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Saúde

A Descompressão Tecidual Global – Portal RBN

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A Descompressão Tecidual Global é uma técnica de toque que realiza a liberação miofascial suave, descomprime os tecidos, libera as fáscias musculares, diminui as dores, a pressão intra-articular, e os sintomas osteomusculares, trazendo um estado de relaxamento profundo, além da liberação de memórias registradas no corpo.

Bianca Drabovski, Co-criadora da técnica e Facilitadora de Cursos de Formação em Descompressão Tecidual Global, explica “Através de toques leves, sutis,  específicos da técnica, descomprime os tecidos e acolhe o paciente, conecta mente e corpo, libera as emoções, e relaxa. É muito mais que apenas uma massagem, é uma meditação consciente, um momento de conexão do paciente com o próprio corpo, de presença!”

Bianca apresenta, “O seu corpo fala e mostra como está a sua vida! Ele traduz seus conflitos e seu olhar para os desafios do dia a dia! Como você lida com o que acontece em sua vida! Ele guarda a sua história! Como eu sempre digo, O CORPO É O BAÚ DO INCONSCIENTE”. Os resultados dessa massagem são imediatos, duradouros e resolutivos.

A Lara Sampaio Mansur, que é Terapeuta Floral e recebeu a DTG, conta “O mais incrível na massagem de descompressão tecidual é que a cada parte do corpo que era trabalhada, vinham na memória fatos e sensações vividos no passado, alguns que eu pensava já ter superado. Comecei a falar sem parar, conforme os temas vinham pra consciência! Na semana seguinte, senti um alívio muito grande, uma leveza, como se tivesse sido retirado uma camada de acúmulo emocional que estava carregando há bastante tempo! Adorei e senti o resultado já na primeira sessão. Parabéns para a Bianca pelo carinho, delicadeza e excelente trabalho!”.

Além disso, para aqueles que se interessam em aprender essa técnica, o curso de Descompressão Tecidual é extremamente prático e permite ao estudante aplicar a técnica imediatamente após o curso, que tem a duração de 20hrs.

Marli Buchmeier, especialista em Descompressão Tecidual, conta a sua experiência, “Fiquei encantada com a técnica! Voltei do curso super relaxada e calma, e sem a tosse que estava antes”.

A Descompressão Tecidual Global vem mudando a vida dos pacientes e transformando a jornada dos profissionais da área de terapias manuais, massoterapia, fisioterapia e muitas outras!

A especialista Bianca, finaliza, “O trabalho entre terapeuta e paciente deve ser conjunto, trazendo assim muitos benefícios para ambos, um tratamento mais apurado e a sensação de mente plena”.

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Serviço: Bianca Drabovski Chemin

Facilitadora de Consciência, Terapeuta, Saúde integrativa.

Facebook: https://www.facebook.com/bianca.bioterapeuta

Instagram: https://www.instagram.com/bianca.bioterapeuta/

YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCQOsEgQOpzdoCLuqPhXzCog

Whatsapp: 41.98896.1704

E-mail: bianca.bioterapeuta@gmail.com

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Saúde

Trabalho híbrido pode piorar qualidade do sono, diz pesquisador

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A tendência da adoção definitiva do modelo híbrido de trabalho, aquele que alterna entre as atividades presenciais com o home office pode gerar dificuldades para o sono regular das pessoas e até aumentar ou provocar insônia. Segundo pesquisadores do Instituto do Sono, esse modelo de trabalho traz um desafio adicional, que consiste na mudança de horário entre os dias de atividades presenciais com home office. Enquanto nos dias de trabalho presencial, a pessoa precisa de mais tempo entre acordar e chegar ao posto de trabalho, ao ficar em casa é possível estender as horas de sono.

