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Efetivado no cargo, Pazuello diz que pandemia alcançou estabilidade

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Após quatro meses comandando o Ministério da Saúde de forma interina, o general Eduardo Pazuello foi efetivado como titular na pasta pelo presidente Jair Bolsonaro em cerimônia realizada nesta quarta-feira (16), no Palácio do Planalto. Pazuello substituiu interinamente o médico oncologista Nelson Teich, em maio, com o desafio de apoiar estados e municípios e ajudar a controlar a pandemia da covid-19 no Brasil.

Atualmente, o país registra mais de 133 mil mortes em decorrência da covid-19 e tem 4,3 milhões de casos confirmados da doença. De acordo com painel internacional mantido pela Universidade Johns Hopskins, o Brasil é o terceiro país em número de infecções, atrás de Estados Unidos e Índia, e o segundo em número de óbitos, atrás dos norte-americanos. 

Em seu discurso de posse como ministro efetivo, Pazuello afirmou que o país conseguiu estabilizar o avanço da pandemia. “Conseguimos alcançar uma situação de estabilidade bem definida. No Norte e Nordeste, onde os números estão em total declínio e a população já está voltando às suas atividades normais. No Centro-Sul, a tendência de queda é clara e já podemos visualizar o retorno à normalidade muito em breve. São os sinais claros e positivos de que todo nosso trabalho e empenho está surtindo o efeito esperado”, afirmou.

Pazuello também defendeu a mudança de protocolo para o tratamento precoce realizada pela pasta, já sob seu comando, a partir de junho.  “O aprendizado ao longo da pandemia nos mostrou que quanto mais cedo atendermos os pacientes, melhores são suas chances de recuperação. O tratamento precoce salva vidas, por isso temos falado dias após dia: não fique em casa esperando falta de ar, não espere. Procure um médico, receba diagnóstico clínico de um médico”, disse.

Pandemia e desemprego

Durante a posse, o presidente Jair Bolsonaro destacou o tamanho da responsabilidade do seu auxiliar e o agradeceu por aceitar o desafio. “Eu confesso que é menos complicado ser presidente da República do que ministro da Saúde. Sua responsabilidade é enorme, e quero agradecer por você ter aceito esse desafio”.

Bolsonaro voltou a criticar a política de isolamento na quarentena, com o fechamento de atividades econômicas. Ele relembrou um de seus pronunciamentos em cadeia nacional de rádio e televisão, no início da pandemia, em que afirmava a necessidade de lutar pela manutenção dos empregos e elogiou as medidas econômicas adotadas pela sua equipe desde então.   

“Disse, naquele momento, onde fui duramente criticado, que tínhamos dois problemas pela frente, vírus e desemprego, e que ambos deveriam ser tratados com a mesma responsabilidade e de forma simultânea. Quero cumprimentar a equipe econômica, desse ministro Paulo Guedes, que tomou uma série de medidas para conter os empregos no Brasil”.

O presidente também criticou o tempo de suspensão das aulas do ensino básico no Brasil. “Somos o país com o maior número de dias de lockdown nas escolas. Isso é um absurdo”.

Ainda durante seu discurso, Bolsonaro defendeu o tratamento da covid-19 por meio da cloroquina e da hidroxicloroquina. O medicamento, que não tem eficácia científica comprovada, pode ser prescrito por médicos com a concordância do paciente. 

“Nada mais justo, nada mais sagrado que um médico, na ponta da linha, decidir o que vai aplicar no paciente, na ausência de um remédio com comprovação científica”, afirmou. 

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Com dois de Romero, Paraguai estreia na Copa América com vitória

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O Paraguai derrotou a Bolívia por 3 a 1 de virada, na noite desta segunda-feira (14) no estádio Olímpico de Goiânia, em sua estreia na Copa América. O destaque da partida foi o atacante Angel Romero, que marcou dois gols.

Com o triunfo, a equipe paraguaia assumiu a liderança do Grupo A da competição, com três pontos. Já os bolivianos ficam na lanterna da chave, sem ponto algum. A Argentina é a vice-líder, com um ponto após empatar em 1 a 1 nesta segunda com o Chile.

Triunfo de virada

A Bolívia conseguiu abrir o placar cedo, logo aos 9 minutos com o meio-campo Saavedra em cobrança de pênalti. Mas, a partir daí, a equipe comandada pelo técnico Eduardo Berizzo assumiu os controles das ações, criando uma oportunidade após a outra.

Um pouco antes do intervalo, a Bolívia ficou em desvantagem numérica quando o atacante Cullear foi expulso após receber o segundo cartão amarelo por cometer falta em Piris da Motta.

