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Tecnologia

Avós do “novo normal”: quase 100% dos idosos conectados na rede da TIM está no Facebook e WhatsApp

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A geração 6.0 está cada vez mais conectada. Levantamento realizado pela TIM mostra que 98% dos seus clientes com mais de 60 anos e que utilizam a rede de dados da operadora estão inscritos nas redes sociais. O Facebook segue na liderança por mais um ano, com quase 100% de aderência, assim como WhatsApp. Outros apps que também aparecem na lista dos queridinhos são o Youtube (95%) e o Instagram (87%).

Os aplicativos e sites de banco foram os serviços com maior aumento de popularidade em um ano: 55% dos idosos da base da operadora já aderiram ao internet banking, aumento de 12 pontos percentuais em relação ao ano passado. O indicador reforça a conveniência desse tipo de solução, que ganha confiança entre a terceira idade e segue sendo essencial durante o cenário de pandemia e isolamento social.

O consumo de conteúdo no formato audiovisual também virou tendência para o público mais sênior. Quase um milhão de usuários da TIM com mais de 60 anos já utiliza o Tik Tok. O aplicativo, que ganhou popularidade recentemente, permite capturar, criar e compartilhar vídeos curtos, em sua maioria relacionados à dança, música e entretenimento no geral.

A pesquisa ainda mostra onde estão os idosos mais conectados do País. Os “vovôs” e “vovós” do Rio de Janeiro e da capital paulista são os maiores fãs da internet: 81% da base 60+ da TIM nessas regiões utiliza o serviço de dados. A análise reforça ainda, em mais um ano, que as mulheres são as campeãs no uso da internet: 72% utilizam dados (aumento de sete pontos percentuais), contra 70% dos homens (aumento de oito pontos percentuais).

 

“Conselhos de vó” nas redes sociais da TIM

A TIM vai realizar um especial de perguntas em respostas em seu Instagram com as Avós da Razão, canal de sucesso no YouTube comandado três senhoras que opinam sobre diversos temas com humor e irreverência.

A partir de interações nos Stories realizadas no perfil @timbrasil ao longo da semana, Helena Wiechmann, de 91 anos, Gilda Bandeira de Mello, de 78, e Sonia Bonetti, de 84 farão um vídeo respondendo a alguns dos questionamentos dos seguidores, no estilo “conselho de vó”. Elas representam justamente o que mostra o levantamento realizado pela operadora: com comentários divertidos e irônicos, reforçam que estereótipo da “vovó que faz tricô” é ultrapassado, confirmando que a terceira idade também é conectada. O vídeo estará disponível no dia 26 de julho, data em que se comemora os Dia dos Avós. A ação foi desenvolvida pela HavasPlus.

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Sobre a TIM

“Evoluir juntos com coragem, transformando tecnologia em liberdade” é o propósito da TIM, que atua em todo o Brasil com serviços de telecomunicações, focada nos pilares de inovação, experiência do cliente e agilidade. A empresa é reconhecida por liderar movimentos importantes do mercado desde o início de suas operações no país e está à frente da transformação digital da sociedade, em linha com a assinatura da marca: “Imagine as possibilidades”.

A TIM é, desde 2015, líder em cobertura 4G no Brasil – conectando, inclusive, o campo para viabilizar a inovação no agronegócio – e, já pronta para um futuro ainda mais digital, ativará comercialmente a tecnologia 5G em três cidades até setembro. A companhia é a única do setor de telecomunicações a integrar o Novo Mercado da B3, reconhecido como nível máximo de governança corporativa, além de estar há 12 anos seguidos no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), sendo operadora por mais períodos consecutivos nesta carteira. Também é primeira empresa de telefonia reconhecida pela Controladoria-Geral da União (CGU) com o selo “Pró-ética”, iniciativa que existe com o objetivo de promover um ambiente corporativo mais íntegro, ético e transparente.



