conecte-se conosco

Entretenimento

Kamaitachi lança novo single “Dragão de Nome Impronunciável”

Publicado

on


Chega às plataformas digitais nesta sexta-feira (24), “Dragão de Nome Impronunciável”, novo single de Kamaitachi. A música faixa conta a história de uma rivalidade entre os reis de um antigo império e um dragão que guarda um tesouro.

 

Ouça “Dragão de Nome Impronunciável”

 

O som traz características do rock épico e indie, visando alcançar um público jovem e adulto. Natural do Rio de Janeiro, Rafael Gonçalves (Kamaitachi) iniciou sua carreira solo em 2017, produzindo suas próprias músicas. Com hits como “Cabelo Arco-Íris” e “Sabbat”, parceria com E4GL3, o artista acumula mais de 570 mil ouvintes mensais nas plataformas digitais e 160 milhões de visualizações no YouTube.

 

“Dragão de Nome Impronunciável” será acompanhado de vídeoclipe e faz parte de uma série de 7 singles que serão lançados em 2020. Também será lançado um remake das músicas do álbum “Homem Torto”, que conta com 17 musicas e 5 participações.

 

Advertisement. Scroll to continue reading.

O novo single de Kamaitachi, “Dragão de Nome Impronunciável”, está disponível nas plataformas digitais via ONErpm e o vídeo da faixa está disponível no YouTube.

 

Assista “Dragão de Nome Impronunciável”

 

Sobre a ONErpm: Considerada uma potência na redefinição da nova indústria da música, a ONErpm é uma das empresas do ramo que mais crescem no mercado global. Com mais de 3 mil canais do YouTube que geram coletivamente mais de 8,5 bilhões de views por mês, a ONErpm é também a maior network de música da América Latina e uma das maiores do mundo.

 

Com escritórios e estúdios em Nova York, Nashville, Miami, Atlanta, Los Angeles, São Francisco, São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Lima, Santiago do Chile, Buenos Aires, Bogotá, Cidade do México, Kingston, Madrid, Kiev, Abuja e Moscou, a ONErpm ocupa um espaço único entre gravadora tradicional e distribuidora, aproveitando de sua própria tecnologia, marketing, análise e suporte local para fornecer soluções de negócios para mais de mais de 100.000 artistas, gravadoras e criadores de vídeos em todo o mundo.

Advertisement. Scroll to continue reading.



Continue lendo
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Entretenimento

Seminário Poéticas da Cena LGBTQIA+ oferece palestras e oficinas gratuitas transmitidas ao vivo de 24 a 27 de maio

Publicado

on


Em sua primeira edição, o projeto terá participação da atriz Renata Carvalho, da cantora Valéria Barcellos, da professora universitária e performer Dodi Leal, da arte-educadora Marcie Vieira e do ator Lauro Ramalho

Seminário Poéticas da Cena LGBTQIA+ reuniu cinco profissionais da área cultural brasileira para pensar e debater questões de orientação sexual e identidade de gênero na área do teatro. Sediado em Porto Alegre, o evento virtual acontece de 24 a 27 de maio, com participação da atriz, diretora, dramaturga e transpóloga paulista Renata Carvalho, da performer, curadora, crítica, pesquisadora e professora universitária na Bahia Dodi Leal, além de três personalidades gaúchas: a cantora Valéria Barcellos, o ator Lauro Ramalho e a arte-educadora Marcie Vieira.

Serão quatro palestras transmitidas ao vivo e gratuitamente pela plataforma on-line Viva o Palco, sempre às 19h, e duas oficinas cênicas que acontecem de forma remota, das 14h às 17h. As atividades abordam temas como práticas metodológicas de ensino e aprendizagem da linguagem teatral com base no pensamento da pedagogia queer, autogestão de carreira artística profissional LGBTQIA+, produção artística de corpos dissidentes na cena teatral contemporânea e descolonialidade das artes cênicas.

Coordenado pelos produtores culturais Xandre Martinelli e Jaques Machado, o projeto busca contribuir na formação e qualificação de artistas e técnicos cênicos, bem como de estudantes de diferentes áreas artísticas, transpondo vivências LGBTQIA+ e suas especificidades para a poética da cena. As vagas são abertas a profissionais e pesquisadores da área e também para o público em geral, abrindo oportunidade para qualquer pessoa que tenha interesse em aprender sobre as temáticas abordadas. Para participar, é necessário fazer inscrição prévia e sem custo no link //vivaopalco.com.br/seminario-poc/.