Melhor na partida, e com vantagem numérica, o Paraguai finalmente conseguiu transformar o domínio em gols na etapa final. Aos 16 minutos Romero Gamarra aproveita sobra de bola para chutar de primeira e empatar.

A virada vem três minutos depois, quando Angel Romero aproveita sobra de bola para desempatar sem dificuldades. Aos 35 minutos o ex-jogador do Corinthians marca novamente, desta vez em chute cruzado após receber de Ávalos.

Na próxima rodada, o Paraguai folga, enquanto a Bolívia enfrenta o Chile, na próxima sexta-feira (18) a partir das 18h (horário de Brasília) na Arena Pantanal.





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seleção chega ao Rio para jogo contra Peru

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A seleção brasileira chegou ao Rio e Janeiro no final da tarde desta segunda-feira (14) para se preparar para o jogo contra o Peru, válido pela segunda rodada da fase de grupos da Copa América. A equipe comandada pelo técnico Tite ficará concentrada na Granja Comary, em Teresópolis (RJ).

Antes de seguir para o Rio de Janeiro, os jogadores que não foram titulares na vitória de 3 a 0 sobre a Venezuela, no último domino (13) em Brasília pela estreia na competição continental, treinaram no estádio Defelê.

Já os titulares no triunfo sobre os venezuelanos fizeram um trabalho de recuperação física. A expectativa é que o grupo inteiro participe das atividades da próxima terça-feira.

O Brasil volta a campo na próxima quinta-feira (17), quando mede forças com a seleção do Peru no estádio Nilton Santos, a partir das 21h (horário de Brasília). A seleção brasileira lidera o Grupo B da competição com três pontos, já os peruanos (que ainda não estrearam na Copa América) aparecem na terceira posição, sem ponto algum.

Agência Brasil

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Em grande fase nos tatames, Rodrigo Francioni mira cinturão do Fight To Win

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Faixa-preta da Fight Sports garante: “Se me ligarem amanhã, vou estar pronto”

Faixa-preta de Roberto Cyborg, Rodrigo Francioni vem somando inúmeras medalhas no circuito norte-americano de Jiu-Jitsu. Aos 27 anos, o atleta da Fight Sports disputou no último mês de maio a edição de 2021 do Pan No Gi. O resultado não foi o que o lutador esperava, porém, Rodrigo espera aprender com os erros para voltar ainda mais forte nas próximas competições:

— Acredito que estava bem, sem lesão, a cabeça estava boa, estava motivado, mas em algumas lutas realmente a gente fica travado pelo antijogo. Faltou um pouco de agressividade da minha parte, mas serve de aprendizado, com certeza não vou deixar esse erro acontecer novamente — declarou Rodrigo Francioni.

Bronze no Sul-Americano No Gi disputado no Brasil, Rodrigo acumula dentre alguns dos principais títulos o Sul-Brasileiro por 4 vezes, além do Sul-Americano e do Pan-Americano No Gi, dentre outras medalhas, e vitórias em superlutas.

Natural da cidade de Criciúma, Santa Catarina, Rodrigo tem como companheiros de treino algumas estrelas do Jiu-Jitsu e MMA, mundial como Gilbert Burns, Vagner Rocha e Roberto Cyborg, líder da Fight Sports, equipe apontada pelo faixa-preta como uma das melhores do mundo:

— Com certeza absoluta acho que a Fight Sports está no Top 3 do mundo, principalmente sem kimono. O Cyborg junto com vários outros atletas estão fazendo um trabalho excepcional, o Micael Galvão chegou aqui com a gente agora, além de outros grandes nomes do MMA e a galera do Jiu-Jitsu que se for citar, com certeza vou esquecer de alguém. O que posso dizer sem dúvida alguma é que a Fight Sports é hoje uma das maiores equipes de Jiu-Jitsu do mundo.

Além dos torneios que disputa na IBJJF, principal confederação de Jiu-Jitsu do planeta, Rodrigo ainda é constantemente chamado para lutar no Fight To Win, um dos maiores eventos de grappling dos Estados Unidos. De olho no cinturão do evento, Rodrigo prega cautela, porém não esconde o desejo de lutar pelo título da organização:

— Sem sombra de dúvida, já estou 4-0 no evento, duas de kimono e 2 sem kimono. Creio que ainda preciso enfrentar alguns atletas que estão na minha frente, na lista de espera pelo cinturão, mas se me ligarem amanhã e disserem que vou lutar, vou estar pronto — finalizou o faixa-preta que representa a Tatami Fight Wear.

Embalado na organização, a vitória mais recente de Rodrigo Francioni no F2W aconteceu sobre Matthew Ferraiolo em uma das últimas edições do Fight To Win.



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