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Tecnologia

Opera GX decola com Operius, jogo de arcade de tiro espacial para jogar no navegador quando o WiFi acabar

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Todos nós já experimentamos o horror inexplicável de ter que lidar com algumas conexões de internet instáveis. Nesses momentos em que o WiFi acaba, o Operius ajudará a esquecer a frustração com sua jogabilidade de arcade em ritmo acelerado. Criado na suíte de criação de jogos GameMaker Studio 2, Operius pode ser reproduzido no navegador Opera GX a partir de hoje. O jogo aparecerá sempre que a rede travar. Aqueles com uma conexão estável que realmente desejam experimentar o Operius podem simplesmente digitar opera: // operius na barra de endereços do Opera GX.

Projetado por Mors, Operius se passa em um mundo onde todos os computadores do mundo perdem simultaneamente a conexão com a internet, com um estranho OVNI que está pairando no céu parecendo ser a causa da interrupção. A única maneira de restaurar a internet do planeta é navegar através do funcionamento interno do OVNI e derrubá-lo por dentro, uma tarefa que envolve atirar em hordas de invasores alienígenas e desviar de obstáculos para avançar para o próximo nível.

Em julho, o Opera GX lançou seu Game Jam “No Internet” para encontrar o jogo que manteria seu público de mais de 10 milhões de jogadores entretidos sempre que perdessem a conexão. Com mais de 900 inscrições, todas criadas no GameMaker Studio 2, a competição foi feroz. Mas um jogo, o Operius, se destacou e emergiu triunfante depois de liderar as pesquisas públicas que viram oito jogos escolhidos a dedo angariar mais de 100.000 votos das comunidades Opera GX e GameMaker.

Operius apresenta gráficos vetoriais nítidos de inspiração retrô que prestam homenagem aos grandes jogos de tiro de arcade baseados no espaço dos anos oitenta com uma trilha sonora de alta adrenalina e pulsante escrita por Catonator. Estar offline não significa que você não pode jogar junto: Operius possui um modo de dois jogadores offline – tudo que você precisa fazer é compartilhar seu teclado com outra pessoa e entrar no modo de dois jogadores.

‘Acreditamos que os jogadores merecem um jogo melhor do que dinossauros saltadores ou surfistas. É por isso que começamos o game jam do Opera GX e encontramos o Operius, um jogo offline altamente viciante que se destaca entre todos eles”, disse Maciej Kocemba, Head do Opera GX.

“Com Operius, eu queria fazer um jogo de tiro divertido inspirado em fliperama para tirar a mente dos jogadores de estar offline e talvez até mesmo fazê-los esquecer que deveriam voltar online em primeiro lugar”, disse Mors.

“Ao criar a lista dos finalistas, procurávamos um jogo divertido de jogar, com aparência e som divertidos e, o mais importante, que você quisesse jogar repetidamente”, acrescentou Kocemba.

Além de se tornar o novo jogo offline do Opera GX e salvar muitos jogadores de uma experiência incrivelmente frustrante, o desenvolvedor do Operius também recebe um prêmio em dinheiro de 10 mil dólares. Dois vice-campeões, Aliens Stole My WiFi e Nettie & Settie Save the Internet também recebem prêmios em dinheiro de 7 mil e 3 mil dólares, respectivamente.

Felizmente, os usuários não terão que remover o roteador para jogar o Operius, pois ele está disponível para jogar mesmo sem problemas de conexão no GXC. GXC é a próxima plataforma de publicação automática do Opera e permitirá que os criadores de jogos independentes publiquem suas criações do GameMaker Studio diretamente na plataforma de forma gratuita – para que outros usuários possam aproveitar e dar feedback instantâneo. Operius, Aliens Stole My WiFi e Nettie & Settie Save the Internet estarão disponíveis no GXC.





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Mídias Sociais: muito além de um chat

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A interrupção das funcionalidades dos principais aplicativos de mídias sociais e mensagens instantâneas – Facebook, Instagram e WhatsApp – vem se tornando cada vez mais frequentes. Na mais recente ocorrência, a indisponibilidade dos serviços durou aproximadamente seis horas.

