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Com goleada, São Paulo encaminha classificação no Brasileiro Feminino

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O São Paulo está praticamente assegurado na próxima fase da Série A1 (primeira divisão) do Campeonato Brasileiro Feminino. Neste domingo (4), atuando no Barradão, em Salvador, o Tricolor goleou o Vitória por 6 a 0, abrindo cinco pontos para o Flamengo, primeira equipe fora da zona de classificação às quartas de final, com seis em disputa. A vaga só não está garantida ainda porque o Rubro-negro carioca e o Grêmio também venceram pela 13ª rodada.

A vitória são-paulina foi desenhada no primeiro tempo, com o time paulista indo para o intervalo com quatro gols de vantagem. A centroavante Gláucia abriu o marcador com apenas 25 segundos. As atacantes Giovaninha e Mylla também balançaram as redes, assim como a meia Rafa. Na etapa final, as volantes Andressa e Cris completaram o placar no Barradão, levando o São Paulo a 26 pontos, em terceiro lugar. As Leoas, zeradas e já rebaixadas, estão na lanterna.

O Tricolor se aproveitou do empate entre Avaí/Kindermann e Cruzeiro, em Caçador (SC), por 1 a 1. A zagueira Simeia colocou o time da casa na frente, mas a atacante Micaelly, de pênalti, impediu a derrota das Cabulosas, que estão na 10º posição, com 17 pontos, com remotas chances de classificação. As catarinenses, com 24 pontos, perderam a oportunidade de garantirem vaga antecipada às quartas de final, caindo para a quarta colocação, com 24 pontos.

Além do Cruzeiro, o São José também se complicou na luta pela classificação. A derrota por 3 a 0 para o líder Corinthians, no Parque São Jorge, em São Paulo, foi uma ducha de água fria para as joseenses, que vinham de uma vitória por 3 a 0 sobre o Flamengo na última quinta-feira (1). A zagueira Erika, de cabeça, e as atacantes Adriana e Gabi Portilho marcaram para o Timão, que foi a 36 pontos, com 12 triunfos em 13 jogos. A Água do Vale, com 16 pontos, tem de vencer os próximos compromissos e torcer para que Grêmio e Flamengo não pontuem.

O Rubro-Negro carioca foi a 21 pontos com a goleada por 4 a 0 sobre o Audax, na Gávea, no Rio de Janeiro. Com a derrota, se o Minas Brasília superar o Iranduba na segunda-feira (5), a equipe de Osasco (SP) (que ocupa o 14º lugar, com sete pontos) terá o rebaixamento à Série A2 (segunda divisão) consolidado. As atacantes Rafa Barros e Tuane, a meia Ana Carla e a zagueira Loira (contra) marcaram para as flamenguistas, que continuam em nono lugar no Brasileiro.

O Flamengo não entrou no G-8 porque as Gurias Gremistas aplicaram 3 a 1 na Ponte Preta, no Moisés Lucarelli, em Campinas (SP). A meia Pri Back, de pênalti, a zagueira Andressa Pereira e a atacante Eudmilla balançaram as redes para as Tricolores, que acumulam 22 pontos e permanecem na oitava posição. A atacante Cá, também em penalidade, descontou para a Macaca, que ainda não pontuou e já teve a queda decretada à segunda divisão nacional em 2021.

Além de Iranduba e Minas, que se enfrentam às 16h (horário de Brasília) em Manaus, mais duas partidas completam a 13ª rodada na segunda. Às 15h, Palmeiras e Internacional medem forças em São Paulo, no Allianz Parque (quem vencer assegura a classificação antecipada às quartas). Já às 19h, o Santos recebe a Ferroviária na Vila Belmiro. As Sereias estão garantidas na próxima fase, enquanto as Guerreiras Grenás podem encaminhar a vaga em caso de vitória no litoral paulista.

Confira a classificação da Série A1 do Brasileiro Feminino.

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Triathlon ajuda no desenvolvimento social e emocional das crianças

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Enquanto se mexem e se divertem numa atividade física, as crianças assimilam habilidades e valores decisivos para superar os desafios da vida adulta. Além de moldar o corpo e o caráter, o esporte ajuda a enfrentar medos, limites, frustrações, ansiedade e depressão. Pensando nisso, a Escolinha de Triathlon Formando Campeões reúne uma equipe técnica habilitada para desenvolver ações em prol da saúde mental dos alunos.

Muito além do “nada, pedala e corre”, o projeto segue diretrizes pedagógicas focadas no desenvolvimento social e emocional da criançada. Para isso, professores especializados mantém um diálogo constante tanto com os triatletas mirins como com seus familiares.

“Como dizer para uma criança que só três pessoas sobem no pódio? Como explicar para elas que o mais importante não é a medalha, mas o esforço pessoal?”, destaca Ana Elisa Kozievitch, professora do núcleo Santa Felicidade, em Curitiba.

Também psicóloga, Ana Elisa lembra de alguns casos. “Uma das minhas alunas é filha única. Nunca havia competido, e, na sua primeira experiência, entrou em desespero, quis desistir. Conversando com os pais, percebi que era um bloqueio dela, porque nunca teve que disputar nada com outras pessoas. Fizemos um trabalho com ela, com muito diálogo, sem pressão, e hoje ela compete sem problema algum.”

Outra aluna, muito exigente, não aceitava cometer erros durante os treinos. “Isso poderia ser um problema sério para ela no futuro. Comecei a mostrar a ela que outros alunos também erravam os mesmos exercícios, e que errar não é um problema. O importante é ser persistente. Ela está comigo há três meses, e já está bem mais tranquila, não se deixa abalar pelo erro”, conta a professora.

