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Tecnologia

Três maneiras de manter sua empresa a salvo de ataques ramsomware

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Os ataques cibernéticos continuam ganhando destaque nas manchetes à medida que mais empresas são vítimas da economia do ransomware. Os golpes cibernéticos aumentaram 400% no início da pandemia, e esse número não está diminuindo. Ao longo deste último  ano, vimos algumas das maiores violaçõesvazamentos e ataques do mundo real ocorridos até o momento.

Nossas redes evoluíram para incluir salas de estar, porões e parques da cidade.

Como a COVID-19 forçou as organizações a reestruturar o local de trabalho, nos acostumamos a trabalhar e morar remotamente por mais de um ano. No entanto, isso também apresenta aos desenvolvedores e equipes de segurança mais desafios do que nunca, o que nos leva a considerar como nos adaptar ao novo normal dos ataques cibernéticos mais rapidamente do que os malfeitores.

A segurança cibernética já é um assunto difícil de resolver nos melhores momentos e atualmente estamos longe dessa conjuntura.

Josh Bressers, Product Security na Elastic, apresenta três desafios de segurança cibernética que aparentemente não estão relacionados, mas abaixo da superfície, estão realmente interconectados. Em cada caso, os problemas subjacentes se beneficiariam muito com uma política de comunicação aprimorada.

Primeiro, temos que entender os stacks de tecnologia. Esta é a coleção de infraestrutura de TI que inclui tudo – desde sistemas operacionais e linguagens de programação a servidores, armazenamento de dados, ferramentas de monitoramento de aplicativos, soluções de inteligência de negócios e muito mais. Para os CISOs, lidar com a vasta escala de um stack de tecnologia e os invasores usando técnicas cada vez mais sofisticadas exige uma nova abordagem de segurança para manter os sistemas, dados e dispositivos protegidos.

Em segundo lugar, precisamos de uma nova abordagem para a cortina de fumaça de informações que vem em nossa direção. Todos nós já ouvimos o ditado de que se tudo é uma emergência, nada é. Recebemos alertas de nossas plataformas de desenvolvimento, do sistema de Integração Contínua, das ferramentas de monitoramento de segurança e até de nossos relógios. Paradoxalmente, esse mundo de notificações constantes nos condicionou a ignorar os alertas. Resolver esse problema parece simples – priorize as notificações que importam. Mas o grande número de alertas e seus alarmes falsos associados significa que milhares de avisos não são confirmados e muitas empresas não estão tão seguras quanto pensam. A resposta aos alertas deve ser automatizada e, para que isso aconteça, devemos implementar sistemas que possam ser escalonados com o monitoramento de pessoas para esses alertas.

Terceiro, é necessário criar uma cultura de acompanhamento para garantir que os problemas sejam resolvidos. Podemos aprender sobre um problema por meio de um alerta, começar a trabalhar em uma solução e, então, sermos puxados para outra tarefa. Distrações são inevitáveis, mas se reconhecermos um alerta sem realmente abordá-lo, isso é essencialmente o mesmo que ignorar o alerta em primeiro lugar. Ter uma abordagem passiva ou reativa à segurança cibernética pode ser prejudicial; em vez disso, devemos implementar tecnologia que automatize tarefas repetitivas, detecte anomalias que requerem intervenção humana e libere os profissionais de segurança para fazer um trabalho mais significativo.

“É fácil dizer que a solução para todos esses problemas é “melhor comunicação”, mas isso não é um conselho realmente factível”, afirma Bressers. “Precisamos dar um passo para trás, revisitar a abordagem de segurança e adaptá-la ao novo normal. Avalie processos atuais que alertam nossas equipes sobre uma violação. Informe funcionários e clientes. Estabeleça a metodologia de como os parceiros e clientes são alertados. Tomar essas medidas reforçará as posturas de segurança das organizações e manterá suas equipes mais ágeis para quando ocorrer uma violação.”



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Tecnologia

Deep Learning acelerado por GPU da NVIDIA pode detectar sinais precoces de Alzheimer

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Na próxima semana, no dia 21 de setembro, é celebrado o Dia Nacional de Conscientização da Doença de Alzheimer. A patologia que é o tipo mais comum de demência, contribuindo com 60% a 70% dos casos, causa a morte de neurônios e leva ao encolhimento do cérebro. De acordo com pesquisa da Organização Mundial de Saúde (OMS), em 2020, cerca de 50 milhões de pessoas sofreram dessa síndrome em todo o mundo e há quase 10 milhões de novos casos a cada ano.

Por ainda não ter cura, o Alzheimer precisa ser diagnosticado o quanto antes para que a expectativa de vida do paciente seja prolongada e o seu bem-estar possa ser garantido. Felizmente, com os avanços da tecnologia, está mais perto de ser possível detectar sinais precoces da demência.

Pesquisadores da Universidade de Tecnologia de Kaunas, na Lituânia, desenvolveram um método baseado no deep learning, capaz de prever o possível início da doença a partir de imagens cerebrais com uma precisão de mais de 99%. O modelo foi baseado na conhecida rede neural ResNet 18, classificando imagens de fMRI de 138 indivíduos. Os pesquisadores treinaram seu modelo em workstations equipadas com GPUs da NVIDIA em imagens do conjunto de dados fMRI da iniciativa de neuroimagem da doença de Alzheimer.

