conecte-se conosco

Entretenimento

Rock psicodélico para fugir do caos: Ouça debut do UmQuarto

Publicado

on


Uma casa às margens da Lagoa da Conceição, em Florianópolis (SC), cercada de natureza e com acesso apenas por barco. Esse foi o cenário que fez nascer o disco “Apenas”, trabalho de estreia do UmQuarto, power trio de rock psicodélico. O álbum lançado de forma independente conta com 10 faixas autorais, indo da agitação à calmaria, passando por todos os humores que sentimos no período entre 2020 e 2021. A banda define que o lançamento é uma realização de um esforço conjunto em não deixar a música morrer nos tempos em que vivemos. E não tem como negar.

“É um trabalho com começo, meio e fim. Os singles nos dão certa liberdade criativa, no que diz respeito a experimentar novos estilos, novos arranjos. Mas um disco completo é importante para manter tudo muito equilibrado e coeso. Foi um desafio produzir e criar arranjos para essas músicas durante nosso isolamento e distanciamento social. Depois, juntar a banda, produtor e engenheiro de som, e uma fotógrafa, numa casa isolada na beira da Lagoa da Conceição, e conseguir passar para a ‘fita’ toda essa idealização, foi incrivelmente maravilhoso.”, define Mayer Soares, baixista e vocalista.

Reunir-se com a equipe de produção durante a gestação de “Apenas” é um dos diferenciais do trabalho, que transborda natureza e calmaria.

“O álbum mostra o porquê do UmQuarto e une todos os pontos entre os dois últimos singles lançados que estão no disco,  Acordar e O Mar de Madalena, e que são bem diferentes em arranjos e sonoridades. Conseguimos atingir um nível de consistência dentro da bagagem sonora que cada membro traz para a banda. O tempo de gravação foi super apertado, a gente terminava uma música e já começava a gravar a próxima. O disco tem pouquíssimas edições, todas as nuances e oscilações de instrumentos tocados por humanos foram preservadas intencionalmente. Todas as sessões dos takes principais foram gravadas com instrumentos acústicos e equipamentos valvulados para dar uma cara ainda mais natural e orgânica para o disco.”, relata Henrique Recidive, baterista.

As bagagens musicais de cada integrante, que vão do jazz ao hard rock psicodélico, incluindo também blues e experimental, estão impressas nas canções de “Apenas”. De acordo com Thiago Mordentte, o fato da banda ficar isolada por uma semana dentro de uma casa de pedras do século XIX tombada pelo Patrimônio Histórico de SC teve um peso psicológico e musical:

“A magia do local foi incorporada literalmente. Foi um grande desafio concluir todo o processo de gravação, os produtores vieram de SP com todo o equipamento necessário para captação de áudio, foi preciso alugar um barco para transportar todo o equipamento dos produtores e da banda até a casa que fica às margens da linda Lagoa, trabalhamos duro das 9h da manhã até as 23h durante todos os dias. Inicialmente nossa intenção era ir para um estúdio, mas veio a pandemia e encaramos o desafio de produzir algo totalmente diferente do normal e as imagens de bastidores deram origem ao videoclipe da música “Acordar”. Nunca ficamos tanto tempo juntos e automaticamente descobrimos que nossa convivência foi muito produtiva, cada um deu o seu melhor para esse grande passo. Hoje, entendo que somos uma família feliz!”, avalia o guitarrista do UmQuarto.

Com o lançamento do álbum, a banda caminha para um novo momento da carreira e se prepara para o início da turnê de divulgação, prevista para o próximo ano. O disco “Apenas”, é só o começo de uma longa história na música.

A capa do álbum é de autoria de Manu d’Eça, retrata um amplificador posto próximo a uma janela do casarão onde a banda gravou o trabalho, com a Lagoa da Conceição ao fundo. Música e natureza, assim pode ser resumido os dias que se tornaram o trabalho de estreia do UmQuarto.

Com influências musicais que vão desde os clássicos, como Beatles e Mutantes, até bandas mais modernas, como Tame Impala e Boogarins, o UmQuarto faz um rock moderno com liberdade. A cada canção misturas rítmicas diferenciadas aparecem, tornando explícita a vontade de criar. O UmQuarto é formado por Mayer Soares (baixo e voz), Thiago Mordentte (guitarras) e Henrique Recidive (bateria).