O blecaute de comunicação nos mostra uma fragilidade gerada pela dependência que vai muito além da comunicação corriqueira do dia a dia com pessoas do nosso convívio. Ele limita o direito de ir e vir “virtual” uma vez que muitos acessos às plataformas – logins, por exemplo, são vinculados à conta do Facebook. Outro viés refere-se às inúmeras confirmações necessárias para dar continuidade ou finalizar uma operação online que passa pelo recebimento e/ou validação de um código recebido pelo WhatsApp.

E os efeitos vão além: O impacto financeiro dos serviços suspensos foi catastrófico. Inicialmente, pela interrupção da comunicação, prejudicando o andamento de uma proposta comercial ou o acompanhamento sobre algum projeto em um cliente. Mas, para esse caso, ainda pode-se recorrer às soluções já existentes como o envio de mensagem por SMS ou a utilização de concorrentes de serviços de mensagens como o Telegram.

Por outro lado, para negócios nativos, instalados e locados diretamente nas plataformas, esse plano B não é tão simples. Considerando o expressivo crescimento da comercialização de produtos ou serviços nessas plataformas, algo em torno de 246% na comparação entre junho/21 contra junho/20, estima-se que neste período de 6 horas de interrupção 65% das vendas tenham sido perdidas.

Este prejuízo financeiro alcançou desde a pequena loja locada no WhatsApp ou Facebook até grandes varejistas que utilizam esses canais para vendas. Esse é o aspecto com impacto direto no faturamento das empresas. Há também os aspectos com impacto indireto, como por exemplo o operacional, no qual muitas empresas utilizam o WhatsApp como solução para rastreamento, monitoramento e aviso a clientes sobre uma entrega ou serviço em andamento, ou seja, além de não estarem faturando, causaram vários transtornos em relação à experiência do cliente.

Não podemos deixar de mencionar sobra as perdas diretas nas ações do Facebook. Os acionistas amargaram uma queda de 5% em apenas um dia, causada pela ocorrência da interrupção dos serviços aliada também às denúncias do antigo Gerente de Produtos informar à imprensa que o Facebook não prioriza a segurança do usuário, mas sim o lucro. Nos tempos atuais, isso significa um sinal de alerta para os usuários das plataformas, que a qualquer momento podem ter seus dados vazados. Para o cofundador do Facebook, Mark Zuckerberg, a perda direta foi em torno dos 6 bilhões de dólares.

Em síntese, durante apenas seis horas, apenas um quarto do ciclo de um dia, tivemos um prejuízo incalculável em âmbitos operacionais, reputacionais e financeiros em níveis estratosféricos no Brasil e no mundo. Isso nos mostra que a utilização dessas ferramentas é vital para a potencialização, ou até mesmo sobrevivência em alguns casos, de qualquer negócio.

Em contrapartida, esse cenário nos mostra a dependência que temos dessas plataformas, que operam basicamente como exclusivas. Como qualquer dependência, fica cada vez mais exposta a oportunidade de diversificação e adição de canais de comunicação e disposição de serviços e produtos para vendas. O ditado “quem tem um não tem nenhum”, mesmo em uma situação atípica como essa, nunca foi tão válido. Afinal de contas, se uma parada de 6 horas já teve esse impacto, imaginem uma parada de 30 dias por exemplo? E fica a reflexão sobre os mapeamentos de processos e necessidades tecnológicas para seguirmos no “caminho feliz” e nas contingências, afinal de contas Transformação Digital também preconiza a usabilidade e precisa potencializar vendas e resultados.



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MPEs estão na mira dos cibercriminosos nos ataques de dupla extorsão

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Arquitetado para criptografar áreas de guarda de dados de computadores e servidores, tornando-os inacessíveis até que um valor de resgate seja pago ao hacker, o ransomware é um tipo de ataque que vem tirando o sono das pequenas e médias empresas. Ataques deste tipo têm se tornado cada vez mais frequentes pelo mundo todo, sobretudo em países onde a segurança cibernética é deixada de lado pelas MPEs, como no Brasil. O resultado é que, cada vez mais, elas estão se tornando alvos dos cibercriminosos, justamente por errarem ao imaginar que suas informações não têm o mesmo valor das grandes empresas.

