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Saúde

Plataforma de telemedicina da GetConnect é a primeira a ter certificação da Anvisa

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GetConnect,  empresa especializada há mais de 15 anos no desenvolvimento de sistemas e projetos de telemedicina, acaba de receber o registro da Anvisa para a sua plataforma MedKortex.  Este software de telemedicina, que já é utilizado por mais de 21 mil médicos e possui cerca de 580 mil pacientes cadastrados em todo o país, passa a ser o único e primeiro nacional com esta certificação. A GetConnect é a mais importante empresa a atuar neste segmento no Brasil, em número e tamanho de projetos. Possui ainda  a maior base de usuários e pacientes da América Latina, tanto no segmento púbico como privado. A GetConnect é a divisão de Telemedicina, Integração e Conectividade da OxySystem, empresa com mais de 30 anos de atuação no mercado de saúde brasileiro.

Segundo Marcelo Fanganiello, diretor da  GetConnect, o registro da Anvisa atesta a total aderência da plataforma Medkortex às necessidades do sistema de saúde brasileiro, tanto público como privado, além de ser um importante fator balizador para garantir a segurança do paciente.

“O setor de saúde no Brasil é bastante regulado. É preciso ter clara a ideia de que um software de telemedicina é diferente de uma solução de videoconferência. Trata-se de um dispositivo médico, que é utilizado para diagnósticos, portanto, precisa seguir todas as normas e exigências da Anvisa. Tentamos por diversas vezes, antes de desenvolver a nossa própria ferramenta, trazer soluções internacionais. E foi exatamente essa falta de aderência que fez com que essas ferramentas, mesmo que de alto padrão, não se adequassem ao nosso mercado”.

Crescimento impulsionado pela pandemia

Embora o futuro da telemedicina ainda seja incerto do ponto de vista regulatório, Fanganiello acredita que os benefícios do atendimento à distância vieram para ficar. Sem falar que se trata de uma tecnologia que vem sendo largamente utilizada em outros países há mais de 20 anos.  “A meta do ano todo já foi superada em maio, pela demanda criada especialmente no setor público nesse primeiro semestre. Esperamos aumentar o nosso market share e alcançar a marca de 25 mil profissionais de saúde em todo o Brasil”, enfatiza.

O principal foco da companhia segue sendo o setor público de saúde, no qual já tem forte presença, porém a plataforma também atende a área privada (hospitais, operadoras de saúde, organizações de saúde, empresas que prestam serviço de telemedicina).

A GetConnect atua hoje como empresa conceito One Stop Shop para Telemedicina, pois tem a solução completa, fornecendo tanto software como hardware/equipamentos (também certificados pela Anvisa e pelo Inmetro). “Costumo dizer que ao viabilizar um projeto conosco a instituição demanda apenas três requisitos: energia elétrica, internet e médicos para operarem o sistema”, complementa Fanganiello.

Plataforma de telemedicina MedKortex

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A plataforma de telemedicina MedKortex viabiliza tanto as consultas (médico- paciente) quanto as chamadas interconsultas, o que é crucial, por exemplo, para levar o atendimento especializado para regiões mais carentes ou até mesmo para a obtenção de uma segunda opinião em momentos crucias.

Do ponto de vista técnico, trata-se de uma solução 100% web, mobile first, que preenche ainda a todos os requisitos de segurança, graças a sistema de autenticação, criptografia de ponta a ponta, SSD forçado (telemedicina.app), com login e senha. Isso ocorre tanto do ponto de vista de precisão nos diagnósticos (câmeras são específicas para telemedicina e também com registro na Anvisa), como na proteção dos dados dos pacientes. A plataforma está em total conformidade com a LGPD e HIPAA (Health Insurance Portability and Accountability Act) – lei de portabilidade e responsabilidade de seguro saúde. Além de ter integração com a plataforma de prescrição digital da Memed.

 

Sobre a GetConnect

A GetConnect é a divisão de Telemedicina, Integração e Conectividade da Oxy System, empresa com mais de 30 anos de atuação no mercado de saúde brasileiro. Há mais de 15 anos, desenvolve sistemas e projetos de telemedicina com foco total na inovação e gestão na área da saúde. Presente nos maiores projetos de telemedicina do Brasil, a GetConnect é a primeira e única plataforma desta categoria com registro na Anvisa.