O álbum “Apenas” conta com produção de Felippe Pompeo, com captação por Lab de Sá. A mixagem é de Lucas de Sá, com masterização de Alécio Costa. Participaram também os músicos Chico Badalotti (guitarra), Léo Costa (piano, órgão) e Lari Machado (piano). O lançamento conta com produção executiva de Dalsasso Produtora.

Ouça “Apenas”: https://tratore.ffm.to/umquarto-apenas

Acompanhe o UmQuarto

Site:  www.umquarto.mus.br

Instagram: https://www.instagram.com/umquarto.oficial/

YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCHJ60TnOjsxDo4yhM6DIKFw





Continue lendo
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Entretenimento

Cradle Of Filth lança seu novo álbum “Existence Is Futile”

Publicado

on


Toda a esperança desapareceu no vazio. As chamas que apenas pareciam brasas no horizonte por algum tempo alcançaram o nosso jardim dos fundos, deixando campos de cinzas escuras sem fim e fumaça subindo de nossas terras. Mas, por que não curtir uma última trilha sonora para o nosso fim inevitável – “Existence Is Futile” está agora nas melhores lojas e mostra as lendas do metal extremo CRADLE OF FILTH na melhor forma de suas vidas e prontos para ver o Mundo queimar.

O álbum é lançado na América do Sul pela parceria Shinigami Records/Nuclear Blast Records.

Proclamado para ser “o álbum mais triste e ao mesmo tempo irado que o Cradle jamais fez” pela Metal Hammer (UK) e “um – sem sombra de dúvida – melhor álbum do ano” (A&P Reacts, CAN) o 13º lançamento da banda traz uma aproximação mais moderna para sua música que lida com problemas como superpopulação e poluição do meio ambiente, enquanto mantém o ponto de vista poético das coisas, apoiado em fundos musicais orquestrais épicos, guitarras super afiadas e os gritos únicos de Dani Filth.

“’Existence Is Futile’ é a conclusão apocalíptica de três anos de turnê mundial do Cradle Of Filth e é certamente o nosso álbum mais extremo até agora, revelando um perigo existencial, medo do desconhecido, a incerteza do destino num cosmos em expansão e da vida sem sentido que ironicamente também é a busca pelo sentido da mesma” comenta Dani Filth.

“Material bem pesado sem dúvidas e como um Homem inteligente uma vez disse… ‘A inevitável morte por aquecimento do Universo e o consequente fechamento do tempo e espaço não poderia ter uma melhor trilha sonora que este álbum.’”

Muitos LPs coloridos limitados e edições em boxset já se encontram esgotados, então pegue a sua cópia de “Existence Is Futile” enquanto os espíritos do inferno não os levaram embora ainda:

https://bfan.link/existence-is-futile.ema

Enquanto o CRADLE OF FILTH ainda está nos EUA fazendo a turnê especial para “Cruelty And The Beast” eles também estarão no palco europeu para o especial de Halloween no London Roundhouse. Ingressos disponíveis aqui.

Se você perdeu os últimos clipes, assista eles aqui:
Necromantic Fantasies: https://youtu.be/PiV5XupV-TI
Crawling King Chaoshttps://www.youtube.com/watch?v=Wks1aBh49sQ

CRADLE OF FILTH, 2021 A.D., é:
Dani Filth | Vocais
Richard Shaw | Guitarras
Ashok | Guitarras
Daniel Firth | Baixo
Martin ‘Marthus’ Skaroupka | Bateria
Anabelle | Vocais Femininos, Teclados

Mais informações em:
www.cradleoffilth.com
www.facebook.com/cradleoffilth
www.twitter.com/cradleoffilth
www.instagram.com/cradleoffilth





Continue lendo

Entretenimento

Em parceria com Tarcísio do Acordeon, Japãozin lança o clipe de “Amarok”!

Publicado

on


Em alta nas plataformas digitais com o hit “Carinha de Neném”, Japãozin está apresentando nesta sexta-feira (22) mais uma grande novidade para o público. Trata-se do clipe oficial da canção “Amarok”, que conta com a participação especial de Tarcísio do Acordeon, uma das maiores revelações do forró na atualidade.

