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Covid-19: Brasil tem 7,71 milhões de casos e 195,7 mil mortes

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As mortes por causa da pandemia do novo coronavírus chegaram a 195.725. Nas últimas 24 horas, foram registrados 314 mortes. Ontem (1º), o sistema do Ministério da Saúde (MS) marcava 195.411 vidas perdidas. Ainda há 2.402 óbitos em investigação.

A soma de pessoas infectadas desde o inicio da pandemia atingiu 7.716.405 . Entre ontem e hoje (2), foram registrados 15.827 novos diagnósticos positivos. Até essa sexta-feira, o painel da covid-19 do Ministério da Saúde trazia 7.700.578 casos acumulados.

As informações estão na atualização diária sobre a pandemia do ministério, divulgada na noite deste sábado. O balanço reúne as informações levantadas pelas secretarias estaduais de Saúde de todo o país.

Conforme o painel do MS, há ainda 751.260 casos ativos em acompanhamento. O número de pessoas que já se recuperaram da covid-19 chegou a 6.769.420.

Em geral, os registros de casos e mortes são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação dos dados pelas secretarias de Saúde aos fins de semana. Já às terças-feiras, os totais tendem a ser maiores pelo acúmulo das informações de fim de semana que são enviadas ao ministério.

Situação epidemiológica da covid-19 no Brasil 02/01/2021
Situação epidemiológica da covid-19 no Brasil 02/01/2021

Situação epidemiológica da covid-19 no Brasil 02/01/2021 – Divulgação/Ministério da Saúde

Estados

No topo da lista de mortes por covid-19 estão São Paulo (46.808), Rio de Janeiro (25.608), Minas Gerais (12.023), Ceará (10.015) e Pernambuco (9.674). Já entre os últimos no ranking estão Roraima (787), Acre (798), Amapá (927), Tocantins (1.239) e Rondônia (1.825).

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Esportes

Eric Granado tenta ser primeiro campeão mundial do país na moto

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O fim de semana pode ser histórico para o esporte a motor brasileiro. No sábado (18) e no domingo (19), Eric Granado disputa as duas últimas etapas da temporada 2021 da MotoE, categoria das motos elétricas, com a possibilidade de ser o primeiro piloto do país a ser campeão mundial na motovelocidade.

O paulista de 25 anos ocupa o segundo lugar na classificação, com 73 pontos, a sete do italiano Alessandro Zaccone, que lidera o campeonato, e um ponto a frente do espanhol Jordi Torres, atual campeão, que aparece em terceiro. O suíço Dominique Aegerter é o quarto, com 69 pontos. Os 15 primeiros colocados da prova somam pontos, sendo que o vencedor leva 25 pontos. O pole position (piloto que larga na primeira posição) e o responsável pela melhor volta da corrida recebem pontos de bonificação.

“A expectativa está muito boa. Fizemos uma ótima temporada, fui rápido em todos os circuitos e estou muito confiante. Feliz de chegar com ótimas possibilidades de brigar pelo título. É a primeira vez que consigo”, celebrou Granado à Agência Brasil.

As duas provas valem pelo Grande Prêmio de San Marino e Riviera e de Rimini, no circuito de Misano (Itália). Neste sábado, a corrida inicia às 11h20 (horário de Brasília). No domingo, a largada será às 10h30.

“Em relação à estratégia, temos de ir por partes. A primeira prova será muito importante para sabermos as possibilidades reais de domingo e pensarmos em uma estratégia diferente, começarmos a usar a calculadora. Tudo pode acontecer. O mundo ideal é terminar [sábado] na frente deles [Zaccone, Torres e Aegerter]. O objetivo é manter a mesma linha de trabalho e pontuar. Serão dois dias bem diferentes. Corridas curtas, alto nível, outros pilotos brigando no bolo da frente. Serão dois dias muito intensos”, projetou o brasileiro.

Apesar da vice-liderança, Granado tem motivos para acreditar na virada. Após cinco provas, o paulista é o piloto com mais vitórias (duas), poles (quatro) e voltas mais rápidas (quatro) na temporada. O brasileiro esteve no pódio nas últimas duas etapas, ao vencer o Grande Prêmio da Holanda, em Assen, e chegar em segundo no da Áustria, em Spielberg, reduzindo de 28 para sete pontos a diferença para o líder Zaccone. Ele só não pontuou no Grande Prêmio da Catalunha, em Barcelona (Espanha), terceira corrida da competição, devido a um problema elétrico na largada.

“Foi a corrida que mais me doeu. O problema técnico não depende de ninguém, a máquina é que falha. Foi a que mais prejudicou. Mas as estatísticas são boas, favoráveis. Levo como motivação, de saber que posso ser o mais rápido e que, neste fim de semana, vou continuar na mesma linha para somar o máximo de pontos possíveis”, comentou o piloto.

