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Guttroll ganha destaque no metal internacional com o lançamento de “Rules”

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A banda de Thrash/Death Metal Guttroll lançou recentemente o single intitulado “Rules” nas principais plataformas de streaming. A faixa faz parte do disco “Invalid Leaders”, recém gravado pela banda e com previsão de lançamento para o segundo semestre de 2021. A banda lançou em conjunto com o single no canal de youtube o lyric video de “Rules”.  Assista: https://www.youtube.com/watch?app=desktop&v=IsDhW9fkdGc

 

O power trio formado por Alex Melo na bateria, Tulio Lobo no baixo e Rafael Ojeriza no vocal e guitarra, vem ganhando destaque na cena extrema nacional e internacional por suas inovações sonoras principalmente no formato de gravação, efetuado de forma totalmente analógica, o que traz um punch totalmente natural as músicas já que a banda realizou as gravações tocando, sem recursos digitais.

 

O single é com certeza uma mostra à que a Guttroll veio, dando a cara para bater, uma banda que traz a mais pura raiz do metal oitentista, com um som tirado na unha, na garra e na vontade.
Música com passagens drásticas e inovadoras, onde mudanças de tom acontecem além de viradas bruscas e secas.

 

Conversamos com a banda sobre sua trajetória, processo de composição e gravação, influências musicais, entre outras curiosidades. Confira! 

 

De onde surgiu o nome “Guttroll”?

O nome da banda surgiu do fato de Gutt vir da palavra vísceras ou visceral gutural e o roll veio da palavra rolo ou rolar que lembra o rock presente na vida de todos nós. Juntando a palavra Gutt e Roll temos um rolo visceral ou Guttroll. 

 

Como e quando a banda surgiu?

A banda surgiu em um jam session em 2015 em um festival semestral de bandas na cidade de Petrópolis chamado Solstício do Som.

 

A banda segue  promovendo seu último lançamento intitulado “Rules”. Como foi o processo de composição e gravação dessas faixas?

O processo de composição foi da forma que pudéssemos soar exatamente da forma que queríamos, como uma banda que traz o old school como base e que também é capaz de se comunicar com o novo cenário, trazendo assim um som raiz e ao mesmo tempo inovador. O processo de gravação foi totalmente analógico, realizado no studio Forestlab em Petrópolis juntamente com o produtor Lisciel Franco. Uma experiência que trouxe à banda um grande crescimento sonoro e conexão, já que gravamos tocando juntos o que traz uma naturalidade e fluidez a música. Além disso queríamos um som direto e honesto, o som que é exatamente aquilo que o público verá ao vivo.

 

De onde surgiu a ideia de gravar a faixa de forma oldschool?

A ideia surgiu exatamente do fato de que queríamos fazer o nosso som o mais honesto possível, sem inserção do digital e queríamos também um som tirado na garra, na vontade com o máximo punch possível, e estávamos buscando exatamente com que isso fosse perceptível ao ouvir nossa música.

 

O single foi muito bem recebido nos de sites de música especializada nacionais e internacionais . Como a banda está vendo esse feedback tão positivo do material lançado?

Esse feedback foi realmente surpreendente pra nós, acreditamos muito em nosso trabalho e fazemos isso com o máximo empenho, mas sinceramente não esperávamos tantas mensagens positivas de tantos lugares do mundo como temos recebido.

 

Suas músicas demonstram muita intensidade e entrega por parte da banda. Existe alguma composição que seja mais especial para vocês?  

Temos algumas músicas que são realmente especiais para a banda, mas Rules é sem dúvidas a mais especial por ser a primeira composição da banda.

 

Quais as bandas e fontes artísticas que inspiram o som do Guttroll?

Podemos citar inúmeras bandas, afinal somos três integrantes com várias diferentes influências e isso nos trás uma gama enorme, mas as principais dentro do metal temos clássicas como Black Sabbath, Death, Morbid Angel, Cannibal Corpse, Krisiun, Slayer, Anthrax, Testament e Exodus.

