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Basquete: protagonista, Damiris disputa vaga na semifinal da WNBA

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Se destacar no mais importante campeonato da modalidade é motivo de orgulho para um atleta. Não é diferente com Damiris Dantas. Única brasileira na WNBA (liga norte-americana de basquete feminino), ela é peça-chave do Minnesota Lynx, que disputa vaga nas semifinais nesta quinta-feira (17), contra o Phoenix Mercury às 20h (horário de Brasília). Não à toa, a ala-pivô, de 27 anos, teve o contrato renovado por mais duas temporadas antes mesmo da atual terminar.

“Aconteceu na semana passada, quando a técnica fez contato com a minha empresária. Fiquei meio surpresa, porque esperava que isso acontecesse só depois da temporada, mas fiquei muito feliz. Nem tive muito o que pensar. Fizemos um acordo e assinei. Sim, isso tira um pouquinho do peso das costas. É aquele pensamento: já estou dentro. Agora é só me preocupar em jogar mais dois anos no time e terminar bem essa temporada”, afirmou a paulista em entrevista coletiva por videoconferência.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

She’s stickin’ with us. Congrats, DD!!!

Uma publicação compartilhada por minnesotalynx (@minnesotalynx) em 10 de Set, 2020 às 11:41 PDT

Damiris é uma das únicas três atletas do Lynx que foi titular em todas as partidas da fase de classificação, com média superior a 26 minutos em quadra por duelo. Na atual temporada, ela quebrou o recorde pessoal de pontos em um jogo, assinalando 28 na vitória de 86 a 83 sobre o Chicago Sky, no dia 2 de setembro, com 100% de aproveitamento nas bolas de três pontos. Foi a quinta melhor atuação de um atleta brasileiro, homem ou mulher, no basquete norte-americano.

“A técnica queria isso de mim, que eu jogasse mais, chamasse a responsabilidade, que teria mais jogadas para definir. Isso foi acontecendo e fui me soltando mais”, explicou a ala-pivô, que teve que se adaptar a uma nova função em quadra após a lesão da experiente pivô Sylvia Fowles, tricampeã olímpica pela seleção dos Estados Unidos.

“Quando a Syl se machucou, ficamos sem uma pivô e a técnica falou para mim: é você. É uma posição nova, que joguei faz muito tempo. A Syl faz uma falta grande para o time, dá uma segurança grande. Tive que assimilar a responsabilidade, mas foi uma coisa natural. O time foi me ajudando e os números melhorando. Estou feliz com meu desempenho na temporada regular e espero seguir assim nos playoffs”, disse a paulista, que está na sexta temporada na WNBA.

Damiris busca o primeiro título na liga norte-americana. A ala-pivô foi revelada no instituto da ex-jogadora Janeth, campeã mundial pela seleção brasileira em 1994, e maior jogadora do país na história da WNBA, atuando pelo Houston Comets, com quatro conquistas entre 1997 (na primeira edição do campeonato) e 2000. Em 2001, ela fez parte da equipe ideal da competição.

Mata-mata

A pandemia do novo coronavírus (covid-19) obrigou o calendário da WNBA a ser readequado. Assim como a NBA, que é a liga masculina, o torneio feminino ocorre em uma bolha, com jogadoras e comissões técnicas seguindo protocolos rigorosos de saúde e se enfrentando sem presença de público na IMG Academy, em Bradenton (Flórida). Já o mata-mata segue com o formato adotado desde 2016, com partidas únicas entre os times nas duas primeiras fases. Nas semifinais e na decisão, as equipes se enfrentam em uma melhor de cinco.

O Minnesota Lynx, franquia de Damiris, fez a quarta melhor campanha da etapa classificatória e foi direto à segunda fase, para enfrentar o ganhador de Phoenix Mercury e Washington Mystics, atual campeão. “Escolher adversário não é muito a minha praia, porque na WNBA não tem jogo fácil”, comentou a brasileira na terça-feira (15), horas antes da partida, admitindo preferência pelo formato atual do playoff. “É mais rápido, sem aquela pressão toda. Se perdeu, vai embora. Se ganhou, vai para a outra fase”, resumiu.

Uma cesta da armadora Shey Peddy, a menos de um segundo do fim, decretou a vitória do Mercury por 85 a 84, classificando o time para encarar o Lynx. Será o terceiro duelo entre as equipes na temporada. Em 21 de agosto, o time de Damiris venceu por 90 a 80, com a brasileira marcando 19 pontos, com três assistências e seis rebotes. Nove dias depois, a franquia de Phoenix deu o troco e fez 83 a 79, com a paulista anotando nove pontos na partida.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Go big or go home.

