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Bruno Soares: “Nova York é um lugar especial na minha carreira”

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A história do mineiro Bruno Soares nas quadras de Flushing Meadows, no Queens, em Nova Yorkiorquecomeçou em 2012. Naquele ano, junto com a russa Ekaterina Makarova, o brasileiro foi campeão das duplas mistas. Dois anos depois, em 2014, veio o bicampeonato, mas desta vez ao lado da indiana Sania Mirza. Em 2016 chegou a primeira conquista nas duplas masculinas, jogando com o britânico Jamie Murray. E agora, na tarde desta quinta (10), veio a consagração com a conquista da quarta taça, o bicampeonato nas duplas masculinas. O parceiro, agora, foi o croata Mate Pavić.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

US Open Champs 🏆 #PureJoy #PureLove #Endlessfeelings #ForeverGrateful

Uma publicação compartilhada por Bruno Soares (@brunosoares82) em 10 de Set, 2020 às 3:55 PDT

“Nova York sempre foi um lugar que me proporcionou grandes vitórias, grandes resultados. Poder voltar a segurar um troféu desses depois de quatro anos é uma sensação muito especial. Aos 38 anos, começo a sentir que o final da minha carreira pode estar chegando. Mas foram dias incríveis esses que vivemos aqui nesse ano”, disse o tenista na entrevista coletiva após a final.

Apesar dos 38 anos, Soares garante que a dupla segue focada nos próximos desafios da temporada: “A motivação vai seguir gigante para os próximos torneios até o final dessa temporada”.

Com o troféu do US Open na bagagem, a dupla já parte nesta sexta-feira (11) para Roma. O próximo compromisso é o Master da Itália, entre 14 e 21 de setembro. “Já tínhamos definido esse compromisso. Antes, a nossa ideia era participar de todos os torneios possíveis até o final do ano. Porém, agora a situação já mudou. O título daqui praticamente nos classifica para o finals de novembro. Então, é bem provável que a gente ajuste algumas coisas. Só não abrimos mão dos torneios de Grand Slam e dos Masters 1000”, diz o brasileiro.

Título com Pavic

Após encerrar a parceria com o britânico Jamie Murray, em maio de 2019, o brasileiro definiu a parceria com o croata Mate Pavic. Os dois começaram a participar em parceira do circuito internacional no segundo semestre do ano passado. Em outubro de 2019, eles já haviam vencido o Master 1000 de Xangai em uma final com brasileiros (contra Marcelo Melo e o polonês Lukasz Kubot). O placar foi 2 sets a 0 (parciais de 6/4 e 6/2). A partir dali, Soares e Pavic partiram para vários campeonatos com boas campanhas, mas sem conquistas.

O jejum terminou nesta quinta. “A gente fazia bons jogos. Tivemos campanhas muito boas em muito torneios, mas sempre perdíamos em pequenos detalhes. Acho que até foi bom aquela eliminação na estreia do Masters 1000 de Cincinnati. Pude me focar mais. Sabia que a questão não era ritmo de jogo. Nesse US Open fizemos um torneio muito bom. As três últimas partidas foram excelentes. É difícil dizer qual foi a melhor”, disse.

Soares também avaliou a final contra Nikola Mektic e Wesley Koolhof: “Sacamos muito bem. Eles não tiveram chances de quebrar nosso serviço. Acho que foi meu melhor dia no saque. Porém, os últimos três jogos nossos foram muito bons. Não tem como escolher uma partida como a melhor nesse US Open. Fomos muito bem nesse torneio. Meu ponto forte é a consistência na parte psicológica e na parte do volume do jogo. O ponto forte do Mate é partir para os pontos vencedores, ele é um cara que cresceu muito aqui”. O jogo acabou com a vitória da dupla do brasileiro por 2 sets a 0 (parciais de 7/5 e 6/3) em uma hora e meia de confronto.

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Na expectativa pela estreia, volante Dudu projeta disputa do Brasileiro Sub-17 com o Flamengo

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Na próxima segunda-feira (10), Palmeiras e Flamengo se enfrentam pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro Sub-17. A partida está marcada para às 20h, no Allianz Parque, em São Paulo.

Atleta do Fla desde 2017, o volante Dudu pôde defender a equipe no último Brasileirão de juvenis. Agora, vive a expectativa pela estreia na edição de 2021.