Além de quebrar a rotina do horário de dormir e acordar, o trabalho híbrido pode estragar a qualidade do sono pelo fato de que trabalhando em sistema remoto, as pessoas dividem seu tempo em casa entre trabalho, estudos dos filhos e rotina doméstica, dividindo a jornada de oito horas ao longo do dia para conseguir realizar todas as tarefas, hábito já observado no período da pandemia, quando o trabalho estava sendo desenvolvido só remotamente. “E as empresas flexibilizaram o trabalho que não tiveram mais receio de mandar um e-mail à meia-noite, esperando resposta”, disse o biomédico e pesquisador do Instituto do Sono, Gabriel Natan Pires.

De acordo com ele, para manter uma boa qualidade do sono, o indivíduo precisa seguir uma rotina com horários determinados para lazer, trabalho, alimentação e descanso e não seguir esses hábitos pode resultar até mesmo em reflexos negativos para o sistema imunológico. “É como se o nosso cérebro precisasse de pistas para entender quando chega hora de dormir e a hora de acordar”, comenta.

Segundo Pires, nos dias de home office, o trabalhador pode até dormir um pouco mais porque não precisará enfrentar o trânsito para chegar ao trabalho, mas é importante que inicie e encerre o expediente nos mesmos horários. “Esse esquema dará certo se a corporação zelar pela saúde mental do colaborador e o profissional não abrir mão do seu sono para aumentar a produtividade. Mesmo porque é uma utopia trabalhar até as 23 horas e achar que às 23h05 estará dormindo”.

Ele destaca que outro desafio para o trabalho híbrido é ter em casa um ambiente de trabalho adequado para não prejudicar a saúde e manter a rotina. Aqueles que já têm tendência à insônia precisam manter a regularidade do trabalho e dos hábitos saudáveis, porque qualquer alteração mínima pode piorar o quadro. “É preciso ter um regramento para ver se essa pessoa que está se dispondo ao trabalho híbrido consegue realmente se adequar isso. A ideia é a de que pessoas que não conseguem, prefiram o trabalho no escritório porque se a rotina incerta prejudica o sono, estar no escritório pode ser menos prejudicial”.

Pires ressaltou ser necessário que trabalhador e empresa negociem a forma mais confortável para que a produtividade se mantenha, mas a disponibilidade para isso varia de acordo com a ideologia da direção. “Há empresas que têm uma visão mais tradicional e não aceitam que o funcionário escolha seu horário de trabalho. A flexibilização é importante porque há pessoas com tendência fisiológica de acordar e dormir mais tarde, como há aquelas que acordam e dormem mais cedo. São as pessoas matutinas e as vespertinas. Isso é uma variação normal”.

Trabalho remoto e insônia

Segundo Pires, a pandemia de covid-19 gerou outra pandemia, a de insônia, com pelo menos 60% das pessoas tendo seu sono prejudicado seja por conta da ansiedade devido à crise sanitária ou pelas alterações de rotina. A princípio a percepção era a de que o trabalho em casa poderia auxiliar as pessoas a dormirem melhor, porque teoricamente elas poderiam escolher seus horários de trabalho e não gastariam tempo de deslocamento, o que não ocorreu.

“Uma coisa é trabalhar em casa porque escolheu isso, outra é ter quer trabalhar porque foi imposto, sabendo que não tenho ambiente adequado e que tenho que ficar trancado, assim como meus filhos que não podem ir para a escola. Não foi um trabalho remoto adequado. Isso alterou a rotina e o sono perdeu espaço porque o trabalho em casa sem regra picotou e estendeu a jornada de trabalho, que ficou sem hora para terminar”.

Um dos principais problemas para o sono é quando se leva o trabalho para o quarto, principalmente para quem tem insônia, porque para o sono natural e de qualidade acontecer é preciso que o cérebro desacelere aos poucos. Trabalhando até antes de dormir, leva-se tudo isso para a cama e no momento em que o cérebro deveria desacelerar a pessoa está levando o stress que o reacelera, gerando uma reação parecida com a de stress pós traumático, disse.

