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Consórcio Aegea vence leilão de esgoto sanitário no Espírito Santo

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O consórcio Aegea, representado pela corretora Ativa Investimentos, venceu hoje (20) o leilão realizado na B3, pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES), para a licitação da Parceria Público-Privada (PPP), que será responsável pelo esgotamento sanitário do município de Cariacica e de alguns bairros da cidade de Viana, na região metropolitana de Vitória, no Espírito Santo.

Sete licitantes disputaram o certame, que teve como critério de seleção a oferta de maior desconto sobre o valor da tarifa de esgoto estabelecido no edital. O consórcio vencedor apresentou proposta com valor unitário de R$ 0,99, o que equivale a um deságio de 38,13%.

Para o secretário Nacional de Saneamento do Ministério de Desenvolvimento Regional, Pedro Maranhão, o leilão foi um sucesso. “Hoje estamos muito contentes com esse acerto do governo. Vamos caminhar para 2033 para a universalização, quando vamos beneficiar 100 milhões de pessoas que não têm esgoto, 35 milhões sem água tratada, 3,1 mil lixões. Não só a questão da saúde e da qualidade de vida, mas a questão ambiental. Esse é o maior projeto que mitiga o Meio Ambiente do mundo, porque quando faz um programa que tira 100 milhões de pessoas e vai tratar esgoto para 100 milhões de pessoas, isso equivale que vai despoluir os rios e o lençol freático, despoluir as lagoas e represas”, disse, logo após o resultado do leilão.

De acordo com o BNDES, a concessionária vencedora prestará serviços de coleta e tratamento de esgoto para 423 mil habitantes, em parceria com a Companhia Espírito Santense de Saneamento (Cesan). A intenção é garantir a universalização do acesso à rede de esgotamento até o décimo ano de contrato. Atualmente, apenas 48,3% da população da região têm coleta de esgoto.

Conforme o edital da licitação, a concessionária tem que investir R$ 580 milhões em infraestrutura de saneamento básico ao longo dos 30 anos de contrato. Desse total, R$ 180 milhões devem ser aplicados nos primeiros cinco anos.

O BNDES informou, que desde a sanção do novo marco regulatório do saneamento básico, o projeto de concessão administrativa de Cariacica é o segundo que foi licitado entre outros projetos no setor. O primeiro, no dia 30 de setembro, a BRK Ambiental foi selecionada como a concessionária responsável pelos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário da Região Metropolitana de Maceió, em Alagoas.

“O de Maceió teve um ágio de 13.000% foi um sucesso. Hoje um desconto de 38%, outro sucesso. Mostra que o governo apostou na questão do marco regulatório, quando enfrentou no meio de uma pandemia e detectou que através da estrutura que tínhamos no saneamento não teríamos a universalização, porque 95% da estrutura era pública e o estado perdeu a capacidade de investimento”, disse Maranhão.

O secretário destacou ainda o teste que o setor de saneamento passou durante a pandemia. “Não tem uma atividade econômica no mundo que passou por um teste tão difícil como foi a pandemia, onde não tivemos um pedido de recuperação judicial, não tivemos um pedido de falência e não houve um colapso onde as empresas estavam fazendo saneamento nem pública e nem privada. O que não tem é mais investimento público, mas esse marco regulatório trouxe um caminho para a universalização”, completou.

O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, presente no leilão, disse que este é o terceiro contrato de concessão administrativa na área de saneamento do estado. “Isso nos dá garantia de investimento importante. Fizemos o primeiro contrato em 2012 na cidade de Serra. Hoje temos mais de 90% de rede disponível, temos 80% de esgoto tratado na cidade de Serra, que é a maior cidade do estado. Em 2016, o estado fez com Vila Velha, que é a segunda cidade e, agora, com Cariacica, a terceira cidade em população do estado. Vitória, por investimento da companhia de saneamento, já tem praticamente 90% de rede disponível. Então temos, até 2030, a garantia de universalização do saneamento da região metropolitana e, consequentemente, a garantia do saneamento e a despoluição da Baía de Vitória até 2030. É uma conquista para a população capixaba”, afirmou.

O diretor de Infraestrutura, Concessões e PPPs do BNDES, Fábio Abrahão, disse que banco ficou “extremamente feliz” com resultado do leilão e com o processo. “Faremos muito mais, tanto no setor de saneamento quanto diversos outros de infraestrutura. Isso aqui é resultado de uma filosofia de trabalho que implementamos no banco, que significa reconhecer que temos três clientes: a população que vai ser atendida pela infraestrutura, o governo que viabiliza esse movimento tão importante e o mercado investidor. Sem esses três itens, não há solução que fique sustentável ao longo do tempo. Ficamos muito felizes”, disse.