 

Foco na saúde mental

Por meio do esporte, crianças e adolescentes podem extravasar sentimentos muitas vezes difíceis de expressar. A atividade física, além de estimular a produção de serotonina, ligada ao prazer, também promove interação social. Assim, ajuda a combater a ansiedade e a depressão. Pensando nisso, a Escolinha de Triathlon Formando Campeões deu início a uma série de conversas com os alunos e familiares. Em junho, realizou uma palestra sobre automutilação e ideação suicida. E, no último mês, entrou na campanha do Setembro Amarelo.

Conversamos com as crianças sobre o significado da campanha e sobre o suicídio. Acreditamos que não devemos afastar o assunto delas, mas explicar que momentos ruins existem, e que elas devem buscar apoio”, destacou Ana Elisa. “Algumas crianças disseram que não conversavam com ninguém, em casa. O esporte é uma maneira de aliviar momentos de tensão, tanto pela atividade física, como pela sociabilização que promove, a interação com outras pessoas.”

 

Formação social por meio do esporte

A formação de crianças e adolescentes por meio do esporte é a principal missão da Escolinha de Triathlon Formando Campeões. O comportamento e o estado emocional dos pequenos é um dos focos de atenção dos treinadores. Também é um dos 17 objetivos de desenvolvimento sustentável que integram a Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas, a ONU, com a qual o projeto está comprometido. A Escolinha busca atingir esses objetivos de forma individual, com ações de conscientização com os alunos, e coletiva. Faz parte do projeto o compartilhamento dos equipamentos de treino, a preocupação com uma educação escolar de qualidade, adoção da igualdade de gêneros no número de alunos e professores.

 

Formando Campeões

A Escolinha de Triathlon Formando Campeões, iniciada há cinco anos em Curitiba (PR), é hoje um modelo de formação da modalidade no País. Idealizado pelo atleta olímpico curitibano Juraci Moreira, contempla cerca de 580 crianças e adolescentes em 13 núcleos espalhados por Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Distrito Federal e Ceará.

Em Aquiraz, a Escolinha de Triathlon Formando Campeões é viabilizada pela Lei de Incentivo ao Esporte, programa da Secretaria Especial do Esporte, Ministério da Cidadania e Governo Federal com a execução da Federação de Triathlon do Ceará e apoio da Prefeitura de Aquiraz. Os patrocinadores são SulAmérica e Electrolux.

 



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Abu Dhabi sediará edição 2021 do Mundial de Clubes

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A Fifa anunciou nesta quarta-feira (20) que Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes, será o palco da edição 2021 do Mundial de Clubes. O torneio, que ainda não teve as datas de realização confirmadas, provavelmente será disputado em fevereiro de 2022.

O representante da América do Sul no Mundial será definido na final da Libertadores entre Palmeiras e Flamengo, no dia 27 de novembro, no estádio Centenário, em Montevidéu (Uruguai). Os times que defenderão a Ásia e o país-sede também não foram definidos, assim como o time da Concaf, que envolve as Américas Central, do Norte e o Caribe.

O Chelsea (Inglaterra), atual dono do título da Liga dos Campeões, representará a Europa. Já a Oceania terá o Auckland City (Nova Zelândia). Pela África, o Al-Ahly (Egito) vai ao Oriente Médio com esta tarefa.

Por conta da pandemia de covid-19, o Japão desistiu de sediar o Mundial de Clubes. A prefeitura do Rio de Janeiro chegou a sondar a possibilidade de trazer o torneio para o Brasil, enquanto a África do Sul se candidatou formalmente, mas a Fifa optou mesmo pela proposta dos Emirados Árabes. O atual campeão do Mundial de clubes é o Bayern de Munique (Alemanha).

Rodrigo Ricardo – Repórter da Rádio Nacional

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Remo promove ação para arrecadar garrafas

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A estreia do Remo na Copa Verde merece destaque não apenas pela elástica vitória de 9 a 0 sobre o Galvez, na noite da última terça-feira (19), mas também pela iniciativa de coletar garrafas plásticas para reciclagem, ação que está dentro do espírito da competição.

Em parceria com o Instituto Alachaster, durante seis dias torcedores do Leão Azul levaram cinco garrafas pets de 2 litros em troca de desconto para a compra do ingresso para o confronto com o Galvez. O resultado foi a arrecadação de 2.420 garrafas, além do despertamento dos participantes da ação para a importância do reaproveitamento de materiais recicláveis.

O sócio-fundador do Instituto Alachaster, Ted Vale, comemorou a parceria: “É muito importante essa ação, pois atingimos um público maior na ação da reciclagem e destacamos a importância dessas ações para o meio ambiente. Sabemos que o consumo é muito grande no planeta, então, quando conseguimos reciclar parte dele, evitamos que grande parte do que descartamos vá para o lixo comum”.

Quem também comemorou foi o presidente do Remo, Fábio Bentes: “Para nós, do Clube do Remo, é muito importante fazer uma ação para preservar a Amazônia e o meio ambiente de forma geral. Iniciamos nossa participação na Copa Verde, uma competição que tem como objetivo trazer essa reflexão sobre a importância de cuidar do meio ambiente, e tivemos essa ideia de lançar a campanha de arrecadação das garrafas pets, transformando isso em desconto para torcedor, para que possamos trabalhar a sensibilização disso”.

Copa Verde

Realizada desde 2014, a Copa Verde reúne times do Espírito Santo e das regiões Norte e Centro-Oeste, e tem um nome alusivo à sustentabilidade ambiental. A competição levanta a bandeira do carbono zero e compensa a emissão com a plantação de novas árvores.

Em edições anteriores, outra ação de sustentabilidade foi a troca de garrafas PET por ingressos. Até 2019, foram recolhidas do meio ambiente em torno de 500 mil garrafas, que foram doadas a cooperativas de catadores.





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