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Saúde

Máscaras de proteção: Dr. Biossegurança alerta sobre nível de proteção, conforto respiratório e falsificações

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Usar máscara em sociedade é algo já bem comum há tempos em vários países asiáticos e europeus. Há poucos meses, o hábito parecia bem estranho para nós, brasileiros. “Usar uma máscara de proteção? Que exagero…”, diziam alguns. Com a chegada e intensificação da pandemia da Covid-19 no País, essa visão foi mudando radicalmente. Hoje, cada vez mais chega a informação a todos os cantos do Brasil de que é necessário, sim, e em vários lugares, obrigatório, usar máscaras de proteção sempre que sair de casa for necessário, além de manter o distanciamento social e seguir as regras de higienização das mãos, procurando nunca as levar ao rosto. Assim, estamos ajudando a proteger a todos.

“A princípio, conseguir uma máscara parecia simples. No início da pandemia, quem tinha mais recursos logo partiu para a compra de máscaras pela Internet, por vezes a custos inflacionados e sem saber direito o que estava comprando. Quem tinha menos recursos fazia uma máscara caseira, com tecido que já tinha em casa. Ambas as escolhas, em geral, foram feitas sem muita informação a respeito de tecidos, nível de real proteção e conforto respiratório e, o mais importante, porcentagem efetiva de proteção contra a Covid-19. Na época, ainda havia escassez de máscaras cirúrgicas para profissionais da saúde e a confecção de máscaras caseiras foi amplamente incentivada. Hoje, a realidade não é mais a mesma”, afirma o Dr. Biossegurança, consultor da loja online Máscara Delivery Original.

Atualmente, é possível encontrar máscaras dos mais variados tipos no mercado, mas nem sempre com garantia de qualidade, possibilidade de troca, com informações precisas para que a pessoa saiba o que está comprando. Como fazer para saber se uma máscara oferece proteção efetiva contra o novo coronavírus, com conforto respiratório?

Buscando responder a estas dúvidas, o Dr. Biossegurança reuniu algumas considerações. Confira:

– Só compre máscaras de fornecedores idôneos – como em qualquer compra, é importante que você saiba para quem poderá reclamar caso as máscaras possuam qualquer problema ou não cumpram com o prometido. Alguns exemplos: tecidos que não protegem, elásticos frouxos, soltos, má fixação no rosto, deixando a pessoa mais exposta a contrair Covid-19.

– Exija a apresentação do teste de filtragem e certificações. Esses são documentos que o fornecedor de máscara pode encaminhar ao cliente e que endossam e comprovam a real qualidade e nível de proteção das máscaras.

– Nem todo o TNT é seguro ou amigável à pele. Na Internet ou na rua, busque saber sobre a qualidade do TNT.

– Cuidado com as máscaras falsas. Existem pessoas mal-intencionadas no mercado vendendo, por exemplo, máscaras de TNT simples ou até mesmo de três camadas, mas que pouco protegem contra a Covid-19, pois dizem que possuem (mas não possuem) a principal barreira, que é o filtro meltblown. Por não terem este filtro, a proteção destas máscaras chega a no máximo 40%, enquanto as máscaras que realmente são de TNT SMS com filtro meltblown chegam a proteger até 98%.

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– Considere as máscaras de TNT SMS com filtro meltblown, como as máscaras Pradix disponíveis no Máscara Delivery Original. Elas são produzidas para uso civil e profissional e oferecem mais de 96% de proteção contra a Covid-19 de acordo com os testes de filtragem e ótima respirabilidade, com clipe que não deixa embaçar os óculos. Suas três camadas são compostas de uma camada exterior de tecido não tecido (TNT) com característica hidrofóbica (repele água), uma camada intermediária de tecido fundido (filtro meltblown) e uma outra camada interna de TNT amigável à pele. “Essa sobreposição faz toda a diferença para 96% de retenção de partículas e conforto respiratório”, atesta o Dr. Biossegurança.

– A máscara caseira de dupla ou tripla camada, além de oferecer capacidade de filtragem mais baixa, também não permite bom fluxo respiratório, o que traz incômodo respiratório para quem a estiver usando, especialmente se a pessoa estiver andando ou praticando esportes. O desconforto na respiração e às vezes também nas orelhas ou com o uso de óculos podem fazer com que a pessoa retire a máscara ou toque nela, na tentativa de aliviar o incômodo ou respirar melhor, gerando risco de transmissão do novo coronavírus. Por fim, tanto o nível de conforto respiratório como o de proteção de uma máscara caseira não se comparam ao de uma máscara profissional, de acordo com a maioria dos estudos.

– Confira se a máscara tem clipe nasal – Ele ajuda tanto a não embaçar os óculos, como possibilita que a máscara se encaixe melhor e não caia do rosto (o que eliminaria a capacidade de proteção oferecida).

“Em resumo, informação confiável é tudo de que precisamos na hora de usar a máscara de proteção. Existem fake news (notícias falsas) a respeito, por isso é necessário cuidado, checagem e bom senso. Aos poucos, as pessoas vão se informando mais e fazendo escolhas mais conscientes a este respeito”, finaliza o Dr. Biossegurança.