1º Seminário Poéticas da Cena LGBTQIA+ é um projeto executado através do Edital Criação e Formação Diversidade das Culturas, realizado com recursos da Lei Aldir Blanc nº 14.017/20 e apoio da Cubo Filmes. Quem tiver dúvidas ou quiser mais informações sobre o evento pode entrar em contato com a equipe pelo @seminariopoc nas redes sociais.

 

SERVIÇO

1º Seminário Poéticas da Cena LGBTQIA+

De 24 a 27 de maio, com Inscrições gratuitas e transmissão ao vivo pelo link //vivaopalco.com.br/seminario-poc/.

 

CRONOGRAMA

 

24/05 – SEGUNDA-FEIRA

Das 14h às 17h – Oficina “Dramaqueer – Escrita para Corpas Dissidentes”, ministrada por Marcie Vieira

19h – Palestra “Dramaqueer – da pedagogia queer para a dramaturgia teatral”, com Marcie Vieira

 

25/05 – TERÇA-FEIRA

Das 14h às 17h – Oficina “Criação para Corpos Dissidentes – parte 1”, ministrada por Renata Carvalho

19h – Palestra “A figura do ator-produtor, a autogestão de carreira e a performatividade dragqueen nas artes”, com Lauro Ramalho

 

26/05 – QUARTA-FEIRA

Das 14h às 17h – Oficina “Criação para Corpos Dissidentes – parte 2”, ministrada por Renata Carvalho

19h – Palestra “Transgeneridades em Performance: desobediências de gênero e anticolonialidades das artes cênicas”, com Dodi Leal

 

27/05 – QUINTA-FEIRA

Das 14h às 17h – Oficina “Criação para Corpos Dissidentes – parte 3”, ministrada por Renata Carvalho

19h – Palestra “O Corpo e a Dramaturgia Trans nas Artes”, com Renata Carvalho e Valéria Barcellos



Continue lendo

Entretenimento

Marcelo D2 estreia a nova temporada de entrevistas do canal Papo de Música, comandado por Fabiane Pereira

Publicado

on



Tornar-se expoente do encontro entre o samba e o rap, passar uma tarde com José “Pepe” Mujica, trabalhar e ficar amigo de Gilberto Gil. Estes são alguns dos (muitos) momentos marcantes na carreira do carioca Marcelo D2, convidado que estreia a nova temporada de entrevistas do canal de YouTube Papo de Música. O rapper, cantor, compositor e diretor sentou para uma conversa com a jornalista e pesquisadora Fabiane Pereira e, fazendo jus aos versos questionadores que permeiam os quase 30 anos de sua carreira, falou sobre o cenário cultural, social e político do país, além de ter dado detalhes sobre a criação do elogiado disco Assim Tocam os MEUS TAMBORES, lançado em setembro de 2020. O bate-papo vai ao ar no dia 4 de maio, ao meio-dia.

“A gente tá em 2021, não precisávamos estar discutindo se a ciência vale à pena ou não. Jesus, que isso!” exclama D2 ao mostrar indignação com alguns dos debates sociais que ocupam a rotina brasileira. Com discos que cravaram a cultura suburbana do Rio Janeiro na história musical do país, como A Procura da Batida Perfeita (2003), o rapper confessa que a atual situação do Brasil dificulta os seus processos criativos. “Artistas são pessoas muito sensíveis e se tocam muito por isso. Eu tive o meu período mais produtivo quando eu não precisava ficar lutando contra um inimigo. Minha arte era mais construtivista do que uma arte de combate”, explica.

