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Saúde

Governo proíbe entrada de estrangeiros em voos provenientes da Índia

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O governo federal publicou na noite desta sexta-feira (14) uma portaria que proíbe temporariamente a entrada no país de passageiros estrangeiros de voos com origem ou passagem pela Índia, pelo Reino Unido, pela Irlanda do Norte e pela África do Sul.

O texto é assinado pelos ministros Marcelo Queiroga (Saúde), Luiz Eduardo Ramos (Casa Civil) e Anderson Torres (Justiça e Segurança Pública) e foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União (DOU). Um dos motivos alegados na portaria é o impacto epidemiológico das novas variantes do coronavírus identificadas justamente nesses países. A Índia, por exemplo, vive um agravamento da pandemia, com cerca de 4 mil mortes diárias e centenas de novos contaminados a cada dia.

O Brasil já havia proibido voos do Reino Unido, da Irlanda do Norte e da África do Sul no final do ano passado e em janeiro deste ano, mas é a primeira vez que a Índia sofre o mesmo tipo de restrição. A nova portaria restringe também a entrada de estrangeiros, de qualquer nacionalidade, por fronteiras terrestres e aquaviárias.

As restrições não se aplicam a brasileiro nato ou naturalizado; imigrante com residência de caráter definitivo no território brasileiro; profissional estrangeiro em missão a serviço de organismo internacional, desde que identificado; funcionário estrangeiro acreditado junto ao governo brasileiro; estrangeiro que tenha cônjuge, companheiro, filho, pai ou curador de brasileiro, ou que tenha ingresso autorizado especificamente pelo governo brasileiro ou portador de registro nacional migratório. O transporte de carga também não será afetado.

No caso de um estrangeiro que se enquadre nessas exceções, com origem ou histórico de passagem pelo Reino Unido, Irlanda do Norte, África do Sul e Índia nos últimos quatorze dias, ao ingressar no território brasileiro ele deverá permanecer em quarentena por quatorze dias.

Todos os viajantes internacionais que chegam ao Brasil ficam obrigados a apresentar à companhia aérea o exame RT-PCR com resultado negativo nas últimas 72 horas contadas do início do embarque no país de origem. Nestes casos, serão aceitos exames em português, espanhol ou inglês, que tenham sido realizados em laboratório reconhecido pela autoridade de saúde do país de embarque.   



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Saúde

SP escalona datas para evitar aglomerações durante vacinação

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A prefeitura de São Paulo ajustou o calendário de vacinação contra a covid-19 para as pessoas de 50 a 59 anos, na capital paulista, e fez um escalonamento dividindo as idades de acordo com os dias da semana. A mudança mantém a vacinação no cronograma, mas distribui as pessoas para gerar filas menores e agilizar a aplicação da dose.

Com o escalonamento, a vacinação ficou dividida da seguinte forma: pessoas com 58 e 59 anos devem comparecer a um posto de vacinação hoje (15); com 56 e 57 anos, na quarta (16), pessoas de 54 e 55 devem ir na quinta (17); 52 e 53 anos, na sexta (18) e pessoas de 50 e 51 anos, no sábado (19).

Na próxima segunda e terça-feira (21 e 22) será feita uma repescagem para dar nova chance aos pertencentes à faixa etária de 50 a 59 anos. Aqueles que perderem o dia específico na semana podem tomar a vacina depois.

“Havia a preocupação de acumular muitas pessoas, por isso, fizemos o escalonamento. Para essa faixa de 50 a 59, que totaliza 400 mil pessoas, certamente haveria filas enormes que gerariam aglomerações. Nosso objetivo também é gerar qualidade, rapidez e tranquilidade para as pessoas que vão se vacinar e para que as equipes façam um trabalho coerente atendendo as necessidades de quem vai aos postos de vacinação”, disse o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes.

Segundo o secretário municipal de Saúde, Edson Aparecido, a divisão foi feita não só para evitar as aglomerações, mas porque as vacinas chegarão para o município de forma fracionada. A divisão será mantida até o dia 15 de setembro, data prevista para a conclusão da vacinação contra covid-19 para os adultos maiores de 18 anos.