“Pense em uma máquina como um robô capaz de realizar a tarefa mais tediosa de classificar os dados e procurar recursos”, explica Rytis Maskeliūnas, pesquisador da Universidade Kaunas que supervisionou a equipe que trabalha no modelo. “Depois que o algoritmo do computador seleciona casos potenciais, o especialista pode examiná-los mais de perto. Todos se beneficiam à medida que o diagnóstico e o tratamento chegam ao paciente muito mais rápido”, enfatiza o pesquisador.

As técnicas de deep learning prometem acelerar esse processo significativamente, permitindo que as pessoas afetadas logo sejam encaminhadas para uma avaliação por um profissional médico. Porém, segundo os pesquisadores, embora as imagens de ressonância magnética funcional do cérebro prometam ajudar, o problema é que detectar os sinais do Alzheimer nessas imagens requer conhecimento específico e leva tempo.

Até o momento, o modelo treinado foi capaz de encontrar efetivamente as características de deficiência cognitiva, alcançando uma precisão de classificação de 99,99% ao distinguir entre comprometimento cognitivo leve e doença de Alzheimer inicial.

“Essa não foi a primeira tentativa de diagnosticar o início precoce do Alzheimer a partir de dados semelhantes, mas o principal avanço que conquistamos é a precisão do algoritmo”, reforça Maskeliūnas. “Números tão altos não são indicadores de desempenho verdadeiro na realidade, mas estamos trabalhando com instituições médicas para obter mais dados.”

No futuro, o algoritmo pode ser a base de um software que será capaz de analisar rapidamente dados de grupos vulneráveis, como pessoas com mais de 65 anos ou com histórico familiar de demência.

Para o diretor da NVIDIA Enterprise para América Latina, Marcio Aguiar, é gratificante observar como a companhia contribui com pesquisas tão relevantes para o cenário mundial. “Nosso objetivo é estar mais próximos de projetos que contribuam para a sociedade e ajudem a salvar vidas. Temos que utilizar a tecnologia sempre ao nosso favor”, conclui.



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Tecnologia

Motorola lança o moto g50 5G no Brasil com a Claro

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Motorola busca desenvolver aparelhos que permitam aos seus consumidores superar limites e conquistar seus objetivos por meio da tecnologia. Hoje, a marca anuncia a chegada do moto g50 5G no Brasil: o smartphone compatível com tecnologia 5G¹ mais acessível do seu portfólio, que oferece desempenho incrível, sistema de câmera tripla, tela com taxa de atualização de 90 Hz e duração de bateria para mais de dois dias². O aparelho chega ao mercado em uma parceria com a operadora Claro e funciona na rede 5G DSS da operadora.

Com a tela do moto g50 5G, a experiência de entretenimento é elevada ao próximo nível. A taxa de atualização de 90 Hz deixa os jogos incrivelmente suaves e fluidos, e a relação de 20:9 na tela Max Vision HD+ de 6,5 polegadas deixa os conteúdos ainda mais imersivos. O moto g50 5G vem com uma bateria de 5.000 mAh, que mantém o usuário em ação por mais de dois dias. 

O versátil sistema de câmera com sensor principal de 48 MP proporciona opções para capturar de forma criativa todos os momentos. A tecnologia Quad Pixel garante que todas as fotos sejam nítidas e claras, graças à sensibilidade à luz quatro vezes maior. E, para ambientes realmente escuros, a Motorola oferece o modo Night Vision

Com a câmera Macro dedicada, você chega 2,5 vezes mais perto dos objetos para capturar todos os detalhes. Além disso, a câmera principal usa o sensor de profundidade para desfocar o segundo plano automaticamente para que você tenha um toque profissional em suas fotos.

O desempenho incrível desse dispositivo se deve ao processador octa-core MediaTek Dimensity 700 de 2,2 GHz, com memória RAM LPDDR4X de até 2,133 MHz e armazenamento rápido UFS 2.2, que possibilita streaming de dados a 1 GB/s, quatro vezes mais rápido que smartphones-padrão com eMMC. Isso assegura que o usuário possa editar fotos sem esforço, compartilhar conteúdo rapidamente e curtir jogos com incríveis gráficos num instante. O moto g50 5G vem com 128 GB de armazenamento interno3 – suficiente para filmes, fotos, músicas, apps e jogos. E ainda é possível acrescentar mais 1TB com um cartão microSD⁴.

Inovações de software

Com o moto g50 5G, o usuário sempre terá acesso fácil ao Google Assistente5Basta pressionar o botão dedicado na lateral do aparelho, para habilitar o comando de voz e pedir respostas do Google Assistente. Não é preciso digitar, tocar ou arrastar. 

