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Lenda do samba, Índio da Cuíca lança tão sonhado disco de estreia prestes a completar 70 anos

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Após dar a volta ao mundo e tocar com artistas como Alcione, Jair Rodrigues e Roberto Carlos, Índio da Cuíca lança “Malandro 5 Estrelas”, seu primeiro disco solo. Às vésperas de completar 70 anos de idade, e contando com mais de 50 deles dedicados à música, esse multi-instrumentista, cantor, compositor e dançarino – um autêntico showman – esbanja vitalidade e revela ao mundo a expressividade de sua performance, a originalidade de sua música e o carisma de um genuíno malandro suburbano carioca. O álbum, disponível em todas as plataformas de música digitais, é um lançamento do QTV Selo.

Ouça “Malandro 5 Estrelas”: https://smarturl.it/Malandro5Estrelas

Índio da Cuíca nasceu no morro do Borel, na Zona Norte do Rio de Janeiro, em maio de 1951 e teve suas primeiras experiências musicais por influência do pai, Sr. Manoel, fundador da Escola de Samba Unidos da Tijuca. Ainda criança, começou a tocar instrumentos de percussão e logo se apaixonou pela cuíca, que o levou a viver como músico profissional a partir dos 14 anos. Integrou o conjunto Corda K Samba e a banda Brasil Ritmo, com a qual gravou o LP “Balança Povo”, em 1972, e atuou em diversos shows e gravações com artistas como Alcione, Dicró, Ivon Curi, Jair Rodrigues, Maria Creuza e Roberto Carlos. Dos anos 70 aos 90, viajou com companhias artísticas lideradas por Joãozinho Trinta e Haroldo Costa em turnês por diversos locais do Brasil e do exterior, tocando em palcos lendários que vão do Canecão ao Olympia de Paris.

Ainda nos anos 70, Índio se especializou em uma técnica que poucos cuiqueiros ousam praticar: a execução de melodias baseadas no sistema tonal. Tal habilidade lhe credenciou integrar a Orquestra de Solistas do Rio de Janeiro — OSJR, no início dos anos 2000.

Agora Índio está, finalmente, realizando o antigo sonho de lançar um disco com suas próprias composições, constituídas por suas canções e por peças instrumentais para solo de cuíca. Assim, para além de registrar sua incrível habilidade de dar à cuíca o protagonismo de um instrumento solista, ele se apresenta ao mundo como o artista completo que é.

Com direção musical e arranjos de Gabriel de Aquino (vencedor do Grammy Latino de melhor disco com Martinho da Vila em 2016) e codireção do cuiqueiro e pesquisador Paulinho Bicolor, o álbum traz um repertório composto por sambas (“A cuíca chora”, “Cuíca Malandra/Cuíca encantada”, “Sonho realizado”), vassi pra Ogum (“JogoMedley de Ogum”), calangos (“Stribinaite Camufraite Oraite”), boleros (“Shirley”), capoeira (“Jogo de Malandro”), funk carioca (“Baile do Bambu”) e demais ritmos afro-brasileiros que fazem parte de sua trajetória.

A música de Índio da Cuíca ganhou outra vida pelas mãos dos arranjos de Aquino e de músicos extraordinários como Alaan Monteiro (cavaquinho, bandolim), o próprio Gabriel de Aquino (violão), Luizinho do Jêje (percussões), Pedrinho Ferreira (percussões), Guto Wirtti (baixo acústico, baixo elétrico) e Luiz Otávio (teclados) — além do próprio Índio, cantando e tocando violão, pandeiro, berimbau, reco-reco, cavaquinho e, é claro, sua cuíca.

“Malandro 5 Estrelas” é um lançamento do QTV, selo que lançou os elogiados últimos trabalhos de Negro Leo e responsável pelo próximo disco solo de Juçara Marçal, e pode ser ouvido em todas as plataformas de música digital.

Ouça “Malandro 5 Estrelas”: https://smarturl.it/Malandro5Estrelas

 

Ficha Técnica:

Todas as composições são da autoria de Índio da Cuíca.

 

1. A Cuíca Chora

2. Stribinaite Camufraite Oraite

3. Cuíca Malandra/Cuíca Encantada

4. Shirley

5. Jogo de Malandro

6. Brincando em Ré Maior

7. Medley de Ogum

8. Melódica

9. Sonho Realizado

10. Baile do Bambu

 

Alaan Monteiro: cavaquinho, bandolim

Gabriel de Aquino: violão

Guto Wirtti: baixo acústico, baixo elétrico

Índio da Cuíca: voz, cuíca, violão, pandeiro, berimbau, reco-reco, cavaquinho

Luiz Otávio: teclados

Luizinho do Jêje: rum, pi, lé, garrafas, surdo, tantan, rebolo, espada de Ogum, escudo de Ogum, reco-reco, ferros, agôgos, shakes, xequerê, repinique, pandeiro, berimbau, cáscara na madeira e no ferro, efeitos.

