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DJs e produtores Pizzolo e CNTR lançam parceria “All Of You Tonight”

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Os DJ e produtores musicais Pizzolo e CNTR lançam o single conjunto “All Of You Tonight”, um progressive house melódico e a segunda parceria entre os artistas catarinenses.  A faixa é um lançamento Liboo/Universal Music Brasil e está disponível em todas as plataformas de música digital.

 

Ouça o single: https://umusicbrazil.lnk.to/allofyoutonight

 

Pizzolo começou seu projeto em 2018 e já lançou faixas por  grandes gravadoras como Universal, Sony, Warner, Blanc, O Problema é Grave e já soma mais de um milhão de execuções em suas músicas. Com o suporte de vários djs nacionais como Bhaskar, SAMHARA, Mojjo, Joy Corporation, A Liga, Santti, Vee Brondi, Pic Schmitz, ele já foi destaque em algumas das maiores rádios do país.

 

CNTR é o projeto do DJ e produtor Eduardo Cintra, que tem mais de 10 anos de experiência na carreira, tocando pelas melhores festas e clubs do Brasil. Há 2 anos, Eduardo decidiu desbravar novos horizontes e criou seu novo projeto, CNTR, buscando uma nova identidade sonora.

 

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“All Of You Tonight” é um lançamento da Liboo, selo de música eletrônica da Universal Music Brasil. O projeto é um laboratório criativo de tendências para todos os tipos de pistas e já lançou nomes como Vintage Culture, Manimal e Bruno Be.

 

Ouça o single: https://umusicbrazil.lnk.to/allofyoutonight

 

 

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Depressão, fobias e neuroses: temas abordados em curtas e longas fazem um alerta sobre as doenças do século 21

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As doenças de cunho psíquico já assolam a sociedade há muito tempo. Pessoas que sofrem de diferentes neuroses causadas por ansiedades, medos e preocupações, por exemplo, se tornam reféns da doença, que pode passar despercebida para quem está próximo e, em alguns casos, ser tratada até como algo menor, mas que é perigosa e mortal. Com a pandemia, os transtornos tomaram proporções ainda maiores, como a Síndrome do Pânico, que assola cerca de 2% a 4% da população mundial, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), e que, entranhada em muitas neuroses, disparou em casos durante o período.

A cultura, severamente afetada com a pandemia, cumpre o seu papel social ao abordar esses temas complexos e delicados nas telas, fazendo um alerta para o uso de medicamentos de forma indevida e também sobre as relações tóxicas. A Síndrome do Pânico é a espinha dorsal do longa ‘Silencio’, que ganhou o primeiro trailer e será lançado em dezembro. Já a fobia social, é abordada no curta ‘Pináculo’, lançado em maio no Youtube.

A Síndrome do Pânico está associada à ansiedade, que funciona como um mecanismo de luta ou fuga. Esse mecanismo se interliga às sensações de medo e de preocupação, cruciais à nossa sobrevivência. Quando os níveis de ansiedade estão altos em nosso organismo, ficamos mais suscetíveis a transtornos, como os ataques de pânico.

O ataque de pânico nada mais é do que uma potente descarga de ansiedade no corpo, caracterizada por sintomas como taquicardia, falta de ar, sudorese, anestesia e formigamento, seguidos pelos medos de perder o controle e de morrer. A Síndrome do Pânico é caracterizada por crises recorrentes. É possível ter um ataque de pânico e não desenvolver a síndrome.

Em ‘Silencio’, a personagem Sara, vivida por Yasmin Martins Mendes, tem um roteiro que está sendo finalizado, mas é insegura com ele e constantemente faz alterações na busca de aprovação alheia. “Ela tenta ignorar as sensações considerando o trabalho mais importante do que sua saúde mental. A personagem sofreu traumas na infância e vive um relacionamento abusivo com Pedro (Lucas Tier). Isso tudo contribui para seu frágil estado emocional”, comenta a atriz.

Yasmin ressalta que, para criar toda essa tensão que Sara sofre, passou quase um ano em estudos intensos para entender as crises, chamadas de “ataques de pânico”. “Para o desenvolvimento da Sara, foram cerca de oito meses de estudos intensos. Ela tem uma condição psicológica que faz muitas pessoas sofrerem em silêncio, conversei com psicólogos, com pessoas que têm Síndrome do Pânico, estudei o lado espiritual da síndrome e fiz uma busca para ter o máximo de informações sobre essa condição sorrateira”, conta a atriz.

– Neste momento de pandemia pudemos perceber que as pessoas, de forma geral, apresentaram todo o tipo de neurose com piora importante do quadro geral. Se um familiar ou mesmo um amigo teve o psicológico afetado durante a pandemia, é importante ficar de olho, pois o quadro pode sempre apresentar recaídas e desestabilizar toda a família – ressalta a psicóloga Cristina Navalon.