Uma publicação compartilhada por minnesotalynx (@minnesotalynx) em 16 de Set, 2020 às 2:04 PDT

Quem avançar no confronto entre Lynx e Mercury enfrenta, em uma das semifinais, o Las Vegas Aces, time de melhor campanha na fase regular, com 18 vitórias e quatro derrotas.

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Elismar Carrasco analisa experiência no Leste Europeu: “Sensação maravilhosa”

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Contratado pelo ACA MMA, goiano vem de dois confrontos no cenário europeu

Elismar Lima ou apenas “Carrasco” como é conhecido no mundo do MMA, foi contratado recentemente pelo ACA, após ganhar destaque no Open FC com uma vitória arrasadora. Após derrotar Viktor Kolesnik com menos de 2 minutos de combate, o atleta foi contratado para lutar na edição de número 122 do ACA contra Levan Makashvili.

No duelo, Elismar acabou sofrendo o primeiro revés desde 2019, derrota que não desanimou o goiano, que promete afiar o seu jogo para superar o estilo de luta agarrada dos próximos rivais:

— Não vou dizer que sejam lições e sim que adquiri conhecimento, vi que o jogo deles é mais focado no wrestling, vou treinar mais esse jogo e estarei pronto para a próxima. Todo atleta de MMA sempre tem que estar pronto para tudo, vitórias e derrotas, apenas não foi meu dia, mas estarei preparado para o próximo desafio — declarou Elismar.

Elismar praticamente dominou o território brasileiro, após ganhar destaque no SFT, o lutador conquistou o cinturão peso-pena do Future, dois dos maiores eventos de MMA do país. No currículo, o atleta soma vitórias notáveis sobre Khasan Askhabov, Guilherme Faria e Rafael Coxinha, de estilo agressivo no cage, o goiano promete voltar ainda mais forte no próximo desafio que encarar no palco do ACA:

— Claro que os treinos vão continuar intensos, o treinamento é sempre pesado com o foco na vitória, do jeito que vier agora vai voltar, estarei pronto para qualquer adversário!

Somando 23 vitórias no cartel, o atleta de 32 anos busca não só dar a volta por cima no ACA MMA, como elevar o seu nome e se credenciar para disputar o cinturão da categoria no futuro, atualmente nas mãos de Magomedrasul Khasbulaev.

Depois de lutar em Samara (Rússia) pelo Open FC, e em Minsk (Belarus) pelo ACA MMA, o goiano respondeu sobre o que o achou da experiência, até então, de lutar em alguns dos maiores eventos da Europa;

— Foi uma sensação maravilhosa, me senti muito bem, fomos bem recebidos, eventos de qualidade e estrutura gigantesca, é o sonho de qualquer atleta, a Rússia só tem atletas duros e saber que estou ali já me faz sentir vitorioso — declarou Carrasco.

Atleta da Junão Fighters, Elismar ostenta agora 6 vitórias em seus últimos 7 confrontos, somando 13 vitórias por nocaute e 6 por finalização na carreira, o goiano aguarda para saber quando será seu retorno à Rússia, e quem será o seu próximo adversário na organização fundada por Mairbek Khasiev.



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Vinícius Trator define principais metas para esse ano: “ADCC e Mundial são meus principais focos”

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Faixa-preta ainda revelou planos para abrir própria academia em Miami

Uma das maiores promessas do Jiu-Jitsu brasileiro, Vinícius Trator possui apenas 23 anos, mas uma experiência para poucos nos tatames. Campeão nas principais competições que disputou mundo afora como faixa-roxa e marrom, Vinícius foi graduado à faixa-preta pelos mestres Michael Langhi e Fábio Gurgel no com apenas 20 anos, e 6 anos de treinamento intensivo na Alliance. Ao falar sobre a fase atual e as principais armas do seu jogo, o lutador busca se desenvolver em todas áreas:

— Acredito que minha guarda é um ponto forte e bem completa e venho trabalhando mais minha passagem de guarda, leg locks e heel hooks para complementar meu jogo em todo, meu foco é melhorar todos os pontos e ser o mais completo possível no geral — declarou o atleta.

Atualmente Vinícius tem afiado o jogo da Fight Sports, onde treina ao lado de grandes nomes e promessas do Jiu-Jitsu mundial, como Roberto Cyborg, campeão do ADCC, Vagner Rocha, Rodrigo Francioni e Felipe Porto. Em Miami, onde treina e reside, o atleta pretende criar raízes, montando a sua própria academia, e para segundo o próprio atleta ensinar os princípios e o que há de melhor na técnica do Jiu-Jitsu na região:

— Pretendo abrir a minha academia no futuro ou o mais breve possível, mas o meu foco em geral não será apenas competição e sim entregar o melhor Jiu-Jitsu possível onde estou morando aqui em Miami — enfatizou Vinícius.