Pedrinho Ferreira: surdo, repique de anel, pandeiro, repique de mão e tantan.

Renato Godoy: programação em Baile do Bambu

Coro: Bernardo Oliveira, Gabriel de Aquino, Renato Godoy, Paulinho Bicolor e Alann Monteiro.

 

Direção Musical e arranjos: Gabriel de Aquino e Paulinho Bicolor

Gravado por Renato Godoy na Audio Rebel entre os dias 06 e 09 de janeiro de 2020.

Assistente de gravação: Luan Correia

Complementos na Rataria do Áudio e no Estúdio Varandas.

Mixado e masterizado por Renato Godoy no Grajahu.

Arte: Shirley Oliveira

Capa: Mariana Mansur e Lucas Pires

Produção executiva: Paulinho Bicolor e Bernardo Oliveira

Fotos Divulgação: Alfredo Alves

Assessoria de Imprensa: Build Up Media



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EDD atualiza boom no disco “Não digo nem meu nome”

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Na estreia do rapper curitibano EDD, o artista faz uma viagem sentimental às suas referências, trazendo um olhar contemporâneo em “Não Digo Nem Meu Nome”. Bebendo da fonte do boom bap e dos anos 90, o álbum está disponível em todas as plataformas de streaming.

Ouça “Não Digo Nem Meu Nome”: https://smarturl.it/NaoDigoNemMeuNome

Nascido Edgard Carvalho, EDD faz suas rimas desde a infância, mas foi só ao conhecer e começar a trabalhar com o produtor lucasbin que as rimas ganharam um flow maior e se tornaram o álbum. O objetivo é levar o ouvinte para as ruas do Boqueirão, em Curitiba, onde o artista cresceu, e suas histórias. Desde 2020, ele vem se destacando no cenário local também com o duo PP041, com o qual já lançou singles e dois EPs.

Mostrando sua forte personalidade na estreia solo, em “Não Digo Nem Meu Nome” EDD conta com participações de novos nomes da cena do sul do país como VERO, SegundaSessão, Vihen MC, Gody, Mika MC, DJ SKL, CRN e Rotiv. Apesar do título, o trabalho atesta a identidade de um artista só em começo de carreira e mirando alto e pode ser ouvido em todos os serviços de música digital.

Ouça “Não Digo Nem Meu Nome”: https://smarturl.it/NaoDigoNemMeuNome

Ficha Técnica:

Produção, engenharia, instrumentos, mixagem e masterização: lucasbin

Capa e fotos: Bface e Matheus Moura

Participações especiais: VERO, SegundaSessão, Vihen MC, Gody, Mika MC, DJ SKL, CRN, Rotiv

Crédito foto: Matheus Moura



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Guttroll ganha destaque no metal internacional com o lançamento de “Rules”

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A banda de Thrash/Death Metal Guttroll lançou recentemente o single intitulado “Rules” nas principais plataformas de streaming. A faixa faz parte do disco “Invalid Leaders”, recém gravado pela banda e com previsão de lançamento para o segundo semestre de 2021. A banda lançou em conjunto com o single no canal de youtube o lyric video de “Rules”.  Assista: https://www.youtube.com/watch?app=desktop&v=IsDhW9fkdGc

 

O power trio formado por Alex Melo na bateria, Tulio Lobo no baixo e Rafael Ojeriza no vocal e guitarra, vem ganhando destaque na cena extrema nacional e internacional por suas inovações sonoras principalmente no formato de gravação, efetuado de forma totalmente analógica, o que traz um punch totalmente natural as músicas já que a banda realizou as gravações tocando, sem recursos digitais.

 

O single é com certeza uma mostra à que a Guttroll veio, dando a cara para bater, uma banda que traz a mais pura raiz do metal oitentista, com um som tirado na unha, na garra e na vontade.
Música com passagens drásticas e inovadoras, onde mudanças de tom acontecem além de viradas bruscas e secas.

 

Conversamos com a banda sobre sua trajetória, processo de composição e gravação, influências musicais, entre outras curiosidades. Confira! 

 

De onde surgiu o nome “Guttroll”?

O nome da banda surgiu do fato de Gutt vir da palavra vísceras ou visceral gutural e o roll veio da palavra rolo ou rolar que lembra o rock presente na vida de todos nós. Juntando a palavra Gutt e Roll temos um rolo visceral ou Guttroll. 

 

Como e quando a banda surgiu?

A banda surgiu em um jam session em 2015 em um festival semestral de bandas na cidade de Petrópolis chamado Solstício do Som.

 

A banda segue  promovendo seu último lançamento intitulado “Rules”. Como foi o processo de composição e gravação dessas faixas?