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Saúde

mesmo com atraso, segunda dose da vacina deve ser tomada

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Com relatos de atrasos da segunda dose da vacina contra o covid-19 em alguns estados, especialistas orientam a população a completar a imunização, mesmo depois do prazo recomendado pelo laboratório. 

De acordo com o diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), o médico pediatra Renato Kfouri, quem não conseguiu tomar a segunda dose no momento agendado deve tomar assim que possível. Kfouri frisou ainda que nenhuma dose é perdida.  

“Nestes casos, onde o atraso ocorreu, essa vacinação deve acontecer o mais rápido possível, para que esse esquema seja finalizado o quanto antes. Não há nenhuma informação de que doses aplicadas e que eventualmente não completadas sejam perdidas, muito pelo contrário, o que as vacinas nos ensinam ao longo de décadas de sua utilização, é que nenhuma dose é perdida, o esquema começado só deverá ser completado, jamais reiniciado”, frisa o médico. 

Essa é também é a orientação do Ministério da Saúde, que reforça a importância de se completar o esquema vacinal para assegurar a proteção adequada contra a doença. As recomendações estão em uma nota técnica, divulgada no fim de abril pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Esquema vacinal 

O médico destaca ainda que a segunda dose não é um reforço, mas um esquema vacinal. “Uma dose só não é suficiente para garantir a imunização, duas doses são necessárias para todas as vacinas [aplicadas no Brasil]. Então não se trata de uma dose de reforço, a segunda dose não é um reforço de uma proteção conferida pela primeira dose, é uma segunda dose que completa o esquema de duas doses. Jamais considere-se protegido após uma única dose, seja da Astrazeneca, da Pfizer ou da Coronavac”. 

Quanto aos intervalos, Kfouri esclarece que os intervalos maiores, de 90 dias, permitidos para as vacinas da Astrazeneca e da Pfizer é baseado em estudos. “Esses estudos demostraram que a proteção conferida após a primeira dose, ou seja, a eficácia interdoses foi aceitável acima de 70%, se manteve por esses três meses, isso possibilitou a utilização de intervalo maior, mantendo essas pessoas protegidas enquanto não recebem a segunda dose. Com a CoronaVac não há dados de eficácia da vacina após a primeira dose, por isso o limite é menor, do intervalo entre a primeira e a segunda de 28 dias, e o risco de atraso acaba sendo maior, mas todas elas devem ser feitas dentro do prazo estipulado”.

Kfouri convoca as pessoas que ainda não tomaram a segunda dose para se vacinarem. “Faça o quanto antes, evite atrasos mais longos, complete o esquema e não há necessidade de recomeçá-lo. Essa é a orientação do Ministério da Saúde, da Sociedade Brasileira de Imunizações que faz com que você fique em dia, protegido e vacinado”, finaliza o médico.



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Saúde

Ministério da Saúde autoriza 212 leitos de suporte ventilatório

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O Ministério da Saúde autorizou mais 212 leitos de suporte ventilatório pulmonar para 13 Unidades da Federação. Serão investidos R$ 3 milhões no custeio parcial dessas estruturas, que ocorrem por meio de pagamentos mensais.

Os leitos foram autorizados para o Distrito Federal e para os estados do Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina e São Paulo.

Leitos de suporte ventilatório são aqueles utilizados em pacientes que ainda não evoluíram para um quadro grave, que demande a transferência para leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Os leitos foram autorizados para diferentes modalidades de unidades de saúde como hospitais de grande e pequeno portes, pronto-socorro e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).

Até o momento, foram autorizados 3,3 mil leitos de suporte ventilatório pulmonar. Com a nova modalidade de apoio financeiro dada pelo Ministério da Saúde, o governo federal arca com parte das despesas, com pagamentos mensais.



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Saúde

Aumenta número dos que buscam informação sobre covid nas redes sociais

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O número de pessoas que se informam sobre a pandemia do novo coronavírus pelas redes sociais cresceu desde o ano passado.

