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Internacional

Unicef pede reabertura de escolas em países atingidos pela pandemia

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O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) pediu que as autoridades do setor de educação reabram as escolas o mais cedo possível em países nos quais milhões de alunos ainda não voltaram às salas de aula 18 meses após o início da pandemia de cvid-19.

Em 17 países, as escolas permanecem totalmente fechadas e, em 39, estão parcialmente fechadas, informa um relatório divulgado pelo Unicef nesta quinta-feira (16).

Entre as “quase completamente fechadas”, estão escolas frequentadas normalmente por cerca de 77 milhões de estudantes das Filipinas, de Bangladesh, da Venezuela, da Arábia Saudita, do Panamá e do Kuwait.

Quase um terço desta cifra corresponde às Filipinas, país que está enfrentando um dos piores surtos de covid-19 da Ásia e onde um novo ano letivo começou nesta semana.

Segundo o Unicef, os alunos dos seis países representam mais da metade dos 131 milhões de todo o mundo que perderam mais de três quartos do ensino presencial.

“A crise educacional ainda está aqui e, a cada dia que passa com salas de aula no escuro, pior a devastação”, disse a diretora executiva da agência das Nações Unidas, Henrietta Fore.

O relatório acrescenta que os professores deveriam ter prioridade na vacinação contra covid-19, depois dos profissionais de saúde e das pessoas sob risco maior, para protegê-los da transmissão comunitária.

De acordo com a Unesco, os estudantes podem estar mais seguros em casa, mas a disponibilidade de computadores e celulares e da internet, além da qualidade desigual da educação estão entre os desafios que eles continuam a enfrentar.



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Internacional

Biden e Macron discutem defesa europeia e se reunirão em Roma

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 Os presidentes Joe Biden, dos Estados Unidos (EUA), e Emmanuel Macron, da Fraça, discutiram nesta sexta-feira (21) a cooperação de segurança na África, Europa e Indo-Pacífico, à medida que os dois países trabalham para melhorar os laços após uma divergência sobre um pacto de segurança dos EUA com Reino Unido e Austrália.

Biden e Macron planejam continuar as negociações quando se encontrarem este mês em Roma para uma cúpula de líderes do Grupo das 20 maiores economias, afirmou a Casa Branca.

A vice-presidente dos EUA, Kamala Harris, também se encontrará com Macron durante uma visita a Paris em novembro, disse a Casa Branca, ressaltando os esforços para remendar os laços entre Estados Unidos e França depois que a Austrália cancelou um contrato de submarino francês em favor de um pacto com Washington e Londres no mês passado.

As visitas foram realizadas durante viagem do secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, a Paris no início deste mês, em que ele disse que teve conversas “muito positivas e muito produtivas” com líderes franceses.

A representante de Comércio dos EUA, Katherine Tai, também se reuniu com seu homólogo francês, Franck Riester, na sexta-feira, paralelamente a uma conferência de ministros de Comércio do Grupo dos Sete, onde ela enfatizou o compromisso dos EUA de “fortalecer a relação bilateral com a França”, informou seu gabinete em nota.

Na ligação com Macron, Biden analisou os esforços em andamento de ambos os países para apoiar a estabilidade e segurança na região do Sahel e para melhorar a cooperação no Indo-Pacífico, bem como as iniciativas para permitir uma defesa europeia mais forte, disse a Casa Branca.



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Biden e Macron discutem defesa europeia e se reunirão em Roma

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 Os presidentes Joe Biden, dos Estados Unidos (EUA), e Emmanuel Macron, da Fraça, discutiram nesta sexta-feira (21) a cooperação de segurança na África, Europa e Indo-Pacífico, à medida que os dois países trabalham para melhorar os laços após uma divergência sobre um pacto de segurança dos EUA com Reino Unido e Austrália.

Biden e Macron planejam continuar as negociações quando se encontrarem este mês em Roma para uma cúpula de líderes do Grupo das 20 maiores economias, afirmou a Casa Branca.

A vice-presidente dos EUA, Kamala Harris, também se encontrará com Macron durante uma visita a Paris em novembro, disse a Casa Branca, ressaltando os esforços para remendar os laços entre Estados Unidos e França depois que a Austrália cancelou um contrato de submarino francês em favor de um pacto com Washington e Londres no mês passado.

As visitas foram realizadas durante viagem do secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, a Paris no início deste mês, em que ele disse que teve conversas “muito positivas e muito produtivas” com líderes franceses.

A representante de Comércio dos EUA, Katherine Tai, também se reuniu com seu homólogo francês, Franck Riester, na sexta-feira, paralelamente a uma conferência de ministros de Comércio do Grupo dos Sete, onde ela enfatizou o compromisso dos EUA de “fortalecer a relação bilateral com a França”, informou seu gabinete em nota.

Na ligação com Macron, Biden analisou os esforços em andamento de ambos os países para apoiar a estabilidade e segurança na região do Sahel e para melhorar a cooperação no Indo-Pacífico, bem como as iniciativas para permitir uma defesa europeia mais forte, disse a Casa Branca.



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EUA: Suprema Corte revisará lei do Texas que proíbe aborto

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A Suprema Corte dos Estados Unidos concordou, nesta sexta-feira (21), em ouvir no dia 1º de novembro uma contestação a uma lei do Texas que impõe uma proibição quase total ao aborto, em um caso que pode reduzir drasticamente o acesso ao aborto nos EUA se os juízes endossarem a medida.

Os juízes aceitaram as solicitações do governo do presidente Joe Biden e de clínicas de aborto para analisar imediatamente suas contestações à lei. O tribunal recusou-se a atender ao pedido do Departamento de Justiça de bloquear imediatamente a execução da legislação do Texas.

O tribunal irá avaliar se o desenho incomum da lei é legalmente permissível e se o governo federal tem permissão para processar o Estado que tentar bloqueá-lo.

A medida do Texas proíbe o aborto após cerca de seis semanas de gravidez – um ponto em que muitas mulheres ainda não percebem que estão grávidas. A lei abre uma exceção para uma emergência médica documentada, mas não para casos de estupro ou incesto.

A juíza liberal Sonia Sotomayor discordou do adiamento da decisão do tribunal sobre o veto à aplicação da lei enquanto o litígio continua. Sotomayor disse que a nova lei suspendeu quase todos os abortos no Texas, o segundo Estado mais populoso dos EUA, com cerca de 29 milhões de pessoas.

“A estratégia do Estado funcionou. O impacto é catastrófico”, escreveu Sotomayor.

A disputa no Texas é o segundo grande caso sobre aborto que o tribunal, que tem uma maioria conservadora de 6 a 3, agendou para os próximos meses. Além dela, será julgada em 1º de dezembro a legalidade de uma lei de aborto restritiva do Mississippi.



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