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Bahia

MP e polícia fazem operação contra tráfico de drogas no sul do Rio

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Uma operação conjunta do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) e da Polícia Civil fluminense cumpre hoje (23) mais de 80 mandados de prisão preventiva contra acusados do comércio de drogas ilícitas no sul fluminense. Até as 8h, 29 pessoas já tinham sido presas, de acordo com a Polícia Civil.

Além dos mandados de prisão, estão sendo cumpridos mais de 100 mandados de busca e apreensão. Segundo denúncia do MPRJ, foi identificada uma organização criminosa que se divide em seis núcleos, cada um atuando em um município diferente: Barra Mansa, Volta Redonda, Barra do Piraí, Angra dos Reis, Resende e Rio de Janeiro.

Ainda de acordo com o MPRJ, o grupo tem como base a comunidade da Vila Kennedy, na zona oeste do Rio. A partir daí, a droga é distribuída para os municípios do sul do estado, onde é revendida.

O grupo atua do modo tradicional, usando armas de fogo para controlar territórios e comercializar seus produtos ilegais.

O gerenciamento do negócio ilícito era feito com a ajuda de grupos de WhatsApp, a partir dos quais eles negociavam aquisição e distribuição de drogas e armas. Um deles era integrado por lideranças do grupo e usado para trocar informações de nível gerencial e contábil.



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Ossos encontrados podem ser de meninos desaparecidos em Belford Roxo

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Após receber uma denúncia do irmão de um acusado, a Polícia Civil encontrou nesta sexta-feira (30) ossos em um saco plástico preso a uma ponte em um rio de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, que podem ser dos três meninos desaparecidos em dezembro na cidade.

A polícia informou que a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) aguarda o laudo da perícia realizada nos fragmentos de ossos encontrados e que as investigações e buscas seguem em andamento.

Os meninos Lucas Matheus, de 8 anos, Alexandre Silva, de 10, e Fernando Henrique, 11 anos, desapareceram no dia 27 de dezembro, depois que saíram para brincar no campo de futebol ao lado do condomínio em que moravam, no bairro do Castelar, e não voltaram para casa.

Em março, o Ministério Público identificou as últimas imagens das crianças, feitas por câmeras de segurança na Rua Malopia, na Vila Medeiros, bairro vizinho ao que elas moravam. Nas imagens, os três aparecem andando juntos, tranquilamente, enquanto conversam de forma descontraída. A Polícia Civil criou uma força tarefa para investigar o desaparecimento apenas em abril.

Uma operação em maio prendeu 16 pessoas no bairro do Castelar, acusados de envolvimento com o tráfico de drogas e o roubo de cargas na região, que podem estar envolvidos no desaparecimento dos três meninos. Os presos são suspeitos também de torturar e expulsar uma família da cidade, com marido esposa e quatro filhos menores, que teriam acusado os traficantes do crime.

De acordo com o coordenador executivo do Fórum Grita Baixada, Adriano de Araújo, as investigações só estão ocorrendo por causa da pressão dos movimentos sociais em torno do caso.

“Se não fosse a pressão social de movimentos organizados e a insistência das famílias, acredito que sequer teríamos informações a respeito. Essa demora reflete a baixa importância dada na resolução de crimes contra a vida no Brasil, especialmente em territórios periféricos, pobres e negros, como a Baixada Fluminense”.

O Fórum é uma rede de organizações e pessoas da sociedade civil que defendem os direitos humanos, a justiça e uma política de segurança pública cidadã para a Baixada Fluminense. Araújo destaca que os desaparecimentos forçados são uma realidade presente na vida de dezenas de famílias da região e, ao mesmo tempo, pouco visibilizada.

“Nós estamos iniciando uma pesquisa a respeito, em parceria com a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro [UFRRJ]. O desaparecimento de corpos têm sido usado por grupos criminosos, seja da milícia, seja de outros grupos associados ao comércio varejista de drogas, como uma estratégia de dominação de território e controle pelo terror”.

De acordo com ele, o Fórum está organizando o primeiro centro de atendimento psicossocial para mães e familiares de vítima de violência de Estado e de desaparecimentos forçados, em parceria com setores públicos, para fortalecer a rede de apoio local às famílias.



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CPTM retoma o Expresso Turístico a partir de 8 de agosto

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A partir do dia 8 de agosto as viagens do Expresso Turístico da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) para Paranapiacaba, no meio da Serra do Mar, em Santo André, voltam a ser realizadas, depois de um ano e meio paralisadas devido à pandemia de covid-19. As primeiras viagens serão dias 8 e 22 de agosto e 5 e 19 de setembro, exclusivas para quem comprou o bilhete antes da pandemia e não pediu reembolso.

Todos os passageiros com viagens pendentes serão procurados pela CPTM para remarcar o passeio. Esse contato respeitará a ordem da viagem inicialmente comprada. O mesmo bilhete já adquirido deverá ser apresentado na data da nova viagem. Caso não seja possível aceitar a viagem nas datas propostas pela companhia, a passagem não perderá a validade e o passageiro, se quiser, ainda poderá pedir o reembolso. 

“Os passageiros que compraram as passagens, não viajaram e optaram por esperar serão recompensados agora. Todas as viagens respeitarão todos os protocolos de segurança para que a ida a Paranapiacaba seja uma experiência inesquecível e segura”, disse o presidente da CPTM, Pedro Moro.

A previsão da CPTM é a de que sejam necessárias 13 viagens para atender as 1.350 pessoas que têm bilhetes válidos. A capacidade total de passageiros em cada uma das viagens será determinada pelo Plano São Paulo – atualmente é permitido 60% da capacidade total dos assentos, o que corresponde a 103 pessoas. 

Passageiros que tiverem dúvidas podem acessar a página da CPTM  ou entrar em contato com a empresa pelo e-mail passageiro@cptm.sp.gov.br , whatsapp (11) 9 9767 7030 ou pela central de relacionamento 0800 055 0121. Ao entrar em contato será preciso informar o nome da pessoa que comprou a passagem, data original da viagem e número do bilhete. O prazo de resposta será de cinco dias úteis. 

Ainda em 2021, a CPTM pretende realizar duas viagens para Jundiaí com o objetivo de atender as cerca de 150 pessoas com viagens pendentes, por conta da pandemia. Já para Mogi das Cruzes, não havia passagens pendentes.



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PF prende falsificador de cédulas foragido há 5 anos

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A Polícia Federal (PF) prendeu ontem (30) um falsificador de cédulas em Araranguá (SC). Ele é considerado um dos principais produtores de cédulas falsas do país e era procurado pelas autoridades há cinco anos. Seu nome não foi divulgado. Ele foi preso quando viajava de carro para o Rio Grande do Sul. A polícia apreendeu R$ 23 mil reais que estavam no veículo.

A PF também cumpriu dois mandados de busca e apreensão em Viamão, onde foi encontrado produto possivelmente utilizado na fabricação de notas. Ele foi conduzido à Superintendência da Polícia Federal e será encaminhado ao sistema prisional para cumprimento da pena.

O homem de 54 anos e natural de Cachoeira do Sul (RS) era procurado pela PF desde 2016. Ele havia sido preso em 2014 e condenado. Dois anos depois, foi posto em liberdade pela justiça com a utilização de tornozeleira eletrônica, mas conseguiu escapar do monitoramento.



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