções em busca de atualizações e possíveis erros que podem aparecer durante a implementação e utilização. Nem sempre o resultado abaixo do esperado é proveniente da computação em nuvem, mas sim uma consequência da forma como é utilizada. Portanto, é imprescindível que a empresa tenha uma equipe que realize esse monitoramento rotineiro em busca de implementações mal realizadas, brechas de segurança ou até recursos que poderiam ser mais bem aproveitados.

As empresas sabem que precisam fazer mais, com menos. Por outro lado, não há como inovar sem uma disposição a experimentar o novo e com isso eventualmente cometer alguns equívocos. Porém, é muito menos doloroso aprender com os erros dos outros e considerar estas lições aprendidas no processo de inovação. Afinal, quando o tempo é curto, o espaço disponível para retrabalhos é muito limitado. Logo, é preciso ser assertivo na estratégia do negócio e na implementação da mesma. As soluções contratadas precisam trabalhar em conjunto com os profissionais em prol do mesmo objetivo. A computação em nuvem oferece essa possibilidade às organizações, desde que elas saibam como utilizar essa tecnologia em sua plenitude.

* Marcos Farias é CEO e sócio-fundador da Arki1, empresa especializada em treinamentos oficiais de Google Cloud, certificada pela gigante do Vale do Silício, que em abril de 2020 a escolheu como Google Cloud Authorized Training Partner of the Year 2019 na América Latina – e-mail: arki1@nbpress.com.



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Mais de 50 mil tentativas de fraudes utilizando dados de quem já morreu foram registradas no Brasil em 2021

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A ausência de um sistema de validação antifraude nas empresas somada às novas práticas adotadas por cybers criminosos favorecem a simulação de identidades e a aplicação de golpes

Cada dia mais a tecnologia tem garantido agilidade aos processos de negociações digitais, possibilitando diversas operações que vão muito além das compras online. Liberações de crédito para empréstimos pessoais, financiamentos e abertura de contas em bancos digitais com direito a cartão de crédito são apenas alguns exemplos de transações que podem ser feitas online, apenas com a checagem e validação de crédito do solicitante.

Mas, assim como a tecnologia evoluiu para facilitar o dia a dia das empresas e do consumidor, os fraudadores também têm ampliado suas habilidades para manipular e burlar sistemas de análises de créditos utilizando dados de outras pessoas, inclusive daquelas que já morreram.

Recente levantamento realizado pela proScore, bureau digital de crédito e authority de score, especializado em Big DataAnalytics e motores de decisão, nos primeiro seis meses de 2021 foram registradas 58 mil tentativas de fraudes usando documentação ou informações de pessoas que já morreram, contra 102 mil tentativas de fraude deste mesmo formato em 2020. “Percebemos um significativo aumento desse tipo de ação, que vai desde a tentativa de compra até a habilitação de um celular”, destaca Mellissa Penteado, fundadora, sócia e CEO do grupo.

Engana-se quem acredita que o uso de dados de pessoas falecidas está restrito às operações com empresas privadas. A fraude também tem sido detectada no pagamento indevido de benefícios realizado pelo governo federal, como o auxílio emergencial, adotado durante a pandemia da Covid-19. Segundo o Balanço da Fiscalização do Auxílio Emergencial, divulgado em fevereiro deste ano pelo Tribunal de Contas da União (TCU), mais de 60 mil beneficiários que receberam pelo menos uma parcela do auxílio já haviam morrido.

Como os dados de pessoas falecidas estão sendo utilizados indevidamente

A mudança nos hábitos financeiros e de consumo das pessoas nos últimos anos tem atraído os chamados “fraudadores digitais”, que praticam golpes para ter acesso a informações confidenciais e restritas. Prova disso foi o mega vazamento de dados de mais de 223 milhões de brasileiros, incluindo falecidos, que aconteceu no início deste ano. De acordo com a CEO da proScore, esse tipo de ação realizada por hackers que vendem informações sigilosas para fins ilícitos está entre as causas de fraudes e tentativas de fraudes envolvendo dados de pessoas que já morreram.

No entanto, a fraude familiar não pode ser desconsiderada e está entre as principais. “Na maioria das vezes motivado pelo desespero de perder a renda de quem já faleceu, não é raro que um parente de primeiro grau, que tem acesso aos documentos da pessoa, contraia empréstimos ou financiamentos mesmo sabendo que não poderá honrar com o compromisso. De mesmo modo, os dados do falecido também podem ser utilizados para levantar prêmios de seguros e sinistros”, ressalta Mellissa.

A executiva reforça que independente do fraudador, o importante é que esse tipo de ação seja banida pelas empresas. O grande problema é que muitas empresas ainda não estão preparadas para identificar irregularidades no que diz respeito à verdadeira situação do potencial cliente. “Sistemas de validação de crédito já são amplamente utilizados pelas empresas para determinar se uma pessoa tem algum tipo de restrição financeira, se pode ou não receber algum tipo de crédito, mas não considera um fator crucial: se ela está viva ou não.”

Sistemas antifraude são grandes aliados para impedir transações indevidas

A ausência de um sistema de validação antifraude nas empresas, somada às novas práticas adotadas por cyber criminosos, favorecem a simulação de identidades e aplicação de outros tipos de golpes. Anualmente, transações irregulares que envolvem informações de pessoas mortas têm causado grandes prejuízos, que nem sempre podem ser revertidos e os valores recuperados. “Um exemplo bem atual é o pagamento indevido de benefícios como o auxílio emergencial. Os órgãos públicos envolvidos têm detectado eventuais fraudes e conseguido reaver valores, que ainda estão muito abaixo do montante total dispensado. Contudo, para empresas privadas, receber pagamentos pendentes, recuperar bens ou reaver valores de empréstimos é um grande desafio, já que o ‘devedor’ não responde pela dívida que foi indevidamente adquirida em seu nome”, alerta Mellissa Penteado.

Considerando este cenário, é essencial que companhias dos mais variados setores fiquem alertas e comecem a se proteger contra esse tipo de fraude. “As empresas precisam focar em suas atividades-fim, seja comércio ou serviço, e deixar que a validação ocorra de maneira sistêmica, integrada e com capacidade de informação assertiva e crível”, explica a CEO da proScore, que conta com um sistema antifraude equipado com a mais atualizada base de óbitos do País, além de ser totalmente personalizável, de acordo com as necessidades de cada empresa, para garantir agilidade na busca de informações de forma modular.

“Ao analisar os dados de um cliente, é muito melhor que a empresa primeiro aposte em um sistema de validação antifraude como o da proScore, do que diretamente ao sistema de consulta de crédito. Isso porque, a análise irá identificar qualquer irregularidade ou tentativa de fraude, ao invés de avaliar se a pessoa está habilitada para receber um crédito. Esse processo otimiza o trabalho da equipe, proporciona uma entrega de informações mais objetiva e evita que transações com dados ilícitos sejam realizadas”, conclui.



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