Se levar o título no fim de semana, Granado entra em um seleto grupo de brasileiros campeões mundiais nos esportes a motor, atualmente composto por pilotos do automobilismo, como Ayrton Senna, Nelson Piquet e Emerson Fittipaldi, todos da Fórmula 1. O último a ingressar na lista foi Lucas di Grassi com o título da Fórmula E (categoria de carros elétricos) em 2017.

Na motovelocidade, Alex Barros foi o brasileiro que chegou mais perto de conquistar o mundo. Entre 2000 e 2002, e em 2004, o paulista terminou a categoria hoje conhecida como MotoGP, a mais importante do Mundial da modalidade, na quarta posição.

“Sei que [o título da MotoE] é algo importante para nosso esporte no Brasil. Isso dá uma motivação extra, saber que há muita gente torcendo e apoiando. Na real, não penso muito nisso [tamanho do possível feito]. Quero pensar mais no meu trabalho. Se voltar para casa no domingo com a certeza de que fiz o melhor e que ele foi suficiente para vencer, a missão estará concluída”, disse Granado.

“A única certeza é que estarei com a bandeira do Brasil [na moto]. Sempre sonhei poder comemorar um título com a bandeira, como vi várias vezes, em documentários, o Senna e outros pilotos que representam o país fazerem. O que mais penso é em como ser competitivo neste fim de semana e levar o resultado para casa”, concluiu o brasileiro.





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Com gol contra, Remo vence Avaí em confronto pela Série B

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No jogo entre os Leões Azul e da Ilha, melhor para o representante do Pará. Nesta quinta-feira (16), o Remo derrotou o Avaí por 2 a 1 no Baenão, em Belém, pela 24ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro.

A vitória levou os paraenses aos mesmos 33 pontos do Vasco, ficando atrás do Cruzmaltino pelo saldo de gols e permanecendo na 11ª posição. Os catarinenses, com a derrota, caíram para sexto lugar com 37 pontos, ultrapassados pelo Guarani (que ainda jogará na rodada e soma a mesma pontuação) por terem menos gols marcados.

O primeiro tempo foi de pouca inspiração de ambos os lados. Aos quatro minutos, Getúlio ficou na frente do goleiro Vinícius após desvio de cabeça do também atacante Vinícius Leite, mas bateu na rede pelo lado de fora. A resposta do Remo veio aos 14, em pancada da entrada da área do atacante Matheus Oliveira, que o goleiro Gledson defendeu no reflexo. Aos 43 minutos, quando o jogo caminhava empatado para o intervalo, Matheus Oliveira deixou o atacante Victor Andrade livre na área para finalizar na saída de Gledson e abrir o marcador.

O Avaí empatou na etapa final. Aos dez minutos, Vinícius deu rebote após uma falta batida com força pelo lateral Edilson. Na sequência, Marlon derrubou o atacante Jonathan Copete na área. A infração do zagueiro foi alertada pelo árbitro de vídeo e a penalidade foi marcada. Edilson cobrou, o goleiro defendeu, mas o próprio camisa 2 aproveitou a sobra.

A igualdade durou apenas 16 minutos. Aos 26, o volante Pingo levantou a bola na área pela esquerda e o zagueiro Fagner Alemão, tentando afastar o perigo, acabou cabeceando contra a própria meta, recolocando o time da casa à frente. A missão catarinense ficou mais difícil aos 31 minutos, quando Edilson recebeu o segundo amarelo e foi expulso ao chutar a bola na direção do banco do Remo. Mesmo com um a menos, o Avaí se lançou ao ataque, mas não teve êxito e ainda cedeu contra-ataques ao Leão Azul, que não aproveitou.

Os dois times voltam a jogar na próxima terça-feira (21). Às 16h (horário de Brasília), o Remo visita o Guarani no Brinco de Ouro, em Campinas (SP). Mais tarde, às 19h, o Avaí recebe o Goiás na Ressacada, em Florianópolis. Os compromissos valem pela 25ª rodada da Série B.





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Brasil vence Argentina no Sul-Americano

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O Brasil manteve 100% de aproveitamento no Campeonato Sul-Americano de vôlei feminino após superar a Argentina por 3 sets a 1, parciais de 23/25, 25/13, 25/14 e 25/16, em Barrancabermeja (Colômbia).

Este foi o segundo compromisso da equipe comandada pelo técnico Zé Roberto Guimarães na competição, após superar o Peru por 3 sets a 0, parciais de 25/17, 25/23 e 25/18, na estreia da competição. O Chile é o próximo desafio do Brasil, na sexta-feira (17) a partir das 19h30 (horário de Brasília).

Os dois primeiros classificados da competição, que é disputada no sistema de todos contra todos em turno único, estarão garantidos no mundial da modalidade, que acontece no ano que vem.

Agência Brasil

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