No curta ‘Pináculo’, o ator Andriu Freitas interpreta Mauro, um rapaz que se encontra deprimido devido a diversos fatos em sua vida e quer sair dessa condição, mas se afunda cada vez mais em uma autossabotagem, apelando para o uso de ansiolíticos, álcool, além da alimentação ruim baseada em fast-foods.

Apesar de morar sozinho, o personagem tem tudo pago pela mãe por causa da sua situação financeira. Além de sentir o fracasso na vida profissional por ter perdido o emprego, ele também sente uma tristeza pessoal ao terminar um namoro.

– Mauro tem 31 anos, mas depende da ajuda da mãe na parte financeira. Além disso, terminou um namoro. Tudo isso causa nele um grande desânimo. Com o sentimento de solidão, ele começa a tomar ansiolíticos com álcool para tentar “anestesiar” essa dor, além de manter péssimos hábitos alimentares, como a compulsão por fast-foods. Ele chega ao seu limite, explode e, prestes a se dopar mais e colocar sua vida em risco, é surpreendido por uma menina em seu apartamento e começa um papo que vai se desdobrando em várias viradas nessa história – revela Andriu.

Com o isolamento, a simples ansiedade pode se tornar generalizada, levando, inclusive, a um agravamento do quadro depressivo, segundo Navalon. “Em pacientes com esquizofrenia estabilizada, pode ocorrer a evolução para um surto psicótico, quando houver disponibilidade genética. E para quem tem diagnóstico de bipolaridade (tanto no ciclo de depressão quanto no de euforia), agravar também para um quadro psicótico”, completa.

Sobre ‘Silencio’, Yasmin fala ainda em como o período de isolamento impactou nas gravações. “A pandemia nos trouxe para dentro, não só de nossas casas, mas dentro de nós mesmos. E esse encontro nos mostrou nossa realidade familiar e mental, trazendo à tona o que muitos sofrem dessa condição psicológica. Nos dias em que gravamos as cenas das crises, nem comer eu comia, pois era tão intenso que vomitava. Todas as cenas eram exaustivas, havia uma falta de ar e trava muscular que não dá para explicar. Talvez somente aqueles que infelizmente vivem isso consigam entender. Essa foi a forma que encontramos para falar sobre o assunto, que é muito delicado, sério e merece toda a atenção. O fator mais apaixonante no resultado do ‘Silencio’ foi a exposição: sinto-me completamente nua”, finaliza a atriz.

– Mesmo com a quarentena, vários profissionais se dispuseram a atender de forma remota e isso foi de extrema importância para quem sofre em casa sozinho. É importante ter por perto também pessoas amigas e familiares – sempre quando for preciso – que acolham as dores emocionais sem julgamentos – diz a psicóloga Cristina Navalon.

A previsão inicial de estreia de ‘Silencio’ é para o final do ano. Em breve, o longa também começará a ser exibido em festivais.

O trailer oficial de ‘Silencio’, que será lançado em dezembro nos cinemas, pode ser visto em https://www.youtube.com/watch?v=ED3a975VOQo. Outras informações pelo https://www.instagram.com/silenciomovie/

Já o curta ‘Pináculo’, estrelado por Andriu Freitas, está disponível, na íntegra, no Youtube em https://www.youtube.com/watch?v=twAf-rLBsgw





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EDD atualiza boom no disco “Não digo nem meu nome”

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Na estreia do rapper curitibano EDD, o artista faz uma viagem sentimental às suas referências, trazendo um olhar contemporâneo em “Não Digo Nem Meu Nome”. Bebendo da fonte do boom bap e dos anos 90, o álbum está disponível em todas as plataformas de streaming.

Ouça “Não Digo Nem Meu Nome”: https://smarturl.it/NaoDigoNemMeuNome

Nascido Edgard Carvalho, EDD faz suas rimas desde a infância, mas foi só ao conhecer e começar a trabalhar com o produtor lucasbin que as rimas ganharam um flow maior e se tornaram o álbum. O objetivo é levar o ouvinte para as ruas do Boqueirão, em Curitiba, onde o artista cresceu, e suas histórias. Desde 2020, ele vem se destacando no cenário local também com o duo PP041, com o qual já lançou singles e dois EPs.

Mostrando sua forte personalidade na estreia solo, em “Não Digo Nem Meu Nome” EDD conta com participações de novos nomes da cena do sul do país como VERO, SegundaSessão, Vihen MC, Gody, Mika MC, DJ SKL, CRN e Rotiv. Apesar do título, o trabalho atesta a identidade de um artista só em começo de carreira e mirando alto e pode ser ouvido em todos os serviços de música digital.