Projetos

O diretor ressaltou que entre os projetos em modelagem no banco estão licitações em estados como Acre, Amapá e Ceará. No Rio Grande do Sul, além da capital Porto Alegre, há municípios do interior. Ele acrescentou que há também o projeto da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae) e da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa).

“A carteira é bastante extensa. Os nossos clientes são a população, o estado e o mercado investidor, que entendemos que precisa ter a sequência de oportunidades para investir. Inclusive podemos atrair investidores internacionais. A nossa preocupação é montar um pipeline extenso para os próximos dois ou três anos, justamente para dar um conjunto de oportunidades para o mercado investidor que não venceu agora. Estamos falando de pelo menos 15 ou 16 leilões nos próximos dois anos. É bastante extenso.”

Transformação

O chefe do Departamento de Desestatização e Estrutura de Projetos do BNDES, Guilherme Albuquerque, destacou a transformação que vem ocorrendo no setor de saneamento do país. “Só nos leilões de Alagoas e aqui da Cesan [Companhia Espírito Santense de Saneamento] foram mais de 20 empresas que participaram. Para quem acompanha o setor, isso era algo impensável há dois ou três anos. Aquilo que todo mundo dizia que aconteceria com o marco legal do saneamento aprovado dando segurança e transparência. Isso hoje, podemos dizer, é uma realidade”, observou.

O vice-presidente de relações institucionais da AEGEA, Rogério Tavares, disse que o consórcio vencedor de hoje é análogo ao constituído, no ano passado, para o leilão vencido para o esgoto da Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan). “É um consórcio entre a Aegea e um fundo de investimentos próprio. O fundo é nosso, então, na realidade, tem um fundo que pode ser um veículo para o exterior, para eventual de um investidor interessado. No momento, ele tem participação de 1%. É simplesmente uma estrutura que a gente pode utilizar como a gente fez na Corsan”, apontou.

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Ex-atletas da base do voleibol do Botafogo resistem no esporte

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Os shorts ainda estampam a estrela solitária, mas os 42 jovens que treinam quatro vezes por semana na quadra do Grajaú Country Club, Zona Norte do Rio de Janeiro, já não defendem mais o voleibol do Botafogo. Por conta da crise financeira, o tradicional clube carioca, com inúmeros títulos na modalidade, anunciou o encerramento das atividades do esporte. O fim já era esperado e um grupo de pais e profissionais decidiram não deixar a bola e futuros irem ao chão.

“Quero mudar a realidade da minha família”, resume Allan Lopes Cardoso, morador do Morro do Turano. Aos 17 anos, o jovem joga como oposto e estava nas categorias de base alvinegra. “Para nós, foi um baque quando acabou. Pensei que tudo tinha sido em vão, mas com o projeto estou novamente confiante para crescer no esporte”, revela o atacante de 1,92 metro, ainda em crescimento, dono de uma potente mão esquerda.

Allan Lopes Cardoso, atleta da ex-equipe de categorias de base de voleibol do Botafogo, treina em instalações cedidas pelo Grajaú Country Club, após o encerramendo das atividades da modalidade.

Allan Lopes Cardoso sonha com um futuro melhor através do esporte – Fernando Frazão/Agência Brasil.

“Aqui é um refúgio”, revela Pedro Matheus Sebastião Lisboa Couto, que por cinco anos defendeu o Glorioso como central ou ponta. “Comecei no mirim e esse coletivo aqui é uma família pra mim”, destacando que, com o vôlei, venceu a timidez.

“Hoje, consigo me relacionar mais com as pessoas e penso em fazer uma faculdade”, planeja o jogador, que chegou a ter propostas para jogar fora do Rio e preferiu continuar por aqui.

O empresário Roberto Pereira da Costa conta que 12 pais se reuniram para manter o projeto que tem um custo anual de aproximadamente R$ 150 mil. “Ainda não temos todos os recursos, que servem para pagar os técnicos e custear as passagens dos atletas que necessitam”, explicando que o Grajaú Country Club cedeu o espaço e agora buscam patrocínio e parcerias com centros de ensino superior. “Essa garotada vem de diferentes classes sociais, e acompanhamos, faz algum tempo, a vida deles. Queremos que tenham perspectivas sejam como atletas ou dentro de outras profissões ligadas ao esporte. O vôlei não rende dinheiro, mas propicia oportunidades”, diz.

O empresário Roberto Pereira da Costa e o treinador Walner Santos, da ex-equipe de categorias de base de voleibol do Botafogo. em instalações cedidas pelo Grajaú Country Club, após o encerramendo das atividades da modalidade.

Empresário Roberto Pereira e técnico Walner Santos (direita) tentam manter equipe de vôlei – Fernando Frazão/Agência Brasil.