“Infelizmente, a maioria dos incidentes passam semanas, meses sem que sejam detectados. Quando reconhecido, já é tarde. Ter uma resiliência, onde é possível perceber, na borda, que existe um ataque pode evitar que todo ambiente digital seja comprometido. Existe ataque de ransomware que é feito em uma dezena de equipamentos, e tem também investidas que afetam todos os computadores de uma empresa. A diferença está na capacidade de contenção do ataque”, explicou o CEO da Apura Cybersecurity Intelligence S.A., Sandro Süffert, durante o debate “Segurança Cibernética nas MPEs”, promovido pela Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra).

Somente no Distrito Federal, sede do evento que ocorreu no dia 7 de outubro em formato híbrido, segundo o presidente da Federação, Jamal Jorge Bittar, 75,3% das indústrias são micro e 19,8% são pequenas empresas. “Grande parte desses negócios estão em ambientes virtuais e não são poucos os que têm vulnerabilidades no sistema de segurança”.

Süffert explicou que a grande maioria dos grupos que se utiliza do ransomware para obter dinheiro, como no tráfico de drogas, por exemplo, é proveniente de uma rede colaborativa de negócios onde há pessoas que acessam os ambientes de forma indevida, outros que desenvolvem a criptografia dos dados, uns que se especializam na comunicação e no recebimento das criptomoedas e assim por diante. São organizações que não têm um alvo certo, atacando de forma deliberada para testar a efetividade dos sequestros. Por exemplo: em um ataque a uma clínica de odontologia ou a uma padaria, a cobrança pode ser no valor de 10 mil dólares; já em uma grande empresa do setor de transporte ou financeiro, o resgate vale milhões.

“Para agravar ainda mais a situação, todos os grupos estão migrando muito rápido para o modelo de ‘dupla extorsão’ que, além do pagamento pela criptografia dos dados, ainda exige uma quantia para que não haja vazamento das informações coletadas. Neste caso, tanto a imagem da empresa é afetada publicamente quanto, em termos regulatórios, pesadas multas podem ser aplicadas, por conta do que determina a Lei Geral de Proteção de Dados, sobre o fato de ter dados de clientes vazados”, pontuou Süffert.

Também presente no bate-papo, o general de divisão do Sistema Defesa, Indústria e Academia de Inovação do Exército Brasileiro, Angelo Kawakami Okamura, responsável pelo comando da defesa digital do Exército de 2016 a 2018, contou a sua vivência à frente da instituição e garantiu que, para as MPEs estarem protegidas, é fundamental que as empresas de tecnologia ofereçam sistemas de atualização sempre. “Não os ter, é uma porta de entrada para ataques”.

Por sua vez, o responsável pela mediação do debate, o diretor de Inovação e Desenvolvimento Tecnológico da Fibra, Graciomario de Queiróz, ressaltou dois problemas que contribuem para o crescimento dos ataques cibernéticos: primeiro, há um déficit de profissionais de tecnologia da informação (TI) estimado em 403 mil para 2022; e, em segundo lugar, as MPEs não têm conhecimento do problema ou não têm dinheiro para investir na prevenção de ataques. “Por isso a qualificação no segmento se faz tão urgente. É necessário aplicar recursos financeiros em cibersegurança, pois negligenciar esse aspecto compromete a reputação da organização no mercado”.

Participaram também do debate o presidente da Associação Brasileira de Segurança Cibernética e CEO da Decript, Hiago Kin; a diretora de Relações Institucionais do Observatório dos Crimes Cibernéticos, Julieta Verleun; a líder do projeto de Segurança Cibernética da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Larissa Querino; o professor doutor e membro da Comissão Acadêmica do Programa de Pós-Graduação em Segurança Cibernética da Universidade de Brasília, Rafael Rabelo Nunes; e a deputada distrital Júlia Lucy (Novo), presidente da Comissão de Desenvolvimento Econômico Sustentável, Ciência, Tecnologia, Meio Ambiente e Turismo da Câmara Legislativa.



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