Além dos inúmeros títulos conquistados na carreira, Vinícius foi medalhista de prata na disputa do ADCC, em 2019, o torneio coroa o melhor lutador de submission do planeta. Vinícius ainda mescla as disputas pelos tatames nos eventos da IBJJF, e as superlutas que protagoniza Fight To Win, organização que realiza combates no grappling. Em busca do sonho de chegar no alto do pódio do planeta, Vinícius revelou as principais metas para 2021:

— O ADCC e o mundial são os meus principais focos, superlutas, acredito que vou fazer em média 6 por ano no máximo, mas meu foco sempre será o ADCC e mundial — finalizou o faixa-preta.

Além do ADCC, sonho de qualquer grappling, e do Mundial realizado todos os anos na Califórnia, o atleta ainda pretende lutar no Pan de kimono, caso seja realizado, e lutar tanto na sua categoria de origem, quanto absoluto em ambas as competições.



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Através da MVP, atletas brasileiros disputam cinturões no Open FC

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Depois de Luis KLB, chegou a hora de Bruno Roverso lutar pelo título da organização no próximo fim de semana

No próximo fim de semana, acontece na cidade de Moscow, Rússia, a quarta edição do Open FC, evento que mais cresce no cenário europeu de MMA. Dando oportunidade para atletas brasileiros em praticamente todas as edições, Bruno Roverso e Michel Sassarito serão os responsáveis por representar o Brasil no evento que acontece no próximo sábado, dia 22 de maio.

Através da MVP, agência de lutadores brasileira, Luis KLB disputou o cinturão peso-pesado na terceira edição, agora será a vez de Bruno Roverso tentar trazer o primeiro título do evento para o Brasil. Fundador da MVP, o empresário Thiago Custódio falou sobre como funciona o trabalho da agência em parceria com os russos:

— A MVP hoje tem um acordo de exclusividade com o Open, de fechamento de atletas brasileiros, mas trabalhamos com todas as outras agências, outros managers, assim conseguimos fechar duas disputas de cinturão, tanto do KLB, quanto do Bruno Roverso. É uma parceria muito bacana, o evento é muito sério, e temos trabalhado de forma bem isenta, o objetivo é sempre mandar os melhores para a Rússia, seja da MVP, ou de outras agências, não queremos monopolizar o mercado — declarou o empresário.

A MVP é uma das agências que vem ganhando cada vez mais espaço dentro do cenário brasileiro de artes marciais mistas. No evento do próximo fim de semana, além de Bruno e Michel, Mayana Kellen é outra brasileira que estava escalada para lutar, porém, a lutadora acabou contraindo covid-19, a deixando impossibilitada de viajar para a Rússia. Questionado sobre a expectativa para a dupla brasileiro no Open FC 4, Thiago esbanjou confiança nos atletas:

— Infelizmente a luta da Mayana foi cancelada, ela acabou pegando covid, mas estamos tentando colocar outra atleta, porém, não sabemos se vai dar certo. Em relação ao Sassarito e ao Roverso, sem dúvida esperamos vitórias de ambos, são caras muito duros. A expectativa é ainda maior para o Roverso, para ganhar o cinturão, enfim, esperamos um aproveitamento 100% brasileiro.

Enquanto Michel Sassarito enfrentar o russo Eduard Vartanyan, Bruno Roverso vai encarar Aleksandr Grozin na disputa do título peso-pena. Investindo pesado no público brasileiro, assim como o russo, apaixonado por MMA, a organização ainda contratou recentemente Antônio Pezão, estrela da modalidade, ex-UFC e Strikeforce. Com um hall de atletas brasileiros cada vez maior na sua lista de lutadores e a parceria ativa com a MVP, uma edição no Brasil pode ser questão de tempo:

— Trazer o Open para o Brasil é uma vontade nossa, acho que por volta de outubro podemos concretizar, acredito que seja o momento ideal, mas ainda tem algumas conversas para acontecer. Em maio estou indo para a Rússia, para encontrar o dono do evento, e os patrocinadores para falar um pouco sobre esse projeto, mas sem dúvida, queremos fazer acontecer essa edição do Open aqui no Brasil ainda em 2021 — revelou Thiago Custódio, fundador da MVP.

Além do Open FC, evento no qual a MVP tem uma grande parceria, a agência de atletas ainda vem trabalhado com outros eventos de renome, como o LFA, o Future no Brasil, além de vir negociando com outras organizações do cenário norte-americano

Para entrar em contato com a agência, atletas e managers interessados podem  entrar em contato com a MVP tanto pelo Instagram: @mvp_management_intl, quanto pelo e-mail: thiago@mvpmanagent.com.br.



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