Apesar de considerar que escrever é sempre [um processo] meio doloroso e que parece arrancar um pedaço dele, Marcelo D2 comentou sobre os laços que se amarraram por meio de seu álbum mais recente, Assim Tocam os MEUS TAMBORES. “Foi um alívio poder fazer esse disco e não enlouquecer em casa ou, pelo menos, não enlouquecer sozinho”, destaca sobre a composição das doze faixas que trazem parcerias com Djonga, BK, Baco Exu do Blues, Tropkillaz, Russo Passapusso, entre outros. “Compor é um lugar solitário, mas eu tive muitos parceiros, muita gente que achou a ideia maravilhosa e falou ‘vamo nessa’”, completa. O projeto, inclusive, deve ganhar desdobramentos. “Eu não terminei, tô fazendo o volume dois. Ele ainda é um estudo sobre esse lugar que a gente tá. Pra mim, ainda não acabou a pandemia, tem mais de 4 mil pessoas morrendo”, reforça.

Seja no volume um ou nas ideias que está colocando no volume dois, por trás das câmeras ou pela certeira ponta de sua caneta, o recado de Marcelo D2 é claro:  “quem não sair desse momento aprendendo alguma coisa, perdeu uma grande oportunidade [de reflexão]”. Após a participação do rapper, Fabiane Pereira recebe ainda em maio, no canal Papo de Música, o cantor e compositor Samuel Rosa, vocalista da banda Skank, e as cantoras Joelma e Mônica Salmaso.



Continue lendo

Entretenimento

Thiago Bertoldo, dupla de Thaeme, está confirmado no Power Couple Brasil

Publicado

on


Para celebrar o Dia Internacional da Dança, nesta quinta (29), o Curta!On — streaming do Curta! no NOW, da NET / Claro — apresenta um especial que reúne, de forma inédita e exclusiva, produções totalmente focadas no tema. Grandes companhias brasileiras, coreógrafos e bailarinos — famosos e anônimos, que atuam em importantes palcos ou nas ruas — são as estrelas dos espetáculos, documentários e séries que compõem o especial. 

O pacote tem quatro coreografias do Grupo Corpo — “Onqotô”, “Lecuona”, “Sem Mim” e “21” —, além de um documentário sobre os 15 primeiros anos da companhia; os documentários “São Paulo Companhia de Dança”, sobre a prestigiada companhia homônima; “Movimentos do Invisível”, sobre a coreógrafa Angel Vianna; “Gaga – O Amor Pela Dança”, sobre o coreógrafo Ohad Naharin, da Companhia de Dança Batsheva; “A Batalha do Passinho”, sobre a competição de dança de rua carioca; e a série “Ensaios Contemporâneos”, que reflete sobre a dança contemporânea brasileira em dez episódios.

Confira as sinopses:

Grupo Corpo:

21 (1992): “21” é um divisor de águas na história do Grupo Corpo. Depois de atuar por uma década com temas musicais pré-existentes, a companhia mineira volta, com este balé, a trabalhar com música especialmente composta. Da teia de combinações de ritmos e de timbres em torno do número 21, contida nas partituras criadas por Marco Antônio Guimarães — diretor artístico do Uakti —, o coreógrafo Rodrigo Pederneiras cria uma escritura coreográfica cujo pulso, ou impulso, é de transpiração matemática. O resgate da ideia de trabalhar com uma trilha feita sob encomenda permite também que o Grupo Corpo avance na investigação de um vocabulário próprio identificado com suas raízes brasileiras.

Lecuona (2004): Em 2004, o Grupo Corpo rende-se à genialidade do maior ícone da música cubana, o pianista Ernesto Lecuona, e decide abrir uma exceção à regra estabelecida em 1992, de só trabalhar com trilhas exclusivas, para colocar em cena o balé que leva o seu nome: “Lecuona”. Os casais se sucedem decantando paixões, segundo roteiros que vêm tanto do romantismo mais desbragado quanto do realismo sem máscara de cada um de nós.

O figurino remete a um grande salão de bailes à moda antiga; mas o que é antigo aqui vira a imagem teatral do que há de mais permanente na vida amorosa e erótica. “Lecuona” é uma dança da paixão: tortuosa, difícil, divertida, alegre, impossível.

Onqotô (2005): A perplexidade e a pequenez do homem diante da vastidão do universo são o tema central de “Onqotô”, balé que, em 2005, marcou as comemorações dos 30 anos do Grupo Corpo. Assinada por Caetano Veloso e José Miguel Wisnik, a trilha sonora tem como ponto de partida uma bem-humorada discussão sobre a paternidade do universo. Na coreografia criada por Rodrigo Pederneiras, verticalidade e horizontalidade, caos e ordenação, volume e escassez se contrapõem e se superpõem com a trilha musical, desvelando significados, melodias e ritmos que subjazem ao estímulo sonoro. Este episódio mostra o processo de criação desse balé comemorativo.