“Se eu comecei a levar o celular para a cama e comecei a estressar, com o tempo meu cérebro vai associar a minha cama com um ambiente de stress. No passado eu deitava na minha cama e o sono já vinha porque aquilo era um ambiente de relaxamento, agora não”, explicou.

Pires disse que nenhum tipo de sono induzido é recomendado e que, apesar de sono ser um processo cerebral complexo, é preciso que aconteça naturalmente. Por isso é necessário entender que o sono deve ser uma prioridade na agenda e que a pessoa não seja privada de sono. “Se eu entender que quero dormir por volta das 22h, devo entender que a partir das 20h eu já tenho que começar a desacelerar. O sono tem que ser permitido e natural”.

Piora do sono

Uma pesquisa do Instituto do Sono revelou que 55,1% apresentaram piora do padrão de sono durante a pandemia de covid-19, período no qual predominou o trabalho remoto. Além do aumento das preocupações, a mudança de rotina foi um dos motivos mencionados pelos mais de 1.600 participantes do levantamento, que citaram ainda o medo de adoecer, a insegurança financeira e a distância da família e amigos.

Segundo dados do o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), na fase mais aguda da pandemia, 11% dos brasileiros aderiram ao trabalho remoto, totalizando de 8,4 milhões de pessoas em 2020. Deste percentual, 63,9% eram da iniciativa privada, dos quais 51% eram ligados à educação, 38,8% ao setor financeiro e 34,7% a atividades de comunicação.

Dicas para assegurar uma boa noite de sono

– Mantenha uma rotina: estabeleça horários para o sono, alimentação, exercícios físicos, lazer, trabalho e atividades com a família.

– Arranje um lugar específico para trabalhar: procure um local da casa para desempenhar suas funções profissionais. Se possível, evite escolher o quarto. É importante que o cérebro associe o quarto como um ambiente ao descanso e tranquilidade, não a uma atividade estressante.

– Não leve o notebook ou celular para cama: o excesso de interatividade e a luz das telas desses aparelhos atrapalham o sono.

– Desacelere antes de dormir: pelo menos uma hora antes de se deitar faça uma atividade relaxante: tome banho, leia, ouça música, faça meditação ou qualquer outra atividade que ajude a desacelerar.

– Evite alimentos pesados e bebidas com cafeína: faça refeições leves até duas horas antes de deitar. Não tome café, energéticos e chá preto e outras infusões que contêm cafeína à noite.

– Exponha seu corpo à luz pela manhã: abra as janelas, caminhe pelo jardim ou pelo quintal. Assim você mostra ao seu cérebro que é dia e, portanto, hora de trabalhar.

– Conheça seu cronotipo: o ciclo circadiano, que compreende vigília e sono, dura cerca de 24 horas. Cada pessoa tem seus horários de preferência para dormir e acordar. O cronotipo é o nosso perfil de preferência circadiana.



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Saúde

Teletrabalho remoto foi mais recorrente para quem tinha curso superior

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Os profissionais com nível superior completo possuem 23% a mais de chance de estarem em trabalho remoto do que as pessoas com escolaridade de nível fundamental incompleto. Esta foi uma das conclusões do estudo Um Panorama do Trabalho Remoto no Brasil e nos Estados Brasileiros durante a Pandemia da Covid-19, elaborado pelos pesquisadores do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Geraldo Góes, Felipe Martins e José Antônio Nascimento.

O estudo analisa dados mensais sobre gênero, raça/cor, escolaridade, idade, setor de atividade, percentual da massa de rendimentos por atividade econômica para o Brasil e em cada um dos estados brasileiros, que foram registrados de maio a novembro de 2020, no período em que Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) Covid-19.

“Poucos países no mundo, que a gente tem notícia, como Inglaterra e Índia, fizeram esta pesquisa durante a pandemia. Então, podemos calcular aquelas pessoas que efetivamente estavam exercendo trabalho remoto e não apenas do ponto de vista potencial”, disse o pesquisador Geraldo Góes, em entrevista à Agência Brasil.