“A nossa preparação foi muito boa e as expectativas para a estreia são as melhores possíveis. Esperamos fazer um grande jogo contra o Palmeiras para iniciar com o pé direito”, destacou o jogador, de 17 anos, que também projeta a disputa da competição.

“É uma responsabilidade muito grande defender o Flamengo, ainda mais em um torneio desse tamanho. Vou me dedicar ao máximo para ajudar o time a conquistar os objetivos traçados, sempre com muito trabalho e foco”, concluiu o volante, natural de Florianópolis.



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Nos Estados Unidos, Antonio Carlos reencontra adversário de classificação histórica pelo Orlando City

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Orlando City e New York City FC vão reeditar um duelo marcante da última Major League Soccer. Após decidirem uma vaga nas semifinais da Conferência Leste, as duas equipes voltam a se enfrentar neste sábado (8).

Responsável por garantir ao Orlando City a sua melhor campanha na MLS, a partida da temporada passada contou com fortes emoções. Após empate em 1 a 1 no tempo normal e na prorrogação, os Leões venceram nos pênaltis por 6 a 5.

Durante as cobranças, uma situação curiosa: o time da Flórida teve o seu goleiro expulso. Com isso, coube ao zagueiro Rodrigo Schlegel calçar as luvas e defender uma das penalidades.

Remanescente de 2020, Antonio Carlos relembra a classificação histórica na MLS. Titular do Orlando City, o zagueiro converteu uma das cobranças que confirmaram o triunfo.

“Nunca tinha vivido uma situação desse tipo na carreira, então é algo que fica marcado. Conseguimos aquela classificação histórica para o clube, o que tornou tudo ainda mais especial”, destacou o defensor, que também projeta o reencontro deste sábado.

“A nossa equipe tem evoluído neste início de temporada, e queremos seguir crescendo na competição. Para isso, é fundamental conquistar um bom resultado no sábado. Chegamos focados para fazer mais um grande jogo contra o New York City”, concluiu o brasileiro.

Emprestado pelo Palmeiras, Antonio Carlos chegou ao Orlando City no início de 2020. Um dos destaques da equipe na última temporada, o zagueiro foi contratado em definitivo ao final do ano.



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F1: Na Espanha, Hamilton busca abrir vantagem no campeonato

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Piloto da Mercedes venceu as últimas quatro edições do Grand Prix de Barcelona; análise da Betfair.net aponta favoritismo do inglês.

O Grande Prêmio da Espanha, quarta prova do campeonato mundial de Fórmula 1 de 2021, será realizado neste domingo (9) no circuito de Barcelona, na região da Catalunha. Após a vitória em Portugal, a equipe Mercedes de Lewis Hamilton busca despontar na competição em um circuito no qual tem demonstrado domínio nos últimos anos: desde 2017, só Hamilton ocupou o lugar mais alto do pódio. Segundo a Betfair.net, especialista em análises de probabilidades, Max Verstappen (Red Bull Racing) é o piloto com maiores chances de atrapalhar a quinta conquista consecutiva.

Nas probabilidades, Hamilton aparece com 50% de chances de ganhar a prova, informa a Betfair.net, contra 40% de chances para Max Verstappen. A volta mais rápida da prova de domingo – que garante mais um ponto e tem sido estrategicamente disputada pelas equipes em uma edição acirrada do campeonato – está em aberto: ambos os pilotos têm 37% de chances de realizar o melhor tempo da sessão.

Em um circuito de alto desgaste dos pneus, por conta das temperaturas da pista, a pole-position disputada no sábado pode fazer a diferença. E nesse quesito Max Verstappen sai com leve vantagem em relação ao piloto inglês: tem 50% de chances de largar em primeiro no grid, contra 46,5% de Hamilton. Na etapa do Bahrein, primeira do campeonato e que apresenta condições semelhantes, Verstappen conquistou a pole, mas viu a Mercedes de Hamilton ficar com a primeira posição e terminou na segunda colocação. O holandês de 23 anos já conquistou uma vitória nesta temporada e promete ameaçar Hamilton até o final do campeonato.

No Mundial de Construtores, favoritismo ainda maior da Mercedes, com 50% de chances de conquistar mais um Grand Prix, aponta a Betfair.net. A Red Bull aparece logo atrás, com 40% de chances. McLaren e Ferrari, que tentam retomar o caminho das vitórias, possuem 3% de conquistar o GP da Espanha.

 



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