Ouça “Não Digo Nem Meu Nome”: https://smarturl.it/NaoDigoNemMeuNome

Ficha Técnica:

Produção, engenharia, instrumentos, mixagem e masterização: lucasbin

Capa e fotos: Bface e Matheus Moura

Participações especiais: VERO, SegundaSessão, Vihen MC, Gody, Mika MC, DJ SKL, CRN, Rotiv

Crédito foto: Matheus Moura



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Guttroll ganha destaque no metal internacional com o lançamento de “Rules”

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A banda de Thrash/Death Metal Guttroll lançou recentemente o single intitulado “Rules” nas principais plataformas de streaming. A faixa faz parte do disco “Invalid Leaders”, recém gravado pela banda e com previsão de lançamento para o segundo semestre de 2021. A banda lançou em conjunto com o single no canal de youtube o lyric video de “Rules”.  Assista: https://www.youtube.com/watch?app=desktop&v=IsDhW9fkdGc

 

O power trio formado por Alex Melo na bateria, Tulio Lobo no baixo e Rafael Ojeriza no vocal e guitarra, vem ganhando destaque na cena extrema nacional e internacional por suas inovações sonoras principalmente no formato de gravação, efetuado de forma totalmente analógica, o que traz um punch totalmente natural as músicas já que a banda realizou as gravações tocando, sem recursos digitais.

 

O single é com certeza uma mostra à que a Guttroll veio, dando a cara para bater, uma banda que traz a mais pura raiz do metal oitentista, com um som tirado na unha, na garra e na vontade.
Música com passagens drásticas e inovadoras, onde mudanças de tom acontecem além de viradas bruscas e secas.

 

Conversamos com a banda sobre sua trajetória, processo de composição e gravação, influências musicais, entre outras curiosidades. Confira! 

 

De onde surgiu o nome “Guttroll”?

O nome da banda surgiu do fato de Gutt vir da palavra vísceras ou visceral gutural e o roll veio da palavra rolo ou rolar que lembra o rock presente na vida de todos nós. Juntando a palavra Gutt e Roll temos um rolo visceral ou Guttroll. 

 

Como e quando a banda surgiu?

A banda surgiu em um jam session em 2015 em um festival semestral de bandas na cidade de Petrópolis chamado Solstício do Som.

 

A banda segue  promovendo seu último lançamento intitulado “Rules”. Como foi o processo de composição e gravação dessas faixas?

O processo de composição foi da forma que pudéssemos soar exatamente da forma que queríamos, como uma banda que traz o old school como base e que também é capaz de se comunicar com o novo cenário, trazendo assim um som raiz e ao mesmo tempo inovador. O processo de gravação foi totalmente analógico, realizado no studio Forestlab em Petrópolis juntamente com o produtor Lisciel Franco. Uma experiência que trouxe à banda um grande crescimento sonoro e conexão, já que gravamos tocando juntos o que traz uma naturalidade e fluidez a música. Além disso queríamos um som direto e honesto, o som que é exatamente aquilo que o público verá ao vivo.

 

De onde surgiu a ideia de gravar a faixa de forma oldschool?

A ideia surgiu exatamente do fato de que queríamos fazer o nosso som o mais honesto possível, sem inserção do digital e queríamos também um som tirado na garra, na vontade com o máximo punch possível, e estávamos buscando exatamente com que isso fosse perceptível ao ouvir nossa música.

 

O single foi muito bem recebido nos de sites de música especializada nacionais e internacionais . Como a banda está vendo esse feedback tão positivo do material lançado?

Esse feedback foi realmente surpreendente pra nós, acreditamos muito em nosso trabalho e fazemos isso com o máximo empenho, mas sinceramente não esperávamos tantas mensagens positivas de tantos lugares do mundo como temos recebido.

 

Suas músicas demonstram muita intensidade e entrega por parte da banda. Existe alguma composição que seja mais especial para vocês?  

Temos algumas músicas que são realmente especiais para a banda, mas Rules é sem dúvidas a mais especial por ser a primeira composição da banda.

 

Quais as bandas e fontes artísticas que inspiram o som do Guttroll?

Podemos citar inúmeras bandas, afinal somos três integrantes com várias diferentes influências e isso nos trás uma gama enorme, mas as principais dentro do metal temos clássicas como Black Sabbath, Death, Morbid Angel, Cannibal Corpse, Krisiun, Slayer, Anthrax, Testament e Exodus.

 

Como foi o processo de criação do lyric video de “Rules”?

O processo de criação foi realizado por um grande profissional da área que tem trabalhado com a Guttroll já a algum tempo, nosso amigo Phillipe Dutra, ele trabalhou intensamente para passar no vídeo exatamente a mensagem da letra de Rules.

 

Como vocês estão lidando com a pandemia de covid 19? Que tipo de interação a banda está tendo com o público nesse momento de pandemia?

Temos lidado com a pandemia com o máximo de cuidado possível não só com nossa saúde mas também com a saúde dos que nos cercam. Temos realizado ensaios apenas com os membros da banda em estúdio e participado de lives além da interação pelas redes sociais.

 

Podemos esperar um disco de inéditas em breve?

Nosso disco completo chamado Invalid Leaders está pronto e no momento estamos decidindo detalhes de capa e a forma de lançamento que poderá ser por um selo distribuidor, uma gravadora ou de forma independente.Estamos em negociação.

 



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