“Devo tudo a essa bola”, afirma o treinador Walner Santos, que trabalhou por uma década no Botafogo e chegou a ficar seis meses sem salário. “Sou torcedor, grato ao clube, e espero que a história do vôlei seja retomada em algum momento”, acredita, lembrando que a ideia era não deixar que jovens e adolescentes se desvinculassem e, em caso de necessidade, treinariam até na praia se fosse necessário. “Esse cenário até aconteceu, mas, graças a estes abnegados pais, estamos dando continuidade. É uma pena que no Brasil o esporte ainda seja, de certa forma, marginalizado e precise sempre de muita perseverança”.

Botafogo

Em maio deste ano, o Botafogo Futebol de Regatas encerrou as atividades do vôlei e de outros esportes olímpicos. Procurado pela reportagem, o clube explicou que “em linha com as novas diretrizes de Governança e a premissa de tornar os esportes autossustentáveis, o Clube recentemente abriu uma chamada para participação de concorrência (RFP) com o intuito de estruturar, através de parcerias, projetos que viabilizem equipes e modalidades olímpicas. É uma oportunidade para empreendedores e apaixonados pelo esporte de impactarem a sociedade com a formação e desenvolvimento de atletas”.



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duelo entre Portuguesa e Santo André opõe times pesados

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O duelo paulista deste sábado (19), entre Portuguesa e Santo André, opõe duas das camisas mais pesadas da Série D do Campeonato Brasileiro. O confronto vale pela terceira rodada do Grupo 7. A bola rola a partir das 15h (horário de Brasília), com transmissão ao vivo da TV Brasil direto do estádio do Canindé, em São Paulo.

Os times figuram na zona de classificação à próxima fase, mas ainda não embalaram na competição. Em quarto lugar, a Lusa soma dois pontos após empates com Cianorte-PR (2 a 2, no Canindé) e Madureira-RJ (1 a 1, no Conselheiro Galvão, no Rio de Janeiro). O Ramalhão aparece uma posição à frente, com os três pontos conquistados na estreia, quando derrotou o Bangu-RJ por 2 a 1 em Moça Bonita, na capital fluminense. Na rodada passada, a equipe do ABC foi superada pelo Boavista-RJ no Distrital do Inamar, em Diadema (SP), por 1 a 0.

Entre os 68 clubes que iniciaram a Série D deste ano, a Portuguesa é o que mais vezes disputou a Série A: 35. Em 1995, a Lusa foi vice-campeã brasileira, batida pelo Grêmio na final. A última participação foi em 2013, quando foi rebaixada após a perda de pontos pela escalação irregular do meia Heverton. A queda desencadeou uma crise na equipe rubro-verde, que passou as últimas quatro temporadas sem divisão nacional.

A vaga à Série D veio graças ao título da edição 2020 da Copa Paulista, torneio voltado a clubes de São Paulo que não competem nas divisões do Brasileiro. Na temporada atual, a Lusa se classificou ao mata-mata da Série A2 (segunda divisão) do Campeonato Paulista, onde está há seis anos, mas foi eliminada nas quartas de final pelo Água Santa. Depois do Estadual, foram contratados 11 reforços. Três vieram do próprio algoz da Série A2: o atacante Cesinha e os volantes Marzagão e Tauã.

“Meu balanço [da temporada até o momento] é que tivemos um pouco de oscilação. Tivemos que mudar de sistema um pouco e sofremos algumas perdas importantes por lesão [durante a Série A2], de peças que já estavam entrosadas. Mas vejo que isso é normal em uma competição. Estamos no G4 após as duas primeiras rodadas e vai ser equilibrado até o final. Acredito que estamos no grupo mais equilibrado ou um dos mais equilibrados”, analisou o técnico Fernando Marchiori à Agência Brasil.

O zagueiro Fernando Lombardi (dores no calcanhar direito) e o atacante Wilmar Jordán (lesão no posterior da coxa esquerda) se machucaram contra o Madureira, não treinaram com bola durante a semana e são dúvidas no time, que já tem seis atletas no departamento médico. Por outro lado, o lateral Douglas Dias se recuperou de uma contusão muscular e o goleiro Matheus Refundini foi liberado após testar negativo para o novo coronavírus (covid-19). Ambos estão à disposição.

A provável Lusa neste sábado terá Dheimison; Jefferson Feijão (Douglas Dias), William Magrão (Fernando Lombardi), Diogo Jussani e Dênis Neves; Caíque, Marzagão, Raphael Luz e Maikinho; Lucas Douglas e Wilmar Jordán (Anderson Lessa).