Aplicativo

Para orientar o cidadão com relação a esse escalonamento, a prefeitura elaborou um aplicativo chamado De Olho na Fila. “O De Olho na Fila, que nós chamamos de filômetro, tem todos os postos de vacinação na cidade, com endereço e todos os dados, mostrando os locais onde há fila no momento e qual o tamanho dessa fila, permitindo a escolha do lugar onde o cidadão quer se vacinar. O ícone está no Vacina Sampa e essa informação facilita o processo de imunização”, explicou.

Aparecido destacou ainda o Painel Covid, também no site da Secretaria de Saúde, no qual é possível consultar todos os dados coletados pela administração municipal durante o período da pandemia. “Isso permite a transparência e a pesquisa de todo esse conjunto denso de informações. Achamos importante disponibilizar isso para a sociedade”.

Segundo a secretaria, até o momento foram aplicadas 3.974.273 vacinas de primeira dose, 1.673.812 de segunda dose, o que totaliza 5.648.085.



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Saúde

Covid-19: Rio de Janeiro vacina gestantes e puérperas com comorbidades

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A cidade do Rio de Janeiro vacina contra a covid-19 hoje (15) e na quinta-feira (17) gestantes e, também, mulheres que tiveram bebês há até dois meses e que tenham comorbidades elegíveis para a imunização. Nestes dias estará disponível para elas nos postos doses da vacina da empresa norte-americana Pfizer, já que o Ministério da Saúde recomendou que esse grupo não receba a vacina da AstraZeneca, fabricada pela Fiocruz e que está com maior disponibilidade no Brasil no momento.

As gestantes e puérperas devem apresentar laudo médico detalhado para justificar a recomendação de tomar a vacina, com avaliação da relação risco e benefício para receber a dose. Também é necessário levar o termo de consentimento assinado. O documento está disponível no site.

Seguindo o calendário da Secretaria Municipal de Saúde, hoje também podem se vacinar pessoas com 52 anos ou mais. Na quinta-feira é o dia de quem tem 51 anos e a sexta-feira foi reservada para as pessoas com 50 anos ou mais.

Grupos profissionais

Amanhã (16), os postos aplicarão as doses nos trabalhadores da educação superior, profissionalizante e outros, como cursos de línguas. É necessário apresentar contracheque ou declaração da instituição para comprovar o vínculo.

Os trabalhadores do setor de saúde, a partir de 18 anos, que ainda não tenham se vacinado poderão tomar a primeira dose contra a covid-19 no sábado (19). Esse dia também inclui as pessoas com deficiência permanente, com 18 anos ou mais, e a população em geral a partir de 50 anos.

 



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Saúde

82% dos indígenas receberam 1ª dose, diz Ministério da Saúde

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Até o momento, 82% dos indígenas atendidos pela Secretaria de Saúde Indígena do Ministério da Saúde (Sesai) receberam a primeira dose da vacina contra a covid-19. Já a segunda dose do imunizante foi aplicada em 71% desse público.

O balanço foi divulgado hoje pelo Ministério. Segundo a pasta, a Sesai é responsável por atender com serviços de saúde 755 mil indígenas de mais de seis mil aldeias. Do orçamento de R$ 1,5 bilhão da SESAI, R$ 76 milhões foram gastos no combate à pandemia.

Conforme o comunicado, o órgão fez 20 missões interministeriais em aldeias, que resultaram em 60 mil atendimentos. De acordo com o Ministério da Saúde, foram disponibilizados 6,6 milhões de insumos, entre testes para a covid-19, medicamentos e equipamentos de proteção individual (EPIs).

Decisão do STF

Em julho do ano passado, o ministro do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso deu decisão determinando que o governo federal adotasse medidas mais efetivas para proteger os indígenas e que desenvolvesse um Plano de Enfrentamento da Covid-19 para os Povos Indígenas Brasileiros, a ser elaborado com a participação das comunidades e do Conselho Nacional de Direitos Humanos.

O ministro determinou que as ações de saúde indígena também atendessem às demandas de indígenas não aldeados. Contudo, no balanço da Secretaria o órgão afirma que a responsabilidade é de estados e municípios.

“Em relação aos indígenas que vivem no contexto urbano, conforme legislação vigente, cabe aos estados e municípios o atendimento dessas pessoas. Atualmente, mais de 180 mil indígenas que vivem em contexto urbano, e que estão sob responsabilidade dos demais entes da federação, já estão cadastrados no Programa Previne Brasil”, diz o texto.



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