A música, que também já está disponível em todas as plataformas digitais, traz a história de um vaqueiro que está 100% preparado para partir pra vaquejada. Sendo assim, equipa a sela em seu melhor cavalo, pega sua caminhonete, engata o reboque para transportar o animal, e parte com tudo para a competição, com um só desejo: ser o campeão!

ASSISTA AO CLIPE : https://youtu.be/S-CfSEk04WU

PLATAFORMAS DIGITAIS: https://escuta.la/amarok

“Acho que é uma canção que vai agradar bastante o público em geral, principalmente a galera da vaquejada. Ela representa muito os vaqueiros que vão em busca da vitória nas competições. Podem ter certeza que fiz com muito carinho para a vaqueirama!”, revela o cantor.

No refrão da música, que é uma composição de autoria do próprio Japãozin, ele deixa o recado: “o vaqueiro quando é bom, bota o boi no chão! Se queimar o cal, zero boi, vacilão!”. E é com essa pegada que o artista tem tudo para emplacar mais uma canção nas paradas de sucesso, e nas vaquejadas pelo Brasil afora!

De acordo com Japãozin, a ideia de compor “Amarok” surgiu de forma rápida e curiosa: “trinta minutos antes de me apresentar pela primeira vez na minha gravadora, Sua Música Records, tive a ideia de mostrar uma música que tivesse uma pegada bem característica do nordeste, com costumes específicos, e a vaquejada é algo muito marcante na região. Quando entrei nas redes sociais, vi a foto de uma caminhonete e um reboque, e assim tive a ideia de compor essa canção, falando do vaqueiro que leva o seu cavalo para a vaquejada, sempre em busca da vitória”.

Vivendo um dos momentos mais especiais da carreira, Japãozin revela como foi a emoção de gravar o clipe de “Amarok” ao lado de Tarcísio do Acordeon, uma de suas grandes referências musicais: “foi um sonho realizado para mim. Sempre sonhei em ver um grande ídolo cantando uma música minha, e ainda poder contar com a participação dele no meu clipe, foi extremamente satisfatório. Posso dizer que a minha ficha ainda não caiu e o coração sempre bate mais forte nesses momentos!”.

A gravação do clipe foi realizada na Fazenda Maria da Luz, em Campina Grande, Paraíba. A direção do vídeo ficou aos cuidados do talentoso Rawide Hícaro. Já a produção musical de “Amarok” esteve a cargo de Ramon Almeida.

Extremamente feliz e empolgado com o lançamento do clipe de “Amarok”, Japãozin, que atingiu a marca de 100 mil seguidores no Instagram em menos de três meses, promete que a galera ainda pode esperar por mais novidades: “estou aumentando meu repertório, já tenho outras composições autorais e estou muito ansioso e feliz pelo meu início nos palcos. Espero que o público goste bastante, esteja do meu lado e continue me apoiando cada vez mais. Vamos com tudo!”

Vale destacar que neste sábado (23) o cantor subirá aos palcos pela primeira vez com seu novo projeto, em apresentação marcada para a cidade de Trindade-PE. O show dá o pontapé inicial em uma grande turnê que passará por seis estados diferentes do nordeste, com mais de 35 apresentações já confirmadas. A agenda completa pode ser conferida nas redes sociais do artista.

SIGA O JAPÃOZIN NAS REDES SOCIAISInstagram: https://www.instagram.com/eojapaozin/
Youtube: https://www.youtube.com/c/Japãozin
Facebook: https://www.facebook.com/japaozin
TikTok: https://vm.tiktok.com/ZM8rY8aWx/

SOBRE JAPÃOZIN

Nascido em São Paulo, mas paraibano de coração, Japãozin começou sua carreira no rap e hoje é uma das grandes revelações do piseiro, gênero musical que está conquistando o Brasil, assim como o cantor. O artista de 27 anos, que mora em Campina Grande-PB desde a infância, viu sua vida mudar recentemente com todo o sucesso da música “Carinha de Neném”, que se tornou um grande fenômeno em redes sociais como TikTok e Instagram.