 

Como foi o processo de criação do lyric video de “Rules”?

O processo de criação foi realizado por um grande profissional da área que tem trabalhado com a Guttroll já a algum tempo, nosso amigo Phillipe Dutra, ele trabalhou intensamente para passar no vídeo exatamente a mensagem da letra de Rules.

 

Como vocês estão lidando com a pandemia de covid 19? Que tipo de interação a banda está tendo com o público nesse momento de pandemia?

Temos lidado com a pandemia com o máximo de cuidado possível não só com nossa saúde mas também com a saúde dos que nos cercam. Temos realizado ensaios apenas com os membros da banda em estúdio e participado de lives além da interação pelas redes sociais.

 

Podemos esperar um disco de inéditas em breve?

Nosso disco completo chamado Invalid Leaders está pronto e no momento estamos decidindo detalhes de capa e a forma de lançamento que poderá ser por um selo distribuidor, uma gravadora ou de forma independente.Estamos em negociação.

 



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Skepta retorna com o EP “All In” e clipe “Nirvana”

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Novo trabalho do mestre do grime conta com participação de J Balvin, Teezee e Kid Cudi

Um dos grandes nomes do grime e um dos principais do hip hop mundial, Skepta retorna com “All In”, seu novo EP. O trabalho – já disponível em todas as plataformas de música digital – conta com participações especiais de J Balvin, Teezee e Kid Cudi e chega com um clipe para “Nirvana”.

Ouça “All In”: https://skepta.orcd.co/all-in

Assista a “Nirvana” com  J Balvin: https://youtu.be/cg14EVOxiuQ

O título do EP é inspirado no amor recém-descoberto de Skepta pelo pôquer, um jogo que ele vê como uma metáfora da própria vida. “Você pode receber cartas boas ou ruins, mas se não receber cartas boas, você ainda pode blefar, jogar e ganhar … você aprende quando jogar agressivo ou quando segurar e relaxar”, conta ele, que fez seu “All In” se entregando em cinco faixas como se fosse um álbum completo.

Com produção do próprio Skepta ao lado de JAE5, Ragz Originale e Josh Faulkner, o “All In” foi fruto fo lockdown mas as músicas foram guardadas para quando a possibilidade de apresentações ao vivo pudessem voltar, como está acontecendo no Reino Unido. Nas palavras do próprio Skepta, “estas músicas não são para as pessoas baixarem e discutirem sobre. É música para sentir quando eu a toco ao vivo, música para as pessoas celebrarem com seus amigos”.

Vencedor do prestigiado Mercury Prize, o britânico Skepta traz um novo capítulo para uma discografia com 5 álbuns, incluindo os aclamados “Ignorance Is Bliss” (2019) e “Konnichiwa” (2016). No ano passado, lançou o álbum colaborativo “Insomnia”, com Chip e Young Adz.

Além disso, o artista marcou presença recentemente com uma faixa na trilha de “Velozes e Furiosos 9” (“Lane Switcha”) e uma parceria com o Gorillaz e a saudosa lenda do afrobeat Tony Allen (“How Far?”). “All In” está disponível em todas as plataformas de música digital.

Ouça “All In”: https://skepta.orcd.co/all-in

Assista a “Nirvana” com  J Balvin: https://youtu.be/cg14EVOxiuQ

Siga Skepta: http://www.helloskepta.com



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Unabomber transforma a ocupação humana do espaço no rock sujo “Spaceshit”

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Com o turismo espacial ocupando os noticiários, a banda Unabomber segue com a sua veia ácida provocando reflexões sobre temáticas atuais. O novo single, “Spaceshit”, honra essa vocação do grupo fluminense e recebe um lyric video repleto de referências onde os versos cáusticos ganham destaque para abordar a exploração de mais uma fronteira para a humanidade. A faixa chega aos principais serviços de streaming e o vídeo está disponível no canal oficial de Unabomber no YouTube.