O Santo André, por sua vez, é quem tem a conquista mais significativa entre os clubes da Série D. Em 2004, o Ramalhão surpreendeu o país ao levantar a taça da Copa do Brasil no Maracanã, superando o Flamengo por 2 a 0 diante de 80 mil torcedores. No ano seguinte, disputou a Libertadores pela primeira vez. Em 2008, o time do ABC foi vice-campeão da Série B e assegurou o retorno à primeira divisão nacional após 25 anos. Já em 2010, alcançou a decisão do Campeonato Paulista e quase surpreendeu o Santos da então promessa Neymar.

No ano passado, antes da pandemia, os andreenses tinham a melhor campanha do Paulista. O torneio foi interrompido por 128 dias e a equipe, que acabou perdendo atletas durante a paralisação, não conseguiu manter o ritmo. Ainda assim, alcançou as quartas de final e se credenciou à Série D deste ano, torneio que não disputava desde 2013. No Estadual de 2021, o clube caiu na fase de grupos, mas assegurou a permanência na elite do futebol do estado.

Do grupo que disputou o Paulista, restaram quatro jogadores: o lateral Ruan, o zagueiro PV, o volante Dênis Germano e o goleiro Fabrício Araújo. Ao elenco, foram incluídos atletas que estavam emprestados, outros que subiram das categorias de base e mais nove contratações (entre elas, a do veterano atacante Nunes, de 39 anos), além do técnico Wilson Júnior.

“A equipe é bem mudada em relação ao Paulistão. É uma equipe jovem, reforçada por contratações. Espero que para a sexta rodada a gente esteja mais entrosado, mas a equipe já tem evoluído. Os atletas têm se esforçado muito e nós também entendendo o que temos a dar para tirar o melhor de cada jogador. O Santo André é uma equipe tradicional, uma camisa forte e sempre tem que entrar com objetivo de acesso”, destacou o treinador à Agência Brasil.

Para o duelo com a Lusa, a expectativa é que Wilson Júnior mantenha a base do time que encarou o Boavista. A equipe provável terá Fabrício Araújo; Eliandro, PV, Léo Gobo e Gilberto Jesus; Bruno Luiz, Will, Gledson e Haylan; Nunes e David Ribeiro.





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Invictos, Flamengo e Bragantino duelam pelo Brasileiro no Maraca

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Flamengo e Bragantino se enfrentam neste sábado (19) no Maracanã, às 21h (horário de Brasília), pela Série A do Campeonato Brasileiro. Os dois clubes seguem invictos. Os rubro-negros somam duas vitórias em dois jogos disputados. Já o o Massa Bruta disputou quatro jogos: obteve duas vitórias e dois empates. O confronto desta noite, válido pela quinta rodada do Brasileirão, será transmitido ao vivo pela Rádio Nacional, com narração de André Luiz Mendes, comentários de Mário Silva e Bruno Mendes.

Os donos da casa seguem sem poder contar com os atletas que estão disputando a Copa América, que é o caso de Gabigol (Brasil), Everton Ribeiro (Brasil), De Arrascaeta (Uruguai), Piris da Mota (Paraguai) e Mauricio Isla (Chile).

Por outro lado, o técnico Rogério Ceni, que testou positivo para o novo coronavírus (covid-19) no início da semana passada, se recuperou e estará à beira do gramado. Além da partida contra o Coritiba – jogo de ida pela terceira fase da Copa do Brasil – ele também se ausentou dos jogos contra o América Mineiro pelo Brasileirão, e contra o Coxa (jogo da volta pela Copa do Brasil).

Já o atacante Pedro, que também foi diagnosticado com o vírus antes do embate com o Coelho, voltou a realizar exame na última (17). Apesar do resultado negativo, o jogador não poderá entrar em campo hoje porque terá de cumprir quarentena de dez dias estabelecida pelo protocolo sanitário da CBF. O atacante poderá retornar somente na sexta rodada do Brasileirão, na próxima quarta (23), contra o Fortaleza, também no Maracanã.

Pelo lado do Massa Bruta, o técnico Maurício Barbieri poderá contar com o meia-atacante Claudinho, que foi poupado na vitória, de virada, por 2 a 1 contra o Corinthians na última quarta (16), em São Paulo. As boas atuações do atleta lhe renderam a convocação para a seleção olímpica brasileira, anunciada pelo técnico André Jardine na última quinta (17).

A história do confronto entre Flamengo e Bragantino aponta equilíbrio. Dos 13 duelos entre os clubes, tivemos quatro vitórias para cada lado e cinco empates. Todos os duelos foram disputados pelo Campeonato Brasileiro. O último embate aconteceu pelo Brasileirão de 2020, no estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista (SP), em partida realizada em fevereiro deste ano, com gols de Gabigol, do Flamengo, e Ytalo, do Bragantino.





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