No Youtube, o clipe oficial da canção já conta com mais de 17 milhões de visualizações, ocupando por semanas as primeiras colocações dos vídeos musicais em alta da plataforma. Japãozin já esteve presente na capa de playlists importantes do Spotify como “Pisadinha e Piseiro”, integrando também a seleção “Paredão Explode”, que serve como um termômetro dos hits que estão estourados no Nordeste. “Carinha de Neném” também fez parte de playlists como “Quentura” e “Diretoria Brasil”, do YouTube, que possuem uma força gigantesca na internet.





Continue lendo

Entretenimento

Recreio questiona padrões e expectativas em single duplo de estreia

Publicado

on


Recreio faz das faixas “Por que o ódio?” e “Eu não quero ser mais um” duas impactantes declarações de sua chegada ao cenário nacional. Trazendo uma identidade de projeto coletivo que mescla uma  produção musical, audiovisual e de performance direto de Porto Alegre, o grupo usa o single duplo como seu cartão de visita para uma sonoridade sem amarras que vai do indie pop à neo-psicodelia.

Ouça “Por que o ódio?”: https://onerpm.link/784934462714

Ouça “Eu não quero ser mais um”: https://onerpm.link/729528745507

Capa de “Por que o ódio?” (Crédito: Letícia Lopes)

Formada por André Garbini (bateria), Arthur Valandro (voz, guitarra, violão e sintetizador), Bernard Simon (baixo e guitarra), Gabriel Burin (sintetizador) e Ricardo De Carli (sampler e efeitos), a Recreio convidou a artista Letícia Lopes para elaborar uma pintura original para as capas. A partir de percepções dos músicos sobre as sensações e intenções de cada faixa – sobre névoas, escuro e ambiguidade -, ela traduziu em imagem a forte conexão narrativa entre as duas composições, habitando um espaço compartilhado entre ambas, mesmo que partam de locais diferentes.

“Por que o ódio?” e “Eu não quero ser mais um” dialogam entre si ao imaginar alguém que entra em contato com sentimentos concomitantes e paradoxais. A primeira traz a retórica que questiona o motivo do ódio, ao mesmo tempo em que constata a existência do sentimento. Entre texturas ásperas e movimentos erráticos, vocais cristalinos irrompem o cenário obscuro da segunda faixa, que aborda uma identificação e repulsa com sentimentos inerentes à masculinidade.

As canções são a primeira amostra da Recreio. Mais que uma banda, é um coletivo musical independente que surgiu em 2021 ao se metamorfosear, ao longo de dois anos, a partir do projeto Soundlights, com base em Porto Alegre e que esteve em atividade desde 2015. Com o EP “Sons que vêm do sítio”, se apresentaram por todo o sul e sudeste com seus sete músicos. Na Recreio, a figura do compositor e artista migra do individual para o coletivo, possibilitando operar como um organismo maior que pretende criar mensagens potentes a partir de múltiplas vozes e de diversas disciplinas, transitando entre a música, o audiovisual e a performance artística.

O single duplo estabelece o som da Recreio a partir das suas próprias inquietações internas, um processo compartilhado entre os músicos e agora dividido com o público. As faixas estão disponíveis nas principais plataformas.

Ouça “Por que o ódio?”: https://onerpm.link/784934462714

Ouça “Eu não quero ser mais um”: https://onerpm.link/729528745507

 

Ficha técnica

Por que o ódio? (Arthur Valandro)

André Garbini: Bateria

Arthur Valandro: Voz, Guitarra, Violão e Sintetizador

Bernard Simon: Baixo e Guitarra

Gabriel Burin: Sintetizador

Ricardo De Carli: Sampler e Efeitos

Eu não quero ser mais um (Arthur Valandro)

André Garbini: Sampler e Efeitos

Arthur Valandro: Voz e Guitarra

Bernard Simon: Baixo, Clarinete, Sampler e Efeitos

Gabriel Burin: Sintetizador

Ricardo De Carli: Sampler, Sintetizador e Efeitos

Produzido por Bernard Simon e Ricardo De Carli

Mixado por Renato Godoy

Masterizado por RHR

Arte por Letícia Lopes

Design por Ricardo De Carli

Produção artística por Marta Karrer

Produção executiva por Gabriel Paz

 

Acompanhe Recreio:

Twitch: https://www.twitch.tv/recreiorecreio

Instagram: https://www.instagram.com/recreio.recreio

Bandcamp: https://recreio.bandcamp.com





Continue lendo

Mais Vistos