E, ao invés de duplicar as funcionalidades que o Google já traz no Android, a Motorola opta por incrementá-las com um conjunto abrangente de ferramentas com o My UX. Com ele, os usuários podem acessar suas músicas, vídeos e jogos com configurações customizadas. Como o My UX não interfere com a experiência do Android puro, os usuários podem curtir todo o poder do Android 11 sem camadas de software adicionais nem aplicativos duplicados. É possível explorar melhor a gestão de conversas em aplicativos de mensagens, ter um controle melhorado de dispositivos conectados e uma abordagem mais prática de privacidade de dados.

A segurança é um tema muito importante para os clientes, e uma prioridade para a Motorola. É por isso que os smartphones da marca sempre contam com altos padrões de segurança. Com o moto g50 5G, o usuário conta também com o ThinkShield for Mobile, que oferece proteção melhorada em todos os níveis, com uma cadeia de confiança mais segura e certificações de segurança adicionais. Além disso, oferecemos serviços adicionais para os nossos clientes B2B. 

Disponibilidade

“O moto g50 5G chega ao Brasil por meio da grande parceria entre Claro e Motorola. E a venda deste produto é exclusiva da operadora, com os aparelhos disponíveis nas lojas online e físicas da Claro e em todos os nossos parceiros”, comenta Edival Almeida, Diretor de Estratégia de Aparelhos da Claro.

O smartphone é totalmente compatível com a rede de quinta geração da Claro – pioneira na implantação do 5G DSS no Brasil, com conexões até 12 vezes mais velozes que o 4G convencional. E é o mais acessível do mercado com a tecnologia disponível.

“A Claro não poderia ficar de fora do lançamento do moto g50 5G. Para o aparelho, preparamos uma oferta especial para que todos possam ter seu primeiro smartphone 5G e 5G DSS, em que o moto g50 5G sai por R$ 1.299 à vista, ou em até 21x de R$ 61,99 no Claro Pós-Pago 25GB. Caso o cliente opte pelo Combo Multi 50GB + 25GB, o aparelho sai por R$999, ou em 21x de 47,99.”, complementa Edival.

Todos os planos pós-pagos da Claro contam ainda com o Extraplay, uma franquia extra exclusiva de dados, para uso nos aplicativos de streaming de vídeo compatíveis com a funcionalidade, incluindo o NOW, Netflix, YouTube, Twitch, GloboPlay e PlutoTV. O moto g50 5G está disponível nas lojas físicas e online da Claro, nas cores Azul e Verde. Para mais informações, acesse: https://www.claro.com.br/.

moto g50 5G também poderá ser encontrado nos canais próprios da Motorola, incluindo a Loja Online (www.motorola.com.br) e as Moto Stores localizadas nos principais shoppings centers do Brasil.



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Tecnologia

Microsoft abre inscrições para terceira turma do programa Black Women in Tech

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Nesta segunda-feira, 13 de setembro, a Microsoft abre inscrições para a terceira turma do Black Women in Tech, programa de capacitação com foco na formação de mulheres negras para o mercado de tecnologia. O projeto, idealizado e liderado pelos grupos de colaboradores da Microsoft e voluntários dos pilares de Diversidade e Inclusão da empresa – WAM (Women at Microsoft) e o BAM (Blacks at Microsoft) – visa a diminuir a lacuna de profissionais especializados em tecnologia, bem como ampliar a igualdade de gênero e racial no segmento. As interessadas devem preencher o formulário até 19 de setembro pelo site: Black Women in Tech Microsoft (office.com).

Ao todo, serão 50 vagas para mulheres pretas e pardas participarem de mentorias técnicas e gratuitas, focadas em tecnologia e nas certificações técnicas em Fundamentos do Microsoft Azure (AZ-900) e Fundamentos de Segurança (SC-900). Além disso, o projeto também oferecerá módulos focados em soft skills, desenvolvimento de carreira e inglês básico. Ao final das mentorias, as selecionadas receberão vouchers para realizar os exames de certificações da Microsoft em AZ-900 e SC-900. As aulas se iniciam no dia 27 de setembro e serão realizadas até o dia 22 de dezembro. A formatura e cerimônia de encerramento acontecem no último dia de curso.

Para concorrer a uma das vagas, as candidatas deverão participar de um desafio virtual chamado Cloud Skill Challenge  via Microsoft Learn, plataforma de aprendizado on-line gratuita, além de preencher um questionário de inscrição. O critério prévio para a seleção das candidatas é ter mais de 18 anos, se autodeclarar preta ou parda e cumprir os requisitos do preenchimento do questionário, que será enviado para as candidatas por e-mail. As formandas também participarão da feira de empregabilidade promovida pela Microsoft, na qual conectará as profissionais às empresas parceiras da companhia, com o objetivo de fortalecer o networking para oportunidades de trabalho.

Com o Black Women in Tech, a Microsoft tem o objetivo de levar ensino técnico de qualidade para que mulheres pretas e pardas possam alavancar suas carreiras em tecnologia. Todos os mentores são funcionários da Microsoft, membros ou aliados das iniciativas e grupos de Diversidade, que disponibilizam seu tempo voluntariamente. A primeira edição do Black Women in Tech resultou em 26 mulheres formadas. Já a segunda turma, formou 35 mulheres. Para se cadastrar, acesse o site oficial do Black Women in Tech.

 



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