Ouça “Spaceshit”: https://smarturl.it/SpaceshitUnabomber

Assista “Spaceshit”: https://youtu.be/Pq06uITQp0U

Muito antes de bilionários naturalizarem a ida ao espaço como programa recreativo, o homem já mandava naves, satélites e muito lixo para além da atmosfera da Terra. Em “Spaceshit”, Unabomber usa a imagem tragicômica do lixo espacial caindo de volta em nossas cabeças como um lembrete inevitável de que nossas ações têm consequências.

“A capacidade da raça humana de poluir os espaços que ocupa foi a inspiração para ‘Spaceshit’.  A nova fronteira agora é o espaço sideral. Os restos de satélites e pedaços de naves espaciais abandonadas na órbita do planeta já começam a preocupar e a cair nas nossas cabeças! Também foi inspiração a estética musical e retrô dos anos da guerra-fria e da corrida espacial”, revela o guitarrista Sandro Luz.

Originária da Baixada Fluminense e formada ainda por André Luz (voz), Alan Vieira (baixo) e Paulo Stocco (bateria), Unabomber estreou em 1996 com uma demotape homônima e produção a cargo da própria banda. Já a segunda fita, intitulada “R” e lançada no ano seguinte, contou com a produção do então iniciante Rafael Ramos (DeckDisc, Dead Fish, Pitty, Titãs). Após mais três anos de muitos shows pelo sudeste e participação em festivais, abrindo para nomes como Titãs, Raimundos, Charlie Brown Jr., Paralamas do Sucesso, Lemonheads e outras, o grupo encerrou as atividades.

Quase 18 anos depois, eles retornaram à cena com o EP “Massas & Manobras S/A” (2017), onde fazem uma releitura de faixas das duas demos dos anos 90. O EP contou com a produção musical de Celo Oliveira (Fleesh, Hydrya), além de projeto visual do fotógrafo Marcos Hermes. Na sequência, em meio ao xadrez sociopolítico contemporâneo, compõem e lançam o single inédito “Silêncio”, sempre com a produção de Celo Oliveira. Já em 2018, apresentam a primeira versão gravada pela banda. Trata-se de “Pesadelo”, de Paulo César Pinheiro e Maurício Tapajós, gravada originalmente pelo MPB4, em 1972. No ano seguinte, incorporaram à sua discografia o EP “O Mal da Máquina Morre”, que traz o hit “Guanabara”.

Unindo o peso do rock aos versos cortantes do rap, na parceria inédita com a rapper paulistana Flor MC, entregam em abril de 2020 o single “João 8:32”. A letra reflete sobre o fenômeno das fake news e sua influência no atual cenário sociopolítico do Brasil. Musicalmente, a faixa remete à trilha sonora de “Judgment Night” (USA, 1993), que conta com parcerias de artistas rock com nomes do rap, como Helmet & House of Pain. Recentemente, a banda abordou a questão indígena com uma versão da clássica “Canoa Canoa”, do Clube da Esquina. E, no final do último ano, Unabomber trouxe um olhar sobre as contradições humanas em clima de rock alternativo e pós-punk no single “Maciota”.

Agora, com “Spaceshit”, o grupo se volta para as alturas, mas sem perder o pé no chão e no que nos torna humanos. O single está disponível para streaming e o lyric video, no canal oficial de Unabomber no YouTube.