A análise do Ipea apontou que 7,3 milhões de pessoas trabalharam de forma remota no Brasil, de maio a novembro de 2020. O número representa 9,2% da população ocupada e não afastada, sendo responsável por 17,4% da massa de rendimentos gerada via trabalho.

O perfil médio dos trabalhadores em home office em novembro de 2020 é, na maioria, formada por mulheres (57,8%), pessoas que se declaram brancas (65,3%), com escolaridade de nível superior completo (76%), na faixa de 30 a 39 anos (31,9%) e, por fim, empregados no setor privado (61,1%).

Na avaliação dos pesquisadores, ser mulher aumenta as chances de trabalhar de forma remota em 1,5% na comparação com os homens. Na análise por raça/cor, ser branco eleva as chances de homeoffice em 2,3% em relação a negros. Se a pessoa trabalhar no serviço público, as chances de estar em remoto aumentam em 14% na comparação com as pessoas empregadas na atividade agrícola. Os trabalhadores com vínculo informal têm 0,8% menos chances de fazer teletrabalho do que os que exercem o ofício formalmente.

Para os pesquisadores, vale observar que trabalhadores em atividades de menor qualificação, como os agrícolas, artesãos, operadores de máquinas, vendedores e do comércio, praticamente não exerceram trabalho de forma remota. O mesmo ocorre com membros das Forças Armadas, policiais militares e bombeiros militares. “Esses não têm como. É muito pouca a possibilidade de realizar trabalho remoto. O setor que menos pode ter é a agricultura. Tem que estar lá lidando com a terra”, contou.

Regiões

Em um recorte regional, a pesquisa revelou que quem reside no Sudeste possui 5,6% mais chance de estar trabalhando de casa do que os moradores do Norte do país. Os pesquisadores notaram ainda que, nos fatores individuais, laborais e regionais, as mulheres, brancas, com escolaridade de nível superior completo, trabalhando no setor público, com vínculo formal e na região Sudeste chegam a ter 47,2% a mais chance de trabalharem à distância do que homens, negros, com escolaridade de nível fundamental incompleto, trabalhando na agricultura, com vínculo informal e residentes no Norte do país.

“Nós percebemos que para os estados brasileiros, aqueles com maior renda per capita eram os que tinham o maior percentual de possibilidade de trabalho remoto”, disse o pesquisador.

O estudo apresentou um dado inédito referente à massa de rendimentos por atividade econômica em cada estado brasileiro. No Distrito Federal (DF), o maior percentual de pessoas ocupadas em home office (20%), foram responsáveis por 32,7% da massa de rendimentos total efetivamente recebida pelas pessoas ocupadas no DF.

Na outra ponta, no Pará, que teve o menor percentual de população ocupada trabalhando remotamente (3,1%), essas pessoas foram responsáveis por 6,9% da massa de rendimentos total efetivamente recebida por quem estava com ocupação no estado. “Basicamente a economia do estado do Pará é minério de ferro, que é uma atividade com pouca possibilidade de exercer trabalho remoto”, disse Góes.

Os pesquisadores entendem que esses resultados deixam evidente a disparidade no trabalho remoto entre os estados brasileiros. “O tipo de emprego formal é o que tem mais capacidade de fornecer ao trabalhador um computador, uma máquina, serviços de informática, o que permite o trabalho remoto”, informou.

Na visão de Geraldo Góes, apesar de cerca de um quinto dos trabalhadores estarem em ocupações passíveis de serem realizadas à distância, apenas pouco menos de 10% efetivamente trabalharam de forma remota em novembro de 2020, conforme o último dado disponível pela Pnad Covid-19.

Ainda assim, de acordo com ele, o Brasil não está mal no ranking dos 87 países que têm potencial para realizar teletrabalho. “Comparado a outros países, a posição do Brasil não é muito ruim, não. São características do teletrabalho. No ranking o Brasil está na 45ª posição entre 87 países”, completou.