Sem Mim (2011): O mar (de Vigo), que leva e traz de volta o amado, é o que dá vida e movimento a “Sem Mim”. O balé é embalado pela trilha original urdida a quatro mãos pelo espanhol Carlos Núñez e pelo brasileiro José Miguel Wisnik, a partir do único conjunto de peças do cancioneiro profano medieval galego-português que chegou aos nossos dias. Nas sete canções, datadas do século XIII, o poeta se pronuncia sempre em nome da mulher; mais especificamente de jovens apaixonadas que pranteiam a ausência ou festejam a iminência do regresso do amado/amigo. Na avidez do reencontro, elas confidenciam ora com o mar, ora com a mãe, ora com amigas. E, para aplacar ou fustigar o seu desejo, saem a banhar-se nas ondas do mar de Vigo.

Documentário Histórico de Maria Maria até Missa do Orfanato: Este documentário mostra a história dos 15 primeiros anos do Grupo Corpo. Abrange os acontecimentos desde a sua fundação, em 1975, e a estreia da sua primeira obra, “Maria Maria”, até o final dos anos 1980, quando a companhia se firma no cenário da dança mundial com personalidade própria e sucesso reconhecido.

PROMO: //youtu.be/JqyjN7dJ1pA

São Paulo Companhia de Dança: Documentário de Evaldo Mocarzel sobre a árdua rotina de trabalho de bailarinas e bailarinos, talvez o maior sacerdócio entre todas as manifestações artísticas, em que o corpo é, ao mesmo tempo, instrumento de trabalho e a própria obra. Sem entrevistas, o filme desconstrói a primeira criação coreográfica do grupo, ‘Polígono’, de Alessio Silvestrin, a partir dos ensaios e das aulas de balé clássico e dança moderna.

 

Gaga – O Amor Pela Dança: Ohad Naharin, diretor artístico da Batsheva Dance Company, é considerado um dos coreógrafos mais importantes do mundo. Ao conhecê-lo em um ponto crítico de sua vida pessoal, este documentário espirituoso e perspicaz encontra um homem com grande integridade artística e uma visão extraordinária. Filmado ao longo de um período de oito anos, o diretor Tomer Heymann mistura filmagens dos ensaios íntimos com um extenso arquivo inédito e sequências de dança de tirar o fôlego. Esta é a história de um gênio artístico que redefiniu a linguagem da dança moderna.

 

Movimentos do Invisível: Angel Vianna, pioneira da dança contemporânea brasileira, coreógrafa, educadora e militante da consciência corporal revisita, aos 90 anos, sua pesquisa e história. O filme, dirigido por Leticia Monte e Flávia Guayer, acompanha a rotina de Angel no presente e se desenvolve a partir do registro de oficinas realizadas com gente de diversas idades, gêneros e profissões. Revela sua insaciável curiosidade pelo corpo — ‘instrumento de viver’ — e sua urgência em transmitir o conhecimento neste significativo momento de sua carreira e vida.

 

A Batalha do Passinho: Surgido nas favelas cariocas, o Passinho explodiu em 2008 e desde então vem mudando a cara da periferia do Rio de Janeiro. Uma nova forma de dançar o funk, o Passinho é a manifestação cultural carioca mais importante dos últimos 10 anos. O documentário “A Batalha do Passinho — O Filme”, dirigido por Emilio Domingos, acompanha de perto esse fenômeno e mostra a evolução dessa cultura.

 

Ensaios contemporâneos: A série de Eduardo Hunter Moura oferece uma visão ampla sobre a dança contemporânea no Brasil, trazendo à tona processos criativos, histórias e questões diversas que essa arte suscita, como as discussões sobre política, gênero e padrões corporais e de beleza. Ao todo, são dez episódios que focam na trajetória histórica e conceitual da dança, passando por companhias revolucionárias como Stagium, Cena 11 e Focus, e mostrando, também, o panorama atual dessa expressão artística.

 



Continue lendo

Mais Vistos