Sobre a Máscara Delivery – E-commerce do Grupo Procomex, especializado em comércio exterior e que há 25 anos atende diferentes demandas de importação e exportação, proporcionando aos clientes operações seguras e confiáveis. Com AFE (Autorização de funcionamento Especial da Anvisa), a loja online comercializa as máscaras cirúrgicas Pradix descartáveis de TNT de tripla proteção para uso hospitalar e civil em todo o Brasil. Além de oferecer mais de 96% de proteção de acordo com os test reports da fabricante no combate a vírus, poeira, fumaça, pólen, bactérias e fungos, as máscaras Pradix possibilitam maior conforto para respirar e se adequam a todos os tipos de rosto. Suas três camadas de proteção são compostas de uma camada exterior de tecido não tecido, uma camada intermediária de tecido fundido (filtro meltblown) e uma camada interna de tecido não tecido amigável à pele. A empresa possui certificação CE Europeu, FDA USA, e CFDA Certificadora Chinesa. Mais informações podem ser obtidas em www.mascaradeliveryoriginal.com.br e www.mascaradelivery.com.br.

Sobre o Dr. Biossegurança – O Dr. Jorge Luiz Araújo Filho (Dr. Biossegurança) é Bacharel em Ciências Biológicas (UFPE), Mestre em Patologia (UFPE), Doutor em Ciências Biológicas pela UFPE (2011) e especialista em Ativação de Processos de Mudanças na Formação Superior de Profissionais de Saúde (ENSP/FIOCRUZ). Experiência administrativa na Coordenação do Eixo Básico do Curso de Medicina (UNIFIP); Facilitador de Grupo Tutorial na Metodologia da Aprendizagem Baseada em Problemas (ABP/PBL) no Curso de Medicina. Atua como Professor, Palestrante e Consultor em Biossegurança.



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Saúde

Covid-19: PF investiga desvio de medicamentos para intubação no Amapá

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A Polícia Federal (PF) cumpriu hoje (7) quatro mandados de busca e apreensão em órgãos públicos e residências em Macapá (AP), como parte da Operação Anestesia. A operação apura denúncias de desvio de medicamentos do chamado kit intubação, como sedativos e bloqueadores neuromusculares, destinados a sedação de pacientes internados em situação grave com covid-19.

Os medicamentos foram enviados pelo Ministério da Saúde ao estado.  De acordo com a PF, cerca de 20 policiais federais participaram da operação, que teve apoio do Ministério Público Federal.

Entre os locais, os policiais realizaram busca de dados e documentos relativos à entrada e à saída dos medicamentos da Central de Abastecimento Farmacêutico do Amapá (CAF), vinculada à Secretaria de Saúde do Estadual, para o Hospital Universitário (HU) de Macapá, maior centro de referência na internação de pacientes com covid-19 no estado.

A investigação, que teve início a partir de denúncias, apontou indícios de que medicamentos sob a responsabilidade da CAF estariam sendo enviados sem as formalidades legais, em possível desvio.

De acordo com a polícia, apesar da central de abastecimento ter registrado o envio dos medicamentos disponibilizados pelo ministério, os fármacos estavam em falta no HU.

“Identificou-se também que particulares, possivelmente atendendo a indicações de pessoas do HU, estariam procurando farmácias especializadas na capital para comprar os medicamentos sedativos, para tratamento de familiares/pacientes internados em UTIs”, disse a PF.

A PF identificou indícios de peculato e organização criminosa, que em caso de comprovação, podem resultar em penas de até 20 anos de reclusão.



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Saúde

Rio: flexibilização nas medidas restritivas pode ser revista, diz Paes

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A flexibilização das medidas restritivas na cidade do Rio de Janeiro, publicada hoje (7) em decreto, pode ser revista caso a curva de contágio e de óbitos pelo novo coronavírus volte a subir e caso os comerciantes e a população não respeitem as regras de distanciamento mínimo. O decreto libera a permanência nas praias durante o fim de semana e acaba com o toque de recolher, das 23h às 5h.

Segundo o prefeito Eduardo Paes, que participou da divulgação do 18° Boletim Epidemiológico da Covid-19 pela manhã, as decisões sobre aumento ou flexibilização das restrições são baseadas nos dados da evolução da pandemia na cidade, como o aumento de casos e óbitos, bem como de procura por serviços de urgência e emergência em saúde. Os dados tiveram aumento acentuado no fim de março e agora apresentam uma queda lenta.

“Esses dados de casos confirmados e de óbitos são relevantes, mas eles nem sempre retratam a fotografia daquele momento. Quando nós começamos a identificar a subida daqueles casos, tem um momento de subida bastante forte, foi quando nós começamos a tomar medidas mais duras. Nesse momento há uma queda. Óbvio, se essa curva mudar, a gente muda rapidamente a tomada de decisão. Mas essa curva está caindo, o que é uma ótima notícia”.