Permanência

O pesquisador acrescentou que o número de pessoas em trabalho remoto deve diminuir com o avanço da flexibilização e da vacinação e a diminuição do distanciamento social, mas ele não acredita que voltará a níveis como ocorria antes da pandemia.

“Estudos mostram claramente que vão diminuindo, mas a gente acredita que não vai cair para o nível pré-pandemia. A experiência mostrou que há uma série de fatores que podem influenciar as empresas a continuar com o teletrabalho, por exemplo, a redução de custos com aluguel de máquinas e do espaço físico, do transporte do trabalhadores, em alguns casos aumenta a produtividade, então, por isso a gente acredita que o número vai diminuir mas não chegar ao nível pré-pandemia”, observou.

Pesquisa

Góes defendeu que Pnad Contínua possa incorporar em seu questionário perguntas que possam avaliar, de alguma forma, esta nova modalidade de trabalho: “seria relevante que a Pnad Contínua tivesse esse tipo de pesquisa”, disse ao lembrar que a Pnad Covid-19 também foi executada de maneira distinta, coletando os dados de forma remota.



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Saúde

Estado do Rio tem queda de 50% em mortes por SRAG desde julho de 2020

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O Mapa de Risco da Covid-19, divulgado hoje (22) pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), aponta redução de 50% no número de óbitos e de 47% nas internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) provocados pela doença, as maiores quedas desde o início da série histórica,  em 8 de julho de 2020. De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (SES), o estado permanece, pela segunda semana consecutiva, com classificação de baixo risco (bandeira amarela) em todas 92 cidades fluminenses.

“Essa é a segunda vez, desde o início da edição do mapa de risco, que todas as regiões foram classificadas na bandeira amarela. É, também, a oitava semana consecutiva com a classificação geral do estado na bandeira amarela. Esses resultados nos indicam evolução progressiva no cenário epidemiológico. Estamos com os melhores indicadores desde março do ano passado e, por isso, reforçamos nosso pedido para que a população tome a segunda dose das vacinas e que os grupos indicados busquem a dose de reforço”, disse o secretário estadual de Saúde, Alexandre Chieppe.

Entre os dias 19 de setembro e 9 de outubro, período que compreende as semanas epidemiológicas 38 e 40, foram aplicadas 2.426.776 de doses das vacinas contra o coronavírus. “Com o avanço da campanha de vacinação e a diminuição de transmissão da doença, a taxa de ocupação de leitos covid segue em queda progressiva. A de UTI passou de 41%, no levantamento anterior, para 35%; e a de enfermaria, de 21% para 19%, as menores desde o início deste ano. Parte dos leitos destinados a pacientes com covid-19 está sendo revertida para tratamento de outras especialidades, respeitando as barreiras sanitárias”, informou a secretaria.

Cada bandeira representa um nível de risco e um conjunto de recomendações de isolamento social, que variam entre as cores roxa (risco muito alto), vermelha (risco alto), laranja (risco moderado), amarela (risco baixo) e verde (risco muito baixo)

Alteração na taxa

Nesta edição do mapa de risco, houve uma alteração no cálculo da taxa de positividade – que verifica os casos positivos para covid-19 nos exames RT-PCR. Até a semana passada, o cálculo utilizava resultados de exames realizados desde o início da pandemia. Por levar em consideração o percentual acumulado, foi observado que esse indicador já não refletia a realidade, pois atualmente os índices apresentam números mais baixos.

 “Por este motivo, a partir desta edição, a taxa de positividade passou a ser calculada considerando os exames realizados nas três semanas anteriores à publicação do mapa. A Subsecretaria de Vigilância e Assistência Primária à Saúde (SVAPS) esclarece que, desta forma, é possível efetuar uma avaliação ainda mais oportuna e precisa, refletindo dados mais factuais”.



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