Ouça “Spaceshit”: https://smarturl.it/SpaceshitUnabomber

Assista “Spaceshit”: https://youtu.be/Pq06uITQp0U

Crédito: Marcos Hermes

Ficha técnica

Música – Unabomber

Letra – Sandro Luz

Produção musical – Celo Oliveira (Kolera Home Studio)

 

Capa:

Foto: PC Stocco

Pós-produção: Gabby Vessoni

 

Lyric Vídeo:

Fotos: PC Stocco e Sandro Luz

Direção, Edição e pós-produção – Gabby Vessoni

 

Letra

Eu quero ver

quem vai pegar o lixo do espaço

Só quero ver quem vai catar

Nem quero ver

Quando essa lixo começar a cair

Na tua cabeça

 

Sujou a Terra

Agora quer cagar em Marte

Vê se te enxerga

Se não parar

A Lua vai virar lixão

limpa essa merda

 

Spaceship

Spaceshit

Spaceship

Spaceshit



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Agenor, Agostinho e Leo fazem baile que vai do rock ao pop, do carimbó ao dancehall em disco de estreia

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Formado por veteranos do indie amazonense, o projeto manauara Agenor, Agostinho e Leo consolida a carreira com um caldeirão musical em seu homônimo disco de estreia. Unindo influências e sonoridades que abordaram em todos os momentos de sua jornada artística, o trabalho une do rock ao pop, do carimbó ao dancehall para valorizar as suas raízes de forma festiva. O projeto foi desenvolvido com recurso do Prêmio Manaus de Conexões Culturais 2019 da Prefeitura de Manaus. O álbum está disponível em todas as plataformas de música digital.

Ouça “Agenor, Agostinho e Leo”: https://ffm.to/ejv4rnk

Após 10 anos de criação e produção da Alaídenegão, Agenor Vasconcelos formou um novo grupo ao lado de Agostinho Guerreiro e Leonardo Moraes, guitarrista e baterista de também renomados projetos dentro da cena musical do Amazonas, como a banda Selva Madre. O trio, que também tem o projeto carnavalesco Bloco da Cobra Grande, antecipou o álbum com o single e clipe para o indie brega pop “Juruparylson”.

Assista ao clipe “Juruparylson”: https://youtu.be/NvKobfe4KkM

“Além da visão musical, queremos trazer para o disco a experiência de vida que acumulamos nesse caminho. Então ele fala sobre estudos, trabalho e eventos das noites do Norte do país, especialmente a manauara. Conta a história de nossos feitiços, pussangas e pensamentos positivos para seguirmos firmes na música, levando alegria e satisfação para o nosso público. Traz em seu conceito elementos da cultura indígena e da cultura popular, projetando o futuro dessas cosmologias para nossos instrumentos musicais, clipes e faixas. Trabalhamos a relação entre Bahsakawii (Casa da Música em língua indígena Tukano) e o salão de dança (o Dancehall). Também trabalhamos elementos e traços característicos do xamanismo amazônico. Tudo isso com pitadas de humor e leveza de movimento”, resume Agenor.

Com 15 faixas, “Agenor, Agostinho e Leo” foi produzido e mixado por Agenor Vasconcelos e masterizado por Igor Ferreira.  O disco pode ser conferido em todos os serviços de streaming de música.

Ouça “Agenor, Agostinho e Leo”: https://ffm.to/ejv4rnk

Crédito: Hannah Gonçalves

Ficha Técnica:

Produzido por Agenor Vasconcelos

Pré-produzido no Estúdio Tupira

Arranjos por Agenor, Agostinho e Léo

Guitarras por Agostinho Guerreiro

Baixo por Agenor Vasconcelos |

Bateria por Léo Moraes

Back Vocals por Agenor, Agostinho e Léo

Voz por Agenor Vasconcelos

Gravado no Estúdio Supersônico por Beto Montrezol e voz principal na casa do Agenor

Vasconcelos, Manaus – Agosto de 2020

 

Mixado por Agenor Vasconcelos

Masterizado por Igor Ferreira (RJ)

Assessoria por Patrícia Borges

Design por Eduardo Nogueira

 

Agenor, Agostinho e Léo é:

Agenor Vasconcelos

Agostinho Guerreiro

Leonardo Moraes

 

Siga Agenor, Agostinho e Léo:

https://www.instagram.com/agenoragostinhoeleo

https://www.facebook.com/agenoragostinhoeleo

https://www.agenoragostinhoeleo.com/





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