Segundo pesquisa divulgada hoje (18) pelo Facebook IQ, o percentual dos que dizem receber informações sobre a covid-19 pelos aplicativos do Facebook (que incluem Messenger, Instagram e Whatsapp) é de 66%, o que representa aumento de 14 pontos percentuais em relação ao registrado em maio de 2020.

De acordo com a pesquisa, as redes sociais são a segunda maior fonte de informações sobre a pandemia, perdendo apenas para a TV aberta, mencionada por 67% do público. O percentual representa uma queda de 3 pontos percentuais em comparação com o verificado em maio do ano passado. Perderam ainda mais espaço na preferência dos consumidores de informação os portais de notícias, apontados por 52% dos entrevistados, uma queda de 19 pontos percentuais na comparação com o ano passado.

Para o líder de Insights do Facebook IQ, Fabrício Fudissaku, os dados mostram uma mudança de comportamento da população, que está procurando menos ativamente informações e adotando uma postura mais passiva. O percentual de pessoas que dizem acompanhar “muito de perto” as informações sobre a covid-19 caiu 21 pontos percentuais, ficando, agora, em 73%.

“Quando você busca no site ou no portal, é uma busca ativa. Ou seja, eu estou interessado em um tema e vou atrás dessa informação, ao contrário dos outros meios. Isso explica um pouco essa queda. Há uma saturação, e as pessoas estão deixando de fazer uma busca proativa”, explica Fudissaku.

Renda preocupa

A pesquisa mostra também uma grande preocupação com a situação econômica na pandemia. Mais da metade dos entrevistados (55%) estão economizando por temer que a situação financeira deve ser pior ao fim da pandemia, enquanto 49% têm medo de perder o emprego. Dois terços (68%) relataram ter tido prejuízo econômico devido às repercussões da doença – no estudo do ano passado, o percentual era de 51%.

Sobre as prioridades no momento, 22% vão aumentar os gastos com produtos de higiene pessoal, 21%, vão gastar mais com alimentos frescos e 19% preveem empenhar mais dinheiro com serviços financeiros. Entre os consultados, 33% disseram que pretendem gastar menos com roupas, 32% que vão diminuir o consumo de sapatos, mesmo percentual dos que pensa, em reduzir despesas com móveis e itens para caso, e 31% que pretendem gastar menos com aparelhos eletrônicos.

O economista-chefe da Nova Futura Investimentos, Pedro Paulo Silveira, ponderou que a redução da intenção de compra de aparelhos eletroeletrônicos está relacionada não só a redução da renda, mas também a investimentos feitos ao longo do último ano. “A demanda por de aparelhos eletrônicos subiu bastante no ano passado, porque as famílias estavam se adequando [ao período de isolamento]. Você não vai ficar comprando o tempo todo esses equipamentos que são dispendiosos”, analisou.

O lazer e o entretenimento devem perder espaço, segundo a pesquisa, com a situação causada pela pandemia, especialmente entre as famílias mais pobres. Disseram que deixarão de gastar com games 43% dos entrevistados, percentual que sobe para 55% entre as famílias das classes D e E.

Viagens são também despesas que devem ser riscadas do orçamento de 41% dos brasileiros (52% entre as classes D e E).

Consumo pela internet

Segundo a pesquisa, a pandemia trouxe ainda mudança de hábitos de consumo. Entre os entrevistados, 58% disseram que usam aplicativos de entrega de comida ao menos uma vez por semana e 44% que aderiram a aplicativos de transporte ao menos uma vez por semana.

Há uma tendência de crescimento das compras pela internet. Quase dois terços (65%) disseram que vão comprar mais por aplicativos após o fim da pandemia.

O valor do frete foi o fator mais mencionado entre os elementos levados em consideração para a compra online, com 77% de citações. Em seguida, vêm o preço do produto, lembrado por 69%, a segurança (66%), a qualidade do produto (65%) e a rapidez na entrega (55%).

A pesquisa ouviu, em abril deste ano, 600 usuários de internet com mais de 16 anos em todas as regiões do país.



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