O processo de composição foi da forma que pudéssemos soar exatamente da forma que queríamos, como uma banda que traz o old school como base e que também é capaz de se comunicar com o novo cenário, trazendo assim um som raiz e ao mesmo tempo inovador. O processo de gravação foi totalmente analógico, realizado no studio Forestlab em Petrópolis juntamente com o produtor Lisciel Franco. Uma experiência que trouxe à banda um grande crescimento sonoro e conexão, já que gravamos tocando juntos o que traz uma naturalidade e fluidez a música. Além disso queríamos um som direto e honesto, o som que é exatamente aquilo que o público verá ao vivo.

 

De onde surgiu a ideia de gravar a faixa de forma oldschool?

A ideia surgiu exatamente do fato de que queríamos fazer o nosso som o mais honesto possível, sem inserção do digital e queríamos também um som tirado na garra, na vontade com o máximo punch possível, e estávamos buscando exatamente com que isso fosse perceptível ao ouvir nossa música.

 

O single foi muito bem recebido nos de sites de música especializada nacionais e internacionais . Como a banda está vendo esse feedback tão positivo do material lançado?

Esse feedback foi realmente surpreendente pra nós, acreditamos muito em nosso trabalho e fazemos isso com o máximo empenho, mas sinceramente não esperávamos tantas mensagens positivas de tantos lugares do mundo como temos recebido.

 

Suas músicas demonstram muita intensidade e entrega por parte da banda. Existe alguma composição que seja mais especial para vocês?  

Temos algumas músicas que são realmente especiais para a banda, mas Rules é sem dúvidas a mais especial por ser a primeira composição da banda.

 

Quais as bandas e fontes artísticas que inspiram o som do Guttroll?

Podemos citar inúmeras bandas, afinal somos três integrantes com várias diferentes influências e isso nos trás uma gama enorme, mas as principais dentro do metal temos clássicas como Black Sabbath, Death, Morbid Angel, Cannibal Corpse, Krisiun, Slayer, Anthrax, Testament e Exodus.

 

Como foi o processo de criação do lyric video de “Rules”?

O processo de criação foi realizado por um grande profissional da área que tem trabalhado com a Guttroll já a algum tempo, nosso amigo Phillipe Dutra, ele trabalhou intensamente para passar no vídeo exatamente a mensagem da letra de Rules.

 

Como vocês estão lidando com a pandemia de covid 19? Que tipo de interação a banda está tendo com o público nesse momento de pandemia?

Temos lidado com a pandemia com o máximo de cuidado possível não só com nossa saúde mas também com a saúde dos que nos cercam. Temos realizado ensaios apenas com os membros da banda em estúdio e participado de lives além da interação pelas redes sociais.

 

Podemos esperar um disco de inéditas em breve?

Nosso disco completo chamado Invalid Leaders está pronto e no momento estamos decidindo detalhes de capa e a forma de lançamento que poderá ser por um selo distribuidor, uma gravadora ou de forma independente.Estamos em negociação.

 



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Fenômeno do novíssimo pop inglês, HRVY lança a dançante e explosiva “1 Day 2 Nights”

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Na abertura do verão no hemisfério norte e na retomada da vida pós-pandemia, o cantor e compositor inglês HRVY canta uma paixão explosiva e vivida de modo intenso em “1 Day 2 Nights”. Pensado para a pista e inspirado pelo trabalho recente do artista com DJs, o single traz o pop deste que é um verdadeiro fenômeno em seu primeiro lançamento por seu novo selo, a BMG.

Ouça “1 Day 2 Nights”: https://HRVY.lnk.to/1Day2NightsPR

A inspiração veio das noites de antes do COVID-19. A faixa foi composta por HRVY com Danny Shah (Kylie Minogue) e tem produção de Niamh Murphy (Little Mix, Melanie C) e mixagem de Will Reeves (A Boogie Wit Da Hoodie, Migos, Rico Nasty) e funciona como um escapismo para os dias atuais.

“Eu queria fazer uma música que soasse diferente de tudo que eu fiz antes. E sinto que todo mundo está precisando de algo bem dançante pra colocar a cabeça no lugar”, conta HRVY.

Aos 22 anos, ele já soma quase um bilhão de streamings em suas músicas e parcerias com artistas de diversos lugares do mundo como Jonas Blue, SEEB, o grupo de k-pop NCT Dream e a cantora cubana-americana Malu Trevejo. Recentemente ele foi uma das atrações especiais de um dos shows de celebração do 150° aniversário do icônico Royal Albert Hall.

Agora o artista busca outros ares e espaços com uma nova página em sua história. “1 Day 2 Nights” está disponível em todos os serviços de streaming de música.

Ouça “1 Day 2 Nights”: https://HRVY.lnk.to/1Day2NightsPR

Siga HRVY:

https://www.instagram.com/hrvy/

https://twitter.com/hrvy

Foto crédito: Sam Neil





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