Os últimos dados, divulgados na noite de ontem, indicam que a cidade acumula 275.833 casos de covid-19, sendo 57.812 graves. Até o momento, a capital registra 24.495 mortes decorrentes da doença.

Regiões administrativas

No mapa de avaliação de risco por região administrativa, a cidade está com três bairros na situação de risco alto, todos na zona oeste: Campo Grande, Santa Cruz e Guaratiba. Todas as demais 30 regiões permanecem com risco muito alto. Paes fez um apelo aos comerciantes e à população que respeitem as regras de distanciamento, para que não seja necessário impor restrições localizadas.

“Se a gente conseguir respeitar as regras colocadas, a gente ainda está se protegendo da doença. Vamos ficar atentos aos locais de aglomeração, mas se a gente tiver que impor medidas restritivas até regionalmente localizadas, nós vamos impor. Nós vamos observar nesse fim de semana e se a gente observar que virou aquela bagunça de novo, vamos impor medidas restritivas específicas para esses locais, para não prejudicar a cidade inteira por algumas áreas ou por alguns irresponsáveis”.

Vacinação

A vacinação na cidade já alcançou 96,2% dos idosos, segundo estimativa baseado em dados do Censo. No momento, a Secretaria Municipal de Saúde está promovendo uma busca ativa dos idosos para completar a imunização do grupo.

Já foram aplicadas no município 2,3 milhões de doses, contemplando 23,7% da população com a primeira dose, num total de 1,6 milhão, e 743,6 mil com as duas.

O calendário segue para os grupos prioritários com a primeira dose para pessoas com 50 e 51 anos hoje. Até o fim da próxima semana, a previsão é contemplar pessoas de 47 anos com comorbidade e deficiência permanente além dos grupos profissionais de saúde e dos guardas municipais envolvidos no combate à covid-19.

Professores e motoristas de ônibus

A Secretaria Municipal de Saúde suspendeu hoje a vacinação para profissionais de educação, segurança pública, motoristas e cobradores de ônibus, transporte escolar e serviços de limpeza urbana, após ser  notificada pelo Ministério Público do Estado (MPE).

Segundo o prefeito, será enviada uma nota técnica ao MPE que justifica a inclusão desses grupos entre as prioridades e garante a capacidade de vacinação deles.

“A decisão que nós tivemos de incluir basicamente três grupos que não estavam nessa fase prioritária do Plano Nacional de Imunização [PNI]: professores, garis e motoristas e trocadores de ônibus. Primeiro, nós temos condições de fazer. Não atrapalha o andamento do nosso PNI incluir essas categorias”, disse.

“Nós incluímos porque entendemos que professores são absoluta prioridade. Temos que entender que se continuarmos com nossas crianças fora de sala de aula, o caos que estamos gerando para o país é talvez maior até do que as consequências diretas do coronavírus. Muito objetivamente, as crianças estão nas ruas enquanto os pais estão trabalhando”, concluiu.

Novas variantes

A vigilância genômica do novo coronavírus, feita por amostragem, identificou um caso na cidade da nova variante P1.2, que deriva da P1. Segundo a prefeitura, o caso está em acompanhamento, mas ainda não há informações se a nova variante gera casos mais graves ou se é mais transmissível que as anteriores. Em fevereiro e março, a predominância na cidade foi da variante P1.



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Saúde

Pesquisa recomenda ampliar acesso de jovens indígenas à saúde

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Um estudo de pesquisadores do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia), em parceria com outras instituições, apontou a necessidade de fortalecer a assistência à saúde mental de jovens indígenas durante a pandemia da covid-19. 

A pesquisa ouviu 533 jovens, de 15 a 22 anos de idade, de oito regiões amazônicas: Tumucumaque e Paru D’Este (PA), Guamá Tocantins (PA), Leste de Roraima (RR), Alto Rio Negro (AM), Alto Rio Solimões (AM), Alto Purus (AM, AC), Médio Purus (AM) e Yanomami / AYRCA (AM). 

Segundo a pesquisa, apenas 17,3% dos jovens indígenas afirmaram ter tido acesso a algum cuidado psicológico por parte dos serviços de saúde pública durante a pandemia. Em entrevista à Agência Fiocruz de Notícias, a coordenadora-geral do projeto pela Fiocruz Amazônia, Michele Rocha El Kadri, avaliou que o resultado revela a necessidade de fortalecer a rede de proteção social e de saúde mental para essas populações. 

No questionário de 48 perguntas, 37% dos jovens informaram que foram infectados pelo novo coronavírus (covid-19), e 68% disseram que alguém de sua família contraiu a covid-19. Entre os entrevistados, 98% relataram adotar medidas de proteção como máscaras, álcool em gel e restrição de viagens. 

Além da Fiocruz Amazônia, participaram da pesquisa a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). A ação faz parte do projeto Povos Indígenas da Amazônia contra a Covid-19, que tem financiamento da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (Usaid).

Para fazer com que o questionário chegasse aos jovens, a ação contou com uma rede de apoiadores locais e disponibilização de formulário na plataforma do Google. As estratégias permitiram conseguir respostas de jovens das oito áreas pretendidas na pesquisa.



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